domingo, novembro 26, 2006

DA INFÂNCIA À MATURIDADE DA CARREIRA

Compreender o momento profissional auxilia escolhas futuras
A carreira é como a vida: também se desenvolve em ciclos, evoluindo da infância à maturidade. Identificar e entender as particularidades de cada etapa permite um melhor ajuste de foco, possibilitando fazer escolhas mais seguras e objetivas.

A estrutura psíquica e as características do indivíduo são determinantes na trajetória profissional. Outros fatores, porém, influenciam diretamente o desenvolvimento da carreira, como o ambiente e os objetos “transicionais” –incluindo-se aqui as chefias, que podem impulsionar ou comprometer o ciclo evolutivo.

1º estágio – Momento de aprendizado e experimentação, a infância da carreira é pontuada pela necessidade de orientação e feedback. Nesta fase estão os estagiários e trainees, que necessitam de espaço para errar e se exercitar. Se o ambiente for estimulante, o talento de alto potencial encontra espaço para construir um crescimento sadio e diferenciado. Já quando se depara com uma direção superprotetora, que cerceia e inibe a curiosidade, o iniciante corre o risco de não se descobrir, nem ser descoberto.

2º estágio – A adolescência profissional se caracteriza como a etapa do questionamento. O indivíduo tem energia e está pronto fisicamente, mas ainda não apresenta maturidade emocional. Apesar das dúvidas e incertezas, é o momento em que o jovem executivo desenvolve o espírito crítico e realizador, compreendendo as regras do jogo do poder. Aqui também a qualidade da chefia exerce papel crucial. O saldo é positivo quando a liderança orienta e define limites, sem sufocar o talento ou levá-lo a uma atitude submissa.

3º estágio – Ao atingir a fase adulta, o profissional torna-se apto a exercer o comando e transmitir os conhecimentos acumulados ao longo dos anos. Traz na bagagem capacidade de reflexão, criatividade e visão estratégica, alicerces imprescindíveis para a construção e o fortalecimento de seu território. Menos ansioso, transita com facilidade no mundo corporativo, conquistando relações de parceria. Este estágio requer mais espaço e liberdade de ação. Se não encontra um ambiente favorável, o executivo sênior fica sujeito a problemas como depressão e melancolia, podendo mesmo “involuir” profissionalmente.

4º estágio – A terceira idade coincide com a aposentadoria, que não precisa e nem deve ser sinônimo de estagnação. Pelo contrário: é o momento de maior liberdade para o executivo, que passa a ser chefe de si mesmo. Menos pressionado por questões financeiras e pleno de sabedoria, ele tem vontade de ensinar e perpetuar o conhecimento acumulado, encontrando um espaço fértil para atuar como consultor. Alguns realizam o sonho de escrever um livro; outros se vinculam a questões comunitárias e ao Terceiro Setor, colocando a experiência administrativa a serviço de causas afinadas a suas crenças e convicções.
Check-up profissional – O ciclo da carreira nem sempre está em sintonia com a idade cronológica, e vice-versa. Anacronismos são freqüentes e, não raro, cobram um preço alto. Realizar um bom check-up profissional permite detectar necessidades básicas, defesas e patologias inerentes a cada etapa, além de ajudar a corrigir rotas e definir com maior assertividade os passos seguintes.

Mariá Giuliese é psicóloga organizacional e psicanalista especialista em orientação e análise de carreira.

quinta-feira, novembro 23, 2006

HAPPY THANKSGIVING DAY


When we count
our many blessings;
It isn't hard

to see that life's
most valued treasures
are the treasures
that are free.
For it isn't what
we own or buy
that signifies
our wealth.
It's the special
gifts that have
no price:
our family,
friends and health.

terça-feira, novembro 21, 2006

EDUCAÇÃO: A SÉTIMA PRIORIDADE DO BRASILEIRO

Educação: a sétima prioridade do brasileiro

A educação ocupa apenas o sétimo lugar na relação de assuntos que o brasileiro considera prioritários para o país - como mostra uma pesquisa sobre o ensino público no Brasil realizada pelo Ibope em conjunto com o movimento "Todos pela Educação". Entre as 2022 pessoas entrevistadas em todo o país, apenas 15% apontaram a educação como a área mais problemática. A saúde ocupa o primeiro lugar da lista, seguida pelos temas "emprego", "fome e miséria" e "segurança pública". "Infelizmente, o assunto ainda não é prioridade para a população. E mesmo entre os que, teoricamente, dão mais importância ao tema [as pessoas que completaram o nível superior de ensino], ainda é pequeno percentual que aponta este como sendo o principal problema do país: apenas 31%", conta Fernando Abruccio, cientista político da Fundação Getúlio Vargas, um dos responsáveis pelo trabalho.
O estudo também revela a percepção dos brasileiros sobre o ensino público do país. Quase um terço (28%) dos entrevistados responderam que a educação básica pública é "ruim ou péssima", enquanto 25% a consideram "ótima ou boa". Outros 45% disseram que o sistema de educação básica público é "regular".
Os cidadãos pertencentes às classes sociais D e E são os que avaliaram de forma mais positiva a educação básica gratuita: 33% alegaram que ela é "ótima e boa". Nas classes A e B, esse percentual foi de apenas 14%. Abruccio vê a maior integração entre os alunos do ensino particular e das esferas públicas como uma solução para derrubar a diferença de percepção. "Quem utiliza escolas particulares precisa entender que o ensino público também lhe diz respeito", afirma.

(Daniele Alves)Revista Amanhã, 16/11/2006

sexta-feira, novembro 17, 2006

Hoy educar debería ser la actividad más estimulante del mundo

Cristina Harster Wanger

Hoy educar debería ser la actividad más estimulante del mundo. Nunca como antes el profesor había dispuesto de tanta información a su alcance. Un simple "clic" de ratón, y las carreteras de megabytes se le alinean a su antojo, listas para ser traspasadas al disco duro de sus pupilos.
¡Si sus predecesores le vieran!¡Qué envidia despertaría! Claro que entonces, el tiempo que perdía masticando la información, cual ave nodriza para poderla administrar a sus poyuelos-alumnos, lo ganaba en la misma tarea de la "deglución", pues éstos se estaban bien quietecitos ante la presencia imponente del profesor. Pero de eso ya hace mucho tiempo. Los profesores dejaron de ser "contenedores de sabiduría" para convertirse en "colegas" de los alumnos. Y, sin embargo, el problema se va agudizando por momentos.Dicen los especialistas en sicología que el niño necesita tener bien claro dónde se encuentran los confines de su campo de actuación, pues sólo a base de darse de bruces con ellos una y otra vez acabará formando su propia escala de valores.De hecho, la mayoría -por no decir todas- de las sociedades "primitivas" contaban con ritos de iniciación durante los cuales el aspirante a adulto debía aprender a aplicar todas sus facultades para superarlos. Hoy, sus retos han quedado reducidos a los videojuegos.Sólo allí -amén de algunos programas televisivos pensados exclusivamente para ellos- tienen permiso para comportarse como seres individuales. Es su "happy park", el corralito que los adultos les hemos creado para que no nos molesten, acaso porque nosotros mismos ya andamos bastante desorientados como para entretenernos en enseñarles a sobrevivir en un futuro del que ya no seremos los protagonistas.

Extraído do periódico La Nación - Chile - 14/11/2006

quarta-feira, novembro 15, 2006

LIDERANÇA E COMPLACÊNCIA

LIDERANÇA E COMPLACÊNCIA

"Quem procura o que não perdeu quando encontra não o reconhece".
Provérbio Popular
A liderança tem vários papéis. A orientação aos empregados e afirmeza de propósitos são essenciais à liderança.
Já escutei algumas vezes, de empresários, a seguinte frase ao despedir um empregado:
- "Fui até onde eu pude, não agüentei mais!"
Ou algo próximo disso, transmitindo sempre a mesma idéia de que o empresário ficou esgotado e cansou-se de dar "oportunidades". E cansado de dar oportunidades, despede o empregado. Esses casos, não tão raros, escondem dentro de si, alguns pontos que merecem ser trazidos à tona.O ponto, que eu quero trazer hoje, é a complacência da liderança e seu reflexo na produtividade da sua empresa. Este caso é daqueles que o líder ou gerente deixa passar ou simplesmente informa e orienta várias vezes e, ou subordinado não acata, ou não entende, ou não está apto a executar, ou não tem boa vontade. Primeiramente vamos ver como podemos resolver o caso das orientações gerais da empresa. Como estabelecer rumos e padrões de atitudes e comportamentos, que facilitem e identifiquem mais facilmente o que é certo e o que é errado na empresa?A resposta a esta pergunta é dada pela:-
Missão: o que nos propomos fazer e para quem;
Visão: inspira e aponta um objetivo de longo prazo, aquilo que queremos nos tornar;
Valores ou Princípios: identifica quais os comportamentos e atitudes que dão suporte à consecução da Missão e da Visão.
Este conjunto, Missão, Visão e Valores ou Princípios, estabelece as regras gerais do jogo que se joga em cada empresa. Esse conjunto é ótimo, e divulgado, permite orientações dos líderes a distância. Faculta aos líderes estarem lá, sem ir lá (seja lá onde for), pois a empresa acontece em cada Hora da Verdade, em cada contato cliente-empresa, e a maior parte destes contatos acontece longe dos olhos dos líderes. Agora, não basta estabelecer, há que perseguir, orientar, apontar seguidamente o caminho e cobrar de uma forma consistente e sistemática, de tal forma que ajude inclusive a formar o clima e a cultura da sua empresa.
- "Mas, então, fizemos a orientação geral, fizemos o guia mãe de todas as orientações, temos estabelecidas a Missão, Visão e Valores da minha empresa. O que eu faço a seguir?" - pergunta-me você.
Uma sugestão só para você: preparar uma avaliação 360º, periódica, com todos os seus empregados, inclusive você, sem distinção de nível hierárquico, e ir negociando com cada um novos, maiores e melhores patamares de desempenho, coesão e aderência ao trio Missão, Visão, e Valores a cada avaliação. Recomendamos realizar e apresentar, a cada empregado, a sua avaliação feita por todos que trabalham com ele, onde constarão as seguintes notas obtidas:
- a nota individual de cada empregado obtida em cada um dos pontos ou aspectos levantados na pesquisa, (esta é a hetero-avaliação);
- a auto-avaliação do empregado;
- a nota média dos empregados que tem função semelhante, para que cada empregado possa se situar como está frente aos seus semelhantes no trabalho;
- a nota média de todos os empregados da empresa.
Este conjunto de dados, de preferência apresentados em um gráfico radar, ajuda o empregado a se situar e verificar no que ele pode melhorar, incluídos estes dois aspectos importantes:
- o que ele se julga ruim mas os outros ou a média da empresa o vê como bom;
- o que ele se julga bom mas os outros e a média da empresa o colocam com uma avaliação ruim.
Este é o primeiro ponto das orientações, são as orientações gerais e suas respectivas avaliações, pois quem não mede, não gerencia.No desenvolvimento dos trabalhos você, o líder, seus gerentes, seus supervisores e os seus empregados precisam ficar atentos ao que leva à obtenção dos resultados esperados e acordados. Todos e quaisquer desvios, tanto do caminho dos resultados como da Missão, Visão e Valores, devem sofrer imediata orientação e correção. Implacavelmente, sem exceções. Frequentemente algumas pessoas - líderes, gerentes, supervisores e os próprios empregados, colegas de trabalho de quem comete um desvio,voluntário ou não -, sentem-se pouco à vontade para orientar ou apontar o caminho correto, o comportamento ou atitude esperada, ou a realização certa da tarefa certa (eficiência e eficácia). Esta falta de atitude de corrigir o rumo é complacência. Note, uma coisa é boa vontade, compreensão; complacência é outra muito diferente. A boa vontade e a compreensão de pessoas comprometidas com a empresa levam à orientação, à busca da perfeição, jamais ao deixa estar da complacência, jamais à passividade. Complacência nada mais é do que a predisposição, transformada em atitudes, de aceitar "algo" nos outros, somente para sermos agradáveis. Se isto permeia pela sua empresa, se você não é o exemplo de, repetida e sistematicamente, corrigir os desvios, quaisquer que sejam eles, então sua empresa perde a competitividade, ela não aprende com o tempo, ela não pratica a melhoria continua. Note que a orientação deve ser focada em fatos:
- "Houve algum desvio claro e indiscutível, observável, que mostra, ou o empregado estar saindo do caminho da Missão, Visão e Valores ou da busca dos resultados esperados e acordados?" A orientação efetiva deve ser dada no máximo uma, duas ou três vezes e, a cada vez, verificado o seu entendimento. Esta regra deve ser e estar clara para todos e quaisquer empregados, deve ser seguida e perseguida a qualquer tempo, em quaisquer espaços. Os que ficarem pelo caminho servirão de contra-exemplo. Afinal você não vai construir o sucesso da sua empresa com pessoal "meia boca". Ter complacência é dar tiro no próprio pé. Afinal devemos estar trabalhando com e como profissionais, ou sua empresa não terá o sucesso. A complacência é inimiga da produtividade, destrói a melhoria contínua e acaba com a liderança, pois líderes complacentes podem ser tudo, menos líderes. Um líder não busca ser agradável, o verdadeiro líder é orientado por resultados. O verdadeiro líder orienta, puxa, aponta caminhos e conduz a resultados, jamais deixa passar em branco algo que não percorre o caminho dos resultados esperados e acordados. E mais: o cuidado e a orientação com pequenos desvios demonstram a todos que é necessário ficar alerta, e mais: que desvios maiores não serão tolerados. E você, você é complacente?Há pessoas complacentes na sua empresa? Você precisa ter determinação para perseguir e alcançar o sucesso da sua empresa. Esse sucesso é construido diariamente através da sua vigilância e da sua orientação implacável rumo aos resultados.

CARLOS ALBERTO DE FARIA - Merkatus

sábado, novembro 11, 2006

UM HOMEM DE DECISÃO - WALT DISNEY

TEXTO RECEBIDO PELA AMIGA DORINHA VINHA - ROTARY PALÁCIO DAS ÁGUAS

"Você pode sonhar, criar, desenhar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo... Mas é necessário ter pessoas para transformar seu sonho em realidade..."
Walt Disney

Um Homem de Decisão


No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: "se nós podemos sonhar, nós podemos fazer".
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, o personagem Mickey Mouse, e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: "não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência"
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
"E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar".
...............
Certamente um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, "se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

quarta-feira, novembro 08, 2006

ACEITAÇÃO E AÇÃO

Aceitar as coisas como elas são promove o poder pessoal. O conceito de poder pessoal implica que a pessoa tenha nas mãos as rédeas da própria vida sentindo-se em harmonia e equilíbrio e saindo do papel de “criança vitimada”. As pessoas geralmente confundem a aceitação com passividade, com desinteresse e falta de proatividade sendo que na verdade, quando aceita e enxerga a realidade pode transformá-la através de seus próprios recursos internos.
Para estar aberto as mudanças e a novas circunstâncias que a dinâmica da vida nos impõe precisamos acreditar que nossa vida pode ser transformada de acordo com nossa visão de mundo e que precisamos agir para atingir nossas metas. O oposto de pensar em problemas é definir metas e partir para ação. Não é possível impedir que as coisas mudem e não podemos também fazer com que tudo permaneça estático ou que “o mundo volte a ser como antes”. Aceitar significa ter uma visão sistêmica do mundo, estar atento ao que acontece ao nosso redor, e até prever algumas mudanças possíveis.
Aumentar o auto-conhecimento e encarar algumas crenças que nos limitam de crescer e mudar é a chave de uma vida com mais qualidade e coerência. Para entrar em contato com nosso interior e alguns fantasmas podemos utilizar algumas ferramentas como:
- Deixar de esconder certos aspectos de nosso interior que não gostamos, com medo de que, se os outros nos virem como realmente somos, eles não nos aceitarão nem nos amarão.
- Buscar em situações anteriores de vitória pessoal, coragem e reforço para encarar novos desafios.
- Buscar aprender sempre, pois o ser humano tem uma capacidade natural para aprendizagem. A dor provocada por aprender algo novo é superada pelo prazer que temos em desenvolver nosso potencial.
- Participar de cursos e treinamentos que desenvolvam novas habilidades; ler artigos relacionados a desenvolvimento pessoal; assistir filmes ou vídeos que promovam a reflexão pessoal e novos conhecimentos.
- Iniciar um processo de coaching (orientação) para descobrir o que o está impedindo de crescer, seus valores e definir metas claras para o futuro.
Aceitar a realidade significa reconhecer um erro ou uma imprevisibilidade, mas, acima de tudo, agir em cima da nova realidade, definir o que será feito como próximo passo e agir conforme a decisão.
Nos momentos de transição devemos nos desapegar do velho e estar preparado para receber o novo, entendendo que nesta nova jornada as palavras chaves são: aceitação e ação.

Ada Maria de Assis e Silva
International Coach - Gestora de Negócios - Empresária do Setor Educacional

terça-feira, novembro 07, 2006

NEW YORK BY CANALI























Recebi essas fotos de um grande amigo que esteve pela Big Apple visitando museus, lojas, galerias etc...São de encher os olhos...e o coração!!!!

segunda-feira, novembro 06, 2006

VOCÊ TEM METAS DE LONGO PRAZO?

Sempre que faço esta pergunta para um amigo, colaborador ou cliente de coaching a resposta é um olhar surpreso e um tanto indignado. Quando proponho pensarmos onde a pessoa estará, o que estará fazendo em 2012 (daqui a cinco anos) ou em 2017 (daqui a dez anos) eu me preparo para um silêncio angustiado de meu cliente e depois para utilizar algumas ferramentas para auxiliá-lo a começar a pensar neste futuro.
É obvio que não podemos adivinhar nosso futuro, mas podemos criar planos de ação com metas possíveis de serem atingidas. Podemos diminuir a angústia e ansiedade em relação ao que virá, se começarmos a imaginar cenários de nossa vida futura baseados em nossas competências atuais, nossa visão de mundo, nossa percepção dos fatos e principalmente nosso entendimento claro do que queremos para nós.
Iniciar um processo de Coaching significa iniciar um período de maior amadurecimento na vida pessoal e profissional. O cliente entrará em contato com os recursos que já possui a partir da investigação de seu passado compreendendo sua capacidade de lidar com adversidades ao visualizar todas as conquistas e ganhos que obteve quando foi determinado e persistente. Todos nós tivemos inúmeros momentos de superação. Todos nós fomos vitoriosos em momentos de nossa infância, adolescência e vida adulta, mas infelizmente o que guardamos conosco são algumas crenças limitantes de que não somos capazes de aprender novos hábitos e modificar nosso comportamento.
É no nosso momento presente que podemos pensar nos nossos valores e no que desejamos para uma vida futura mais coerente. Devido a vários fatores culturais e familiares, não fomos ensinados a pensar no planejamento de nossas vidas e de nossos filhos. Vai aqui um desafio! Responda as seguintes perguntas e reflita sobre seu desempenho atual.

1. Você tem um plano de ação por escrito para os próximos cinco anos?
2. Você faz o seu planejamento financeiro mensal básico, ou seja, sabe quando ganha, quanto gasta e se há recursos para serem investidos?
3. Você sabe quais competências possui e quais são seus pontos mais fortes pessoais e profissionais?
4. Você sabe quais são suas principais fraquezas e o que fará para diminuí-las?
5. Você está satisfeito no campo profissional? Se sim, o que fará para preservar seu ânimo e sua empregabilidade?
6. Você está satisfeito no campo profissional? Se não, quais seus planos para mudar de cargo, função ou empresa?
7. Você tem um projeto de estudos para os próximos dez anos como graduação, pós-graduação, especialização, treinamentos específicos, mestrados, doutorados e MBAS?
8. Você fala inglês, espanhol ou um outro idioma além do português? Se não, quando iniciará a aquisição de um novo idioma?
9. Você tem uma boa rede relacionamentos como parceiros, amigos, clientes e conhecidos de diversas áreas?
10. Você está conectado a internet através de e-mails, skype, MSN, sites de relacionamentos, fóruns, blogs e comunidades virtuais?

Quer desenvolver um plano de ação? Um coach poderá ajudá-lo a descobrir quais são seus valores, suas metas e mantê-lo focado para atingi-las. Através de encontros semanais ou quinzenais, você será apresentado a várias ferramentas simples que o acompanharão na jornada e que melhorarão sua performance, liderança e sua auto-estima. Este profissional está apto a ouvi-lo com atenção, mostrar-lhe seus infinitos recursos e coloca-lo para agir. Ele será seu parceiro confidencial por um período determinado até que você atinja suas metas, e somente com o seu sucesso ele poderá atingir o dele. Mas lembre-se de buscar um profissional certificado e com ótimas referências no mercado que possa orientá-lo de forma segura e competente.
"O segredo é não correr atrás das borboletas. É cuidar do jardim para que elas venham até você." Mário Quintana


ADA MARIA DE ASSIS E SILVA –
International Coach/Educadora/Gestora de Negócios

sábado, novembro 04, 2006

CONTRATAMOS PARA ADMISSÃO IMEDIATA:LÍDERES

Contratamos para admissão imediata: líderes
Paulo Roberto Souza

Quem e como será o próximo presidente da empresa em que você trabalha? E os próximos diretores e gerentes? De onde virão? Qual o estilo de liderança que eles terão?
Com tantas mudanças em andamento nunca tivemos tanta oportunidade de fazer negócios, de trilhar novos caminhos. Nossos horizontes abriram-se, nossas barreiras de entrada nos negócios no que se refere a dinheiro e a sistemas praticamente desapareceram.

Hoje, os bancos sabem emprestar e quanto mais os juros caírem, mais investidores redirecionarão seus esforços ao setor produtivo, apostando em ações, em lançamentos de novos produtos, em empresas em início de prosperidade, em fusões e tantas outras possibilidades.
Podemos também ter a qualquer momento sistemas sofisticados que apóiam a gestão de qualquer empreendimento. Vale lembrar que há poucos anos a abertura do mercado passou a permitir esta possibilidade. Ou seja, tecnologia, sistemas e capital são adversidades praticamente resolvidas.

Agora temos outro grande desafio a enfrentar pela frente: a Gestão das Pessoas. Arrisco em dizer, sem medo de errar, que qualquer executivo ou empresário gostaria de "comprar numa prateleira, um bom processo para gerir pessoas, de aproveitar ao máximo as competências delas, de conseguir o melhor resultado possível, através da motivação e não da "chibatação".
Na verdade, o que se busca é uma forma de se conseguir real comprometimento das pessoas. Um sonho possível. Há pouco tempo foi divulgada uma pesquisa realizada pela Burson-Marsteller em 2005, entre 650 executivos no mundo, onde 10% eram da América Latina, em que o objetivo era entender "Por que não ser CEO?" e "Por que gostaria de ser CEO?".
Entre as oito respostas mais freqüentes à pergunta "Por que não ser CEO?", os entrevistados posicionam a dificuldade de atrair e reter talentos. Já entre as respostas à questão "Por que gostaria de ser CEO?", destaca-se a possibilidade de desenvolver novos líderes.
Ou seja, as próprias perguntas antagônicas dão as respostas: para atrair e reter talentos é vital desenvolvermos novas lideranças. Nunca se investiu tanto, nunca se falou tanto em desenvolvimento de líderes. Agora, depois de ter passado por tudo, essa é a estratégia prioritária para que as empresas possam continuar perseguindo seus objetivos.

Daqui para frente a diferença, cada vez mais, se dará pelas pessoas. O momento é realmente oportuno, porque não se trata mais de um chavão sobre "a importância das pessoas, aplicada ao processo de desenvolvimento, blá, blá, blá...". Ao contrário. Os executivos estão conscientes desta realidade. Sabem do que precisam.
Imagine ter ou ser um líder...
... que sabe exatamente aonde quer chegar e trabalha bem com a equipe, para que todos dêem o melhor de si para atingir os objetivos;
... que conhece as metas, as ambições e os valores de cada um de sua equipe;
... que identifica, apóia e é cúmplice de seu liderado no desenvolvimento de suas competências, pois sem isso continuará com muitas dificuldades no cumprimento dos planejamentos estratégicos;
... que realmente ouve com empatia;
... que encara as adversidades como oportunidades, dedicando-se a descobrir o que está errado e não de quem é a culpa
;... que enxerga o erro como feedback do sistema e não como um fracasso;
... que é um professor ao invés de um feitor;
... que faz com que cada um se responsabilize para ser e fazer não menos que o melhor que pode;
... que o exercício do autoritarismo não está em sua pauta, porque sabe que isto não é o verdadeiro poder;
... que comemora e reconhece não somente os resultados, mas os progressos individuais e da equipe;
... que sabe a quem delegar e a quem "pegar na mão";
... que mostra e dá significância às pessoas, que as faz verem sua importância no processo;
... que a cada adversidade encarada controla o estresse e foca em encontrar uma solução criativa;
... que mantém a equipe todo o tempo na zona de aprendizagem, crescendo, evoluindo;
... que está equipado para "encarar" as inevitáveis mudanças;
... que entende que fazer tudo isso é sim seu verdadeiro papel como gestor, e
... que tem tempo! Tempo para se dedicar à expansão dos negócios e não somente a se envolver na problemática do dia-a-dia.

O que ainda acontece e é normal, é que ainda não está claro para muitos em como conseguir isso, como desenvolver estes líderes. Até mesmo a dúvida em relação à possibilidade de se desenvolver a competência liderança ainda é grande. Em um de seus livros, Kouzes e Posner passaram a responder à pergunta "Líderes nascem Líderes?" com a seguinte afirmação: "Sim, todos nascem líderes. Nunca conhecemos um líder que não tenha nascido. O mesmo acontece com todos os contadores, artistas, atletas, pais, biólogos etc. Todos nós nascemos. Cabe a nós decidir o que fazer da nossa vida antes de morrer".

Entre vários modelos para atender a esta necessidade mundial de desenvolver líderes temos particularmente uma arma muito poderosa que é o coaching. Os líderes preparados para serem coaches, orientados para extrair o melhor de cada um, que desenvolve e responsabiliza as pessoas, é que conduzirão as empresas por tamanha era de evolução e mudança.
A boa notícia é que o ambiente está propício, as empresas estão realmente abertas e as ferramentas para o preparo dos líderes já são conhecidas e que "caiu por terra" o paradigma de que liderança é nata. Liderança desenvolve-se, expande-se e é sem dúvida um dos maiores desafios que temos pela frente na gestão dos negócios.

Paulo Roberto Souza
Máster Coach - International Certification - ICI Integrated Coaching - Institute - EUA.

sexta-feira, novembro 03, 2006

Reportagem antes da Festa de Halloween do CCAA JUSTKIDS



Escolas se enfeitam para o Halloween
São José do Rio Preto, 31 de outubro de 2006
Sergio Menezes

Professores de inglês se fantasiam durante toda a semana
Giseli Marchiote

Bruxas e monstros decoram escolas de inglês de Rio Preto para comemorar hoje o Halloween, também conhecido como Dia das Bruxas. A festa surgiu há 2 mil anos quando povos celtas festejavam o fim do verão, o início do ano-novo e as fartas colheitas. A comemoração original chamava-se Samhain, também conhecida como o Dia das Almas, pois acreditava-se que na noite de 31 de outubro se dava o encontro entre o mundo espiritual e material, quando os mortos retornariam à terra.“As pessoas se vestiam de bruxas, fantasmas e monstros para não serem assombradas pelos fantasmas”, afirma a professora de inglês Elaine Carvalho. “Era um disfarce, tradição mantida até hoje.”Para manter esse costume vivo, professores se fantasiaram para dar aulas durante a semana e a escola foi toda decorada especialmente para a data.
“Amanhã (hoje) faremos uma festa para as crianças, para envolvê-las na comemoração”, diz a diretora Ada Maria de Assis e Silva.

Matéria Publicada no Jornal Diário da Região - Negócios

Negócios
Vencedores dão lição de empreendedorismo
São José do Rio Preto, 22 de outubro de 2006

Qualidades do empreendedor bem-sucedido:

:: Buscar oportunidades
:: Perseverar
:: Comprometer-se
:: Atuar com qualidade
:: Correr riscos, mas calculados
:: Estabelecer metas objetivas
:: Buscar informações
:: Planejar e monitorar de forma sistemática
:: Persuadir e manter uma boa rede de contatos (networking)
:: Ter confiança e independência
:: Atualizar-se constantemente, participar de cursos, palestras, seminários e especializações
:: Ser coerente com seus valores e equilibrar a vida pessoal (família, amigos, lazer) com a profissional

Fonte - Ada Maria de Assis e Silva, gestora de negócios e International Coach

sexta-feira, outubro 27, 2006

MULHERES EMPREENDEDORAS



















Participei no último dia 24/11 junto com a Ana Claúdia Pinheiro, Elaine de Carvalho e Carolina Vidal que fazem parte da minha equipe no CCAA JustKids do 4 º Encontro de Mulheres Empreendedoras. Como patrocinadores do evento, sorteamos 1 bolsa de estudos semestral e 3 convites para nossa festa do Halloween - JACK O' LATERN.

BENEFÍCIOS DO PROCESSO DE COACHING

A grande preocupação de uma organização quando contrata coaching -programa de desenvolvimento pessoal e profissional, personalizado e direcionado para quem já está no mercado– é o resultado a ser obtido. A primeira pergunta do coach –profissional especializado que conduz o processo- ao estabelecer arelação com o coachee –participante do processo– é: qual o objetivo que você quer alcançar? Desta forma estabelece o compromisso do profissional com o resultado do processo. Avançando neste movimento para estabelecer o contrato do processo é preciso compreender a convergência entre a estratégia da organização e as competências profissionais requeridas.
Normalmente, o coaching é a solução encontrada para minimizar os gaps entre o perfil do profissional indicado para o processo e a expectativa que a organização tem com relação ao desempenho deste nas suas funções. Nossa experiência nos põe em contato com outras demandas como, por exemplo, gestão de mudanças, a habilidade de lidar com o stress de maneira positiva, o gerenciamento de conflitos, a transição de carreira, a preparação para a aposentadoria, além da adaptação a novos contextos culturais como, porexemplo, o coaching para os expatriados. Partimos das premissas que o coaching instiga a tomada de consciência do cliente sobre suas potencialidades e necessidade de desenvolvimento, incentiva-o a querer aprender continuamente e, por fim, a produzir os melhores resultados na sua vida pessoal e profissional.
Desta maneira, reforça Jussara Dutra, Mestre em Business Psychology, consultora organizacional e coach de executivos, é importante manter o compromisso que se estabelece no coaching não apenas com os resultados a serem atingidos, mas com a pessoa como um todo, seu desenvolvimento e sua realização.O coaching é uma excelente ferramenta para proporcionar o contato real comos pontos fracos, limitadores do desempenho e os pontos fortes, propulsores da aplicação das competências. Este é um ponto importante para uma pausa e uma reflexão mais detalhada desta ferramenta cujo foco, além dos resultados transformados em liderança eficaz, produtividade, promoção e manutenção do clima organizacional, também reflete os ganhos pessoais de equilíbrio, autoconhecimento, consideração por si e pelas diferenças que formam oambiente de trabalho e pela conquista das metas pessoais.
Por que falamos em contato real? Por ser o presente o objeto de investigação e o campo de acesso à aplicação do conhecimento, das habilidades e das atitudes do coachee através das intervenções realizadas pelo coach a partir da análise de insumos como feedback recebido de subordinados, pares e superiores e de ferramentas utilizadas nas organizações como, por exemplo, avaliação de desempenho e de competências.Alguns dados demonstram a efetividade dos resultados de coaching. Um estudo publicado no Public Personnel Management Journal concluiu que os gerentes que passaram por um treinamento gerencial mostraram uma melhora de 22,4% na sua produtividade. Entretanto, um segundo grupo que recebeu coaching depois desse mesmo treinamento aumentou sua produtividade em 88%." (F. Turner,Ph.D. CEO Refresher 2001).
Trata-se de um sinalizador que demonstra o risco em processos de coaching sem vinculação com educação continuada. Mostra ainda que a educação continuada é essencial para desdobramento e a sustentabilidade das ações desenvolvidas no coaching. Seguramente a resposta para a grande preocupação acerca do resultado do coaching é que este promove ganhos para todos os envolvidos. Para o profissional que assume as suas responsabilidades de escolha frente ao processo e se compromete com as mudanças necessárias, para a organização que passa a contar com um profissional com a consciência voltada para o desenvolvimento não apenas de forma pontual, mas contínua e para o próprio coach que aprende e também ganha com a relação estabelecida.

Cardozo, Ivonette da Nova Psicóloga, consultora organizacional

terça-feira, outubro 24, 2006

JacK O Lantern - A Festa

O CCAA Just Kids tem a honra de anunciar mais uma Festa de Halloween que será realizada no Buffet Ximu, localizado na Rua Francisco Gigliotto, 446, no bairro São Manoel. Haverá salgados, docinhos, pipoca, cachorro quente, refrigerante, suco, mesa de guloseimas, brinquedos, monitores, boite, Concurso de Fantasias, etc.

Horário: das 20h às 24h
Data: 31/10/06
Público: Crianças até 12 anos.
Crianças até 5 anos devem ir acompanhadas dos pais.
Preço:
até 4 anos: grátis (acompanhante paga)
de 5 a 12: R$ 20,00
Haverá Concurso de Fantasias para crianças até 7 anos e para crianças de 8 a 12 anos. Também teremos o Concurso dos Funcionários. O prêmio será um Kit Terror do CCAA para cada ganhador. O ganhador também terá uma foto divulgada na Revista Dominios.
Não deixe de levar seu baixinho a única festa de Halloween feita para crianças nas escolas de linguas de S J Rio Preto. Ele vai adorar!!!!
Convites à venda na secretaria das duas unidades!!

quinta-feira, outubro 19, 2006

LIDERANÇA:É MAIS FÁCIL ADMINISTRAR INCOMPETÊNCIAS!

Liderança: é mais fácil administrar incompetências!
Eugênio Maria Gomes

Há algum tempo, quando da preparação de um módulo sobre Gestão de Recursos Humanos, precisamente em relação ao papel desempenhado pelo líder na nova modalidade de gestão, pus-me a divagar sobre o tema, baseado na teoria lida a respeito do assunto e, principalmente, na minha experiência administrativa, ao longo de 25 anos, período em que venho atuando na área gerencial.
Liderei os mais diversos tipos de colaboradores e convivi com os mais diferentes tipos de lideranças. Cheguei à conclusão que, de fato, liderar não é uma tarefa muito simples.
- Grande descoberta, professor Eugênio, brada o meu crítico "Eu" interior.
- Todo mundo sabe que liderar é algo complicado, que exige Atitude, Conhecimento e Habilidade, pilares da famosa Competência, sem a qual não se imagina a existência de nenhum líder, em nenhum tipo de negócio.

No entanto, tenho percebido que liderar incompetências parece ser algo muito mais simples. O gestor de incompetências reclama o tempo todo de seu pessoal, dos prazos não cumpridos, dos relatórios malfeitos. Ele não delega, não compartilha decisões e parece estar sempre muito, muito ocupado.

Via de regra, não se preocupa com o treinamento de seus liderados, tampouco lhes proporciona oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal. Porém, há algo de que ele gosta muito: do "presencismo".

Presencismo é o reverso da medalha do "absenteísmo". Trata-se daquele funcionário que parece trabalhar as 24 horas do dia. Sua presença, na organização, é quase integral. A todo o momento, sempre que você o procura, lá está ele, a postos, independente da carga horária estabelecida para o seu trabalho.

Ele não consegue entender que, nesta nova modalidade de gestão, todo ocupante de cargo de chefia é, de fato, um gestor de pessoas. Ele se esquece que seus subordinados diretos também gerem pessoas e que estes, conseqüentemente, passam a atuar, da mesma forma que o seu "chefe direto" atua, disseminando assim o processo de liderar incompetências por todos os outros gerentes da organização.

O líder das incompetências não reconhece, no funcionário, um colaborador, mas tão-somente, um cumpridor de ordens. Não o vê como parceiro, mas, como mais um recurso da administração. Aliás, recurso mal-utilizado, que não consegue trabalhar em equipe, que adora fazer uma fofoca e apontar erros... Principalmente quando não são os seus próprios!

Quando falamos em Gestão de Pessoas, a própria etimologia das palavras GESTÃO e PESSOA, nos leva a entender a grandeza desta missão. Gestão é proveniente do latim gestione, significando administração, direção. Pessoa é proveniente do latim persone, significando personagem, individualidade.

Assim, é possível entender o conceito de Gestão de Pessoas: significa administrar individualidades. Colocar em prática este conceito não é certamente uma tarefa muito simples. É preciso ver o funcionário como uma pessoa, dotada de valores e defeitos, com seus sonhos, seus sentimentos e seus problemas. A partir deste conhecimento, é preciso fazer desabrocharem no colaborador, a competência e o talento. E administrar o bom, o fora de série, o colaborador talentoso, não é fácil. Pelo menos não o é para os gerentes inseguros, para os que têm medo de implementar mudanças, de formar uma equipe e deixar que ela trabalhe.

É difícil sair de férias e perceber que o trabalho desenvolveu-se, sem problemas; que, aparentemente, sua ausência não se fez sentir e que alguém, desinformado, poderá pensar que seu trabalho, sua presença, é prescindível.

Ser líder de líderes, de equipes talentosas, não é fácil... É mais fácil ser líder de incompetentes e fazer com que os outros pensem que você faz uma falta muito grande...
Ainda bem que este tipo de liderança tem vida curta... Juntamente com a organização que o mantém, é claro.
Bem, eu já estou vestindo a carapuça...

Eugênio Maria Gomes
Engenheiro e professor da Faculdade de Ciências Administrativas de Caratinga.



sábado, setembro 30, 2006

COMO SE DESENVOLVER PROFISSIONALMENTE SEM PERDER A CABEÇA

Como se desenvolver profissionalmente sem perder a cabeça

Gisela Kassoy


Vendedores transformam-se em consultores de vendas. Hoje, os auditores são professores. Chefes viraram líderes. A intenção não é apenas mudar o nome. Existe uma mudança (ou um desejo de mudança) nas empresas que é muito mais profundo.
E como se livrar do velho jeitão de ser? Será que é preciso mesmo desaprender? Não se pode aproveitar nada? Talvez, a primeira mudança devesse ser na forma como entendemos desempenho. Observe os novos paradigmas que influenciam nossas carreiras:

Não existe chegar lá

Nosso know-how precisa estar em evolução constante, clientes demandam tratamento personalizado, as circunstâncias externas variam e são, muitas vezes, imprevisíveis. Não se pode, portanto, achar que temos o domínio total sobre nossa capacidade de realizar determinadas tarefas. Precisamos analisar nossa carreira como um processo em evolução contínua.

Não é preciso ser bom em tudo

Pelo contrário. Uma autocrítica brincalhona ajuda o ambiente e estimula a participação dos demais. Se fôssemos bons em tudo, não necessitaríamos trabalhar em equipe. Um profissional maduro entende que existem algumas competências que ele domina, outras não. Ele não teme, mas respeita quem tem as competências que lhe faltam.

Sinergia

Não podemos mais lidar separadamente com cada tarefa e cada habilidade. Em vez de sofrer com a falta de tempo, podemos optar pela sinergia entre executar e aprender, executar e delegar e até entre várias tarefas, inclusive as sociais e familiares.

O paradoxo autoridade/fragilidade

Segundo a lingüista Deborah Tannen, especializada nos modelos masculinos e femininos de expressão, o comportamento dos homens é baseado na autoridade, ou seja, busca fazer-se respeitar, exalar poder. As mulheres, por sua vez, buscam ser queridas, sendo simpáticas, ouvindo seus interlocutores. Não é difícil ver uma mulher confidenciando suas inseguranças ou sendo modesta, ou seja, exibindo sua fragilidade.
Não é à toa que:
* as mulheres tiveram grande dificuldade de ascensão, pois eram tão gentis com todos que ninguém as imaginaria como chefes;
* as mulheres hoje são, cada vez mais, disputadas no mercado de trabalho, inclusive para cargos de poder.Hoje, a postura ideal harmoniza autoridade e fragilidade Saber usar esses paradoxos ampara o trabalho em equipe, desenvolve liderados e gera profissionais confiáveis.

Baseado nesses paradigmas,veja como você pode classificar seus desafios em diferentes zonas e assim analisar sua carreira. Observe com cada zona merece um tratamento diferenciado -

Tente descrever seu cargo.
Quais são as tarefas que a empresa espera que você realize? Aquelas que você domina, que são fáceis e imprescindíveis determinam a sua zona de brilho, portanto seja bom e mostre que é bom. Nada de humildade aqui. Afinal, não é devido a essas habilidades que você foi contratado? Mesmo no trabalho em equipe, numa crise você tem mais autoridade do que os demais, no que for sua zona de brilho. Não deixe de ouvi-los, mas permita que sua opinião valha mais.

Continue prensando na sua descrição de cargo. As que são imprescindíveis, mas difíceis, seja por serem novas ou porque você realmente não está preparado determinam a sua zona de empenho, o que você precisa melhorar, portanto esqueça as justificativas. Jamais alegue que essas competências não são necessárias. Tampouco finja que sabe o que não sabe. Nada mais desastroso do que um profissional se comportar como se soubesse as necessidades do cliente. Outro exemplo: nada de dizer para as chefias que "se vira" no inglês. Volte ao curso.

O que é fácil e delegável determina sua zona de conforto - O que é delegável precisa ser delegado, nem que seja à tecnologia, a um office-boy ou a um vizinho. A não delegação das tarefas que você domina, podem dificultar sua ascensão, se você continua a usar seu tempo exercitando-as. Não fique refazendo relatórios só para não ter tempo para se preparar para a apresentação, por exemplo.

O que é difícil e delegável determina a sua zona de condescendência - Sua atitude aqui é: "não sei, nem quero saber". Mas não tenha raiva de quem sabe. Pelo contrário, valorize e esteja próximo de quem sabe. Enquanto líder, delegue por exemplo, "a aquela pessoa que é tão boa em computação gráfica", em vez de dizer que não tem tempo para ficar escolhendo figurinhas. Cuidado com o que você coloca na zona de condescendência, pois com certeza nessa competência você será cada vez pior.

O que é fácil mas não pertence ao seu cotidiano profissional, como as tarefas domésticas ou hobbies, determinam a sua zona de familiaridade - Digamos que você .joga futebol. E daí? Daí que você desenvolveu, visão periférica - o que o permite olhar diretamente para alguém e, ao mesmo tempo, perceber o que se passa à sua volta, treinou o espírito de equipe, não se intimida com a concorrência. Aproveite essas habilidades. Faça com que elas sejam percebidas. São elas que o tornarão insubstituível. Outras fontes importantes de aprendizados transferíveis são as artes, o trabalho voluntário e a própria vida em família.

Crie também uma zona de curiosidade, atividades que estão fora do seu cotidiano pessoal e profissional. Todo o mundo deve, de vez em quando, fazer algo completamente fora de sua rotina. Visitar galerias de arte e faça turismo em países exóticos. A zona de curiosidade estimula a criatividade e a abertura para o diferente, coloca-nos na postura de aprender a aprender, revitaliza. Jamais despreze as idéias que você teve fora do ambiente de trabalho. Elas tendem a ser as melhores.

A análise dessas zonas requer uma certa frieza: é muito fácil perceber como importantes apenas as habilidades que você domina. O ideal seria elencar as competências junto a seu chefe, a sua equipe ou aos seus clientes. Dado o dinamismo das organizações, suas tarefas e a importância delas talvez mudem com muita freqüência. É bom estar constantemente classificando suas as diferentes zonas para estar atualizado.

Classificando suas tarefas em diferentes zonas, você pode fazer planos de desenvolvimento para você ou para sua equipe. Para carreiras como um todo ou apenas para um desafio específico. O que importa é conhecer os conceitos. E, evidentemente, executar os planos de desenvolvimento advindos dessa classificação.

segunda-feira, setembro 25, 2006

Curso : Transforme a si mesmo









Essas são as fotos do grupo que fez o Curso Transforme a si mesmo e sua equipe nos dois útlimos sábados. Quero agradecer a confiança e participação de todos e dizer que foi um grande privilégio estar com vocês.

domingo, setembro 24, 2006

MATÉRIA PUBLICADA NO DIÁRIO DA REGIÃO - CADERNO VIDA E ARTE (22/09/2006)

Vazio pode ser falta de incentivo ao espiritual
São José do Rio Preto, 22 de setembro de 2006

Cecília Dionizio

Há quem passe a vida sem entender o motivo de nunca se sentir pleno. De fato, este é um sentimento único, e só o conhece quem se entrega de corpo e alma ao autoconhecimento, por meio da abertura para compreender melhor o âmbito espiritual. Desta forma é natural encontrar respostas para a razão da própria existência neste plano. Este conceito foi difundido pelo mestre espiritual Osho, morto em 1990, que em todos os livros que escreveu ao longo de sua vida, sempre provocava as pessoas a refletirem sobre a razão de estarem aqui. Muitas delas, segundo ele, não se encontram nunca, porque não têm referência de si mesmas, pois se sujeitam a representar um papel, “usam máscara” e nunca entram em contato consigo mesmas. “As pessoas tolas perguntam sobre Deus, as inteligentes, sobre a morte. As que vivem perguntando sobre Deus nunca O encontrarão, mas as que perguntam sobre a morte com certeza sim...”, dizia Osho. E por acreditar tão intensamente nisto, ele influenciou toda uma geração a encontrar a respostas que hoje a mantêm em harmonia. “Em vez de, simplesmente, vender a alma, essas pessoas aprenderam a viver de verdade”, diz ele no livro do Viver e do Morrer, relançado no Brasil, pela editora Cultrix. Para o mestre espiritual, a vida só vale a pena quando se é uma pessoa total, que leva em conta além do corpo e da mente, a alma. “As máscaras não podem amadurecer. São falsas. Por trás delas você fica escondido, e não cresce. Você só pode fazer isto, quando aceitar a si mesmo”, define Osho.Há quem busque nos gurus espirituais as respostas que estão dentro de si. Por não entender que a vida é um ciclo, por vezes, quando sofre uma perda importante, a pessoa pára no tempo e deixa passar diante dela a oportunidade de restabelecer contato com uma nova era. Independente da crença, há uma certeza, nada é eterno, exceto a alma. E é dela que se deve cuidar com carinho e afeição. De acordo com o rabino Henry Sobel, em entrevista a uma revista da comunidade judaica, “a tentação de brincar de Deus é forte. Há um quê de arrogância em reduzir o mistério da criação a uma experiência de laboratório. A clonagem de seres humanos toca uma nota dissonante no coração de todos aqueles que acreditam numa força criadora, quer a chamemos de Deus ou não.”Para o psicólogo Enio Brito Pinto, de São Paulo, de maneira geral, quando a pessoa persiste no vazio, significa que há algum potencial a ser desenvolvido, ou que já poderia ter sido. “Isto, provavelmente, não aconteceu por uma série de circunstâncias, algumas das quais de responsabilidade da pessoa, outras por impossibilidades da vida”, observa. Segundo o psicólogo, desenvolver este potencial vai dar trabalho, pois implica lidar com perdas. Daí, a dificuldade e a opção, às vezes, da pessoa ficar com o vazio, ou tentar preenchê-lo com ocupações, na busca de soluções mágicas, como que delegando a responsabilidade do que acontece aos outros. Todavia, na maioria das vezes, essas atitudes só ampliam o vazio, e podem até terminar em depressão. “Nem sempre a pessoa precisa de ajuda para dar conta desse vazio: basta a coragem de ser e de ousar viver com criatividade e segundo seus próprios e viscerais parâmetros”, afirma.

Serviço
Ada Maria de Assis e Silva, coach, de Rio Preto, fone: (17) 3234-7422, 32251830 www.officinadocoach.blogspot.com
Ênio Brito Pinto, psicólogo e prof. do Instituto Gestalt de São Paulo, fone: (11) 3842-8939 -
site: www.gestaltsp.com.br

Pratique a aceitação diária

O psicólogo paulista Ênio Brito observa que nenhuma perda se dá sem dor. Ele afirma que há uma ilusão nas pessoas, hoje em dia, que se pode viver sem sofrimento e sem dores, o que é um absurdo. Brito concorda que amar é delicioso, mas dói; conviver é ótimo, mas é arriscado; viver é uma graça, mas é inseguro. “E ao não se dar conta disto, a pessoa não consegue aceitar que viver é inseguro, que a vida é essencialmente imprevisível, e tenta se apegar ao que tem ou já teve ou viveu, por medo da dor. Então passa a cultivar dores crônicas, infelicidades invejosas, amarguras venenosas”, diz. Se por outro outro lado, buscar a cada dia, a confiança de que está fazendo o que de melhor pode perceber, e aprende a reconhecer honestamente e sentir gratidão pelas conquistas, por menores que sejam, então a pessoa passa a ter maior facilidade para dizer os "adeuzes" que a vida exige. “Ela sabe que dói, mas sabe também que a dor de crescer é, ao mesmo tempo que inevitável, extremamente enriquecedora e de resultados prazerosos”, afirma Brito.
Segundo a especialista em trabalhar com pessoas, no sentido de ajudá-las a encontrar um foco para a vida, a coach Ada Maria de Assis e Silva, de Rio Preto, explica que para lidar com aquela sensação de desconforto que nasce de um desejo indefinido, cuja origem pode estar na dificuldade de lidar com perdas, ou ainda, a falta de vínculos mais profundos, “não há outro caminho, que não seja o esforço pessoal, que passa pela aceitação da realidade, como ela é”, diz. Ada diz ainda, que isto implica reconhecer um erro ou uma imprevisibilidade, mas, acima de tudo, agir em cima da realidade, definir o que será feito como próximo passo e agir conforme a decisão tomada. “E é nos momentos de transição que se deve trabalhar o desapego do velho e se preparar para receber o novo. Ao entender que a nova jornada está nas palavras-chaves aceitação e ação, tudo fica mais fácil”, finaliza.

Garanta o seu bem-estar

Aumente o autoconhecimento e encare algumas crenças que limitam o seu crescimento e podem mudar você. Esta é a chave de uma vida com mais qualidade e coerência Para entrar em contato com o próprio interior e com fantasmas internos é possível utilizar algumas ferramentas:
Deixe de esconder certos aspectos internos que não gosta, com medo dos outros enxergarem você como de fato é.
Busque em situações anteriores de vitória pessoal, coragem e reforço para encarar novos desafios.
Busque aprender sempre, pois o ser humano tem uma capacidade natural para aprendizagem. A dor provocada por aprender algo novo é superada pelo prazer que se tem em desenvolver todo potencial.
Participe de cursos e treinamentos que desenvolvam novas habilidades; leia artigos relacionados a desenvolvimento pessoal; assista a filmes ou vídeos que promovam a reflexão pessoal e novos conhecimentos.
Inicie um processo de coaching (orientação) para descobrir o que o impede de crescer, seus valores e defina metas claras para o futuro.

Para o psicólogo Ênio Brito, não há resposta pronta, nem genérica para quem busca o bem-estar interior. Até porque ele provém da sensação de que se está usando ao máximo todos os potenciais com os quais se nasceu.Provém, também, de se reconhecer que a vida não é capaz de satisfazer todos os nossos desejos e, portanto, é necessário que se aprenda a lidar com as frustrações de cada dia, sejam grandes ou pequenas. O bem-estar interior depende da confiança de que a vida faz sentido. Bem-estar é intimamente ligado à confiança de que se é digno de amor e de que se sabe amar. E pode ser tanto maior quanto mais desapegada é a pessoa, de aspectos materiais e de conquistas pessoais, pois a vida é um constante refazer, é um eterno gerúndio, é um presente (nos dois sentidos da palavra, o tempo verbal e o dom/bem oferecido) sem fim.

Fontes - Ada Maria de Assis e Silva, coach, de Rio Preto e Ênio Brito Pinto, psicólogo da linha Gestalt

terça-feira, setembro 19, 2006

COACHING – UM CAMINHO PARA QUEM QUER DESENVOLVER COMPETÊNCIAS

COACHING – UM CAMINHO PARA QUEM QUER DESENVOLVER COMPETÊNCIAS

Por ADA MARIA DE ASSIS E SILVA - International Coach pela Lambent do Brasil e membro certificada pela International Coaching Community.

Coaching é uma profissão que vem se expandindo no Brasil impelido pelo sucesso alcançado por essa ferramenta nos Estados Unidos e na Europa. A gestão de pessoas através do conhecimento dos recursos internos que cada um de nós possui e da quebra de crenças limitantes que nos impedem de atingir metas, desenvolve competências individuais que passam a ser um grande diferencial competitivo tanto para a carreira do profissional como para a empresa que ele representa. Exercido por um profissional qualificado, o processo de Coaching é muito efetivo no desenvolvimento de novas competências.
Um estudo publicado no Public Personel Management Journal concluiu que, os executivos que participaram de um treinamento gerencial aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aqueles que tiveram Coaching após esse mesmo treinamento, aumentaram sua produtividade em 88%.

O que é Coaching

É a habilidade de ajudar as pessoas a analisar sua satisfação em relação à vida, definir metas claras, entender o que é preciso ser feito para identificar e mudar suas crenças limitantes.
O processo de coaching leva o cliente a:

a. Olhar para seu interior e encontrar suas próprias respostas e recursos;
b. Estabelecer metas e manter-se focado até realizá-las;
c. Aumentar sua capacidade de responsabilizar-se pela própria vida e carreira;
d. Receber feedback e apoio constante do Coach.

Qual é o papel do coach?

O coach é um profissional treinado e certificado que atende o cliente de coaching, e sua função é alinhar-se com as metas que o cliente quer atingir colaborando para que este se responsabilize em realizar suas metas de ação durante a jornada que o levará a realizar seus sonhos ou projetos que foram sendo engavetados na dinâmica da vida. Ele orienta o cliente na expansão de suas habilidades, de sua identidade, de seus recursos internos, e lhe mostra novos comportamentos e habilidades enquanto vai desmontando suas crenças limitantes.

Que resultados o coaching proporciona?

Pesquisas efetuadas com profissionais que passaram por um processo de coaching mostram os seguintes benefícios alcançados pelos executivos em ordem decrescente:

1. Trabalho em equipe (67%).
2. Relacionamento com pares (63%).
3. Satisfação no trabalho (61%).
4. Aumento de produtividade - 53% dos executivos
5. Redução de conflitos (52%)
6. Qualidade (48%)
7. Organização (48%)
8. Comprometimento com a organização (44%)
9. Atendimento ao cliente (39%)
10. Retenção dos executivos (32%)
11. Redução de custos (23%).

Estudos feitos por empresas apontaram a perda de 87% das habilidades aprendidas pelos seus colaboradores em treinamento, se não houver acompanhamento de Coaching posterior, mesmo que o treinamento tenha elevada qualidade. Os resultados ficarão comprometidos no longo prazo na ausência de um programa efetivo de Coaching e um novo método sugerido neste treinamento será utilizado por alguns dias, mas se a equipe não sentir-se confortável, ela retornará rapidamente ao método antigo e o investimento feito com o treinamento será perdido.

Que competências podem ser desenvolvidas?

No campo empresarial o coaching é usado para aumentar as competências do executivo ou empresário, para que ele se torne um líder mais efetivo e que aplique o coaching também com seus liderados.
Algumas competências normalmente desenvolvidas:

a. Aceitar e liderar mudanças;
b. Desenvolver liderança refinada;
c. Foco na produtividade e nos lucros;
d. Ser um agente para melhorar a qualidade de vida no ambiente de trabalho;
e. Trabalhar eficientemente em equipes;
f. Solucionar conflitos.

No âmbito pessoal contribui para o desenvolvimento da carreira à medida que ajuda a reavaliar e equilibrar todas as áreas de sua vida. O coaching ajuda-o a se transformar na pessoa que você quer ser desfazendo as crenças limitantes que o impedem de crescer e reforçando suas potencialidades.
Alinha quem você é com o que você faz.

Quais as diferenças entre Consultoria, Mentoring, Psicoterapia e Coaching?

- Consultoria aponta processos não eficientes na organização e sugere soluções;

- O Mentor é alguém experiente na empresa ou na profissão do seu pupilo. É um conselheiro sábio e confiável que tem grande interesse no desenvolvimento e progresso de uma pessoa inexperiente.

- Psicoterapia é trabalhar com um cliente que procura alívio para sintomas físicos e psicológicos. O cliente quer a cura emocional e o alívio do sofrimento mental.

- Coaching ajuda o cliente a desenvolver competências comportamentais e manter-se focado na realização de suas metas.

Treinamento ou Coaching?

As pessoas que participam de um treinamento, mas não recebem coaching com foco nos novos comportamentos ou idéias que foram treinadas, tendem a aplicar por pouco tempo os processos aprendidos, e geralmente voltam aos mesmos processos que utilizavam antes do treinamento.
Estes resultados podem ser atribuídos aos seguintes fatores:
a. O cérebro humano tende a continuar fazendo aquilo que já está neurologicamente programado.
b. Quando se implanta algo novo os primeiros resultados costumam ser piores do que aqueles obtidos com os métodos antigos. A ansiedade gerada por esta redução acontece devido à curva de aprendizado, quando um indivíduo que está aprendendo algo novo tem resultados inferiores aos obtidos com os comportamentos anteriores. É importante que a pessoa supere a curva de aprendizado alcançando resultados melhores, comparados aos que obteria caso tivesse mantido os hábitos antigos.
Se o processo de coaching for iniciado logo após o treinamento haverá implementação e manutenção dos novos conhecimentos, superando a ansiedade e ganhando confiança para a aquisição de novos hábitos.

segunda-feira, setembro 18, 2006

PRIORIZAR O TEMPO MANTENDO O FOCO

Quem não tem foco, não tem tempo

Christian Barbosa
Uma recente pesquisa de um instituto norte-americano mostrou que um profissional só consegue permanecer focado em uma tarefa por, no máximo, 11 minutos, até que o telefone toque. Uma vez que ele pára um trabalho, custa, em média, 25 minutos até que a atenção se volte àquela primeira tarefa. Isso pode levar a uma perda de até duas horas diárias devido à falta de foco. Existem diversos fatores que podem levar à paralisação de uma atividade, entre eles: telefone, e-mail, alguma pessoa que chama, vontade de passear, de tomar um café, o celular, de fazer outra atividade, etc. Podemos afirmar que falta de foco é um dos maiores inimigos do trabalhador no século XXI. Manter o foco é um grande desafio em minha vida. Sempre gostei de fazer muitas coisas ao mesmo tempo e de ter meu computador com milhares de janelas abertas. Hoje, após estudar bastante sobre gestão de tempo, consegui minimizar o problema, mas ainda preciso lutar diariamente para não cair nas armadilhas da falta de foco. O cérebro é facilmente atraído por acontecimentos ao seu redor. Basta alguém no escritório iniciar uma música, um falatório ou alguma novidade e, pronto, era essa a desculpa que você precisava para fugir da atividade para algo mais interessante.
Veja algumas estratégias que você pode adotar para combater a falta de foco:
1) Priorize suas atividades. Todos os conceitos de administração de tempo levam você a ter um dia mais focado. Quando você se organiza, define objetivos e planeja, consegue saber o que realmente precisa fazer em seu dia. Liste todas as atividades e as priorize numericamente. Siga essa ordem na execução das tarefas.
2) Operação Shut-down. Quando precisar focar alguma atividade, desligue seu celular, telefone, televisão, MSN, e-mail. Feche a porta e peça para que ninguém o incomode até terminar. Quanto mais você se afastar de possíveis interrupções, mais sucesso terá em sua concentração. 3) Para focar, crie um padrão. Você pode ritualizar sua concentração. Escolha uma música tranqüila que você goste e que o ajude a relaxar. Alguns estudos de superlearning comprovam que a música barroca aumenta em três ou quatro vezes a concentração e a capacidade de absorção do cérebro. Toda vez que precisar focar, ouça sempre a música que o ajuda a concentrar-se. Isso criará uma “âncora auditiva” que o colocará em estado de concentração muito mais rápido.
4) Respire. Antes de iniciar seu trabalho, relaxe por alguns minutos. Comece a respirar profundamente algumas vezes. Concentre-se apenas em sua respiração e em seu corpo. Deixe sua mente fluir naturalmente. A pressão diária acaba aumentando nossa adrenalina, deixando nosso ritmo mais ansioso e agitado, o que propicia falta de foco. Quando você respira e relaxa, diminui a ansiedade e aumenta sua capacidade de concentração.
5) Desligue seu e-mail. Já comentei em artigos anteriores que deixar o e-mail sempre ligado é um vício perigoso e, hoje, posso afirmar que é um dos maiores causadores de falta de foco em seu ambiente. Estabeleça horários durante o dia para essa atividade. Não deixe que a cada e-mail sua atenção seja desligada.
Pare um pouco e analise o momento anterior à leitura desse artigo. Como você tem se concentrado? Que tal ganhar alguns minutos preciosos para seu dia, sendo mais focado? Quando você vai começar a focar o que é realmente importante em sua vida?

Christian Barbosa é empresário, escritor e palestrante especializado em produtividade pessoal. Autor do livro "A Tríade do Tempo: A Evolução da Produtividade pessoal".E-mail: christian@triadedotempo.com.br

quarta-feira, setembro 13, 2006

PALESTRA NO ROTARY CINQUENTENÁRIO

Vou proferir uma palestra hoje sobre Coaching no Rotary Cinquentenário às 20h. Agradeço imensamente o convite que me foi feito e espero atender as expectativas de todos.

terça-feira, setembro 12, 2006

ORIENTAÇÃO (COACHING) PELA PNL

ORIENTAÇÃO (COACHING) PELA PNL

Peter Wrycza, Phd.

"E então, o que é a PNL?"

Desde meados dos anos 80 venho ensinando PNL, e há 10 anos sou trainer. Mas, quando alguém me pergunta o que é a PNL, eu ainda titubeio. Não é fácil dar uma definição concisa e compreensível da PNL sem deixar de mencionar aspectos importantes desse campo.
Pode-se repetir uma daquelas sentenças clássicas, encapsuladas, como: "PNL é o estudo da estrutura da experiência subjetiva." A definição-chave (originalmente oferecida por John Grinder, se não me engano) aponta para o nosso interesse naquilo que torna as pessoas notáveis. E isso inclui a noção de estrutura, refletindo o interesse da PNL que vai desde a padronização e generalização da experiência individual até os modelos mais gerais daquilo que funciona.
Mas essa é, também, uma definição de "terceira posição". E a PNL tem um forte interesse em desenvolver nossas próprias capacidades e coerência. Assim, o famoso elo de Richard Bandler de "aprender a usar nossos processos mentais" oferece um resumo suplementar na "primeira pessoa". Distingue a PNL de algo que, de outra forma, poderia ser ensinado como um ramo da psicologia. A PNL não diz respeito apenas a um posicionamento objetivo; ela busca, também, a realização do potencial de cada um.
No entanto, com a definição de Bandler, a PNL oscila entre outros sistemas de auto- desenvolvimento que também encorajam o domínio dos processos interiores, desde a Psicossíntese até o Budismo Tibetano. Mas, o que distingue a PNL?
Assim, chegamos a um terceiro elo em nosso campo: "A PNL é a modelagem da excelência". Essa definição introduz a "segunda posição", que também tem parte importante na PNL. Aponta para um elemento importante na singularidade da PNL, ou seja, a capacidade de chegar à parte mais profunda das vidas das pessoas e tocar o coração daquilo que as torna mestras.
É claro que a verdade está em algum lugar no meio dessas definições. A PNL é singularmente e ao mesmo tempo, um estudo psicológico, um sistema de desenvolvimento pessoal, e uma disciplina de modelagem sem precedentes. A PNL não é terapia, nem ciência, nem simplesmente desenvolvimento pessoal, mas uma disciplina que toca todas essas áreas.
Através de sua história "esquizofrênica", a PNL tem oscilado entre as forças e fraquezas implícitas nessas definições parciais, cada uma exata em suas partes, mas incompleta em relação ao todo, ora pretendendo ser um campo sério de estudo, um metamodelo capaz de abranger outras formas de pensar dentro de seus amplos papéis epistemológicos, ora um sistema de desenvolvimento pessoal, e uma maneira de explorar as riquezas da excelência humana.

Orientador (Coaching): A Nova Profissão
Mas, enquanto a PNL vem se desenvolvendo e se debatendo com suas tendências híbridas, uma nova profissão começa a emergir, e que também se inscreve a meio-caminho entre a terapia pesada e a necessidade de muitas pessoas de encontrar um forma de realizar suas tarefas com mais eficiência e de melhorar suas vidas: a orientação.
Como um "treinador", o "orientador" atua como se estivesse num campo de esportes, onde a intensificação de habilidades é crucial. Mas, enquanto a metáfora do treinador implica em moldar o comportamento do treinando para instalar nele os resultados desejados pelo treinador, a metáfora da orientação implica em persuadir e guiar o potencial já presente dentro do orientando, ajudando-o a definir e realizar seus próprios resultados.
Do campo de esportes, os orientadores migraram para toda parte. Orientadores de vida, orientadores profissionais, orientadores pessoais, muitos milhares deles somente nos Estados Unidos, preparando as pessoas para o sucesso, ajudando-as a resolver problemas, até mesmo oferecendo um elemento de psicoterapia àqueles que necessitam de alguma re- orientação profunda em suas vidas, mas que correriam quilômetros para se afastar de qualquer coisa que formalmente se declarasse como "terapia".

A PNL e a Orientação
A PNL acordou tarde para o jogo; porém, uma olhada pelas páginas da Anchor Point sugere que estamos chegando lá. Anúncios sobre cursos de Orientação pela PNL estão em destaque. E com razão. Sob muitos aspectos, aquilo que Bandler, Grinder e os trainers da primeira geração da PNL estavam desenvolvendo era realmente um modelo sofisticado de orientação, bem antes que as pessoas se ligassem a essa noção.
Nos anos 1980, a PNL já possuía quase tudo que um bom modelo de orientação necessita: ênfase na definição de recursos para focalizar resultados práticos, uma caixa de ferramentas para modelar os pinos e parafusos da grandeza, de modo que o comum dos mortais tivesse emulação suficiente para modelar os hiper-talentosos dos Jogos Olímpicos, ênfase sobre a estrutura interna dos processos interiores e algumas ferramentas precisas para eliciá-las, e uma série de modelos capazes de ajudar a substituir padrões negativos, usando estratégias mais úteis para o sucesso em muitas áreas da vida.

Desempenho e Alinhamento
Com ênfase na pragmática e na orientação para o alcance da eficiência pessoal, a PNL logo apelou para um amplo grupo de profissionais em muitos países, que estavam procurando aumentar seu desempenho no trabalho, em diversos campos.
Mas, praticamente desde o início, a PNL também reconheceu que a melhoria do desempenho segue de mãos dadas com um maior alinhamento pessoal, que é a outra metade da charada. A coerência interior e a congruência do indivíduo fazem toda a diferença no desempenho, particularmente no practitioner que deseja ajudar outros.
E assim, desde seus primeiros dias, a PNL tem buscado irregularmente, - através de elementos como "Círculo de Excelência", "Verificação da Ecologia" e "Alinhamento dos Níveis Lógicos" - o aumento do desempenho e do alinhamento, tanto do practitioner como dos clientes.
O reconhecimento da importância de situar a melhoria do desempenho dentro de um contexto de alinhamento pessoal cada vez maior – para encontrar nossa "autêntica vocação", com a qual nascemos, – é parte importante daquilo que a PNL oferece como metodologia de orientação.

Peter Wrycza Ph.D., dirige um centro para seminários – retiros, em Bali. É membro fundador, juntamente com Jan Ardui e Piera Teatini, da Performance and Alignment Network (PAN). A PAN foi fundada como uma rede para orientadores profissionais que trabalham com valores e em bases semelhantes, e como um contexto para os profissionais do mundo inteiro, para desenvolver as habilidades de orientação que podem ajudar a aumentar o desempenho enquanto estimulam um alinhamento maior...
Para maiores informações, veja www.awareness-Bali.com, ou contate e-mail: pwrycza@telkom.net.
N.T. Revista de PNL Anchor Point, Maio 2002.
Trad. Hélia Cadore - E-mail: lcadore@uol.com.br

quarta-feira, setembro 06, 2006

CARREIRA - UM SEGUNDO IDIOMA É FUNDAMENTAL

Eu hablo viel languages (e você, quantas fala?)
Aprender um segundo ou terceiro idioma é fundamental para uma carreira bem sucedida, mas fique atento a alguns fatores. Ou você vai correr o risco de sair por aí falando portunhol ou um inglês pra lá de errado
TEXTO: MARLEY TRIFILIO - REVISTA VIDA EXECUTIVA


Você já está acostumado a abrir o caderno de empregos do jornal e ver um anúncio pedindo inglês fluente e até uma terceira língua, de preferência. Pode ser espanhol, alemão, japonês, russo ou outro idioma. Esses requisitos se devem, basicamente, porque o Brasil mantém relações comerciais com diversos países ou porque multinacionais estão instaladas por aqui e precisam ter funcionários que se comuniquem com a equipe da matriz no país de origem. Para se ter uma idéia, em São Paulo estão instaladas mais de 1.200 empresas alemãs. Também exportamos carne bovina para a Rússia. Isso, entre outras transações comerciais, já garante mercado para quem se predispôs a aprender uma outra língua.
Segundo o professor de idiomas Carlos Rigueira, autor do livro Línguas - Como obter sucesso no aprendizado, que será lançado este ano, embora seja pedido um terceiro idioma pelas empresas, esse requisito é menos exigido do que o inglês. "A terceira língua conta como um grande diferencial, mas ainda é possível obter uma boa vaga no mercado de trabalho se não a tiver. Mas a segunda... Sem o inglês não há (como conseguir) bons empregos", observa o professor.
No Brasil, assim como em muitos outros países, o idioma do universo corporativo é o inglês. E quem não souber falar e escrever essa língua pode ficar fora logo na primeira etapa de uma seleção profissional. Contudo tem um lado positivo: cada grau de domínio de inglês representa um acréscimo de R$ 626 por mês no salário, para o cargo de diretor, e R$ 949,30 para o de presidente, segundo pesquisa desenvolvida pela Catho, empresa de recolocação no mercado de trabalho. "Saber falar inglês é uma coisa básica para os profissionais, não um diferencial", sentencia Thomas Case, presidente da Catho.
Decoreba não vale

Até aí, tudo bem. Você já se conscientizou de que só com o português não vai muito longe na carreira. Mas entre saber disso e aprender um outro idioma há um longo caminho, principalmente se a questão é saber falar e escrever fluentemente. Para a professora Maria Antonieta Celani, do Departamento de Inglês da PUCSP, existe uma grande diferença entre saber falar e aprender uma língua. "Decorar palavras e expressões não significa ter fluência em um idioma. Essa aprendizagem significa muito mais do que isso. Tem a ver com cultura, com o uso da língua, com a carga emocional", explica. "Aprender uma língua significa estar engajado em um processo", completa a professora Patrícia Mckay, da escola de idiomas Cel-Lep.
Questão de foco

A essa altura deve estar sentindo um nó na garganta quem colocou no currículo "inglês fluente", e enviou para aquela vaga tão sonhada na multinacional de maior destaque na área de atuação. Calma. Mesmo sem ser um expert na língua exigida, não está necessariamente fora do jogo, ou melhor, da seleção. Tudo vai depender do uso do idioma. Para o cargo de arquivista, por exemplo, de uma multinacional alemã instalada em São Paulo, foi exigido que os candidatos soubessem alemão. Na realidade, era necessário apenas saber ler. "Para essa função bastava que a pessoa identificasse os assuntos dos documentos e os separasse", conta o professor Carlos Rigueira.E é esse foco - o de saber por que e para que fazer um curso de línguas - uma das coisas mais difíceis de ser identificada pela maioria das pessoas. Segundo a professora Susana Vipman, do CLL - Centro Latino de Idiomas, é comum um executivo chegar dizendo que precisa fazer um curso de espanhol para executivos, por exemplo, mas, durante a entrevista, descobrir, junto com o entrevistador, que as suas necessidades estão mais voltadas para um curso regular. "Ele precisa, na verdade, aprender a língua para se socializar com clientes e fornecedores. Vai usar o idioma para levar o convidado para um jantar, para conhecer a cidade. Ou quando é ele quem viaja, para fazer compras, se comunicar no hotel, enfim, é o uso da língua voltado para a comunicação interpessoal", esclarece Susana.
Identificado o foco, o aluno acaba encontrando mais facilidade na aprendizagem. No entanto, mesmo sem saber qual será o uso, é muito comum ver pais colocando os filhos ainda crianças em uma escola de línguas ou jovens adultos se inscrevendo em um curso após o outro. "Eles têm uma vaga idéia de que vão precisar no futuro, mas não sabem exatamente como será. Então, fica mais difícil aprender", diz a professora Maria Antonieta Celani, que também desmistifica a idéia de que é mais difícil para um adulto aprender uma língua. "Ao contrário, o adulto tem melhor concentração e memorização, é um usuário mais competente da língua materna e tem os objetivos da aprendizagem mais claros. No caso das crianças, a única vantagem está na pronúncia, pois elas assimilam melhor", garante a professora.

Se alguém descobrir um método tão rápido de aprender uma língua (referindo-se aos cursos relâmpagos), avise-me. Até lá, é preciso se dedicar e levar a sério SUSANA VIPMAN, PROFESSORA DE LÍNGUAS

Flexibilidade é a chave

A maioria das escolas de línguas percebe que o público executivo está crescendo e por isso praticamente todas apostam nos cursos com foco nesse público. Em geral, são cursos mais flexíveis, isto é, o conteúdo pode ser formatado de acordo com as necessidades do aluno; os horários das aulas não seguem um critério muito rígido, o que é comum nos cursos regulares; geralmente são aulas individuais ou grupos pequenos; as aulas podem ser feitas no local de trabalho do aluno; há disponível um serviço de apoio, tais como ajuda para montar uma apresentação, redação de documentos e emails, tradução de documentos. "A idéia é atender as necessidades desses alunos de forma que os resultados não sejam comprometidos, mesmo que tenham uma infinidade de compromissos profissionais a cumprir", garante o professor Armand Entezari, proprietário da World Language.
Embora as escolas de idiomas tentem ao máximo atender a esse público, não dá para deixar de seguir algumas recomendações. E todos os professores são unânimes quanto à freqüência das aulas. "Mesmo que o executivo tenha contratempos, deve repô-las", diz Susana Vipman. Outro ponto importante é o ritmo das aulas. Segundo os professores, não dá para aprender fazendo aulas durante um mês e passar o resto do ano sem freqüentar o curso.
Nem tudo é fácil

Quantos aos fatores negativos da aprendizagem, o de maior relevância, segundo Patrícia Mckay, é a pressão exercida no profissional, seja por parte da empresa ou por ele mesmo. "Vemos muitos alunos preocupados em aprender para garantir a permanência no emprego ou para conseguir uma promoção, e isso atrapalha o rendimento".
O tempo também é outra questão essencial no processo de aprendizagem. Se você acha que é possível aprender fluentemente uma língua em poucos meses, está completamente enganado, garante o professor Carlos Rigueira. De acordo com seus cálculos, para falar bem um idioma, como o inglês, são necessários pelo menos uns três anos. "Se a pessoa quer aprender mesmo, e não apenas falar, levará cerca de cinco ou seis anos", diz Rigueira.
Imagine, então, aquelas propagandas garantindo que você pode aprender inglês e espanhol em quatro semanas ou até mesmo dormindo. Os professores não deixam por menos: "é tudo mentira", dizem todos. "Não há fórmula mágica para aprender", observa a professora Maria Antonieta Celani.
Para o professor e escritor Carlos, há uma tendência muito comercial em boa parte das instituições de ensino de idiomas no Brasil. "Os donos de muitas escolas estão mais interessados em manter as salas de aulas cheias, e não no resultado obtido pelos alunos ao final do curso". Carlos explica que isso é facilmente percebido ao analisar a metodologia usada pela escola. Segundo ele, aquelas que utilizam a tradução como ferramenta básica na sala de aula cometem um grande erro. "É a mesma coisa em um carro no qual você acelera e pisa no freio ao mesmo tempo", compara.
A escolha certa

A decisão de iniciar um curso de idioma é importante para uma carreira de sucesso, mas, assim como o curso de graduação, é essencial que a escolha seja adequada ao seu perfil e aos seus objetivos, além, é claro, de primar pela qualidade. Segundo os professores, nesse momento é preciso observar alguns aspectos. Veja quais são eles:

> PESQUISE O CORPO DOCENTE.
O fato de um professor ser nativo não é garantia de que ele tenha capacitação em ensino de idiomas;
> PROCURE REFERÊNCIAS de alunos e ex-alunos;
> VEJA SE HÁ EMPATIA COM O PROFESSOR, caso contrário, é melhor mudar, pois isso pode comprometer o rendimento;
> VERIFIQUE OS RECURSOS QUE A ESCOLA UTILIZA, tais como laboratórios e material didático; este deve ser, de preferência, de literatura internacional;
> COMPROVE A IDONEIDADE DA INSTITUIÇÃO;
> DEIXE CLARO QUAIS SÃO OS SEUS OBJETIVOS, se é aprender a língua para viagens, gramática, negócios;
> ANALISE A LOCALIZAÇÃO DA ESCOLA, às vezes uma grande distância pode comprometer a freqüência;
> OBSERVE A BIBLIOTECA.
Veja se há vários dicionários e livros na língua em questão;
> EXAMINE O NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA; o ideal é de no máximo doze;
> VERIFIQUE O TEMPO DE DURAÇÃO DO CURSO, os relâmpagos não são recomendados;
> PROCURE UMA ESCOLA ESPECIALIZADA na língua que você deseja aprender;
> INVESTIGUE A METODOLOGIA UTILIZADA.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Executive Coaching - Propósito de Vida

A importância do propósito de vida
Jael Coaracy

Você conhece seu propósito de vida?

Todos nós temos um propósito. Algo que faz parte da nossa essência. Que dá sentido à nossa existência. É o que nos indica o caminho a seguir, entre tantos que se apresentam diante de nós.Uma pessoa com consciência do seu propósito é capaz de formular objetivos alinhados com o seu verdadeiro ser. O seu propósito é aquilo que dá sentido à sua existência. É a fonte da paz, do brilho, e da realização interior. Conhecer o seu propósito possibilita que você desenvolva seu potencial.Não há dinheiro, sucesso, beleza ou qualquer outro valor que possa substituir o tesouro de estar conectado(a) com seu propósito.Pessoas que bloqueiam essa consciência correm o risco de viver vidas sem sentido, como um barco à deriva, sem um porto de chegada. Tornam-se candidatas à depressão, apatia, ou ao consumo de álcool, e outras drogas.Quando você está cumprindo seu propósito o trabalho deixa de ser trabalho e passa a ser prazer. Você se diverte com o que outros chamam de trabalho. Isso acontece porque o que está fazendo é uma expressão do seu potencial. E ao expressá-lo no mundo, você se sente tão bem que tudo se transforma em satisfação.

Descobrindo o seu propósito.

Ao ter senso de propósito, você para de se preocupar com a vida. E se ocupa com o presente, vivendo a alegria de estar aqui e agora. Você ri mais, e vive mais feliz, porque você ama o que está fazendo.Quando uma idéia, ou um projeto trazem grandes quantidades de energia e entusiasmo para a sua vida, é sinal de você está conectado(a) com seu propósito. Trabalhar em algo onde possa expressar seu propósito é a única forma de transformar o trabalho em prazer. A recompensa obtida está ligada à sua auto-realização e não apenas ao retorno financeiroMuita gente alega a necessidade de pagar contas e de sobreviver como um impedimento para escolher um trabalho simplesmente por gostar dele. Entretanto, todos podem encontrar um modo de ganhar a vida trabalhando em algo em que exercitem seus talentos. Um trabalho que preencha seu propósito de vida.Já imaginou como seria a sua vida se, ao se levantar, todos os dias, você soubesse que estaria fazendo aquilo que adora fazer? Investindo tempo e energia num trabalho que é mais do que uma forma de pagar suas contas - algo que justificaria a sua vida por si só , por representar a oportunidade de exercer o seu potencial!Conhecer o seu propósito lhe dá a força e a determinação necessárias para buscar a sua realização. Ao fazer aquilo que você faz melhor, ajuda a transformar este mundo num lugar mais amoroso para se viver.
Conectando-se com seu propósito:

Você sabe que está conectado(a) com seu propósito de vida, quando flui com naturalidade, aprendendo e crescendo com todas as experiências vividas. Sem tentar classifica-las como negativas ou positivas, ou ainda, sem criar expectativas sobre a forma como as coisas devem acontecer. Simplesmente flui.Nesse estado, é capaz ou simplesmente observar o que se passa à sua volta, sem julgamentos. Com amor e neutralidade.Ao viver o seu propósito você encontra inúmeras formas de se expressar. Todas se manifestam através de uma atitude amorosa, gerando alegria e amor para os que estão à sua volta.Não julgue um propósitoSe considerarmos que o universo é um e que todas as coisas estão interligadas, não há propósitos pequenos ou insignificantes. Todos são valiosos e importantes. O propósito de cada um é o seu tesouro.Um propósito não significa, necessariamente, grandes projetos ou ações extraordinárias. Não existe um propósito pequeno ou grande Ao contrário, muitas vezes, ele está ligado à tarefas e valores que dão consistência ao dia a dia. Criar filhos e educá-los, ensinar, curar, consolar, são exemplo de propósitos valiosos.Sucesso é viver o seu propósito.Não importa quanto sucesso você faça aos olhos do mundo. Se não estiver realizando seu propósito, será como uma ferramenta desenhada para um trabalho e que não é utilizada com esse objetivo.Você usaria um bisturi de cirurgião, feito com precisão científica, para cortar pão ou abrir envelopes? Acha razoável usar um carro de corrida para levar crianças à escola? É mais ou menos isso o que se pode fazer ao desconhecer o seu propósito de vida. Quando se está alinhado com seu propósito, mesmo os maiores desafios tornam-se um jogo cheio de motivação. Você consegue fazer muito sem sentir cansaço ou ansiedade.

domingo, setembro 03, 2006

OLHE OS FATOS QUE O INCOMODAM PROFISSIONALMENTE SOB UMA NOVA ÓTICA

O coaching permite que você olhe os fatos profissionais que a incomodam sob uma nova ótica. Está provado que a revisão do passado é decisiva para escolher entre os vários caminhos que podem se apresentar para o seu futuro.
"O coaching, ou o processo de reencaminhamento de carreira, permite lançar um novo olhar sobre os fatos. É comum ver executivos que deixam de culpar o chefe por suas falhas, porque percebem sua própria responsabilidade nos acontecimentos. No fim do processo, esse mesmo executivo retoma as rédeas da carreira e assume o controle do planejamento da própria vida", esclarece. A revisão do passado ajuda a projetar o futuro desejado. "Ao puxar determinados elementos para o presente, torna- se viável traçar um plano de ação único, consistente para o desenvolvimento em sua atual empresa. Ou, então, para a busca de novas oportunidades, pois há quem chegue à conclusão de que optou pela profissão errada", conclui Rubens Gimael, diretor e presidente da Neo-Consulting.

sábado, setembro 02, 2006

PNL NA EDUCAÇÂO


















Nos dias 25 e 26/08 minha equipe de professores do CCAA JUST KIDS fez um curso sobre Programação NeuroLinguística na Educação. O curso foi ministrado pelo Coach Linguístico Wilton Branco Jr da Successful Goal Consulting - Language and Human Resources Projects & Training LTDA que tem sede no rio de Janeiro. O objetivo é que os professores identifiquem os canais sensoriais que um aluno utiliza para aprender, e quais as abordagens de aprendizagem pode usar.
O curso foi um sucesso provocando nos professores a consciência que são orientadores e devem assim desenvolver um plano de estudos com o aluno para atênde-lo de forma individualizada.