domingo, maio 06, 2007

LIDERANÇA BASEADA EM VALORES

Liderança Baseada em Valores


Se você tratar as pessoas como elas são faremos elas piores. Se você tratar as pessoas como elas deveriam ser tratadas, você ajudará para que elas se tornem o que elas são capazes de se tornarem. (Goethe)


Atualmente, a palavra liderança é a mais usada e multifacetada nas empresas. Há centenas de rótulos diferentes para líderes e estilos de liderança, onde os valores se encaixam; mas, o que significa Liderança baseada em valores? Quem é um líder? Não é alguém que diz para você o que fazer. Alguém que simplesmente diz para você o que fazer é um chefe. Você faz assim porque ele disse para fazer assim. Um líder é alguém que você deseja seguir, mas não quem você é obrigado a seguir. A autoridade é necessária como parte da vida em sociedade e para se trabalhar nas empresas, mas, isso por si só, não basta para fazer um líder.

O significado original da palavra ‘liderança’ é continuar uma jornada na companhia dos outros. Assim, um líder está indo para algum lugar, ele tem uma meta e uma visão. Ele atrai os outros, então ele tem apelo, e influencia os outros. Aqueles que se unem a ele na jornada, confiam que ele conheça o caminho. Deste modo, ser um líder vem do esforço humano natural de reinventar a si próprio. Isto significa desenvolver a si próprio. Isso envolve a capacidade de ver o quadro inteiro e o sistema mais amplamente, assim como prestar atenção onde você está colocando seus pés na estrada. E isto significa inspirar os outros para se unirem a você na estrada. A autoridade é dada, mas a liderança necessita ser conquistada.

Imagine esta empresa. Em um departamento, ela tem um chefe que diz para as pessoas o que elas devem fazer e espera que elas obedeçam. Esse chefe não está interessado em seu pessoal, eles são somente um meio para atingir um propósito – obter resultados. Ele tem pouco interesse em seu pessoal, não os ajuda a relacionarem o que fazem com a visão da empresa, e não está interessado no que é importante para essas pessoas. O seu lema é ‘Ou é do meu jeito ou não é de jeito nenhum’. Ele tem autoridade, mas, por mais estranho que possa parecer, as pessoas freqüentemente parecem encontrar desculpas para não fazerem o que ele manda. As pessoas de seu departamento são infelizes e estão com seus trabalhos atrasados. Quando as coisas ficam atrasadas, ele reage fazendo mais do que já está fazendo. Ele é o arquétipo de chefe. Felizmente, este tipo está se extinguindo muito rapidamente porque seus métodos simplesmente não funcionam. Entretanto, alguns elementos desse dinossauro ainda podem ser encontrados em muitas empresas.

Contraste isso com um líder. O líder tem interesse em seu pessoal, ele conhece seu pessoal como indivíduos, e ele conhece e respeita o que é importante para eles. Ele sabe que o mesmo incentivo não funciona para todos e assim ele não tenta impor isto para todos. Ele faz o coaching de seu pessoal, não somente para aqueles que não estão tendo bom desempenho, mas também para aqueles que estão se saindo bem. As pessoas sentem que estão contribuindo para com a organização e respeitam seu erente. Ele consegue concluir seu trabalho, mas não confia somente em sua autoridade, mas no fato de que seu pessoal deseja fazer o trabalho bem feito. Ele inspira seu Pessoal para fazer tudo o que puderem. Esse é o gerente que é um líder. O que ocorreria se todos os gerentes fossem como este? Todos os gerentes podem prestar atenção à liderança baseada em valores – em seus próprios valores de respeito e justiça, e motivar e inspirar os outros através do que é importante para eles, e não através do que é importante para si próprio.

Um chefe tem poder, um líder tem influência. Um chefe depende de sua posição de autoridade; um líder conquista a autoridade ao ser respeitado pelo seu pessoal. Um chefe consegue que pessoas façam as coisas e um líder consegue que as pessoas queiram fazer as coisas. Por que eles desejam fazer as coisas? Porque eles estão motivados e inspirados pelo que é importante para eles e isso é liderança baseada em valores.

Existem dois paradoxos sobre a liderança baseada em valores. O primeiro, é que ela somente pode ser dada e não pode ser tomada. Uma pessoa pode ter poder e autoridade, mas isso não é o mesmo que liderança. As pessoas seguem um líder porque querem e não porque são obrigadas a seguir. Um líder sem seguidores ou companheiros de jornada é como o som de uma única mão batendo palmas.

O segundo paradoxo é que a primeira pessoa que um líder inspira é ele próprio. Como um líder pode inspirar outras pessoas a se unirem numa jornada se ele não consegue inspirar a si próprio? Então, como os líderes fazem com que as pessoas desejem segui-los na jornada? Eles apelam para o que é importante. Todos os líderes têm uma visão, uma visão de como o mundo poderia ser, todos nós temos nossas visões individuais, mas os líderes exploram algo mais do que apenas suas visões, eles exploram uma visão comum. Eles estão numa jornada e esta jornada é importante para eles. E quando falamos sobre como somos importantes estamos falando sobre valores, valores são simplesmente o que é importante para você. Os valores fornecem a energia para levantarmos da cama de manhã; eles fornecem o combustível para a jornada em direção à nossa meta. Sem valores, a jornada não pode começar.

Pare um momento para pensar sobre alguns líderes que você admira. Pessoas com as quais você se identifica. Eles podem estar em qualquer área: de negócios, religiosa, militar ou em qualquer área da vida. Eles podem ser pessoas famosas, ou amigos ou membros da família que você conhece bem, mas que os outros não conhecem. O que essas pessoas têm em comum? Uma coisa que elas devem ter em comum é que elas apelam para algo que é importante para você. Se não apelassem, você não poderia admirá-las. Você reconhece essas pessoas como líderes porque o quê elas fazem e o que elas significam é importante para você. Os valores destas pessoas se identificam com os seus valores. Bons gerentes lidarão com comportamentos problemáticos de ponto de vista dos valores. Em vez de simplesmente desafiar o comportamento, eles deixam claro que o comportamento é inaceitável, ao mesmo tempo que acompanham e reconhecem os
valores que estão por trás disso. O comportamento tem um propósito. Nós sempre agimos
para obter alguma coisa que seja importante para nós, algo que valorizamos. Infelizmente, as ações ou comportamentos que temos para atingir nossos propósitos podem não ser muito bons, e podem causar muitos problemas para os outros.

Por exemplo,um gerente que conhecemos,teve muitos problemas com um membro de sua
equipe.Essa pessoa desafiava constantemente as opiniões e propostas dos outros
membros.Ele bancava o advogado do Diabo,descobrindo falhas nos detalhes.Isso acabou se tornando muito desgastante.Os outros membros da equipe começaram a se ressentir dele; um deles disse, 'Não me sentiria tão mal se ele contribuísse com algo positivo, de vez em quando, mas ele é sempre tão negativo...'.O comportamento desta pessoa estava destruindo o rapport da equipe, contudo esta área de expertise era essencial e não poderia ser substituída no projeto atual.

Sugerimos ao gerente chamar esta pessoa de lado, perguntar-lhe o que ele queria conseguir através deste questionamento e porque isso era tão importante para ele. Ficou demonstrado que ele valorizava a segurança em um grau muito alto. Um projeto em seu emprego anterior tinha terminado em desastre porque os planos não foram verificados adequadamente e detalhes cruciais foram deixados de fora. A empresa perdeu muito dinheiro. Ele jurou para si mesmo que isso nunca aconteceria novamente em qualquer trabalho em que ele estivesse envolvido. 'Desejo que o plano seja absolutamente à prova de falha em todos os detalhes', foi como ele se expressou. A segurança e a precisão dos detalhes eram muito importantes para ele, e nosso amigo compartilhou estes valores e afirmou isto. Então, vem a pergunta que vale US$1 milhão. 'Seu desafio constante é obter o que você quer?' A resposta foi não. Os outros membros da equipe não estavam prestando atenção à sua contribuição, eles não estavam ouvindo, estavam concordando com ele somente na tentativa de ir adiante. Isso fazia com que ele ficasse ainda mais nervoso e desafiasse os outros ainda mais. O gerente sugeriu que ele tivesse uma função muito útil como Advogado do Diabo do grupo, mas deveria esperar até que os planos estivessem num estágio razoável de formação antes de pedir mais detalhes. Ele concordou.

Depois disso, a eficiência do grupo aumentou muito. Os outros sabiam que eles tinham o espaço de que necessitavam para desenvolver seus planos e que seria melhor que fossem planos bons. Os desafios surgiriam mais tarde e seriam mais construtivos e muito valiosos. Várias pequenas melhorias tornaram o projeto mais eficaz em termos de custos. Nosso amigo acompanhou os valores desse indivíduo e utilizou esses valores em benefício do grupo.

Um estudo extensivo de liderança em empresas de médio porte da Europa mostrou que aproximadamente dois terços das principais decisões eram tomadas alinhadas com a estratégia declarada da empresa. Entretanto, somente aproximadamente um terço das decisões de média importância estava alinhada com a estratégia declarada da empresa. Isto parece razoável visto do lado de fora, mas lembre-se de que as grandes decisões foram tomadas a portas fechadas por um pequeno grupo de pessoas da alta direção e as implicações máximas foram, muitas vezes, mantidas em segredo por boas razões comerciais. As decisões diárias menos importantes que afetavam os empregados foram tomadas ao ar livre e a maioria destas não era consistente com a estratégia da empresa. As pessoas viam, todos os dias, que as empresas não estavam fazendo o que falavam, e isso pode levar à desilusão e ao cinismo.

No extremo, existe o exemplo de uma grande organização nos Estados Unidos que tinha publicado que um de seus principais valores era colocar os funcionários em primeiro lugar. Essa mesma organização cortou os pagamentos dos benefícios de planos de saúde e aumentou os gastos em associações de clubes de campo para os executivos da alta hierarquia. Isso não é liderança baseada em valores, e essa organização não poderá nem reclamar se as pessoas perceberem isso e ficarem cínicas. Essa é uma lição importante – agarre-se aos seus valores. As pessoas com certeza perceberão. E isso é importante.

A liderança baseada em valores pode surgir de qualquer parte na organização. O que é certo é que se as pessoas da alta direção não demonstrarem isso, elas perderão o respeito. As pessoas ficarão cínicas sobre os valores e até mesmo os desprezarão. Em seguida, elas começarão a trabalhar somente pelo dinheiro, e todas as pesquisas mostram que apesar de ser importante pagar um salário justo para as pessoas, quando isso for obtido, então outros valores serão mais importantes do que o dinheiro, particularmente, desafio, progresso na carreira e respeito. A menos que um gerente lidere seu pessoal tornando o trabalho deles desafiador e recompensador, e os respeitando, eles poderão muito bem trocar de empregos, levando com eles todos aqueles altos conhecimentos e expertise, conquistados a duras penas, para os concorrentes de seus ex-patrões. Dessa maneira, é fácil ver que a liderança baseada em valores não é um ideal abstrato, mas trata-se de cuidar dos próprios interesses e do bom gerenciamento.

© Joseph O’Connor é um dos mais reconhecidos e respeitados trainers de PNL e Coaching do mundo. Ele já deu cursos na América do Sul e do Norte, em Hong Kong, Singapura, (onde foi premiado com uma medalha do National Community Leadership Institute), Nova Zelândia e muitos países europeus.Joseph é membro convidado da NLP University em Santa Cruz, Califórnia, e trainer convidado da NLP Comprehensive. É sócio proprietário da Lambent do Brasil.

quinta-feira, maio 03, 2007

PROGRAMA CIDA CARAN - 28/04/2007

Visite a página da Colunista Cida Caran e assista o programa do dia 28/04/2007 com a cobertura da Tarde de Autógrafos com o escritor e consultor Financeiro Gustavo Cerbasi .

http://www.cidacaran.com.br/canais/programa/index.html

terça-feira, maio 01, 2007

Palestra Acirp - Como organizar sua vida financeira


































Gustavo Cerbasi deu o seu recado no última quarta-feira dia 25/04, na Acirp. Depois de uma tarde de autógrafos onde ele mostrou toda o seu carisma e atenção, dando sempre uma pequena consultoria aos seus leitores, proferiu a palestra"Como Organizar sua Vida Financeira" para um grande público no Centro de Convenções da Acirp. Ao Gustavo, minha gratidão pela confiança e pela brilhante atuação no evento que organizei.

sexta-feira, abril 27, 2007

TARDE DE AUTÓGRAFOS GUSTAVO CERBASI
























Foi com imensa alegria que organizei a tarde de autógrafos de Gustavo Cerbasi na Union Crédito Fácil, um dos patrocinadores da palestra. Foi uma tarde especial para todos, e junto com os autógrafos todos tiveram seus 10 minutos de consultoria. Tudo regado com caprichos do buffet Lig Massas, venda de livros pela Livraria Espaço, Móveis da Trimach, e recepção e espaço da Union Crédito Fácil.

segunda-feira, abril 16, 2007

UM SUSTO NAS DÍVIDAS

Um ‘susto’ nas dívidas

É possível sair da crise, basta reduzir seus gastos
São José do Rio Preto, 15 de abril de 2007

Leda Nascimento

15:02 - Dinheiro e casamento. Como fazer essa relação dar certo? O consultor financeiro Gustavo Cerbasi, especialista em economia doméstica e finanças pessoais, dá dicas de como marido e mulher assalariados, podem enriquecer juntos. Mestre em administração e finanças pela FEA/USP, formado em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com especialização em finanças pela Stern School of Business - New York University e pela Fundação Instituto de Administração (FIA), Cerbasi é autor dos livros Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem; Casais Inteligentes Enriquecem Juntos e Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos, todos publicados pela Editora Gente. Considerados pela crítica literária do gênero como verdadeiros manuais para indivíduos com dificuldade de administrar o orçamento doméstico e as finanças pessoais, Cerbasi defende em sua escrita a tese de que qualquer pessoa pode vir a se tornar um milionário desde que aprenda a aplicar o próprio dinheiro.

Em uma rápida conversa com o Diário, na última sexta-feira, por telefone ele falou um pouco sobre como o brasileiro pode melhorar a sua condição de vida sabendo planejar o futuro. Colunista colaborador da revista Você S/A, do Jornal Gazeta Mercantil e da Rádio Transamérica, Cerbasi já realizou consultorias financeiras para grandes grupos de mercado como ABN Amro Real, Banco do Brasil, Natura, Serasa, SKY TV Digital e Unimed. Ele desenvolve treinamentos, palestras e consultorias para diversos públicos de todo o Brasil, e vai estar em Rio Preto, na próxima quarta-feira, para realizar uma palestra sobre economia doméstica e planejamento das finanças pessoais a convite de uma escola de inglês da cidade.

Diário da Região - Em que momento da sua vida, o senhor resolveu escrever livros para ensinar casais e famílias “desequilibrados” com dinheiro a gerenciarem de forma saudável as finanças domésticas?
Gustavo Cerbasi - Em 1999, estava no início da minha carreira, dava aula de finanças e negócios na FIA, vinculada a USP. Confesso que era uma disciplina chata, pesada de ministrar. Para aliviar e deixar mais light o tema abordado em sala de aula, comecei a levar aos meus alunos algumas discussões sobre finanças pessoais, por ser algo que interessa a todo mundo. Nesta época da minha vida, aplicar bem meu salário, era algo que passou a me inquietar. Em 2002, lancei meu primeiro livro relatando os aspectos de uma teoria onde afirmo que qualquer pessoa pode vir a se tornar um milionário. Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem (Editora Gente), fez tanto sucesso entre os leitores, que nunca mais parei de ser chamado para dar consultorias e palestras sobre finanças pessoais.

Diário - Dê um exemplo prático de como um assalariado pode vir a ter R$ 1 milhão um dia? Cerbasi - Como professor eu ganhava pouco, mas percebi que se aplicasse R$ 300 por mês, durante 30 anos, em fundos de investimento a longo prazo, juntaria R$ 1 milhão, isso fazendo um cálculo aproximado da inflação acumulada nesse período. É uma boa aposentadoria. Dá para ter uma velhice tranqüila com esta quantia em caixa, não é mesmo? A pessoa não precisa ser economista. Qualquer leigo, que ganhe R$ 1 mil por mês, pode vir a se tornar um milionário. Se a pessoa não tiver nenhuma noção de finanças e fizer investimentos displicentes em poupança ou fundo de renda fixa, ainda assim, poupando R$ 600 por mês durante 30 anos, ela vai conseguir R$ 1 milhão.

Diário - E como este trabalhador irá pagar as contas de luz, telefone, aluguel, fazer a compra no supermercado, deixar uma reserva para o lazer e ainda comprometer de 30% até 60% do seu salário, com um investimento a longo prazo?
Cerbasi - As pessoas tomam um susto quando afirmo que é palpável o sonho de ser milionário, porque têm escolhido mal o padrão de consumo. O brasileiro não tem o hábito de poupar, de planejar o futuro e escorrega na hora de optar pelo padrão de roupa, moradia, automóvel. Compra coisas por impulso, porque viu alguém usar e inveja aquilo para si. Alguns querem seguir um padrão acima do que ganham. Gastar mais do que se ganha é bem mais comum do que se imagina.

Diário - Qual o principal segredo para se empregar de forma coerente o salário e conseguir poupar?
Cerbasi - Primeiro é preciso ter tudo na ponta do lápis. A maior parte das pessoas sabe quanto ganha mas não sabe quanto gasta. Compra-se de tudo aqui e acolá, desenfreadamente, sem nenhum controle. Quando acordam estão no vermelho. O indivíduo de perfil desequilibrado com as finanças pessoais sempre fica tentado com o cheque especial e o cartão de crédito. É um círculo vicioso, o salário não dá para pagar as contas do mês, entra no especial, o passo seguinte é optar pelo rotativo do cartão de crédito; a pessoa cobre o valor mínimo e depois joga dinheiro fora pagando juros ao banco. Por fim, não dá conta de pagar mais nada e briga com o gerente por mais limite, tenta fazer empréstimos, até o nome ficar restrito ao crédito. E quando isso atinge um dos companheiros de um casal é mais complicado, porque vai comprometer o orçamento da família.

Diário - O senhor escreveu o best seller Casais Inteligentes Enriquecem Juntos. Como é isso? Cerbasi - Parece lugar comum, mas enriquecer é uma questão de planejamento. O casal tem de aprender a planejar desde os tempos de namoro. O jovem casal tem de saber que com o casamento, parte do gastos tidos com lazer enquanto solteiros, vai ter de ser administrado para pagar o supermercado, o aluguel, o plano de saúde e outras despesas de uma casa, de uma vida a dois. A renda agora é familiar, o orçamento é familiar. Muitos casamentos acabam por causa de dinheiro, ou melhor, pela falta dele, porque o homem e a mulher trabalham, mas não pensam em um plano em conjunto e administram seus rendimentos em separado. O relacionamento se desgasta porque um dos parceiros é controlado com dinheiro, e o outro é desequilibrado, e quem lida melhor com os números acaba sendo onerado pelo companheiro ‘mão aberta’. Não dá para um ficar rico e outro pobre, no casamento, os dois precisam enriquecer juntos. Quem tem mais controle tem de assumir as rédeas.

Diário - O senhor fala com tanta naturalidade, que parece ficção essa história de que qualquer casal pode ficar rico?
Cerbasi - Qualquer um. Um casal humilde. Sem precisar ganhar na loteria, sem ter heranças a receber. É possível ficar rico, quando se aprende a planejar os proventos. Se não ficar rico, pelo menos esse casal terá uma vida estável, com tranqüilidade para estudar os filhos e garantirá uma aposentadoria gorda na velhice.

Diário - Especifique, por favor, como marido e mulher podem conduzir o casamento sem sufoco financeiro?
Cerbasi - Ao contrário do que se pensa, casamento planejado não é começar com prestações altíssimas da casa própria financiada em 20 anos. Nem é financiar um carro zero quilômetro, por quatro ou sete anos. Antes de comprometer o capital a médio ou a longo prazo, esse casal, precisa ter real consciência dos seus gastos. Um casal que pretende enriquecer junto, não lida com o salário de cada cônjuge, lida com uma renda familiar única. O que é isso? Vamos supor, que o homem tenha um rendimento mensal de R$ 4 mil, e a mulher de R$ 3 mil. A renda da família nesse caso soma R$ 7 mil. O casal tem de separar o montante para pagar aluguel, telefone, luz, água, alimentação, saúde e lazer; as despesas da casa. Tem de separar uma mesada para as despesas pessoais de cada um, pode-se estipular um total de R$ 700, sendo R$ 350 cada. Com essa mesada, a mulher vai ao cabeleireiro, na depiladora, o homem vai comprar uma camisa, o que precisarem. Pelo menos 10% dessa renda tem de ser revertida todo mês em um fundo de investimento por cinco ou dez anos. Sem esquecer de deixar uma pequena verba para situações emergenciais, porque é a falta de reserva que leva ao uso inadequado do cheque especial. Aí sim, com a soma poupada no fundo de investimento, é hora de dar uma boa entrada para comprar a casa própria ou adquirir o carro à vista. Um casal que ganhe menos, vai dividir a renda familiar da mesma forma só que em menor proporção de valores.
O Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), acredita que no Brasil, um casal com dois filhos, vive sem dificuldades com uma renda de R$ 1,5 mil. Nesse caso, eles podem guardar R$ 150 durante dez anos, e garantir a faculdade dos filhos. Proponho que o casal sempre guarde 10% da renda para realizar um sonho, um projeto, que pode ser o da casa própria. Um jovem casal tem de investir em projetos a curto prazo também, determinando um valor a ser poupado durante seis meses ou um ano, pode-se custear uma viagem, investir na carreira com um MBA, um mestrado, um curso de línguas. Quando o foco for investir na carreira, sugiro que se junte um valor para a entrada e se faça um empréstimo de crédito educativo para bancar o curso, porque essa é uma modalidade de empréstimo com juros menos agressivos, e na maioria das vezes, a pessoa tem pressa no aprendizado porque prospecta um aumento salarial e se vai ter uma promoção terá condições de saldar o débito com o banco.

Diário - Essa fórmula funciona para um casal controlado e sem dívidas. E quando a renda está comprometida com dívidas e os credores batendo à porta?
Cerbasi - Se a dívida for muito alta, o casal deve contratar um advogado. Mas aí você me pergunta, já estão devendo e ainda vão gastar com um advogado? É melhor fazer isso que ser esmagado por uma bola de neve. Se os débitos forem administráveis, não só o casal, mas o devedor, que pode vir a ser um solteiro, tem de parar tudo. É hora de traçar um plano de salvamento. A pessoa tem de colocar tudo no papel e a partir deste resultado perguntará a si mesmo: De quanto tempo preciso, de seis meses, de um ano? Nesse tempo, não vai dar para comprar roupas, sair de casa para passear, gastar no cabelereiro, comprar brinquedos caros para os filhos. É apertar os cintos, mesmo. Pagar as contas essenciais para a sobrevivência e ir quitando as dívidas. Procure seu gerente, parcele o cheque especial, o cartão de crédito, refinancie as suas contas de crediário em lojas, renegocie tudo. Não faça empréstimos para pagar dívidas. Vender o carro, e andar de ônibus, é melhor que se endividar ainda mais. Devagar e com planejamento, a pessoa ou o casal vai sair do sufoco. Quando atingir a meta e quitar as dívidas, é hora de uma nova conversa entre as partes envolvidas ou de um novo autoplanejamento para traçar metas, resgatando projetos deixados para trás. Para isso será preciso começar a poupar. Ter dinheiro vivo é a melhor saída sempre.

Diário - Outro agravante, além das dívidas, é quando um dos companheiros perde o emprego. Como se virar nesta situação e não deixar a peteca cair?
Cerbasi - O conceito de renda familiar única prevalece. A família, o casal, terá de se adequar a esta nova realidade. Se tiver filhos, é hora de colocar as cartas na mesa. Os filhos têm de participar, saber que os gastos terão de ser reduzidos. Temos de incutir nas novas gerações essa cultura do planejamento financeiro, porque hoje 30% dos brasileiros endividados segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são jovens de até 30 anos. Por que isso? Porque repetem os erros dos pais, os erros aprendidos dentro de casa. Agradeço ao meu pai por sempre ter me colocado a par. Ele foi uma pessoa que começou em uma empresa com um cargo muito baixo e aposentou como diretor, ganhando muito bem. Sempre me inteirou sobre os desafios enfrentados; quando ia faltar dinheiro; quando íamos ter fôlego. Recentemente, um pastor de uma igreja de Ribeirão Pires (SP), me convidou para prestar uma consultoria financeira aos fiéis. Ele percebeu que o pessoal estava muito endividado. Acompanhei de perto alguns casos chocantes de desespero financeiro. Uma das famílias, tinha uma renda de três salários mínimos, mas devia muito além do que ganhava. Tracei um plano, em que eles teriam de arrumar cinco amigos para recebê-los durante um dia da semana, durante seis meses, para que jantassem e tomassem banho. Pais e filhos travaram uma verdadeira gincana, conseguiram no ciclo de amizade, familiar e na vizinhança as cinco famílias para ‘adotá-los’. Ao final de seis meses estavam com as finanças recuperadas, sem precisar de empréstimos. Nessas horas, se não recebem apoio, esse casal afundaria, a família já desestruturada e os filhos revoltados, a separação seria mera conseqüência.

Diário - O senhor escreve sobre o conceito de mentalidade de pobre x mentalidade de rico...
Cerbasi - O pobre com mentalidade de rico, é aquele que hoje é pobre, mas propicia situações e planos para ter muito dinheiro no futuro. Atendo diversos jovens de 18 anos, que me procuraram para administrar suas finanças. Acompanho o caso de um rapaz, que recebe R$ 1 mil de salário, e todo mês aplica R$ 500. Na cabeça dele, ele tem uma remuneração de R$ 500 e com este valor ajuda nas despesas da família e custeia seus gastos pessoais. A seguir este ritmo, com menos de 30 anos de idade, ele vai ter juntado uns R$ 100 mil. Tem tudo para se tornar um novo rico, porque no futuro ao ter terminado os estudos, o salário dele será maior, investirá na carreira e continuará aplicando suas finanças. Se souber educar os seus filhos, eles serão milionários. Não temos que dar o peixe, mas ensinar as pessoas a pescar. Um rico com mentalidade de pobre é aquele que herdou uma fortuna, mas não investiu em projetos, não se preocupou em aplicar bem o seu dinheiro para multiplicá-lo. Tem mentalidade de pobre porque inveja a Mercedez do vizinho, vai lá e compra uma, inveja o cruzeiro de um parente e faz também, adquire e faz coisas sem necessidade, não tem metas, não tem sonhos próprios. Até que um dia vai a falência e não consegue entender onde empregou, como perdeu a sua fortuna.

Diário - O senhor se considera um poupador, uma pessoa controlada com as finanças pessoais? Cerbasi - No dia-a-dia prefiro andar com um carro popular, usar uma roupa barata, fazer a compra de supermercado toda semana, aproveitar promoções, sem estocar coisas que vão estragar e me dar prejuízo. Quando viajo, meus amigos me consideram um gastador. Sou daquele que paga tudo antes, mas vou de primeira classe, reservo um hotel cinco estrelas e alugo um carrão importado. Há prazeres na vida, há sonhos que só realizamos, porque soubemos poupar para concretizá-los.

Serviço:
Palestra: Como organizar a sua vida financeira - aprendendo a fazer bom uso do seu dinheiro. Ministrada pelo consultor financeiro Gustavo Cerbasi. Dia 25/04, a partir das 20 horas no Centro de Convenções da Acirp. Convites vendidos a R$ 100.
Reservas pelo telefone (17) 3236 8705 - falar com Lidiane
Ou (17) 3234.7422 - CCAA JUST KIDS

sábado, abril 14, 2007

COACHING - O MELHOR AMIGO DO RH

Tadeu Alvarenga

Uma pesquisa recente conduzida pela consultoria Deloitte visando detectar quais os motivos do não-comprometimento dos funcionários para com as suas organizações – o que tem sido uma reclamação constante dos RHs – apontou os seguintes resultados:

- Minha empresa não oferece oportunidades de aprendizado, para que eu desenvolva novos conhecimentos.
- Os líderes não estão nem aí para o bem-estar dos funcionários.
- Faltam critérios salariais justos e consistentes.
- Não tenho autonomia para realizar o meu trabalho.
- Minha opinião não é levada em conta da hora de decidir.

Esta pesquisa – que recebeu uma menção na edição de Janeiro de 2007 da Você S.A. – chama a atenção pelo fato de que o item salário só foi mencionado uma vez – e a principal reclamação não era de que este fosse insuficiente ou baixo demais, mas sim de não existirem critérios justos e transparentes que norteassem a política salarial da Empresa. Também é interessante observar que todos os itens apontados acima se encontram dentro da área de atuação do Coaching – o que o torna, sem sombra de dúvida, o Melhor Amigo do RH.
Vamos examinar os itens acima rapidamente, sob a perspectiva do Coaching.

1. Minha empresa não oferece oportunidades de aprendizado, para que eu desenvolva novos conhecimentos.

A própria essência do Coaching é ser um facilitador do aprendizado dentro da organização. O Líder-Coach – ou o Gestor de RH que se utiliza das Ferramentas do Coaching – é aquele que apóia o processo de aprendizagem do colaborador/liderado contribuindo para o seu desenvolvimento como Profissional e também como pessoa. Note-se bem, no entanto, que o processo de Coaching não objetiva "ensinar" mas sim, motivar o outro a aprender, a partir de seus próprios recursos e experiências, colaborando, desta forma, para a construção de conhecimento dentro da organização – conhecimento este que, frequentemente, se traduz em lucro – para a Empresa e para todos os envolvidos.

2. Os líderes não estão nem aí para o bem-estar dos funcionários.

Uma vez que o Coaching passa a ser utilizado em larga escala em uma organização, sentimentos de oposição entre Líderes e liderados – do tipo "eles contra nós" – que, invariavelmente, acarretam perdas significativas para a Empresa, tendem a diminuir significativamente, uma vez que o funcionário passa a ser integrado aos processos da Empresa.

3. Faltam critérios salariais justos e consistentes.

A única menção a salário nos resultados levantados na pesquisa não se refere, de forma alguma, aos valores absolutos do salário, mas sim aos critérios utilizados no cálculo da remuneração de cada um.
Embora o Coaching não tenha o poder de intervir diretamente na política salarial da Empresa, é preciso reparar aqui que, muitas vezes, as reclamações salariais são, na realidade, manifestações de um sentimento de falta de valorização por parte dos funcionários. As reclamações sobre salário muitas das vezes servem de "símbolo" ou veículo para outras questões mais profundas – medos, insatisfações, ressentimentos, etc. – as quais permanecem a maior parte do tempo sem serem verbalizados pelos funcionários e que podem acarretar imensos prejuízos à dinâmica da organização.
Neste sentido, este item apresenta grandes semelhanças com o anterior, porquê se relaciona à percepção de Valor em relação à sua atividade pelo colaborador, a qual, caso insuficiente, poderá se traduzir em desmotivação, queda no desempenho, piora no clima organizacional, conflitos interpessoais e reclamações sem fim – não necessariamente apenas sobre salário.
O Coaching pode aqui atuar positivamente prevenindo e/ou revertendo os indicadores de insatisfação mencionados acima, principalmente ao capacitar Líderes e Gerentes com Ferramentas e Técnicas próprias.

4. Não tenho autonomia para realizar o meu trabalho.

Um dos objetivos principais do Coaching na organização é promover a educação dos colaboradores em direção a uma autonomia crescente. Isto implica em substituir o antigo modelo onde o funcionário era visto apenas como um simples "executador de tarefas" e torná-lo, de fato, um colaborador ativo da organização. O antigo modelo, o modelo do funcionário "executador de tarefas", foi firmado no início da Era Industrial e, muito embora tenha tido a sua utilidade no passado, tem se mostrado cada vez mais e mais inadequado à era da Informação que estamos vivendo.
O antigo modelo tinha, como principal característica, o desencorajamento sistemático de qualquer manifestação de iniciativa ou criatividade por parte dos funcionários, levando, como conseqüência, a um alto grau de dependência da figura do Chefe.
O Coaching como instrumento de Desenvolvimento de Lideranças, permite realizar a transição segura para as práticas gerenciais adequadas ao cenário atual.

5. Minha opinião não é levada em conta da hora de decidir.

O Líder-Coach é aquele que por definição, integra o liderado no processo de decisão, o que faz com que este se perceba como um colaborador ativo da organização, ao invés de um mero "executador de tarefas". Isto, é claro, não só aumenta a produtividade do funcionário e o seu senso de integração em relação à organização, como também diminui a oposição em relação à Liderança.
O Coaching, como ferramenta de Desenvolvimento de Lideranças e de Gestão de Pessoas, contribui, sem sombra de dúvida, para o aumento da performance organizacional, ao mesmo tempo em que facilita a atuação do RH dentro da Empresa.


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quinta-feira, abril 12, 2007

BLOCKBUSTER - JORNAL BOM DIA - COLUNA SOCIAL BECK

BLOCKBUSTER*

A empresária Ada Maria de Assis e Silva e a jornalista Malu Rodrigues trazem a Rio Preto o mestre em finanças e autor de alguns best-sellers Gustavo Cerbasi. O cara é uma espécie de guru da vida financeira, célebre por encabeçar o ranking dos livros mais vendidos de jornais e revistas bacanudos. “Casais inteligentes enriquecem juntos”, por exemplo, há dois anos é listado pela revista “Veja” como referência para as cabeceiras monetárias. A figura de Cerbasi se instala na cidade dia 25. A palestra acontece no Salão Social da Acirp.

* Não precisa ser um maleta politizado nem um nerd bitolado para entender a palestra. Cerbasi fala para todos os tipos de público, bem avonts mesmo

PALESTRA NO ROTARY SJRP


NA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA, 09/04/2207, MINISTREI UMA PALESTRA SOBRE LIDERANÇA E COACHING NO ROTARY CLUB SJRP.
NA FOTO, ESTOU COM A PRESIDENTE KÁTIA RICARDI DE ABREU E COM CÉLIA ESTRELLA QUE ME CONVIDOU PARA A PALESTRA.

segunda-feira, abril 02, 2007

SUPERVISÃO DA FRANQUIA CCAA JUSTKIDS- S J RIO PRETO

















Nos dias 21/03, 22/03 e 24/03 o CCCA Just Kids recebeu a visita da supervisora de Franquias Fabiana , da matriz do CCAA do Rio de Janeiro. A escola mais uma vez, conseguiu excelentes notas nos setores administrativo, financeiro, marketing, vendas, atendimento, pedagógico ( onde várias aulas foram assistidas e os professores analisados) e espaço físico. As secretarias receberam orientações e feedback na manhã do dia 24/03.
É sempre motivador e estimulante saber que o CCAA mantem seus padrões de qualidade e inovação em S J Rio Preto.
Parabéns a equipe do CCAA Justkids!!!!!!

sábado, março 31, 2007

O executivo e o coaching em marketing pessoal

O executivo e o coaching em marketing pessoal
Sílvio Alves Celestino


De repente surge uma nova palavra no seu dicionário que você não sabia que estava lá: "Coaching". E ainda por cima querem saber se você tem um "coach". Se é um "coachee" e como está seu "coaching"? Vida dura essa de executivo. Enquanto você trabalha, outros criam palavras para te infernizar.

Felizmente dessa vez criaram algo para ajudá-lo. Desde que você não caia nas mãos desses que se auto-declaram "coaches" sem nunca terem se preparado para isso. Vamos resumir o significado de cada uma dessas novas palavras do "seu" dicionário:
Coaching é o processo de desenvolvimento de competências. Competência é a capacidade de agir, de realizar ações em direção a um objetivo. Competência é a capacidade de agir, de realizar ações em direção a um objetivo, metas e desejos. É um processo de investigação e reflexão. Descoberta pessoal de fraqueza e qualidades. Aumento da consciêcia de si. Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida com estrutura e foco. O processo oferece feedback realista e apoio.

Coach, literalmente "técnico" em inglês, é o profissional especializado no processo de desenvolvimento. É o coach que conduz o processo, levando o cliente a refletir, chegar às conclusões, definir ações e principalmente agir em direção aos seus objetivos, às metas e aos desejos. Curiosamente "coach" significa também: veículo utilizado para transporte de pessoas de um lugar a outro. De certo modo o coach transporta seu cliente para seus objetivos. Coachee é o nome que se dá ao cliente.

Portanto, não é difícil diante de todas esses elementos que compõem o processo de coaching, entender porque grandes atletas, artistas de cinema e agora empresários e executivos possuem um coach. Simplesmente porque os ajudam a chegar lá mais rapidamente. Seja "lá" onde for.

Segundo Rhandy di Stéfano - fundador do Integrated Coaching Institute - o processo de coaching surgiu devido ao histórico das organizações empresariais. Em resumo, durante as décadas de 60 e 70 o empresário podia contar com a solução dos problemas a partir das experiências suas ou de seus empregados. A necessidade de crescimento levou-o ao mercado de ações e este demandou maiores lucros que justificassem os investimentos. Além do aprimoramento dos processos internos das empresas, a demissão dos profissionais mais antigos e de maiores salários contribuiu para o aumento dos lucros.

Entretanto, o efeito colateral foi que a experiência deixou a empresa juntamente com esses profissionais e os recém-contratados não tinham como lidar com todos os desafios que o crescimento permanente exige. A solução foi recontratar os funcionários antigos, mas como consultores externos.

Todavia, novos mercados significaram maiores mercados e o crescimento contínuo tranformou as organizações numa rede de mini-empresas espalhadas por todo o planeta. Cada uma demandando essencialmente os mesmos recursos da empresa-mãe. Entre eles o mais escasso de todos: liderança.

Entretanto, consultores trabalham com processos e a liderança exige além dos processos a capacidade de trabalhar com pessoas em todas suas dimensões. Inclusive com suas emoções. Daí a necessidade de um novo profissional, alguém que seja capaz de desenvolver líderes: é o "coach". O coach desenvolve todos os aspectos da competência para que o líder possa executar bem sua tarefa e preferencialmente atinja um desempenho conhecido como "peak performance".
Ao contrário dos workaholics - pessoas viciadas em atividades - a pessoa que trabalha em peak performance é focada em resultados. O workaholic pode atingir uma fase conhecida como "burn-out" - é o esgotamento que pode ser de caráter físico, intelectual ou emocional. Já a pessoa em peak performance é capaz de gerar resultados sem comprometer sua existência humana. O que denota, portanto, que o desenvolvimento exigido abrange todas as áreas de sua vida: profissional, financeira, física, ontológica, social, relacionamento íntimo, intelecto, emocional e lazer.

É justamente por atingir outros aspectos do ser humano que o coaching desenvolveu-se para além das competências empresariais. Hoje existem basicamente dois tipos de coaching:

- Coaching executivo (executive coaching) - direcionado para desenvolvimento de competências de liderança. Foca as habilidades para produzir resultados e a modificação de comportamentos que reduzam sua efetividade. Pode ser direcionado para coaching de habilidades, performance, desenvolvimento ou negócios.

- Coaching de desenvolvimento pessoal - direcionado para as competências em outras áreas além da profissional. Neste sentido o processo pode atingir temas como: ser mais decisivo, melhorar a administração do tempo, valorizar diversidade, desenvolver potenciais, resolver conflitos, aumentar autoconfiança, comunicar-se com mais eficiência, entre outros.

Todo coaching é de desenvolvimento, não de respostas. Entretanto, as empresas em particular e o mundo está demandando por pessoas hábeis em postos relevantes. Sendo assim, além do desenvolvimento propiciado pelo coaching é importante que as pessoas se sintam inspiradas a ocuparem esses postos de destaque. É neste contexto que foi criado o coaching em Marketing Pessoal.

Acrescentando ao processo elementos oriundos do Marketing Estratégico e trabalhos de autores como Al Ries, Jack Trout, Peter Drucker, Lester Thurrow, Joseph Campbell entre outros, forma-se um conceito mais amplo sobre como se atingir o sucesso no mundo repleto de desafios em que vivemos. O Coaching em Marketing acrescenta aos processos executivo e de desenvolvimento pessoal as competências necessárias para que o executivo seja catapultado para uma posição relevante em sua carreira. Deste modo será capaz de perceber o mundo como um lugar de grandes oportunidades e compreender como preenchê-las com responsabilidade e competência

domingo, março 25, 2007

Márcia Tiburi ministra palestra em Rio Preto

Filósofa e apresentadora do “Saia Justa” faz palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

A filósofa e uma das estrelas do programa de TV “Saia Justa”, da GNT, Márcia Tiburi, é a convidada do Conselho da Mulher Empresária e Empreendedora (CMEE), da ACIRP, para uma palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, em São José do Rio Preto.
A palestra “As Mulheres e as Transformações do Poder no Século 21” será no dia 28 de março, às 8h30, seguida de um café-da-manhã para os participantes, no Centro de Convenções da ACIRP.
Márcia é doutora em filosofia e divide espaço com outras quatro mulheres de peso num dos mais polêmicos programas femininos da TV brasileira: as jornalistas Mônica Waldvogel e Soninha Francine e as atrizes Maitê Proença e Betty Lago.
Dona de um currículo invejável, Márcia tem vários livros publicados, entre eles “As Mulheres e a Filosofia”, “O Corpo Torturado” e “Magnólia”- primeiro romance da série Trilogia Íntima – finalista do Prêmio Jabuti em 2006, ano em que lançou o segundo volume, “A Mulher de Costas”. É ainda professora do curso de escritores da Academia Internacional de Cinema, na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), colunista de revistas e conferencista.
Para a diretora do CMEE, Liliamaura Gonçalves de Lima, a palestra é imperdível. “Márcia fala sobre o universo feminino de uma forma muito especial. Quem tem a oportunidade de assistir ao programa “Saia Justa” sabe que ela possui habilidade e potencial para abordar temas que muito nos enriquecem. É um verdadeiro ícone da filosofia moderna”, diz Liliamaura.
Saiba mais sobre Márcia Tiburi na sua página pessoal na internet: www.marciatiburi.com.br.

Serviço: Café-da-manhã e palestra com Márcia TiburiTema: “As Mulheres e as Transformações do Poder no Século 21”
Data: 28/03/2007
Horário: 8h30
Local: Centro de Convenções da Acirp (Av. Bady Bassitt, 4052)

Convites e informações podem ser obtidos na secretaria da ACIRP pelo Telelefone (17) 3214-9433. Associados têm desconto especial para participar do evento.

terça-feira, março 20, 2007

Palestra com Gustavo Cerbasi - COMO ORGANIZAR SUA VIDA FINANCEIRA



A Officina do Coach juntamente com a Talk Club estão trazendo a São José do Rio Preto, o escritor, palestrante e consultor financeiro Gustavo Cerbasi para uma palestra no Salão de Convenções da Acirp no dia 25/04/2007 às 20hs.

A coach e diretora do CCAA Just Kids Ada Maria de Assis e Silva e a jornalista Malu Rodrigues, diretora da The Talk Club Assessoria de Imprensa acreditam que o evento agrega muito para Rio Preto, reconhecendo a importância do tema abordado e a oportunidade de receber um profissional tão bem conceituado como Gustavo Cerbasi, que se tornou fonte da mídia nacional, além do fato de atender grandes empresas como Natura, SKY TV Digital, Editora Gente entre outros.

As organizadoras convidam a todos para assistir tão apropriado palestrante para o momento atual. Gustavo Cerbasi é autor do best seller "Casais inteligentes enriquecem juntos" que está há 13 semanas na lista dos mais vendidos da Revista Veja e dos best sellers de carreira na Revista Você S/A, sendo um dos palestrantes mais requisistados nos grandes congressos.

Dados do IBGE ((Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) confirmam que mais de 95% dos brasileiros lidam mal com o dinheiro e gastam em média 35% de sua renda com pagamento de juros. Ou seja, o que poderia ser gasto em consumo, permitindo melhor qualidade de vida é gasto em juros, um dinheiro que nunca se recupera.

Os patrocinadores do evento são Livraria Espaço, Itamaraty Contabilidade, JSilva Painéis, Revista Domínios, Di Larouffe Cosméticos e CCAA Just Kids.

Os ingressos estão a venda nas duas unidades do CCAA Just Kids:

Rua Santo André, 95 - Bom Jesus - 17 32347422 - Unidade I
Av Nadima Damha - Lake Center - 17 32153039 - Unidade II

Na Talk Club - Fone: (17) 3236-8705

Os associados da Acirp tem 10% de desconto, e há preços especiais para grupos de empresas acima de 07 pessoas. Até 31/03 o ingresso custa R$80,00 e a partir de 01/04 - R$ 100,00.
Aproveite a oportunidade para ouvir o que Gustavo Cerbasi tem a dizer aqui em São José do Rio Preto e replaneje sua vida financeira para atingir metas futuras!

sexta-feira, março 16, 2007

JOHN DEERE - PORTO ALEGRE



















NO DIA 08/03/2007 COMEMOREI O DIA INTERNACIONAL DA MULHER PROFERINDO UMA PALESTRA NO ESCRITORIO DA MATRIZ BRASILEIRA DA JOHN DEERE PARA AS COLABORADORAS DA EMPRESA.
A PALESTRA FAZ PARTE DO PROJETO EMPLOYEE NETWORK.

quarta-feira, março 14, 2007

CAIXA ORGANIZADO

Caixa organizado
Jornal Bom dia - Coluna Roberto Toledo - 14/03/2007

A coach internacional Ada Maria de Assis e Silva e a jornalista Malu Rodrigues preparam a vinda de Gustavo Cerbasi, mestre em finanças e autor de best-sellers como “Casais inteligentes enriquecem Juntos”, a Rio Preto. Será dia 25, quando faz palestra na Acirp. O tema é “Como organizar sua vida financeira”.


O primeiro dinheiro em nossas vidas


Se você é pai ou mãe, provavelmente já deve ter refletido sobre a importância de educar seu filho ou filha para o bom uso do dinheiro. Quando e por onde começar? Sinceramente, comece agora mesmo, se já não o fez. Pais não deveriam esperar chegar uma determinada idade para iniciar a educação financeira de seus filhos. Deveriam começar o quanto antes, desde as primeiras atividades sociais da criança, através da vigilância em adotar atitudes – sim eles próprios, pais – condizentes com o objetivo. Afinal, somos modelo e exemplo para nossos filhos pelo menos até a adolescência.

Durante seu desenvolvimento mental, os filhos estão sempre atentos às novidades, incluindo as primeiras interações dos pais com estranhos. Quando pequenos, ainda na época em que começam a se comunicar, as crianças não entendem perfeitamente o ato de consumo. Elas simplesmente querem algo, e sabem que conseguirão o que querem com seus pais. É a fase do “EU QUERO!”. Até então, dinheiro não traz felicidade, pelo menos na percepção de seus filhos. A felicidade está essencialmente na proximidade dos pais.

Com o tempo, os filhos começam a perceber que a satisfação de suas necessidades não depende exclusivamente de seus pais, mas sim de que eles adquiram de outras pessoas o que eles precisam. É quando começam a entender o ato de comprar. Nesta fase, identificada pela grande atenção que elas dão à interação dos pais com vendedores, pais desatentos podem perder uma grande oportunidade de abrir as portas para o mundo da educação financeira. Se não deixarem claro que a compra é uma troca, nitidamente identificada pela entrega de dinheiro, as crianças entenderão que a satisfação de suas necessidades depende apenas da boa vontade de seus pais em encontrar um vendedor.

A orientação aos pais, nessa fase, é valorizar o dinheiro, fazer a criança entender que ali está sendo usada boa parte do resultado de seu trabalho. Ao fazer compras com seus filhos, os pais deveriam atentar para enfatizar o processo de compra, e não o item comprado. No momento em que o pai ou a mãe propõe “será que temos dinheiro suficiente para comprar?”, a mente da criança estará trabalhando para entender o uma lição óbvia: seu limite é o que você tem.
Os pais podem facilmente notar o início da fase em que as crianças começam a dar real importância ao ato de comprar. É a fase do “COMPRA!”, quando esta frase é incansavelmente repetida ao longo dos dias. Quando chega tal fase, deve-se atentar para não banalizar o ato de compra, alterando a rotina para adquirir algo supérfluo, por exemplo. A criança deve entender que pequenos mimos devem aguardar a hora certa para sua compra, como um final de semana. Apesar da expectativa que esta percepção gera, desenvolve-se também uma necessária disciplina para o consumo que normalmente falta para muitos adultos.

A fase seguinte é aquela em que os filhos já se sentem confortáveis em interagir sem o auxílio dos pais. Nesta etapa do desenvolvimento, os filhos sentem-se realizados quando os pais permitem que eles entreguem dinheiro ao vendedor ou que eles façam o pedido ao balconista da padaria. Para o bem da criança, estas práticas deveriam ser incentivadas desde cedo, para que não se desenvolvam bloqueios quanto ao ato de compra. Ao sentir-se independentes, os filhos percebem que já não dependem essencialmente dos pais – mas sim do dinheiro deles – para que seus sonhos se realizem. É quando elas enfaticamente começam a pedir dinheiro. Por isso, a frase que marca esta fase é “ME DÁ UM DINHEIRO?”.

Curiosamente, mesmo que não saibam exatamente o que fazer com o dinheiro, as crianças passam a desejá-lo a partir de certa idade, e essa idade dependerá essencialmente do grau de liberdade dado aos filhos. A partir de então, o dinheiro adquire uma aura de poder na vida da criança. Conseguir dinheiro, independentemente do valor, passa a significar a aquisição de poder de realizar sonhos. Presentear os filhos com um cofrinho, nesta época, é tão oportuno e excitante quanto presenteá-los com um álbum de figurinhas. As crianças entretêm-se intensamente com a emoção de completá-lo um pouquinho a cada dia. Esgotar a capacidade de um cofrinho pode ser uma experiência bastante marcante para a infância de seus filhos. Tão marcante que muitos adultos que tiveram seu cofrinho no passado mantêm o hábito até hoje, deixando de desprezar suas moedinhas.


Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e professor da Fundação Instituto de Administração, sócio-diretor da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro e autor dos livros Dinheiro – Os segredos de quem tem e Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, ambos pela Editora Gente.

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terça-feira, março 13, 2007

PALESTRA NO SESC CATANDUVA - SINCOMERCIO COMEMORA O DIA INTERNACIONAL DA MULHER











12° Encontro da Mulher Empresária supera expectativas de público e arrecadação de leite em pó
Sucesso. Esta é a palavra que melhor define o 12° Encontro da Mulher Empresária, promovido pelo Conselho da Mulher Empresária do Sincomercio e realizado na noite da última segunda-feira (dia 5), na unidade local do Sesc.
O evento atraiu cerca de 400 mulheres que se reuniram para assistir a palestra de Ada Assis e Silva – Bacharel em Letras e MBA em Gestão de Negócios – que falou de maneira dinâmica e interagindo com o público sobre “Mulheres empreendedoras, transformando sonhos em sucesso”.
Ada conseguiu de maneira clara e eficiente mostrar para as participantes qual a atitude que elas devem ter para conquistar seus ideais. “Está na hora de tirarmos os sonhos da gaveta e colocá-los em prática. É preciso que todas entrem em ação”, disse a palestrante que também é empresária há 26 anos.
Para fomentar nas presentes a vontade de vencer Ada demonstrou com clareza a evolução da mulher no mercado de trabalho. “Em 1994 apenas 8,1% dos cargos de chefia eram ocupados por mulheres, em 2005 este número saltou para 17,5%. Um aumento de mais 100%”, comentou.
A palestra de Ada durou em torno de uma hora e foi o tempo suficiente para fazer com que as mulheres presentes saíssem mudadas e motivadas a crescer no mercado de trabalho.“Todas poderão sairão da palestra com um plano de ação, sendo suas próprias treinadoras”, concluiu Ada.
Para encerrar a palestrante passou um vídeo de dança chamado “River Dance” que mostra de maneira clara, através de um show de sapateado e tambores, a evolução, liderança e trabalho em equipe.
De acordo com a coordenadora do Conselho da Mulher Empresária, Alexandra Bergamo Spina, o Encontro conseguiu arrecadar mais de 400 latas de leite em pó que serão, posteriormente, doadas a instituições beneficentes.
Para encerrar o evento o Sincomercio promoveu um delicioso coquetel para os convidados com animação da Banda N’ativa, distribuição de brindes.

domingo, março 11, 2007

O BOM DESEMPENHO PROFISSIONAL ESTÁ NO EQULÍBRIO EMOCIONAL

data 02-03-2007
O bom desempenho profissional está no equilíbrio pessoal

Jornal Parcerias do Bem

O Coaching surgiu nos Estados Unidos há pouco mais de duas décadas, e recentemente chegou à Rio Preto. O conceito de coaching vem sendo usado desde que W. Timothy Gallwey escreveu o livro "The inner Game of Tennis" (O Jogo Interno do Tênis). Gallwey, que era técnico de tênis, acreditava que todo jogador tem dois adversários: seu oponente na outra quadra, e seus impedimentos internos que limitam seu desempenho e sua crença positiva no sucesso. Assim, as crenças limitantes do jogador o transformam em seu principal adversário. Nesta entrevista, a Coach Ada Maria de Assis e Silva, gestora de negócios, explica mais detalhes sobre essa nova ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional.

PB – Como é a formação de um profissional, o Coach, e o que exatamente faz?
Ada - Existem várias escolas de formação de Coaching, como Coaching com PNL, Coaching Sistêmico e Coaching Integrado. O profissional deve ser certificado por uma instituição séria que ofereça uma formação específica, que siga o código de ética e princípios do Coaching e ser associado a uma Instituição Internacional de Coaching. No meu caso, sou certificado inter-nacionalmente pela Lambent do Brasil, uma empresa que atua em mais de 12 países do mundo, e faço parte do ICC – Comunidade Internacional de Coaching.O coach não sugere fórmulas mágicas para sua gestão. O seu trabalho principal é fazer com que cada um pesquise e reflita sobre o seu dia-a-dia, e sobre a forma de se relacionar com o seu trabalho. O Coach deve ser um orientador e manter seu cliente focado em seu plano de ação para atingir as metas que se propõe.

PB – Como funciona dentro do ambiente corporativo e quais benefícios pode proporcionar?
Ada - Normalmente, o coaching é a solução encontrada para minimizar os gaps entre o perfil do pro-fissional indicado para o processo e a expectativa que a organização tem com relação ao desempenho deste nas suas funções. Minha experiência nos põe em contato com outras demandas como, por exemplo, gestão de mudanças, a habilidade de lidar com o stress de maneira positiva, o gerenciamento de conflitos, a transição de carreira, a preparação para a aposentadoria, além da adaptação a novos contextos culturais.

PB – As linhas de desenvolvimento pessoal/profissional trabalham basicamente a questão das atitudes no ser humano. As pessoas não deveriam então se voltar para o seu próprio conhecimento e crescimento em primeiro lugar?
Ada- Sim, e é justamente isso que o Coaching busca.As empresas já perceberam que os investimentos em treinamento de equipe se perdem, se um acompanhamento pós-treinamento não for feito. Na cultura do coaching, a pessoa continua sendo acompanhada semanalmente, ou mensalmente para realmente atingir as competências que precisa, e que estejam alinhadas com a organização.

PB– Seres humanos mais bem resolvidos enquanto pessoas são mais bem resolvidos no mundo corporativo?
Ada - A experiência mostra que sim. A chave para um bom desempenho profissional está no equilibro pessoal como: disciplina, responsabilidade, comprometimento, boa comunicação, solidariedade, interesse pelo desenvolvimento do outro, tolerância à frustração, resiliência e apoio familiar.

segunda-feira, março 05, 2007

NOVIDADES MARÇO E ABRIL

Platéia feminina

A coach internacional Ada Maria de Assis e Silva está com a agenda de compromissos cheia, ela tem presença confirmada no dia 05 de Março na cidade de
Catanduva onde vai ministrar palestra no SESC em comemoração ao dia Internacional da Mulher e também em virtude da data feminina a coach embarca no dia 08 para Porto Alegre, sede brasileira da empresa John Deere, maior fabricante mundial de equipamentos agrícolas que a contratou para falar a 60 colaboradoras sobre o tema “Mulheres empreendedoras transformando sonhos em sucesso”.

Negócios e Finanças

Gustavo Cerbasi, mestre em finanças e autor de best-sellers como Casais inteligentes enriquecem juntos que vem conquistando a lista dos mais vendidos, divulgados pelas revistas
Veja e Você S/A vem a Rio Preto no dia 25 de Abril, quando ministra palestra na ACIRP sobre “Como organizar sua vida financeira”. A coach internacional Ada Maria de Assis e Silva e a jornalista Malu Rodrigues estão preparando tudo para que este seja um evento de sucesso para os negócios e finanças da cidade e região

domingo, março 04, 2007

Sincomercio promove 12° Encontro da Mulher Empresária


01/03/2007
16:29




Sincomercio promove 12° Encontro da Mulher Empresária

Sempre com as atenções voltadas para o setor empresarial, comercial e social de Catanduva o Sincomercio com o apoio do Sesc Catanduva promoverão no próximo dia 5 de março o 12° Encontro da Mulher Empresária. O evento está sendo organizado pelo Conselho da Mulher Empresária que dedicará o acontecimento a todas as mulheres, visto que no dia 8 de março o calendário mundial celebra o Dia Internacional da Mulher.

Este evento servirá para oferecer subsídios às mulheres que já estão no ramo empresarial e aspiram uma nova fase motivacional em suas vidas. Além disso, o acontecimento irá angariar leite em pó para ser destinado as entidades assistências do município.

A palestra “Mulheres empreendedoras, transformando sonhos em sucesso”, será ministrada por Ada Assis e Silva – Bacharel em Letras- Tradução, MBA em Gestão de Negócios e Coach Internacional– que irá focar as crenças culturais e pessoais que dificultam o alcance de metas. Além disso, mostrará o atual papel da mulher na sociedade e na economia como sujeito do próprio processo de desenvolvimento.

As pessoas que desejarem ir ao evento deverão entrar em contato com o Sincomercio, pois os convites são limitados. Desta forma, quem desejar participar deste importante acontecimento deve trocar o leite em pó por um convite na sede da entidade.

Além da palestra, a noite haverá animação com a Banda N’ativa, coquetel de recepção e distribuição de brindes.

O evento será realizado na unidade local do Sesc às 20 horas

quinta-feira, março 01, 2007

JOGOS DE MARKETING - SEMANA DE COMUNICAÇÃO















No dia 07 de fevereiro comandei os "Jogos de Marketing" durante a I Semana de Negócios e Comunicação no lounge do Diário da Região - São José do Rio Preto.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Dia Internacional da Mulher

No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Esta data é ligada a uma proposta feita em 1910, pela líder comunista alemã Clara Zetkin, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas para lembrar operárias mortas durante um incêndio que ocorreu em uma fábrica em Nova York, em 1857.

Mas há controvérsias quanto a esta versão. Segundo a socióloga Eva Alterman Blay, coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (Nemge) e professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o acidente de 1857 não aconteceu. Pelo menos não na data em que é lembrado. De acordo com Eva Blay o incêndio que se relaciona ao Dia Internacional da Mulher foi o que aconteceu no dia 25 de março de 1911, nos EUA, na Triangle Shirtwaist Company, uma fábrica têxtil que ocupava do oitavo ao décimo andar de um prédio, e que empregava 600 trabalhadores. A maioria eram mulheres imigrantes judias e italianas com idade entre 13 e 23 anos. Parte dos trabalhadores conseguiu chegar as escadas, descendo para a rua ou subindo no telhado. Outros desceram pelo elevador.

O fogo e a fumaça aumentaram e muitos trabalhadores desesperados pularam pelas janelas e algumas mulheres morreram nas próprias máquinas. Na tragédia 146 pessoas morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens. No local do incêndio foi construída uma parte da Universidade de Nova York onde consta uma placa com a inscrição em homenagem às vítimas do incêndio. Por causa dessa tragédia foram criados novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho, tornando as condições de trabalho as melhores do mundo.

Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle tenha se incorporado ao imaginário coletivo da comemoração do Dia Internacional da Mulher. Mas o processo para instituir uma data comemorativa já vinha sendo estudada pelas socialistas americanas e européias há algum tempo e acabou sendo confirmada com a proposta de Clara Zetkin em 1910.

A data passou a ser comemorada com mais intensidade na década de 60 com o fortalecimento do movimento feminista, quando passaram a ser discutidos problemas da sexualidade, da liberdade ao corpo, do casamento e dos jovens. O fato é que não se sabe com precisão por que o dia 8 de março foi escolhido, mas ele se consagrou ao longo do século XX. A consagração do direito de manifestação pública veio com apoio internacional, em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu oficialmente a data como o Dia Internacional da Mulher.

De acordo com pesquisa realizada pela professora de pós-graduação em História Social da USP Maria Regina da Cunha Rodrigues Simões de Paula a primeira mulher diplomada no Brasil foi a médica Rita Lobato Velho Lopes (1867-1960). Segundo pesquisa, com os impedimentos existentes na época, Rita Lobato só pode iniciar seus estudos depois que o imperador d. Pedro II assinasse um decreto-lei.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

DINHEIRO A DOIS RENDE MAIS

Dinheiro a dois rende mais

Casamento, como todos sabem, é a união de duas pessoas que decidiram dividir tudo, na alegria ou na tristeza. Isso significa que as finanças também fazem parte desse pacote. Porém, como cada um tem a sua maneira de lidar com dinheiro, não é difícil encontrar casais que não combinam nem um pouco nesse quesito. O resultado são brigas, discussões e até mesmo separações motivadas pela falta de planejamento financeiro – depois da infidelidade, desentendimentos em relação ao dinheiro são a maior causa de separações. Sem dinheiro sobrando, fica difícil realizar sonhos, planejar o futuro, realizar aquela viagem tão desejada e até mesmo jantar fora no final de semana.

Ao casar, muita gente acredita que o parceiro vai ser um grande aliado na hora de pagar as contas. Em alguns casos, isso funciona perfeitamente; em outros, pode se revelar um grande engano. Isso acontece porque, atualmente, a mulher também é dona de seu próprio salário, não dependendo mais do dinheiro do marido. Ambos desejam ser independentes e administrar o que ganham como bem entender. Porém, se o papel de cada um nas finanças da família não estiver claramente estabelecido, será difícil entrar em um consenso sobre o que deve ser feito com o orçamento da família.

O maior obstáculo no planejamento das finanças de um casal, de fato, é a ausência do assunto “dinheiro” entre marido e mulher. O tabu de não poder falar desse assunto ainda é muito forte em nossa cultura. Além disso, há a crença, completamente equivocada, de que as finanças do casal devem ser separadas, com total independência de contas e planos. Essa crença resulta em lares divididos, pois os padrões de vida do casal evoluem em ritmos diferentes. Outro empecilho é a dificuldade em reconhecer que o companheiro pensa de forma diferente sobre dinheiro. Ao invés de buscar o meio-termo, tendemos a querer fazer com o que o outro pense, aja e planeje como nós.

Para reduzir os conflitos decorrentes do mau uso do dinheiro, o planejamento deveria ser feito sempre a dois. Isso não quer dizer que ambos devem ser planejadores, capazes de manipular planilhas e de discutir investimentos. Mas as decisões devem ser compartilhadas, as contas preferencialmente conjuntas e os investimentos também. Com contas separadas, pagamos o dobro de tarifas e perdemos em força de investimentos e de relacionamento. Independência sim, mas apenas naquela parte do orçamento correspondente aos gastos individuais.

Minha proposta aos casais é que cada um tenha a sua mesada para suprir suas necessidades individuais, preferencialmente igual à do companheiro, independentemente de quem ganha mais. A renda total deve ser destinada aos gastos da família e também a investimentos para se conquistar objetivos comuns, como a compra da casa, a aposentadoria, a faculdade dos filhos ou as férias anuais.

Quanto mais cedo o casal começar a pensar na aposentadoria, melhor. Guardar um percentual fixo todos os meses, durante um prazo programado, em investimentos selecionados para criar resultados no longo prazo, pode ser uma boa idéia. Investimentos conservadores são uma escolha prudente, mas não vão trazer resultados tão interessantes quanto os que seriam obtidos se o casal dedicasse tempo para buscar conhecimento sobre alternativas mais complexas. Já quem tem certeza de que não terá disciplina para isso deve optar por pacotes prontos, como um plano de previdência, por exemplo.

Cuidar das finanças exige muita paciência e dedicação, mas muita gente acaba desistindo no meio do caminho. Para evitar recaídas, o melhor caminho é o casal se unir em busca de sonhos definidos, ao invés de batalhar para construir simplesmente a chamada “reserva de emergência”. Para muitas pessoas, ainda é difícil canalizar esforços para projetos de longo prazo. Se você tiver de cortar alguns gastos de hoje para conquistar sua casa, uma renda digna na aposentadoria ou para viajar para o exterior a cada três anos, a motivação da conquista ajudará a suplantar a dificuldade do esforço diário. Todo sacrifício é suportável quando tem prazo para acabar e o objetivo é uma grande conquista pessoal.


Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e professor da Fundação Instituto de Administração (FIA - USP), sócio-diretor da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro e autor dos livros Dinheiro – Os segredos de quem tem e Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, e Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos pela Editora Gente.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

SEJA PROTAGONISTA DE SUA HISTÓRIA

Seja protagonista de sua história

Pergunte-se o que almeja e descubra como se tornar de fato a personagem principal da sua vida
*TATIANA LAURENZA

O que faz com que muitas pessoas aprendam, se comprometam com o desenvolvimento e realizem mudanças, e outras não? Fiz esta pergunta ao analisar várias salas de treinamento com temas, consultores e atividades diferentes. Encontrei algumas respostas.
Confira:

A SOMBRA E A LUZ DE CADA UM
Observando, conheci indivíduos brilhantes, dispostos a um novo olhar, e isto me remete a uma dica: para aprender, você tem de estar disposto a fazer a viagem do autoconhecimento e, por vezes, se deparar com seu lado sombra, aquele que nos mostra o que não queremos ver de nós mesmos! Porém, é neste lado que habita os maiores tesouros e é nesta jornada que saímos da zona de conforto e criamos as grandes obras!

O EXERCÍCIO DE ESCOLHAS
O que faz a grande diferença no processo de crescimento é o comportamento que você escolhe ter, a abertura para o conhecimento, a experiência propriamente dita, para, assim, conseguir descobrir e desenvolver novas habilidades. E aí podemos optar por duas atitudes: sermos vítimas ou protagonistas da nossa vida.

VÍTIMA DE SI MESMA
A vítima sempre culpa o outro e, portanto, não tem a responsabilidade da mudança. Caso não dê certo, ela não teve nada a ver com isso! Geralmente, acha que uma coisa não vai dar certo e evita se arriscar. Seu pensamento é: o outro é quem tem de mudar, mas esquece que não temos o poder de transformar o outro, caso ele não queira.

PROTAGONISTA DA PRÓPRIA VIDA
O protagonista tem em suas mãos as rédeas na condução de sua vida. Ele se vê dentro da experiência e pode encontrar nesta forma de atuação novas possibilidades e oportunidades de ser e criar. Com esta dinâmica, compreende as coisas como elas são e consegue tirar proveito da vivência integralmente. Ele muda a realidade ou muda para se experimentar de outra maneira.

O CÉU É O LIMITE
O treinamento é um momento de reflexão, então, pergunte-se: qual é meu propósito aqui? E, quando o desânimo bater à sua porta, identifi - que quais destes inimigos está atrapalhando:
1. A cegueira - a respeito da própria incompetência. Não querer ver o não saber;
2. O medo de se ver e expor sua ignorância;
3. A vergonha de mostrar a incompetência;
4. A tentação de se posicionar como vítima;
5. O orgulho que impede de pedir ajuda e instrução;
6. A arrogância de acreditar ou pretender que já sabe;
7. A preguiça de praticar o novo, querer se manter na zona de conforto;
8. A impaciência por querer resultados rápidos;
9. A desconfi ança do instrutor ou de si mesmo;
10. O desânimo e a confusão do aprendiz perante os obstáculos.

* TATIANA LAURENZA É PSICÓLOGA, COACHING, ANALISTA QUÂNTICA E ATUA NA ÁREA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO HUMANO

fonte: REVISTA VIDA EXECUTIVA - FEVEREIRO/2007

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

COACHING - UM OLHAR SOBRE SI MESMO

Executivos procuram cada vez mais os serviços do coach para descobrir suas qualidades e defeitos. Você deixaria de fazer consultas sobre as suas dúvidas com o travesseiro para fazê-las com um desconhecido chamado de coach?
Parece estranho, mas o instrutor se transformou no novo investimento de muitos executivos. Talvez o seu chefe, ou um colega de trabalho, tenha escapulido alguma vez de uma reunião com a desculpa de que tinha de ver o seu coach. Comece a se acostumar. Um número cada vez maior de executivos requer os serviços de um profissional que lhes ajude tirar o máximo de si mesmo. Não se trata de um mentor, nem tampouco de um amigo ou psicólogo. É um coach (instrutor). Esta figura surgiu nos Estados Unidos há mais de duas décadas e agora não há executivo que preze que não tenha freqüentado uma sessão de coaching.
Na Espanha, país em que se conhece este serviço há apenas alguns anos, esse profissional ainda não está tão divulgado, e nem é tão profissionalizado. Nos Estados Unidos existem várias escolas formadoras de coach (a mais popular é a International Coach Federation). Já na Espanha, o número de coaches portadores de diploma é pequeno em comparação com todos os que dizem sê-lo e exercem essa atividade - a maioria é composta de ex-executivos de grandes empresas, ou professores de faculdades de administração de empresa.
Segundo Eva López-Acevedo, diretora executiva da Escola Européia de Coaching, que prepara os futuros instrutores de executivos, "ainda estamos muito longe do que acontece nos Estados Unidos. Mas as empresas na Espanha que já travaram conhecimento com o coaching perceberam sua importância para o desenvolvimento do profissional".
Altos executivos de bancos como BBVA, Santander ou Banesto, de empresas fabricantes de produtos farmacêuticos como Glaxo ou Pfizer e da empresa de telecomunicações Vodafone, entre outras, já sabem o que é contar com um coach.
A moda da assessoria pessoal chegou também à televisão. A cadeia Quatro, controlada pela Sogecable, transmite um reality show chamado "A Casa de Cristal", no qual seis mulheres convivem em uma casa sob a orientação de um coach que elabora os objetivos de cada uma delas.
É muito difícil que dois executivos tenham a mesma opinião ao responder à pergunta: para que serve o coach? Cada experiência dá uma resposta diferente. Encarna Guirao, diretora de Recursos Humanos da empresa de alimentação Hero, diz que "é uma forma de corrigir os seus erros". Javier García, diretor de comunicações da Telefónica Móviles, afirma que serviu para que "melhorasse as relações com minha equipe". O coach não sugere fórmulas mágicas para sua gestão. O seu trabalho principal parece ser o de que cada um pesquise e reflita sobre o seu dia-a-dia e sobre a forma de se relacionar com o seu trabalho, segundo descrevem muitos executivos que assistiram a sessões de coaching. Muitas vezes, o coach nem sequer opina. O seu trabalho é fazer as perguntas básicas ao seu pupilo, ou formular pautas para reflexão.
Em sessões que costumam durar uma hora e meia e são realizadas a cada duas semanas (segundo o esquema habitual), a pessoa assessorada fala 90% do tempo. Ele mesmo olha para dentro de si para enxergar suas fraquezas, decide como melhorar suas carências e se propõe atingir uma série de metas. O coach se limita a fazer uma pergunta de vez em quando e a vigiar que o executivo cumpra, entre uma sessão e outra, os objetivos a que se propôs.
"As metas devem ser simples para que o executivo as cumpra sem problemas", diz Roberta Vicente, coach da consultoria de recursos humanos Instituto de Liderança. Desta forma, se o executivo decidir que quer superar sua timidez, o seu desafio pode consistir em tomar café todas as manhãs com sua equipe, por exemplo. Ou, se quer administrar melhor seu tempo, sua meta pode ser reduzir o tempo das reuniões.
Um dos problemas que assinalam alguns executivos que passaram por este processo é que em algumas ocasiões surgem assuntos estritamente pessoais. De fato, alguns se mostram muito reticentes em contar sua experiência no coaching já que, por exemplo, segundo uma delas, "foi uma experiência em que saíram histórias íntimas". "Não é de se estranhar que entre os aspirantes a coach o número de psicólogos esteja em alta.
O coach pode chegar a cobrar mil € 1 mil por uma sessão de uma hora e meia. "Minha empresa gasta mais de 150 mil das antigas pesetas para que conte minha vida a um tio que não conheço!", pensará mais de um. Mas esse valor é até considerado baixo em comparação com a forma de cotar esta profissão no outro lado do oceano: um coach pode chegar a cobrar até € 6 mil por uma sessão de uma hora e meia nos Estados Unidos.
É praticamente impossível medir de modo quantitativo o retorno do investimento no instrutor de executivos. Segundo o diretor de desenvolvimento executivo da companhia, Bridgette Robinson, a experiência foi tão positiva que "estes trabalhadores têm mais possibilidades de conseguir uma ascensão do que os que não participaram do processo".
"Óscar Sánchez, diretor de zona do Banesto, começou com o seu coach em junho de 2005 quando era diretor de sucursal. Mal concluiu o processo, que durou 10 meses, Sánchez foi promovido ao seu posto atual. "Sei que a visão que tinha do meu pessoal na empresa mudou em decorrência do que aprendi no processo, e ajudou na minha promoção", afirma o executivo. O caso de Sánchez é uma exceção.
Segundo María García Ruiz, diretora da Capital Humano, da Creade, filial da consultoria de recursos humanos Adecco e membro do conselho de administração da Associação Espanhola de Coaching e Consultoria de Processos, "o modo de medir a utilidade deste processo são as opiniões dos companheiros de coachee (pessoa que recebem o coaching".
Gazeta Mercantil - 25/01/2007

O BOM fEEDBACK

O bom feedback

Por Fabiana Corrêa

O presidente da Korn Ferry no Brasil, Sergio Averbach, dá dicas de como tirar o melhor no momento do feedback. À frente de uma das maiores empresas de recrutamento de executivos do mundo, ele dá aqui dicas que servem para quem está começando e também para quem está no topo. O executivo, parceiro da VOCÊ S/A no programa CEO do Futuro, que busca jovens profissionais de talento, recomenda que os candidatos a líder façam essa tarefa regularmente. "Buscar devolutivas é algo que precisa ser constante em qualquer carreira e em qualquer momento", diz. "Pouquíssimos profissionais nascem prontos para serem líderes.
A maioria tem que se esforçar muito para desenvolver as habilidades certas. E isso passa por ter bom feedback sempre, seja do chefe, dos pares ou subordinados."
Veja algumas dicas práticas e leia uma entrevista completa com Sergio Averbach na VOCÊ S/A de fevereiro.

1. Comece com as perguntas certas, aquelas que realmente renderão respostas que irão guiá-lo para mudar e melhorar o que não está bom. Quem busca isso sistematicamente acaba percebendo quais são as melhores maneiras de perguntar o que interessa para sua carreira

2. Peça ao seu interlocutor que fale a verdade, mesmo que doa dizer. Ou a você ouvir. Diga a ele que está realmente disposto a aceitar.

3. Peça também que dê exemplos de comportamento que podem ser mudados.

4. Esteja certo que você entendeu com clareza cristalina o que foi dito por quem está dando o feedback. Para isso, repita o que ouviu e pergunte se foi isso mesmo o que ele quis dizer. "Se não ficar extremamente claro, você pode se esforçar para mudar o que não é necessário", diz Sérgio.

5. Você não precisa concordar com o que ouviu, mas não responda ou retruque. Guarde o que pensa sobre as respostas, baixe a guarda e veja o que pode começar a aplicar no seu dia-a-dia

6. Anote tudo sempre. Tenha um caderno só para isso e escreva quem deu o feedback e quando.

7. Por fim, eleja as prioridades. Veja o que é mais importante desenvolver primeiro.

Fonte: VocÊ S/A

sábado, fevereiro 03, 2007

Noticia veiculada no site da THE TALK CLUB - Assessoria de Imprensa e Comunicação Empresarial

Coach internacional comanda os “Jogos de Marketing” na I Semana de Negócios e Comunicação
15/01/2007

A coach internacional Ada Maria de Assis e Silva vai realizar os “Jogos de Marketing” no segundo dia da I Semana de Negócios e Comunicação, que acontece no lounge do Diário da Região entre os dias 06 e 08 de fevereiro.

Segundo a coach, os jogos não têm nada a ver com perder ou ganhar, já que é grande o risco de quem perde o jogo também perder o estímulo e a confiança em si mesmo e isso com certeza não é o objetivo.

“Vou realizar dinâmicas em grupo e aplicar ferramentas do curso de coaching, como: quebra-cabeças, peças de PNL tudo de forma lúdica”, explica a Coach.
O objetivo dos Jogos é que através do entrosamento todos os participantes comecem a planejar a vida pessoal e profissional, é que percebam o quanto são capazes de concretizar todas as metas impostas por eles mesmos, e fazendo isso coletivamente um aprende com o outro.

“O ideal é que os participantes da Roda de Negócios, que acontece no dia 08, também participem dos Jogos de Marketing, pois assim a probabilidade de promover um networking completo é bem maior. Estreitar os laços antes de fechar negócios, torna as coisas mais simples e ágeis”, acrescenta Ada.

O marketing significa muito para a coach: “Como diz a tradução da palavra que quer dizer “mercado”, eu penso que o marketing é nada mais que ferramentas para crescer e se manter sólido neste mercado, sabendo posicionar-se através de planejamento e não deixando de avaliar o que dá certo e o que dá errado, e estar pronto a qualquer hora para mudar para melhor”.

Ela confessa, que não vai deixar de trabalhar aspectos pessoais dentro das dinâmicas como: personalidade, hábitos, crenças e etc., , pois isso está ligado ao trabalho, às atitudes que a pessoa tem na empresa, com os funcionários, com o marketing enfim, precisa ser discutido.

Além dos Jogos de Marketing, serão realizadas no primeiro dia de evento palestras na área de Comunicação, com os temas: Publicidade e Propaganda ministrada por Marcos Montenegro, que já foi diretor comercial do Diário da Região e hoje assume o cargo de diretor de atendimento da Lumiére Propaganda em Araraquara, e “Assessoria de Imprensa e Eventos: Ferramentas de Comunicação”, ministrada por Soraia Ascari, coordenadora de núcleo da empresa paulistana RP1, ela atende clientes como: Motorola, Swatch Group, Casa Cor, entre outros.

O evento será encerrado no dia 08, com a Roda de Negócios, uma excelente oportunidade para fazer contatos e fechar negócios, onde qualquer profissional pode participar e tem a chance de conhecer diversos ramos do mercado em um dia, algo que demoraria muito tempo para conseguir.

A verba arrecadada será revertida para a Associação de Rotarianos Rio-Pretenses, responsável por importantes projetos sócio-ambientais, como exemplo o Rio Preto mais Verde.

As inscrições já estão abertas pelo telefone: (17) 3236-8705



Serviço:
Lounge do Diário da RegiãoAvenida Feliciano Sales Cunha, 1515, Distrito IndustrialDias : 06, 07 e 08 de fevereiro

Programação:

Dia 06: a partir das 18:30h – Palestras nas áreas de Comunicação
Dia 07: a partir das 18:30h – Jogos de Marketing
Dia 08: a partir das 16:00h – Roda de Negócios
Investimento:
Rodada, Palestras e Jogos de Marketing: R$200.Somente as palestras* - R$50Somente os jogos- R$80Somente a Rodada - R$100***estudantes e comunicólogos: R$25**Será permitida apenas duas pessoas por classificação profissional

Mais informações:
The Talk Club Assessoria de Imprensa
(17) 3236-8705