Dia Internacional da Mulher
No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Esta data é ligada a uma proposta feita em 1910, pela líder comunista alemã Clara Zetkin, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas para lembrar operárias mortas durante um incêndio que ocorreu em uma fábrica em Nova York, em 1857.
Mas há controvérsias quanto a esta versão. Segundo a socióloga Eva Alterman Blay, coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (Nemge) e professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o acidente de 1857 não aconteceu. Pelo menos não na data em que é lembrado. De acordo com Eva Blay o incêndio que se relaciona ao Dia Internacional da Mulher foi o que aconteceu no dia 25 de março de 1911, nos EUA, na Triangle Shirtwaist Company, uma fábrica têxtil que ocupava do oitavo ao décimo andar de um prédio, e que empregava 600 trabalhadores. A maioria eram mulheres imigrantes judias e italianas com idade entre 13 e 23 anos. Parte dos trabalhadores conseguiu chegar as escadas, descendo para a rua ou subindo no telhado. Outros desceram pelo elevador.
O fogo e a fumaça aumentaram e muitos trabalhadores desesperados pularam pelas janelas e algumas mulheres morreram nas próprias máquinas. Na tragédia 146 pessoas morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens. No local do incêndio foi construída uma parte da Universidade de Nova York onde consta uma placa com a inscrição em homenagem às vítimas do incêndio. Por causa dessa tragédia foram criados novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho, tornando as condições de trabalho as melhores do mundo.
Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle tenha se incorporado ao imaginário coletivo da comemoração do Dia Internacional da Mulher. Mas o processo para instituir uma data comemorativa já vinha sendo estudada pelas socialistas americanas e européias há algum tempo e acabou sendo confirmada com a proposta de Clara Zetkin em 1910.
A data passou a ser comemorada com mais intensidade na década de 60 com o fortalecimento do movimento feminista, quando passaram a ser discutidos problemas da sexualidade, da liberdade ao corpo, do casamento e dos jovens. O fato é que não se sabe com precisão por que o dia 8 de março foi escolhido, mas ele se consagrou ao longo do século XX. A consagração do direito de manifestação pública veio com apoio internacional, em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu oficialmente a data como o Dia Internacional da Mulher.
De acordo com pesquisa realizada pela professora de pós-graduação em História Social da USP Maria Regina da Cunha Rodrigues Simões de Paula a primeira mulher diplomada no Brasil foi a médica Rita Lobato Velho Lopes (1867-1960). Segundo pesquisa, com os impedimentos existentes na época, Rita Lobato só pode iniciar seus estudos depois que o imperador d. Pedro II assinasse um decreto-lei.
quinta-feira, março 01, 2007
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
DINHEIRO A DOIS RENDE MAIS
Dinheiro a dois rende mais
Casamento, como todos sabem, é a união de duas pessoas que decidiram dividir tudo, na alegria ou na tristeza. Isso significa que as finanças também fazem parte desse pacote. Porém, como cada um tem a sua maneira de lidar com dinheiro, não é difícil encontrar casais que não combinam nem um pouco nesse quesito. O resultado são brigas, discussões e até mesmo separações motivadas pela falta de planejamento financeiro – depois da infidelidade, desentendimentos em relação ao dinheiro são a maior causa de separações. Sem dinheiro sobrando, fica difícil realizar sonhos, planejar o futuro, realizar aquela viagem tão desejada e até mesmo jantar fora no final de semana.
Ao casar, muita gente acredita que o parceiro vai ser um grande aliado na hora de pagar as contas. Em alguns casos, isso funciona perfeitamente; em outros, pode se revelar um grande engano. Isso acontece porque, atualmente, a mulher também é dona de seu próprio salário, não dependendo mais do dinheiro do marido. Ambos desejam ser independentes e administrar o que ganham como bem entender. Porém, se o papel de cada um nas finanças da família não estiver claramente estabelecido, será difícil entrar em um consenso sobre o que deve ser feito com o orçamento da família.
O maior obstáculo no planejamento das finanças de um casal, de fato, é a ausência do assunto “dinheiro” entre marido e mulher. O tabu de não poder falar desse assunto ainda é muito forte em nossa cultura. Além disso, há a crença, completamente equivocada, de que as finanças do casal devem ser separadas, com total independência de contas e planos. Essa crença resulta em lares divididos, pois os padrões de vida do casal evoluem em ritmos diferentes. Outro empecilho é a dificuldade em reconhecer que o companheiro pensa de forma diferente sobre dinheiro. Ao invés de buscar o meio-termo, tendemos a querer fazer com o que o outro pense, aja e planeje como nós.
Para reduzir os conflitos decorrentes do mau uso do dinheiro, o planejamento deveria ser feito sempre a dois. Isso não quer dizer que ambos devem ser planejadores, capazes de manipular planilhas e de discutir investimentos. Mas as decisões devem ser compartilhadas, as contas preferencialmente conjuntas e os investimentos também. Com contas separadas, pagamos o dobro de tarifas e perdemos em força de investimentos e de relacionamento. Independência sim, mas apenas naquela parte do orçamento correspondente aos gastos individuais.
Minha proposta aos casais é que cada um tenha a sua mesada para suprir suas necessidades individuais, preferencialmente igual à do companheiro, independentemente de quem ganha mais. A renda total deve ser destinada aos gastos da família e também a investimentos para se conquistar objetivos comuns, como a compra da casa, a aposentadoria, a faculdade dos filhos ou as férias anuais.
Quanto mais cedo o casal começar a pensar na aposentadoria, melhor. Guardar um percentual fixo todos os meses, durante um prazo programado, em investimentos selecionados para criar resultados no longo prazo, pode ser uma boa idéia. Investimentos conservadores são uma escolha prudente, mas não vão trazer resultados tão interessantes quanto os que seriam obtidos se o casal dedicasse tempo para buscar conhecimento sobre alternativas mais complexas. Já quem tem certeza de que não terá disciplina para isso deve optar por pacotes prontos, como um plano de previdência, por exemplo.
Cuidar das finanças exige muita paciência e dedicação, mas muita gente acaba desistindo no meio do caminho. Para evitar recaídas, o melhor caminho é o casal se unir em busca de sonhos definidos, ao invés de batalhar para construir simplesmente a chamada “reserva de emergência”. Para muitas pessoas, ainda é difícil canalizar esforços para projetos de longo prazo. Se você tiver de cortar alguns gastos de hoje para conquistar sua casa, uma renda digna na aposentadoria ou para viajar para o exterior a cada três anos, a motivação da conquista ajudará a suplantar a dificuldade do esforço diário. Todo sacrifício é suportável quando tem prazo para acabar e o objetivo é uma grande conquista pessoal.
Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e professor da Fundação Instituto de Administração (FIA - USP), sócio-diretor da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro e autor dos livros Dinheiro – Os segredos de quem tem e Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, e Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos pela Editora Gente.
Casamento, como todos sabem, é a união de duas pessoas que decidiram dividir tudo, na alegria ou na tristeza. Isso significa que as finanças também fazem parte desse pacote. Porém, como cada um tem a sua maneira de lidar com dinheiro, não é difícil encontrar casais que não combinam nem um pouco nesse quesito. O resultado são brigas, discussões e até mesmo separações motivadas pela falta de planejamento financeiro – depois da infidelidade, desentendimentos em relação ao dinheiro são a maior causa de separações. Sem dinheiro sobrando, fica difícil realizar sonhos, planejar o futuro, realizar aquela viagem tão desejada e até mesmo jantar fora no final de semana.
Ao casar, muita gente acredita que o parceiro vai ser um grande aliado na hora de pagar as contas. Em alguns casos, isso funciona perfeitamente; em outros, pode se revelar um grande engano. Isso acontece porque, atualmente, a mulher também é dona de seu próprio salário, não dependendo mais do dinheiro do marido. Ambos desejam ser independentes e administrar o que ganham como bem entender. Porém, se o papel de cada um nas finanças da família não estiver claramente estabelecido, será difícil entrar em um consenso sobre o que deve ser feito com o orçamento da família.
O maior obstáculo no planejamento das finanças de um casal, de fato, é a ausência do assunto “dinheiro” entre marido e mulher. O tabu de não poder falar desse assunto ainda é muito forte em nossa cultura. Além disso, há a crença, completamente equivocada, de que as finanças do casal devem ser separadas, com total independência de contas e planos. Essa crença resulta em lares divididos, pois os padrões de vida do casal evoluem em ritmos diferentes. Outro empecilho é a dificuldade em reconhecer que o companheiro pensa de forma diferente sobre dinheiro. Ao invés de buscar o meio-termo, tendemos a querer fazer com o que o outro pense, aja e planeje como nós.
Para reduzir os conflitos decorrentes do mau uso do dinheiro, o planejamento deveria ser feito sempre a dois. Isso não quer dizer que ambos devem ser planejadores, capazes de manipular planilhas e de discutir investimentos. Mas as decisões devem ser compartilhadas, as contas preferencialmente conjuntas e os investimentos também. Com contas separadas, pagamos o dobro de tarifas e perdemos em força de investimentos e de relacionamento. Independência sim, mas apenas naquela parte do orçamento correspondente aos gastos individuais.
Minha proposta aos casais é que cada um tenha a sua mesada para suprir suas necessidades individuais, preferencialmente igual à do companheiro, independentemente de quem ganha mais. A renda total deve ser destinada aos gastos da família e também a investimentos para se conquistar objetivos comuns, como a compra da casa, a aposentadoria, a faculdade dos filhos ou as férias anuais.
Quanto mais cedo o casal começar a pensar na aposentadoria, melhor. Guardar um percentual fixo todos os meses, durante um prazo programado, em investimentos selecionados para criar resultados no longo prazo, pode ser uma boa idéia. Investimentos conservadores são uma escolha prudente, mas não vão trazer resultados tão interessantes quanto os que seriam obtidos se o casal dedicasse tempo para buscar conhecimento sobre alternativas mais complexas. Já quem tem certeza de que não terá disciplina para isso deve optar por pacotes prontos, como um plano de previdência, por exemplo.
Cuidar das finanças exige muita paciência e dedicação, mas muita gente acaba desistindo no meio do caminho. Para evitar recaídas, o melhor caminho é o casal se unir em busca de sonhos definidos, ao invés de batalhar para construir simplesmente a chamada “reserva de emergência”. Para muitas pessoas, ainda é difícil canalizar esforços para projetos de longo prazo. Se você tiver de cortar alguns gastos de hoje para conquistar sua casa, uma renda digna na aposentadoria ou para viajar para o exterior a cada três anos, a motivação da conquista ajudará a suplantar a dificuldade do esforço diário. Todo sacrifício é suportável quando tem prazo para acabar e o objetivo é uma grande conquista pessoal.
Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e professor da Fundação Instituto de Administração (FIA - USP), sócio-diretor da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro e autor dos livros Dinheiro – Os segredos de quem tem e Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, e Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos pela Editora Gente.
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
SEJA PROTAGONISTA DE SUA HISTÓRIA
Seja protagonista de sua história
Pergunte-se o que almeja e descubra como se tornar de fato a personagem principal da sua vida
*TATIANA LAURENZA
O que faz com que muitas pessoas aprendam, se comprometam com o desenvolvimento e realizem mudanças, e outras não? Fiz esta pergunta ao analisar várias salas de treinamento com temas, consultores e atividades diferentes. Encontrei algumas respostas.
Confira:
A SOMBRA E A LUZ DE CADA UM
Observando, conheci indivíduos brilhantes, dispostos a um novo olhar, e isto me remete a uma dica: para aprender, você tem de estar disposto a fazer a viagem do autoconhecimento e, por vezes, se deparar com seu lado sombra, aquele que nos mostra o que não queremos ver de nós mesmos! Porém, é neste lado que habita os maiores tesouros e é nesta jornada que saímos da zona de conforto e criamos as grandes obras!
O EXERCÍCIO DE ESCOLHAS
O que faz a grande diferença no processo de crescimento é o comportamento que você escolhe ter, a abertura para o conhecimento, a experiência propriamente dita, para, assim, conseguir descobrir e desenvolver novas habilidades. E aí podemos optar por duas atitudes: sermos vítimas ou protagonistas da nossa vida.
VÍTIMA DE SI MESMA
A vítima sempre culpa o outro e, portanto, não tem a responsabilidade da mudança. Caso não dê certo, ela não teve nada a ver com isso! Geralmente, acha que uma coisa não vai dar certo e evita se arriscar. Seu pensamento é: o outro é quem tem de mudar, mas esquece que não temos o poder de transformar o outro, caso ele não queira.
PROTAGONISTA DA PRÓPRIA VIDA
O protagonista tem em suas mãos as rédeas na condução de sua vida. Ele se vê dentro da experiência e pode encontrar nesta forma de atuação novas possibilidades e oportunidades de ser e criar. Com esta dinâmica, compreende as coisas como elas são e consegue tirar proveito da vivência integralmente. Ele muda a realidade ou muda para se experimentar de outra maneira.
O CÉU É O LIMITE
O treinamento é um momento de reflexão, então, pergunte-se: qual é meu propósito aqui? E, quando o desânimo bater à sua porta, identifi - que quais destes inimigos está atrapalhando:
1. A cegueira - a respeito da própria incompetência. Não querer ver o não saber;
2. O medo de se ver e expor sua ignorância;
3. A vergonha de mostrar a incompetência;
4. A tentação de se posicionar como vítima;
5. O orgulho que impede de pedir ajuda e instrução;
6. A arrogância de acreditar ou pretender que já sabe;
7. A preguiça de praticar o novo, querer se manter na zona de conforto;
8. A impaciência por querer resultados rápidos;
9. A desconfi ança do instrutor ou de si mesmo;
10. O desânimo e a confusão do aprendiz perante os obstáculos.
* TATIANA LAURENZA É PSICÓLOGA, COACHING, ANALISTA QUÂNTICA E ATUA NA ÁREA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO HUMANO
fonte: REVISTA VIDA EXECUTIVA - FEVEREIRO/2007
Pergunte-se o que almeja e descubra como se tornar de fato a personagem principal da sua vida
*TATIANA LAURENZA
O que faz com que muitas pessoas aprendam, se comprometam com o desenvolvimento e realizem mudanças, e outras não? Fiz esta pergunta ao analisar várias salas de treinamento com temas, consultores e atividades diferentes. Encontrei algumas respostas.
Confira:
A SOMBRA E A LUZ DE CADA UM
Observando, conheci indivíduos brilhantes, dispostos a um novo olhar, e isto me remete a uma dica: para aprender, você tem de estar disposto a fazer a viagem do autoconhecimento e, por vezes, se deparar com seu lado sombra, aquele que nos mostra o que não queremos ver de nós mesmos! Porém, é neste lado que habita os maiores tesouros e é nesta jornada que saímos da zona de conforto e criamos as grandes obras!
O EXERCÍCIO DE ESCOLHAS
O que faz a grande diferença no processo de crescimento é o comportamento que você escolhe ter, a abertura para o conhecimento, a experiência propriamente dita, para, assim, conseguir descobrir e desenvolver novas habilidades. E aí podemos optar por duas atitudes: sermos vítimas ou protagonistas da nossa vida.
VÍTIMA DE SI MESMA
A vítima sempre culpa o outro e, portanto, não tem a responsabilidade da mudança. Caso não dê certo, ela não teve nada a ver com isso! Geralmente, acha que uma coisa não vai dar certo e evita se arriscar. Seu pensamento é: o outro é quem tem de mudar, mas esquece que não temos o poder de transformar o outro, caso ele não queira.
PROTAGONISTA DA PRÓPRIA VIDA
O protagonista tem em suas mãos as rédeas na condução de sua vida. Ele se vê dentro da experiência e pode encontrar nesta forma de atuação novas possibilidades e oportunidades de ser e criar. Com esta dinâmica, compreende as coisas como elas são e consegue tirar proveito da vivência integralmente. Ele muda a realidade ou muda para se experimentar de outra maneira.
O CÉU É O LIMITE
O treinamento é um momento de reflexão, então, pergunte-se: qual é meu propósito aqui? E, quando o desânimo bater à sua porta, identifi - que quais destes inimigos está atrapalhando:
1. A cegueira - a respeito da própria incompetência. Não querer ver o não saber;
2. O medo de se ver e expor sua ignorância;
3. A vergonha de mostrar a incompetência;
4. A tentação de se posicionar como vítima;
5. O orgulho que impede de pedir ajuda e instrução;
6. A arrogância de acreditar ou pretender que já sabe;
7. A preguiça de praticar o novo, querer se manter na zona de conforto;
8. A impaciência por querer resultados rápidos;
9. A desconfi ança do instrutor ou de si mesmo;
10. O desânimo e a confusão do aprendiz perante os obstáculos.
* TATIANA LAURENZA É PSICÓLOGA, COACHING, ANALISTA QUÂNTICA E ATUA NA ÁREA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO HUMANO
fonte: REVISTA VIDA EXECUTIVA - FEVEREIRO/2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
COACHING - UM OLHAR SOBRE SI MESMO
Executivos procuram cada vez mais os serviços do coach para descobrir suas qualidades e defeitos. Você deixaria de fazer consultas sobre as suas dúvidas com o travesseiro para fazê-las com um desconhecido chamado de coach?
Parece estranho, mas o instrutor se transformou no novo investimento de muitos executivos. Talvez o seu chefe, ou um colega de trabalho, tenha escapulido alguma vez de uma reunião com a desculpa de que tinha de ver o seu coach. Comece a se acostumar. Um número cada vez maior de executivos requer os serviços de um profissional que lhes ajude tirar o máximo de si mesmo. Não se trata de um mentor, nem tampouco de um amigo ou psicólogo. É um coach (instrutor). Esta figura surgiu nos Estados Unidos há mais de duas décadas e agora não há executivo que preze que não tenha freqüentado uma sessão de coaching.
Na Espanha, país em que se conhece este serviço há apenas alguns anos, esse profissional ainda não está tão divulgado, e nem é tão profissionalizado. Nos Estados Unidos existem várias escolas formadoras de coach (a mais popular é a International Coach Federation). Já na Espanha, o número de coaches portadores de diploma é pequeno em comparação com todos os que dizem sê-lo e exercem essa atividade - a maioria é composta de ex-executivos de grandes empresas, ou professores de faculdades de administração de empresa.
Segundo Eva López-Acevedo, diretora executiva da Escola Européia de Coaching, que prepara os futuros instrutores de executivos, "ainda estamos muito longe do que acontece nos Estados Unidos. Mas as empresas na Espanha que já travaram conhecimento com o coaching perceberam sua importância para o desenvolvimento do profissional".
Altos executivos de bancos como BBVA, Santander ou Banesto, de empresas fabricantes de produtos farmacêuticos como Glaxo ou Pfizer e da empresa de telecomunicações Vodafone, entre outras, já sabem o que é contar com um coach.
A moda da assessoria pessoal chegou também à televisão. A cadeia Quatro, controlada pela Sogecable, transmite um reality show chamado "A Casa de Cristal", no qual seis mulheres convivem em uma casa sob a orientação de um coach que elabora os objetivos de cada uma delas.
É muito difícil que dois executivos tenham a mesma opinião ao responder à pergunta: para que serve o coach? Cada experiência dá uma resposta diferente. Encarna Guirao, diretora de Recursos Humanos da empresa de alimentação Hero, diz que "é uma forma de corrigir os seus erros". Javier García, diretor de comunicações da Telefónica Móviles, afirma que serviu para que "melhorasse as relações com minha equipe". O coach não sugere fórmulas mágicas para sua gestão. O seu trabalho principal parece ser o de que cada um pesquise e reflita sobre o seu dia-a-dia e sobre a forma de se relacionar com o seu trabalho, segundo descrevem muitos executivos que assistiram a sessões de coaching. Muitas vezes, o coach nem sequer opina. O seu trabalho é fazer as perguntas básicas ao seu pupilo, ou formular pautas para reflexão.
Em sessões que costumam durar uma hora e meia e são realizadas a cada duas semanas (segundo o esquema habitual), a pessoa assessorada fala 90% do tempo. Ele mesmo olha para dentro de si para enxergar suas fraquezas, decide como melhorar suas carências e se propõe atingir uma série de metas. O coach se limita a fazer uma pergunta de vez em quando e a vigiar que o executivo cumpra, entre uma sessão e outra, os objetivos a que se propôs.
"As metas devem ser simples para que o executivo as cumpra sem problemas", diz Roberta Vicente, coach da consultoria de recursos humanos Instituto de Liderança. Desta forma, se o executivo decidir que quer superar sua timidez, o seu desafio pode consistir em tomar café todas as manhãs com sua equipe, por exemplo. Ou, se quer administrar melhor seu tempo, sua meta pode ser reduzir o tempo das reuniões.
Um dos problemas que assinalam alguns executivos que passaram por este processo é que em algumas ocasiões surgem assuntos estritamente pessoais. De fato, alguns se mostram muito reticentes em contar sua experiência no coaching já que, por exemplo, segundo uma delas, "foi uma experiência em que saíram histórias íntimas". "Não é de se estranhar que entre os aspirantes a coach o número de psicólogos esteja em alta.
O coach pode chegar a cobrar mil € 1 mil por uma sessão de uma hora e meia. "Minha empresa gasta mais de 150 mil das antigas pesetas para que conte minha vida a um tio que não conheço!", pensará mais de um. Mas esse valor é até considerado baixo em comparação com a forma de cotar esta profissão no outro lado do oceano: um coach pode chegar a cobrar até € 6 mil por uma sessão de uma hora e meia nos Estados Unidos.
É praticamente impossível medir de modo quantitativo o retorno do investimento no instrutor de executivos. Segundo o diretor de desenvolvimento executivo da companhia, Bridgette Robinson, a experiência foi tão positiva que "estes trabalhadores têm mais possibilidades de conseguir uma ascensão do que os que não participaram do processo".
"Óscar Sánchez, diretor de zona do Banesto, começou com o seu coach em junho de 2005 quando era diretor de sucursal. Mal concluiu o processo, que durou 10 meses, Sánchez foi promovido ao seu posto atual. "Sei que a visão que tinha do meu pessoal na empresa mudou em decorrência do que aprendi no processo, e ajudou na minha promoção", afirma o executivo. O caso de Sánchez é uma exceção.
Segundo María García Ruiz, diretora da Capital Humano, da Creade, filial da consultoria de recursos humanos Adecco e membro do conselho de administração da Associação Espanhola de Coaching e Consultoria de Processos, "o modo de medir a utilidade deste processo são as opiniões dos companheiros de coachee (pessoa que recebem o coaching".
Gazeta Mercantil - 25/01/2007
Parece estranho, mas o instrutor se transformou no novo investimento de muitos executivos. Talvez o seu chefe, ou um colega de trabalho, tenha escapulido alguma vez de uma reunião com a desculpa de que tinha de ver o seu coach. Comece a se acostumar. Um número cada vez maior de executivos requer os serviços de um profissional que lhes ajude tirar o máximo de si mesmo. Não se trata de um mentor, nem tampouco de um amigo ou psicólogo. É um coach (instrutor). Esta figura surgiu nos Estados Unidos há mais de duas décadas e agora não há executivo que preze que não tenha freqüentado uma sessão de coaching.
Na Espanha, país em que se conhece este serviço há apenas alguns anos, esse profissional ainda não está tão divulgado, e nem é tão profissionalizado. Nos Estados Unidos existem várias escolas formadoras de coach (a mais popular é a International Coach Federation). Já na Espanha, o número de coaches portadores de diploma é pequeno em comparação com todos os que dizem sê-lo e exercem essa atividade - a maioria é composta de ex-executivos de grandes empresas, ou professores de faculdades de administração de empresa.
Segundo Eva López-Acevedo, diretora executiva da Escola Européia de Coaching, que prepara os futuros instrutores de executivos, "ainda estamos muito longe do que acontece nos Estados Unidos. Mas as empresas na Espanha que já travaram conhecimento com o coaching perceberam sua importância para o desenvolvimento do profissional".
Altos executivos de bancos como BBVA, Santander ou Banesto, de empresas fabricantes de produtos farmacêuticos como Glaxo ou Pfizer e da empresa de telecomunicações Vodafone, entre outras, já sabem o que é contar com um coach.
A moda da assessoria pessoal chegou também à televisão. A cadeia Quatro, controlada pela Sogecable, transmite um reality show chamado "A Casa de Cristal", no qual seis mulheres convivem em uma casa sob a orientação de um coach que elabora os objetivos de cada uma delas.
É muito difícil que dois executivos tenham a mesma opinião ao responder à pergunta: para que serve o coach? Cada experiência dá uma resposta diferente. Encarna Guirao, diretora de Recursos Humanos da empresa de alimentação Hero, diz que "é uma forma de corrigir os seus erros". Javier García, diretor de comunicações da Telefónica Móviles, afirma que serviu para que "melhorasse as relações com minha equipe". O coach não sugere fórmulas mágicas para sua gestão. O seu trabalho principal parece ser o de que cada um pesquise e reflita sobre o seu dia-a-dia e sobre a forma de se relacionar com o seu trabalho, segundo descrevem muitos executivos que assistiram a sessões de coaching. Muitas vezes, o coach nem sequer opina. O seu trabalho é fazer as perguntas básicas ao seu pupilo, ou formular pautas para reflexão.
Em sessões que costumam durar uma hora e meia e são realizadas a cada duas semanas (segundo o esquema habitual), a pessoa assessorada fala 90% do tempo. Ele mesmo olha para dentro de si para enxergar suas fraquezas, decide como melhorar suas carências e se propõe atingir uma série de metas. O coach se limita a fazer uma pergunta de vez em quando e a vigiar que o executivo cumpra, entre uma sessão e outra, os objetivos a que se propôs.
"As metas devem ser simples para que o executivo as cumpra sem problemas", diz Roberta Vicente, coach da consultoria de recursos humanos Instituto de Liderança. Desta forma, se o executivo decidir que quer superar sua timidez, o seu desafio pode consistir em tomar café todas as manhãs com sua equipe, por exemplo. Ou, se quer administrar melhor seu tempo, sua meta pode ser reduzir o tempo das reuniões.
Um dos problemas que assinalam alguns executivos que passaram por este processo é que em algumas ocasiões surgem assuntos estritamente pessoais. De fato, alguns se mostram muito reticentes em contar sua experiência no coaching já que, por exemplo, segundo uma delas, "foi uma experiência em que saíram histórias íntimas". "Não é de se estranhar que entre os aspirantes a coach o número de psicólogos esteja em alta.
O coach pode chegar a cobrar mil € 1 mil por uma sessão de uma hora e meia. "Minha empresa gasta mais de 150 mil das antigas pesetas para que conte minha vida a um tio que não conheço!", pensará mais de um. Mas esse valor é até considerado baixo em comparação com a forma de cotar esta profissão no outro lado do oceano: um coach pode chegar a cobrar até € 6 mil por uma sessão de uma hora e meia nos Estados Unidos.
É praticamente impossível medir de modo quantitativo o retorno do investimento no instrutor de executivos. Segundo o diretor de desenvolvimento executivo da companhia, Bridgette Robinson, a experiência foi tão positiva que "estes trabalhadores têm mais possibilidades de conseguir uma ascensão do que os que não participaram do processo".
"Óscar Sánchez, diretor de zona do Banesto, começou com o seu coach em junho de 2005 quando era diretor de sucursal. Mal concluiu o processo, que durou 10 meses, Sánchez foi promovido ao seu posto atual. "Sei que a visão que tinha do meu pessoal na empresa mudou em decorrência do que aprendi no processo, e ajudou na minha promoção", afirma o executivo. O caso de Sánchez é uma exceção.
Segundo María García Ruiz, diretora da Capital Humano, da Creade, filial da consultoria de recursos humanos Adecco e membro do conselho de administração da Associação Espanhola de Coaching e Consultoria de Processos, "o modo de medir a utilidade deste processo são as opiniões dos companheiros de coachee (pessoa que recebem o coaching".
Gazeta Mercantil - 25/01/2007
O BOM fEEDBACK
O bom feedback
Por Fabiana Corrêa
O presidente da Korn Ferry no Brasil, Sergio Averbach, dá dicas de como tirar o melhor no momento do feedback. À frente de uma das maiores empresas de recrutamento de executivos do mundo, ele dá aqui dicas que servem para quem está começando e também para quem está no topo. O executivo, parceiro da VOCÊ S/A no programa CEO do Futuro, que busca jovens profissionais de talento, recomenda que os candidatos a líder façam essa tarefa regularmente. "Buscar devolutivas é algo que precisa ser constante em qualquer carreira e em qualquer momento", diz. "Pouquíssimos profissionais nascem prontos para serem líderes.
A maioria tem que se esforçar muito para desenvolver as habilidades certas. E isso passa por ter bom feedback sempre, seja do chefe, dos pares ou subordinados."
Veja algumas dicas práticas e leia uma entrevista completa com Sergio Averbach na VOCÊ S/A de fevereiro.
1. Comece com as perguntas certas, aquelas que realmente renderão respostas que irão guiá-lo para mudar e melhorar o que não está bom. Quem busca isso sistematicamente acaba percebendo quais são as melhores maneiras de perguntar o que interessa para sua carreira
2. Peça ao seu interlocutor que fale a verdade, mesmo que doa dizer. Ou a você ouvir. Diga a ele que está realmente disposto a aceitar.
3. Peça também que dê exemplos de comportamento que podem ser mudados.
4. Esteja certo que você entendeu com clareza cristalina o que foi dito por quem está dando o feedback. Para isso, repita o que ouviu e pergunte se foi isso mesmo o que ele quis dizer. "Se não ficar extremamente claro, você pode se esforçar para mudar o que não é necessário", diz Sérgio.
5. Você não precisa concordar com o que ouviu, mas não responda ou retruque. Guarde o que pensa sobre as respostas, baixe a guarda e veja o que pode começar a aplicar no seu dia-a-dia
6. Anote tudo sempre. Tenha um caderno só para isso e escreva quem deu o feedback e quando.
7. Por fim, eleja as prioridades. Veja o que é mais importante desenvolver primeiro.
Fonte: VocÊ S/A
Por Fabiana Corrêa
O presidente da Korn Ferry no Brasil, Sergio Averbach, dá dicas de como tirar o melhor no momento do feedback. À frente de uma das maiores empresas de recrutamento de executivos do mundo, ele dá aqui dicas que servem para quem está começando e também para quem está no topo. O executivo, parceiro da VOCÊ S/A no programa CEO do Futuro, que busca jovens profissionais de talento, recomenda que os candidatos a líder façam essa tarefa regularmente. "Buscar devolutivas é algo que precisa ser constante em qualquer carreira e em qualquer momento", diz. "Pouquíssimos profissionais nascem prontos para serem líderes.
A maioria tem que se esforçar muito para desenvolver as habilidades certas. E isso passa por ter bom feedback sempre, seja do chefe, dos pares ou subordinados."
Veja algumas dicas práticas e leia uma entrevista completa com Sergio Averbach na VOCÊ S/A de fevereiro.
1. Comece com as perguntas certas, aquelas que realmente renderão respostas que irão guiá-lo para mudar e melhorar o que não está bom. Quem busca isso sistematicamente acaba percebendo quais são as melhores maneiras de perguntar o que interessa para sua carreira
2. Peça ao seu interlocutor que fale a verdade, mesmo que doa dizer. Ou a você ouvir. Diga a ele que está realmente disposto a aceitar.
3. Peça também que dê exemplos de comportamento que podem ser mudados.
4. Esteja certo que você entendeu com clareza cristalina o que foi dito por quem está dando o feedback. Para isso, repita o que ouviu e pergunte se foi isso mesmo o que ele quis dizer. "Se não ficar extremamente claro, você pode se esforçar para mudar o que não é necessário", diz Sérgio.
5. Você não precisa concordar com o que ouviu, mas não responda ou retruque. Guarde o que pensa sobre as respostas, baixe a guarda e veja o que pode começar a aplicar no seu dia-a-dia
6. Anote tudo sempre. Tenha um caderno só para isso e escreva quem deu o feedback e quando.
7. Por fim, eleja as prioridades. Veja o que é mais importante desenvolver primeiro.
Fonte: VocÊ S/A
sábado, fevereiro 03, 2007
Noticia veiculada no site da THE TALK CLUB - Assessoria de Imprensa e Comunicação Empresarial
Coach internacional comanda os “Jogos de Marketing” na I Semana de Negócios e Comunicação
15/01/2007
A coach internacional Ada Maria de Assis e Silva vai realizar os “Jogos de Marketing” no segundo dia da I Semana de Negócios e Comunicação, que acontece no lounge do Diário da Região entre os dias 06 e 08 de fevereiro.
Segundo a coach, os jogos não têm nada a ver com perder ou ganhar, já que é grande o risco de quem perde o jogo também perder o estímulo e a confiança em si mesmo e isso com certeza não é o objetivo.
“Vou realizar dinâmicas em grupo e aplicar ferramentas do curso de coaching, como: quebra-cabeças, peças de PNL tudo de forma lúdica”, explica a Coach.
O objetivo dos Jogos é que através do entrosamento todos os participantes comecem a planejar a vida pessoal e profissional, é que percebam o quanto são capazes de concretizar todas as metas impostas por eles mesmos, e fazendo isso coletivamente um aprende com o outro.
“O ideal é que os participantes da Roda de Negócios, que acontece no dia 08, também participem dos Jogos de Marketing, pois assim a probabilidade de promover um networking completo é bem maior. Estreitar os laços antes de fechar negócios, torna as coisas mais simples e ágeis”, acrescenta Ada.
O marketing significa muito para a coach: “Como diz a tradução da palavra que quer dizer “mercado”, eu penso que o marketing é nada mais que ferramentas para crescer e se manter sólido neste mercado, sabendo posicionar-se através de planejamento e não deixando de avaliar o que dá certo e o que dá errado, e estar pronto a qualquer hora para mudar para melhor”.
Ela confessa, que não vai deixar de trabalhar aspectos pessoais dentro das dinâmicas como: personalidade, hábitos, crenças e etc., , pois isso está ligado ao trabalho, às atitudes que a pessoa tem na empresa, com os funcionários, com o marketing enfim, precisa ser discutido.
Além dos Jogos de Marketing, serão realizadas no primeiro dia de evento palestras na área de Comunicação, com os temas: Publicidade e Propaganda ministrada por Marcos Montenegro, que já foi diretor comercial do Diário da Região e hoje assume o cargo de diretor de atendimento da Lumiére Propaganda em Araraquara, e “Assessoria de Imprensa e Eventos: Ferramentas de Comunicação”, ministrada por Soraia Ascari, coordenadora de núcleo da empresa paulistana RP1, ela atende clientes como: Motorola, Swatch Group, Casa Cor, entre outros.
O evento será encerrado no dia 08, com a Roda de Negócios, uma excelente oportunidade para fazer contatos e fechar negócios, onde qualquer profissional pode participar e tem a chance de conhecer diversos ramos do mercado em um dia, algo que demoraria muito tempo para conseguir.
A verba arrecadada será revertida para a Associação de Rotarianos Rio-Pretenses, responsável por importantes projetos sócio-ambientais, como exemplo o Rio Preto mais Verde.
As inscrições já estão abertas pelo telefone: (17) 3236-8705
Serviço:
Lounge do Diário da RegiãoAvenida Feliciano Sales Cunha, 1515, Distrito IndustrialDias : 06, 07 e 08 de fevereiro
Programação:
Dia 06: a partir das 18:30h – Palestras nas áreas de Comunicação
Dia 07: a partir das 18:30h – Jogos de Marketing
Dia 08: a partir das 16:00h – Roda de Negócios
Investimento:
Rodada, Palestras e Jogos de Marketing: R$200.Somente as palestras* - R$50Somente os jogos- R$80Somente a Rodada - R$100***estudantes e comunicólogos: R$25**Será permitida apenas duas pessoas por classificação profissional
Mais informações:
The Talk Club Assessoria de Imprensa
(17) 3236-8705
15/01/2007
A coach internacional Ada Maria de Assis e Silva vai realizar os “Jogos de Marketing” no segundo dia da I Semana de Negócios e Comunicação, que acontece no lounge do Diário da Região entre os dias 06 e 08 de fevereiro.
Segundo a coach, os jogos não têm nada a ver com perder ou ganhar, já que é grande o risco de quem perde o jogo também perder o estímulo e a confiança em si mesmo e isso com certeza não é o objetivo.
“Vou realizar dinâmicas em grupo e aplicar ferramentas do curso de coaching, como: quebra-cabeças, peças de PNL tudo de forma lúdica”, explica a Coach.
O objetivo dos Jogos é que através do entrosamento todos os participantes comecem a planejar a vida pessoal e profissional, é que percebam o quanto são capazes de concretizar todas as metas impostas por eles mesmos, e fazendo isso coletivamente um aprende com o outro.
“O ideal é que os participantes da Roda de Negócios, que acontece no dia 08, também participem dos Jogos de Marketing, pois assim a probabilidade de promover um networking completo é bem maior. Estreitar os laços antes de fechar negócios, torna as coisas mais simples e ágeis”, acrescenta Ada.
O marketing significa muito para a coach: “Como diz a tradução da palavra que quer dizer “mercado”, eu penso que o marketing é nada mais que ferramentas para crescer e se manter sólido neste mercado, sabendo posicionar-se através de planejamento e não deixando de avaliar o que dá certo e o que dá errado, e estar pronto a qualquer hora para mudar para melhor”.
Ela confessa, que não vai deixar de trabalhar aspectos pessoais dentro das dinâmicas como: personalidade, hábitos, crenças e etc., , pois isso está ligado ao trabalho, às atitudes que a pessoa tem na empresa, com os funcionários, com o marketing enfim, precisa ser discutido.
Além dos Jogos de Marketing, serão realizadas no primeiro dia de evento palestras na área de Comunicação, com os temas: Publicidade e Propaganda ministrada por Marcos Montenegro, que já foi diretor comercial do Diário da Região e hoje assume o cargo de diretor de atendimento da Lumiére Propaganda em Araraquara, e “Assessoria de Imprensa e Eventos: Ferramentas de Comunicação”, ministrada por Soraia Ascari, coordenadora de núcleo da empresa paulistana RP1, ela atende clientes como: Motorola, Swatch Group, Casa Cor, entre outros.
O evento será encerrado no dia 08, com a Roda de Negócios, uma excelente oportunidade para fazer contatos e fechar negócios, onde qualquer profissional pode participar e tem a chance de conhecer diversos ramos do mercado em um dia, algo que demoraria muito tempo para conseguir.
A verba arrecadada será revertida para a Associação de Rotarianos Rio-Pretenses, responsável por importantes projetos sócio-ambientais, como exemplo o Rio Preto mais Verde.
As inscrições já estão abertas pelo telefone: (17) 3236-8705
Serviço:
Lounge do Diário da RegiãoAvenida Feliciano Sales Cunha, 1515, Distrito IndustrialDias : 06, 07 e 08 de fevereiro
Programação:
Dia 06: a partir das 18:30h – Palestras nas áreas de Comunicação
Dia 07: a partir das 18:30h – Jogos de Marketing
Dia 08: a partir das 16:00h – Roda de Negócios
Investimento:
Rodada, Palestras e Jogos de Marketing: R$200.Somente as palestras* - R$50Somente os jogos- R$80Somente a Rodada - R$100***estudantes e comunicólogos: R$25**Será permitida apenas duas pessoas por classificação profissional
Mais informações:
The Talk Club Assessoria de Imprensa
(17) 3236-8705
domingo, janeiro 28, 2007
NOVA CONQUISTA
Nota publicada no Diário da Região - Jornal São José do Rio Preto - 25/01/2007
Coluna Social - Nenê Honsi
Nova conquista
A rio-pretense Ada Maria de Assis e Silva, “Coach” internacional, foi uma das escolhidas para fazer parte de um grupo seleto - e bota seleto nisso: contabiliza apenas sete figuras no Brasil e 12 no mundo inteiro. A coluna explica. Ada participou do curso “Trainers Training Advanced Coaching Skills”, realizado pela Lambent do Brasil, presidida por Joseph O’Connors, cujo objetivo era selecionar três treinadores capacitados para ministrar palestras, cursos e treinamentos no Brasil e no mundo. E ela foi uma das sete. E é a própria Ada que define o que é o “coaching”: a habilidade de ajudar as pessoas a analisar sua satisfação em relação à vida, definir metas claras, entender o que é preciso ser feito para identificar e mudar suas crenças limitantes.
Coluna Social - Nenê Honsi
Nova conquista
A rio-pretense Ada Maria de Assis e Silva, “Coach” internacional, foi uma das escolhidas para fazer parte de um grupo seleto - e bota seleto nisso: contabiliza apenas sete figuras no Brasil e 12 no mundo inteiro. A coluna explica. Ada participou do curso “Trainers Training Advanced Coaching Skills”, realizado pela Lambent do Brasil, presidida por Joseph O’Connors, cujo objetivo era selecionar três treinadores capacitados para ministrar palestras, cursos e treinamentos no Brasil e no mundo. E ela foi uma das sete. E é a própria Ada que define o que é o “coaching”: a habilidade de ajudar as pessoas a analisar sua satisfação em relação à vida, definir metas claras, entender o que é preciso ser feito para identificar e mudar suas crenças limitantes.
segunda-feira, janeiro 15, 2007
I SEMANA DE NEGÓCIOS E COMUNICAÇÃO
Publicitário e professor, Marcos Montenegro ministra palestra na I Semana de Negócios e Comunicação
08/01/2007
A I Semana de Negócios e Comunicação, que acontece entre os dias 06 e 08 de Fevereiro, no lounge do Diário da Região, traz o publicitário Marcos Montenegro Isern, da cidade de Araraquara, para ministrar palestra no primeiro dia de evento. Atualmente Marcos é diretor da agência Lumiére Propaganda, mas já viveu experiências profissionais em Rio Preto, como gerente comercial do Diário da Região e da Folha de São Paulo Regional.
Segundo Marcos, o atual mercado publicitário rio-pretense passou por uma crise este ano, assim como o de todo o país, devido à redução de verbas as agencias tiveram que aprender a gerar resultados positivos para o cliente com menos dinheiro em caixa. “Acredito que Rio Preto e região possuem grande potencial empresarial, e estão passando por um processo de expansão, mesmo em meio a crise, que envolveu baixo crescimento econômico, escândalos políticos e até o mau desempenho do Brasil na Copa, fatores que prejudicaram muito a publicidade”, explica.
Ele acredita que este ano, as coisas podem melhorar, mas para o mercado receber isso de forma preparada, o meio publicitário deve estar devidamente estruturado, atuando com profissionais capacitados e trabalhando de maneira estratégica. “Falo muito sobre a estratégica, e aproveito para dar uma dica para os que estão começando: Muitos pensam que publicidade e propaganda é só criatividade, e tudo é uma maravilha, no entanto isso não é verdade, hoje em dia nenhuma agência anda sem a técnica, que consiste em um bom planejamento financeiro, atendimento ao cliente, pesquisa e mídia, por isso muitos não vão pra frente”, aconselha Marcos.
O publicitário que vive há 4 anos em Araraquara, já morou 7 em Rio Preto, e confessa que nesta cidade aprendeu muito e cresceu profissionalmente. Além de tudo também é professor em universidades, em cursos de graduação e pós. “Espero encontrar neste evento muitos universitários, pois é extremamente importante que conheçam desde já o cenário em que vão trabalhar”.
Além da palestra de publicidade, a I Semana de Negócios e Comunicação traz também o tema Assessoria de Imprensa, do qual Soraia Ascari, coordenadora da agência RP1 Comunicação, vai falar. Ela já atendeu clientes como: Hugo Boss, Hopi Hari, Calvin Klein e Editora Abril.
O evento também conta com os jogos de Marketing da coach internacional Ada Maria de Assis e Silva, e a Roda de Negócios, que é um encontro entre profissionais de diversas áreas, que trocam contatos e referencias entre si, um network, onde negócios podem ser fechados, parecerias concretizadas e serviços contratados.
As inscrições já estão abertas pelo telefone: (17) 3236-8705
Serviço:Lounge do Diário da Região
Avenida Feliciano Sales Cunha, 1515, Distrito Industrial
Dias : 06, 07 e 08 de fevereiro
Mais informações:
The Talk Club Assessoria de Imprensa(17) 3236-8705
08/01/2007
A I Semana de Negócios e Comunicação, que acontece entre os dias 06 e 08 de Fevereiro, no lounge do Diário da Região, traz o publicitário Marcos Montenegro Isern, da cidade de Araraquara, para ministrar palestra no primeiro dia de evento. Atualmente Marcos é diretor da agência Lumiére Propaganda, mas já viveu experiências profissionais em Rio Preto, como gerente comercial do Diário da Região e da Folha de São Paulo Regional.
Segundo Marcos, o atual mercado publicitário rio-pretense passou por uma crise este ano, assim como o de todo o país, devido à redução de verbas as agencias tiveram que aprender a gerar resultados positivos para o cliente com menos dinheiro em caixa. “Acredito que Rio Preto e região possuem grande potencial empresarial, e estão passando por um processo de expansão, mesmo em meio a crise, que envolveu baixo crescimento econômico, escândalos políticos e até o mau desempenho do Brasil na Copa, fatores que prejudicaram muito a publicidade”, explica.
Ele acredita que este ano, as coisas podem melhorar, mas para o mercado receber isso de forma preparada, o meio publicitário deve estar devidamente estruturado, atuando com profissionais capacitados e trabalhando de maneira estratégica. “Falo muito sobre a estratégica, e aproveito para dar uma dica para os que estão começando: Muitos pensam que publicidade e propaganda é só criatividade, e tudo é uma maravilha, no entanto isso não é verdade, hoje em dia nenhuma agência anda sem a técnica, que consiste em um bom planejamento financeiro, atendimento ao cliente, pesquisa e mídia, por isso muitos não vão pra frente”, aconselha Marcos.
O publicitário que vive há 4 anos em Araraquara, já morou 7 em Rio Preto, e confessa que nesta cidade aprendeu muito e cresceu profissionalmente. Além de tudo também é professor em universidades, em cursos de graduação e pós. “Espero encontrar neste evento muitos universitários, pois é extremamente importante que conheçam desde já o cenário em que vão trabalhar”.
Além da palestra de publicidade, a I Semana de Negócios e Comunicação traz também o tema Assessoria de Imprensa, do qual Soraia Ascari, coordenadora da agência RP1 Comunicação, vai falar. Ela já atendeu clientes como: Hugo Boss, Hopi Hari, Calvin Klein e Editora Abril.
O evento também conta com os jogos de Marketing da coach internacional Ada Maria de Assis e Silva, e a Roda de Negócios, que é um encontro entre profissionais de diversas áreas, que trocam contatos e referencias entre si, um network, onde negócios podem ser fechados, parecerias concretizadas e serviços contratados.
As inscrições já estão abertas pelo telefone: (17) 3236-8705
Serviço:Lounge do Diário da Região
Avenida Feliciano Sales Cunha, 1515, Distrito Industrial
Dias : 06, 07 e 08 de fevereiro
Mais informações:
The Talk Club Assessoria de Imprensa(17) 3236-8705
quinta-feira, janeiro 11, 2007
QUAL É A FILOSOFIA BÁSICA DO COACHING?
Qual é a filosofia básica do coaching?
Há alguns princípios:
1. Todos os seres humanos sonham com a possibilidade de se satisfazerem e merecem a oportunidade de o fazer da melhor forma possível.
2. As pessoas criam a sua própria experiência de vida e um coach pode ajudá-las a criar a que realmente querem.
3. A compreensão intelectual não é suficiente. Uma mudanças requer uma ação.
4. O fracasso é algo que não existe. Se você não consegue o que quer, você encontra outra maneira. Fracasso é apenas uma maneira a curto-prazo de dizer que você não conseguiu alcançar o que queria.... ainda.
5. Todo mundo tem todos os recursos necessários ou então pode criá-los. Não existe ninguém que não tenha esses recursos. O cliente tem as respostas, o coach, as perguntas.
6. Um coach trabalha para aumentar a quantidade de escolhas na vida do cliente.
7. O Coaching é uma parceria sinérgica e eqüitativa.
Fonte : www.internationalcoachingcommunity.com
Há alguns princípios:
1. Todos os seres humanos sonham com a possibilidade de se satisfazerem e merecem a oportunidade de o fazer da melhor forma possível.
2. As pessoas criam a sua própria experiência de vida e um coach pode ajudá-las a criar a que realmente querem.
3. A compreensão intelectual não é suficiente. Uma mudanças requer uma ação.
4. O fracasso é algo que não existe. Se você não consegue o que quer, você encontra outra maneira. Fracasso é apenas uma maneira a curto-prazo de dizer que você não conseguiu alcançar o que queria.... ainda.
5. Todo mundo tem todos os recursos necessários ou então pode criá-los. Não existe ninguém que não tenha esses recursos. O cliente tem as respostas, o coach, as perguntas.
6. Um coach trabalha para aumentar a quantidade de escolhas na vida do cliente.
7. O Coaching é uma parceria sinérgica e eqüitativa.
Fonte : www.internationalcoachingcommunity.com
quinta-feira, janeiro 04, 2007
COMPROMETIMENTO - MATÉRIA PUBLICADA NO DIÁRIO DA REGIÃO EM 04/01/2007
Comprometimento é única forma de se obter sucesso
São José do Rio Preto, 4 de janeiro de 2007
Cecília Dionizio
Só sabe o e é ser feliz, quem nunca teve medo de se comprometer de verdade com a vida, em todos os seus relevos. Isto mesmo, uma palavra simples mas que traz em si um apanhado de dados que dão exata dimensão do sentimento que provoca em quem foi à luta e envolveu não apenas ação, mas sentiu a emoção e conseqüentemente vibra com o resultado das conquistas. “Antes de nos comprometer com algo ou com alguém precisamos estar conscientes de quais objetivos pretendemos alcançar, se temos condições intelectuais e, principalmente, emocionais para cumprir com o que foi prometido”, afirma a coach Ada Maria de Assis e Silva, membro da International Coaching Community e gestora de negócios, em Rio Preto. Para Ada, estar informado do que deve ser feito não é suficiente para que haja o real comprometimento. “O surgimento de uma pessoa comprometida está intimamente ligado à sua genética e caráter, seus valores e sua educação familiar, sua educação na escola e sua consciência a respeito do mundo como um todo”, diz.
A coach observa que para uma criança crescer com alguma consciência é preciso que a família fale e aja, com comprometimento com horários, prazos, o próximo, a preservação da natureza, a consciência cidadã e política. E isto nada tem a ver com conferir resultados após uma pressão exaustiva, pois isto só vai levar a mesma a ter, por exemplo, mais dificuldade, seja de estudar, trabalhar em grupo e até mesmo a ser uma pessoa desmotivada. Embora não se conheçam pesquisas específicas, o fato é que nos adultos, naturalmente, se observa que as mulheres são mais comprometidas do que os homens, em alguns aspectos. Ada lembra que basta ver o ambiente familiar e organizacional dirigido por elas. “Enquanto o homem vive num mundo abstrato, pois tenta cuidar o tempo toda da "humanidade", mas pouco faz pelo indivíduo. Tem grande preocupação com a infância, mas não entra em ação para melhorar a vida de alguma criança concreta. Acredita que a empresa deve ser voltada para o mercado, mas tem dificuldades em fazer algo por um "cliente" específico”, diz.
Contudo Ada observa que a maioria das mulheres, por seu próprio papel na sociedade, não pode se dar ao luxo do abstrato. Se ela não acordar o filho, ele perde a aula. Ela deve se responsabilizar pelas refeições da família, pela compra do supermercado, pelo jardineiro, pela manutenção dos laços entre todos os familiares, inclusive avós, tios, primos. “De forma geral, a mulher não "recomenda" que se faça. Ela faz!”, compara. Por este motivo, a coach observa que numa empresa é fácil identificar na executiva mais equilíbrio e ação que em alguns homens. “Ela sabe que se não cuidar dos detalhes o todo sairá imperfeito, pois todos os projetos e processos na empresa têm de ter começo, meio e fim para que possam dar certo”, afirma. E como gestora de negócios conhece a importância de um feedback, por isto mesmo, diz que não poupa tempo e energia para falar com cada um dos colaboradores, de forma incansável.
O comprometimento de uma pessoa ou de uma equipe pode ser percebido através de alguns fatores-chave da dinâmica de vida e organizacional. Porém, independente do sexo, Ada afirma que qualquer pessoa pode ser bem-sucedida quando de fato tem iniciativa e se põe em prática para aplicar suas idéias de melhoria para a vida pessoal e para o trabalho. Segundo a gestora, de forma geral, é preciso que cada pessoa se responsabilize pelos resultados globais da sua comunidade. Isto vale também para a família, empresa, enfim, não só pelos próprios resultados. Isto é envolvimento, na medida em que se buscam resolver os problemas que surgem no dia-a-dia, sem adiamento.
Seja responsável e comprometido consigo
Para algumas pessoas, o comprometer-se tem a ver com aquilo que faz bem e, com o que é desejado. Mas é natural que algumas pessoas se enganem quanto a isto e terminem frustradas. “Quando isso ocorre, muitas vezes, a pessoa mantém aquilo, mas deixa de estar comprometida, passando a agir apenas com responsabilidade. Isto pode ser visto, claramente, em relacionamentos amorosos que continuam mesmo sem haver amor, mas que o casal se relaciona bem e consegue até ser feliz”, diz. Uma meia-vida, talvez seja a denominação adequada. Não se pode dizer que é infeliz quem opta por este modelo de vida. A psicóloga Marli Oliveira, de Rio Preto, não crê que seja imprescindível o comprometimento com tudo na vida, mas se a pessoa for capaz de elencar um ou mais itens que julgar mais importante, daí pode se focar neles e nas demais situações, usufruir sem preocupação apenas, daquilo que lhe parecer mais prazeroso, mas que não implique necessariamente, resultado. “Na verdade todo mundo se compromete com algo, seja com o trabalho, uma caminhada na pracinha ou com a família. A escolha daquilo com o que se comprometer está diretamente ligada à personalidade do indivíduo, à sua motivação a fazer algo ou não”, diz.
Com a ajuda da psicóloga Maria Aparecida Junqueira Zampieri, terapeuta de casal e família, de Rio Preto, algumas pessoas têm conseguido encontrar o equilíbrio para se relacionar de forma comprometida e obter dessa relação a satisfação, já que o envolvimento, nesses casos, é natural. “Quando se vive verdadeiramente, estar compromissado é inerente. Tanto para entrar, como para sair de um relacionamento, por exemplo”, diz. Tina explica que para saber se vale a pena se comprometer, é só usar o recurso da intuição e observar se ao mergulhar na situação, sente-se titubeante, sem saber o que pensar sobre si e o que fazer, talvez seja o caso de esperar. “O importante é agir conforme suas convicções, ainda que mais tarde descubra que não era por aí e mude seu caminho”, diz.
A psicóloga reconhece que há quem viva mais preocupado com a cabeça dos outros que com sua própria vida e por isto perde tempo e passa ao longe, não vive. O fato é que as pessoas mais comprometidas colhem frutos. “Você borda sua vida, é realmente responsável por seu destino na parte que te cabe, Do contrário é levado pela vida”, diz. Em seu livro Co-dependencia a psicóloga aborda o quanto algumas pessoas se queixam, e se dizem parecer “curva de rio: toda tranqueira enrosca e fica!”De fato, Tina reconhece que se o compromisso é com a vida, a pessoa assume a responsabilidade pelos seus relacionamentos, independente de eles darem certo ou errado, e não culpa os outros. “É claro que dependemos integrativamente do socius, da pessoa que está conosco, nossa vida é uma co-construção. Mas na parte que cabe a cada um, o compromisso faz a diferença”, afirma. Segundo a psicóloga, o comprometimento e a responsabilidade andam juntos a partir do momento que cada pessoa se compromete com a vida, assume sua responsabilidade. “O comprometimento é livre e saudável, é fermento, é chão. A responsabilidade é livre e saudável. A co-dependência não é livre: é doentia e amarra, prende, impede, encolhe”, afirma.
Serviço:
- Ada Maria de Assis e Silva - personal coach, fone (17) 3225-1830, email: ada@ccaajustkids.com
- Maria Aparecida Junqueira Zampieri, psicóloga, terapeuta de casal e família, de Rio Preto, fone (17) 3222- 4226
- Marli Oliveira, psicóloga, email: mapsiconet@hotmail.com, fone (17) 9701-4127
São José do Rio Preto, 4 de janeiro de 2007
Cecília Dionizio
Só sabe o e é ser feliz, quem nunca teve medo de se comprometer de verdade com a vida, em todos os seus relevos. Isto mesmo, uma palavra simples mas que traz em si um apanhado de dados que dão exata dimensão do sentimento que provoca em quem foi à luta e envolveu não apenas ação, mas sentiu a emoção e conseqüentemente vibra com o resultado das conquistas. “Antes de nos comprometer com algo ou com alguém precisamos estar conscientes de quais objetivos pretendemos alcançar, se temos condições intelectuais e, principalmente, emocionais para cumprir com o que foi prometido”, afirma a coach Ada Maria de Assis e Silva, membro da International Coaching Community e gestora de negócios, em Rio Preto. Para Ada, estar informado do que deve ser feito não é suficiente para que haja o real comprometimento. “O surgimento de uma pessoa comprometida está intimamente ligado à sua genética e caráter, seus valores e sua educação familiar, sua educação na escola e sua consciência a respeito do mundo como um todo”, diz.
A coach observa que para uma criança crescer com alguma consciência é preciso que a família fale e aja, com comprometimento com horários, prazos, o próximo, a preservação da natureza, a consciência cidadã e política. E isto nada tem a ver com conferir resultados após uma pressão exaustiva, pois isto só vai levar a mesma a ter, por exemplo, mais dificuldade, seja de estudar, trabalhar em grupo e até mesmo a ser uma pessoa desmotivada. Embora não se conheçam pesquisas específicas, o fato é que nos adultos, naturalmente, se observa que as mulheres são mais comprometidas do que os homens, em alguns aspectos. Ada lembra que basta ver o ambiente familiar e organizacional dirigido por elas. “Enquanto o homem vive num mundo abstrato, pois tenta cuidar o tempo toda da "humanidade", mas pouco faz pelo indivíduo. Tem grande preocupação com a infância, mas não entra em ação para melhorar a vida de alguma criança concreta. Acredita que a empresa deve ser voltada para o mercado, mas tem dificuldades em fazer algo por um "cliente" específico”, diz.
Contudo Ada observa que a maioria das mulheres, por seu próprio papel na sociedade, não pode se dar ao luxo do abstrato. Se ela não acordar o filho, ele perde a aula. Ela deve se responsabilizar pelas refeições da família, pela compra do supermercado, pelo jardineiro, pela manutenção dos laços entre todos os familiares, inclusive avós, tios, primos. “De forma geral, a mulher não "recomenda" que se faça. Ela faz!”, compara. Por este motivo, a coach observa que numa empresa é fácil identificar na executiva mais equilíbrio e ação que em alguns homens. “Ela sabe que se não cuidar dos detalhes o todo sairá imperfeito, pois todos os projetos e processos na empresa têm de ter começo, meio e fim para que possam dar certo”, afirma. E como gestora de negócios conhece a importância de um feedback, por isto mesmo, diz que não poupa tempo e energia para falar com cada um dos colaboradores, de forma incansável.
O comprometimento de uma pessoa ou de uma equipe pode ser percebido através de alguns fatores-chave da dinâmica de vida e organizacional. Porém, independente do sexo, Ada afirma que qualquer pessoa pode ser bem-sucedida quando de fato tem iniciativa e se põe em prática para aplicar suas idéias de melhoria para a vida pessoal e para o trabalho. Segundo a gestora, de forma geral, é preciso que cada pessoa se responsabilize pelos resultados globais da sua comunidade. Isto vale também para a família, empresa, enfim, não só pelos próprios resultados. Isto é envolvimento, na medida em que se buscam resolver os problemas que surgem no dia-a-dia, sem adiamento.
Seja responsável e comprometido consigo
Para algumas pessoas, o comprometer-se tem a ver com aquilo que faz bem e, com o que é desejado. Mas é natural que algumas pessoas se enganem quanto a isto e terminem frustradas. “Quando isso ocorre, muitas vezes, a pessoa mantém aquilo, mas deixa de estar comprometida, passando a agir apenas com responsabilidade. Isto pode ser visto, claramente, em relacionamentos amorosos que continuam mesmo sem haver amor, mas que o casal se relaciona bem e consegue até ser feliz”, diz. Uma meia-vida, talvez seja a denominação adequada. Não se pode dizer que é infeliz quem opta por este modelo de vida. A psicóloga Marli Oliveira, de Rio Preto, não crê que seja imprescindível o comprometimento com tudo na vida, mas se a pessoa for capaz de elencar um ou mais itens que julgar mais importante, daí pode se focar neles e nas demais situações, usufruir sem preocupação apenas, daquilo que lhe parecer mais prazeroso, mas que não implique necessariamente, resultado. “Na verdade todo mundo se compromete com algo, seja com o trabalho, uma caminhada na pracinha ou com a família. A escolha daquilo com o que se comprometer está diretamente ligada à personalidade do indivíduo, à sua motivação a fazer algo ou não”, diz.
Com a ajuda da psicóloga Maria Aparecida Junqueira Zampieri, terapeuta de casal e família, de Rio Preto, algumas pessoas têm conseguido encontrar o equilíbrio para se relacionar de forma comprometida e obter dessa relação a satisfação, já que o envolvimento, nesses casos, é natural. “Quando se vive verdadeiramente, estar compromissado é inerente. Tanto para entrar, como para sair de um relacionamento, por exemplo”, diz. Tina explica que para saber se vale a pena se comprometer, é só usar o recurso da intuição e observar se ao mergulhar na situação, sente-se titubeante, sem saber o que pensar sobre si e o que fazer, talvez seja o caso de esperar. “O importante é agir conforme suas convicções, ainda que mais tarde descubra que não era por aí e mude seu caminho”, diz.
A psicóloga reconhece que há quem viva mais preocupado com a cabeça dos outros que com sua própria vida e por isto perde tempo e passa ao longe, não vive. O fato é que as pessoas mais comprometidas colhem frutos. “Você borda sua vida, é realmente responsável por seu destino na parte que te cabe, Do contrário é levado pela vida”, diz. Em seu livro Co-dependencia a psicóloga aborda o quanto algumas pessoas se queixam, e se dizem parecer “curva de rio: toda tranqueira enrosca e fica!”De fato, Tina reconhece que se o compromisso é com a vida, a pessoa assume a responsabilidade pelos seus relacionamentos, independente de eles darem certo ou errado, e não culpa os outros. “É claro que dependemos integrativamente do socius, da pessoa que está conosco, nossa vida é uma co-construção. Mas na parte que cabe a cada um, o compromisso faz a diferença”, afirma. Segundo a psicóloga, o comprometimento e a responsabilidade andam juntos a partir do momento que cada pessoa se compromete com a vida, assume sua responsabilidade. “O comprometimento é livre e saudável, é fermento, é chão. A responsabilidade é livre e saudável. A co-dependência não é livre: é doentia e amarra, prende, impede, encolhe”, afirma.
Serviço:
- Ada Maria de Assis e Silva - personal coach, fone (17) 3225-1830, email: ada@ccaajustkids.com
- Maria Aparecida Junqueira Zampieri, psicóloga, terapeuta de casal e família, de Rio Preto, fone (17) 3222- 4226
- Marli Oliveira, psicóloga, email: mapsiconet@hotmail.com, fone (17) 9701-4127
terça-feira, janeiro 02, 2007
JÁ ESCOLHEU O SEU COACH
Além de uma boa alternativa de orientação e desenvolvimento profissional, muitos executivos vêem no coach uma forma rápida de atingir seus objetivos, além de desenvolver características normalmente exigidas pelo mercado. Esta é a opinião do profissional Eduardo Lins Costa, que atualmente está buscando uma recolocação no mercado e procurou a ajuda de um coach.
- Acredito que com o coach você consegue atingir suas metas de forma mais precisa. Além disso, acho que ele tem condições de orientar melhor um profissional quando se trata de postura na hora de uma entrevista, como falar etc. Se o objetivo for a recolocação profissional, como é o meu caso, o coach cria indiretamente um networking, colocando você em contato com as pessoas certas – acredita.
Na hora de optar pelo trabalho de um coach, Costa considera alguns aspectos muito importantes, entre eles a postura ética do profissional.
- É preciso haver uma sintonia, que engloba também a idoneidade, o conhecimento de mercado, o histórico profissional, entre outras coisas – acrescenta.
Coach x líder
Por apresentarem características bastante parecidas, muitas vezes há uma certa confusão entre os conceitos de coach e líder. Para muitos, o coach é uma extensão do líder, considerado um profissional com um papel maior dentro das empresas. Para o Senior Country Manager da Sybari Software - especializada na produção de antivírus e soluções de segurança -, Fernando Montero, o coach deve conhecer bem as pessoas com as quais irá trabalhar.
- O líder tem como principal função liderar, comandar e dirigir uma equipe. Mas, para fazer isso com sucesso, ele precisa conhecer bem seus seguidores. Mas isto só ocorre na medida em que eles aceitam e acompanham essa liderança. Já o coaching faz parte do leadership, ou seja, é um dos componentes da liderança – avalia Montero.
Para a coordenadora de Recursos Humanos da Microsiga, Úrsula Longo, nem todo líder é um coach, mas todo coach pode ser um líder.
- O coach está mais interessado no desenvolvimento de colaboradores de uma empresa, papel que alguns líderes assumem às vezes, ao estabelecerem metas para suas equipes, visando resultados. Os objetivos do coach vão muito além de gerar esses resultados – diz Úrsula Longo.
Fonte: TI Master - Seu upgrade profissional.
- Acredito que com o coach você consegue atingir suas metas de forma mais precisa. Além disso, acho que ele tem condições de orientar melhor um profissional quando se trata de postura na hora de uma entrevista, como falar etc. Se o objetivo for a recolocação profissional, como é o meu caso, o coach cria indiretamente um networking, colocando você em contato com as pessoas certas – acredita.
Na hora de optar pelo trabalho de um coach, Costa considera alguns aspectos muito importantes, entre eles a postura ética do profissional.
- É preciso haver uma sintonia, que engloba também a idoneidade, o conhecimento de mercado, o histórico profissional, entre outras coisas – acrescenta.
Coach x líder
Por apresentarem características bastante parecidas, muitas vezes há uma certa confusão entre os conceitos de coach e líder. Para muitos, o coach é uma extensão do líder, considerado um profissional com um papel maior dentro das empresas. Para o Senior Country Manager da Sybari Software - especializada na produção de antivírus e soluções de segurança -, Fernando Montero, o coach deve conhecer bem as pessoas com as quais irá trabalhar.
- O líder tem como principal função liderar, comandar e dirigir uma equipe. Mas, para fazer isso com sucesso, ele precisa conhecer bem seus seguidores. Mas isto só ocorre na medida em que eles aceitam e acompanham essa liderança. Já o coaching faz parte do leadership, ou seja, é um dos componentes da liderança – avalia Montero.
Para a coordenadora de Recursos Humanos da Microsiga, Úrsula Longo, nem todo líder é um coach, mas todo coach pode ser um líder.
- O coach está mais interessado no desenvolvimento de colaboradores de uma empresa, papel que alguns líderes assumem às vezes, ao estabelecerem metas para suas equipes, visando resultados. Os objetivos do coach vão muito além de gerar esses resultados – diz Úrsula Longo.
Fonte: TI Master - Seu upgrade profissional.
terça-feira, dezembro 26, 2006
PARA COMEÇAR O PRÓXIMO ANO

Sempre que um ano chega ao fim, começamos nossos planos e promessas para o próximo ano. É realmente uma oportunidade especial para repensar velhos hábitos e se planejar para realizar velhos sonhos e atingir metas pessoais.
Faça uma lista de tudo que ainda não tem, e que gostaria de ter. Depois faça uma lista de tudo que gostaria de eliminar de sua vida.
E principalmente pense no que já tem e deseja preservar. Pense seriamente em atingir seus objetivos, pois com planejamento e disciplina este será um ano para suas conquistas!
Faça de 2007 um ano inesquecível e mude sua vida para melhor!!!!
sexta-feira, dezembro 22, 2006
FELIZ NATAL!!!
domingo, dezembro 17, 2006
CORPORATIVÊS - REPORTAGEM DO DIÁRIO DA REGIÃO - 17/12/2006
Negócios
Corporativês: a linguagem do mundo empresarial
São José do Rio Preto, 17 de dezembro de 2006
Carlos Chimba
Moises Dias, da Hoken: linguagem coorporativa é exigência do mercado
Renata Fernandes
18:00 - Saber se expressar no mundo corporativo é fundamental. Hoje, não basta mais saber apenas sobre a área que domina, é essencial entender os vários termos em inglês empregados no dia-a-dia das empresas. Exercitar a linguagem corporativa não significa usar jargões ou frases feitas. Conhecer e saber usar o corporativês, como já é chamado esse tipo de linguagem, é primordial na busca por empregos na área corporativa. Segundo a international coach e gestora de negócios Ada Maria de Assis e Silva, diretora do CCAA Just/Kids, as empresas usam termos que, na maioria das vezes, definem cargos e processos próprios para cada área de atuação. Ela diz que a linguagem corporativa surgiu com a revolução industrial e com o aparecimento de grandes empresas estrangeiras no País. O objetivo sempre foi o de comunicar bem idéias e processos dos colaboradores da mesma empresa e favorecer as negociações entre parceiros.De acordo com o diretor administrativo financeiro Moisés Faustino Dias, da Hoken International Company, hoje a linguagem corporativa é uma exigência do mercado. O crescimento e a internacionalização das empresas, a troca de informações de forma ágil, a globalização da economia, a profissionalização, o aperfeiçoamento educacional e a derrubada das fronteiras na comunicação pela Internet contribuíram para a “criação” dessa nova linguagem, segundo Dias. “O ‘corporativês’, embora visto por alguns como invasão da língua inglesa, é, na realidade, necessário. O novo vocabulário ajuda na compreensão na hora de fechar negócios e apresentar objetivos da empresa, entre outros.” Na Hoken, por exemplo, a introdução da linguagem corporativa ocorreu de forma natural e gradual. “Temos negócios no exterior, como na Coréia, Índia e Tailândia, onde o inglês é muito usado, principalmente no meio corporativo. Além disso, temos contato com grandes empresas no Brasil que usam essa linguagem há algum tempo. Quando todos falam a mesma língua, o entendimento é facilitado. Hoje, a linguagem corporativa na Hoken está bastante disseminada”, afirma.Para ele, o uso da linguagem corporativa é irreversível. Os jargões e as expressões usadas, ainda que vindas do inglês, são, ou deveriam ser, do entendimento de todos. “Não há volta nesse processo e a empresa que não utilizar esse tipo de linguagem terá dificuldades para realizar negócios e até mesmo de se consolidar no mercado.” Apesar do “corporativês” ser necessário, Ada acredita que se deve evitar a linguagem elitista e técnica, pois essa pode prejudicar a comunicação tanto com o cliente interno quanto com o externo. Ela afirma que o ideal é usar linguagem simplificada, que evite palavras complicadas, longos discursos e jargões que de tanto serem repetidos já não transmitem mais seu real significado.A consultora de treinamento Sirlei Bernardes, que também é coach e palestrante, concorda e diz que o limite entre formalidade e informalidade é o respeito mútuo. Ela ressalta a importância da linguagem simples, porém eficaz. “Isso dá mais qualidade, compreensão e segurança à comunicação.” Por isso, quem busca vaga em grandes corporações deve encontrar o meio termo entre a comunicação formal e informal. Sim, porque o corporativês está incluso nesses dois tipos de linguagem. Ada lembra que avaliar a ocasião, valorizar o conteúdo do que se pretende dizer e observar com quem se comunica faz parte da boa comunicação.
Ada Maria de Assis e Silva: o bom uso dos jargões em inglês é essencial
Cursos e leitura aprimoram vocábulo
É fundamental aos membros de qualquer empresa usar a mesma linguagem corporativa para expressar e defender suas idéias, pontos de vista e fazer planejamento estratégico e tático da organização. Para incorporar termos novos ao vocabulário dos funcionários de maneira eficiente e rápida é preciso organizar seminários, treinamentos e reuniões, em que esse vocabulário seja demonstrado para que os significados se tornem claros, segundo a international coach e gestora de negócios Ada Maria de Assis e Silva, Ela diz que manuais de procedimentos também podem ser usados, assim como comunicados no mural e por e-mail.“O mundo dos negócios está globalizado e os mercados deixaram de ser apenas nacionais, já são internacionais. Por isso, todo profissional que deseja estar atualizado, se manter ativo e bem remunerado no mercado de trabalho deve saber que falar mais de um idioma é imprescindível. Assim como, dominar o corporativês abre portas e torna este profissional apto a trabalhar em qualquer empresa, em qualquer lugar do mundo.” Quem não entende e não fala a linguagem corporativa sofre as conseqüências de se tornar desatualizado, não conseguir se comunicar no mundo empresarial e ficar, portanto, fora do mercado de trabalho ou da conquista de um cargo melhor.
Serviço:
-Ada Maria de Assis e Silva, international coach, gestora de negócios e diretora do CCAA Just/Kids, fone (17) 8115-9082
- Moisés Faustino Dias, diretor administrativo financeiro da Hoken International Company, fone (17) 2136-2600
- Sirlei Bernardes, coach, palestrante e consultora de treinamento, fone (17) 3212-9787 ou 9136-6609
Fonte: Previdência Social
Confira os termos mais usados
:: Absenteísmo - Falta constante ao trabalho, por parte do empregado, ou sua ausência devido a problemas de saúde
:: Avaliação 180 graus - É um modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe
:: Avaliação 360 graus - Sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa
:: B2B - Sigla fonética de ‘business to business’. É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor
:: B2C - Business to customer, a empresa que vende diretamente para o consumidor via internet
:: Benchmark - Parâmetros de excelência, exemplos de coisas boas
:: Board - Conselho diretor
:: Bônus - Premiação em dinheiro concedida aos funcionários
:: Brainstorm - literalmente, significa ‘tempestade cerebral’. É uma reunião para se fazer exatamente isso: trocar idéias
:: Branding - É a construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa
:: Break even point - O momento a partir do qual custos e receitas de um negócio se equilibram
:: Breakthrough - Trata-se de um avanço em determinada área
:: Broad band - Banda larga
:: Budget - Orçamento
:: Buying in - Compra (de uma empresa, por exe)
:: Cash: Dinheiro vivo
:: CEO - chief executive officer - É o cargo mais alto da empresa. É chamado também de presidente, principal executivo, diretor geral, entre outros. Quando existe um presidente e um CEO, o primeiro é mais forte
:: CFO - chief financial officer - Um nome mais sofisticado para diretor de finanças
:: Chairman - Presidente do conselho que dirige a empresa
:: CHRO - chief human - resources officer - É o cargo de diretor de recursos humanos
:: CIO - chief information officer - Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também chief imagination officer, termo criado pela fabricante americana de computadores Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal
:: CKO - chief knowledge officer - É o gestor do capital intelectual da companhia. As atribuições vão desde a definição da arquitetura das informações e de seu fluxo até onde arquivá-las e como recuperá-las:: Clima organizacional - É o ambiente interno de uma empresa.Para avaliá-lo são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional, enfim, as satisfações e insatisfações dos funcionários
:: CLO - chief learning officer - Responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização
:: CMM - Capacity maturity model, recurso para desenvolvimento de software
:: CMO - chief marketing officer - A função é um pouco mais complexa que a diretoria de marketing. Em algumas empresas, o CMO acumula ainda a diretoria comercial e, em outras, a área de novos negócios :: Coaching - Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional. Serve para promover mudanças de comportamento no funcionário, para que ele atinja novos objetivos:: Commodity - Produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional :: Consumer relationship Management - Gerenciamento das relações com o cliente
:: Consumer understanding - Conhecimento profundo a respeito dos clientes
:: COO - chief operating officer: Executivo chefe de operações. Geralmente o braço direito dos CEOs Core business: negócio principal da empresa
:: Corporate purpose - Objetivo da empresa
:: Counseling - Aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional, que discute, entre outras coisas, os objetivos pessoais e futuros, estilo gerencial do executivo, nível cultural, valores e conhecimento do mercado. O objetivo é avaliar tudo isso para ajudar o profissional a tomar as melhores decisões para sua carreira
:: Country-manager - Diretor-geral para o país
:: Core business - Negócio principal da empresa
:: CRO - chief risk officer - Além de gerenciar o risco nas operações financeiras, o CRO também é responsável por analisar as estratégias do negócio, a concorrência e a legislação
:: CSO - chief security officer: Profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia
:: CTO - chief technology officer - Existe uma confusão muito grande. Geralmente o CTO comanda a infra-estrutura da área de tecnologia. Enquanto o CIO o seu uso estratégico
:: Data-base marketing - Marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa
:: Downsizing - Redução no número de funcionários da empresa
:: Educação continuada - Cursos de aperfeiçoamento referentes à atividade do funcionário. Pode incluir a pós-graduação
:: Empowerment: Este termo surgiu nos anos 80 e se refere às situações em que os chefes devem decidir um pouco menos e os subordinados um pouco mais
:: Endomarketing - É uma área diretamente ligada à de comunicação interna, que alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos
:: ERPs - Sistemas de gestão empresariais
:: Factoring - Prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas cobrando comissão
:: Feedback - É uma conversa particular entre o líder e o liderado, com caráter de avaliação, sobre os acertos e erros do liderado. O tema do bate-papo é o comportamento do subordinado
:: Fine tuning - Sintonia fina, calibragem
:: Follow-up - Dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram
:: Forecast - Previsão
:: Headcount - Número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa
:: Headhunter - Caça-talentos do mundo corporativo
:: Inclusão digital - É dar condições para que um número cada vez maior de pessoas possa ter acesso a novas tecnologias, entre elas a internet
:: Inclusão social - É a forma de trazer para a sociedade pessoas que foram excluídas dela e estavam privadas de seus direitos, como os portadores de deficiências físicas
:: Income - Renda
:: Intranet - Rede de comunicação interna e exclusiva das empresas
:: Intrapreneur (não confundir com entrepreneur) - Empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente
:: Job rotation - Rodízio de funções promovido pela empresa, para que o funcionário possa adquirir novos conhecimentos em setores diferentes e acumular experiências, sem sair da companhia em que trabalha
:: L.L.M - Master of Laws, mestrado em direito
:: Market share - Fatia de mercado
:: Markup - É um sobre-preço que se acrescentado ao preço final do produto (digamos, após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista)
:: MBA in company - MBA oferecido pela empresa dentro de seu próprio espaço físico
:: MBA - Sigla em inglês para Master in Business Administration. É um curso que equivale à pós-graduação em administração de empresas
:: Mentoring - Profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira
:: Nepotismo - Favorecimento de parentes próximos feito por quem tem autoridade e poder
:: Networking - Construir uma boa rede de relacionamentos, geralmente em sua área de atuação
:: Outplacement - Serviço oferecido e pago pela empresa, que consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para se recolocar no mercado de trabalho, bem como para o planejamento de sua carreira.
:: Performance - Palavra inglesa que significa atuação e desempenho
:: Player - Empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.
:: Presenteísmo - Diferente do absenteísmo, quem sofre deste mal não falta ao trabalho, mas ao final de todos os dias sofre com dores de cabeça, cansaço, dores nas costas, irritação, sinusite e alergias - com isso, a produtividade e a motivação é que deixam de aparecer
:: Reengenharia - Mudança nos processo internos de uma empresa
:: Responsabilidade social - Atuação e consciência do papel das empresas como agentes sociais no desenvolvimento do ser humano e da comunidade à qual está inserido
:: RH - Sigla de recursos humanos (departamento responsável pelas contratações, treinamentos, remuneração, encaminhamento de carreira e conflitos na empresa)
:: Sales manager - Gerente de vendas
:: Spread - Taxa de risco
:: Supply chain management - Gerenciamento de cadeia de abastecimento
:: Target - Alvo
:: TI - Sigla de tecnologia da informação
:: Toró de palpites - Tradução bem brasileira do termo inglês brainstorm, que significa uma reunião de pessoas que se juntam para encontrar soluções para problemas da empresa ou expor idéias criativas para novos projetos
:: Trend - Tendência
:: Turnover - Rotatividade de funcionários dentro de uma empresa, medida pela média de pessoal que se mantém fixa na companhia
:: Workshop - Treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor, que visa ao aprendizado de novas práticas para o trabalho
Fonte - www.vocesa.com.br
Corporativês: a linguagem do mundo empresarial
São José do Rio Preto, 17 de dezembro de 2006
Carlos Chimba
Moises Dias, da Hoken: linguagem coorporativa é exigência do mercado
Renata Fernandes
18:00 - Saber se expressar no mundo corporativo é fundamental. Hoje, não basta mais saber apenas sobre a área que domina, é essencial entender os vários termos em inglês empregados no dia-a-dia das empresas. Exercitar a linguagem corporativa não significa usar jargões ou frases feitas. Conhecer e saber usar o corporativês, como já é chamado esse tipo de linguagem, é primordial na busca por empregos na área corporativa. Segundo a international coach e gestora de negócios Ada Maria de Assis e Silva, diretora do CCAA Just/Kids, as empresas usam termos que, na maioria das vezes, definem cargos e processos próprios para cada área de atuação. Ela diz que a linguagem corporativa surgiu com a revolução industrial e com o aparecimento de grandes empresas estrangeiras no País. O objetivo sempre foi o de comunicar bem idéias e processos dos colaboradores da mesma empresa e favorecer as negociações entre parceiros.De acordo com o diretor administrativo financeiro Moisés Faustino Dias, da Hoken International Company, hoje a linguagem corporativa é uma exigência do mercado. O crescimento e a internacionalização das empresas, a troca de informações de forma ágil, a globalização da economia, a profissionalização, o aperfeiçoamento educacional e a derrubada das fronteiras na comunicação pela Internet contribuíram para a “criação” dessa nova linguagem, segundo Dias. “O ‘corporativês’, embora visto por alguns como invasão da língua inglesa, é, na realidade, necessário. O novo vocabulário ajuda na compreensão na hora de fechar negócios e apresentar objetivos da empresa, entre outros.” Na Hoken, por exemplo, a introdução da linguagem corporativa ocorreu de forma natural e gradual. “Temos negócios no exterior, como na Coréia, Índia e Tailândia, onde o inglês é muito usado, principalmente no meio corporativo. Além disso, temos contato com grandes empresas no Brasil que usam essa linguagem há algum tempo. Quando todos falam a mesma língua, o entendimento é facilitado. Hoje, a linguagem corporativa na Hoken está bastante disseminada”, afirma.Para ele, o uso da linguagem corporativa é irreversível. Os jargões e as expressões usadas, ainda que vindas do inglês, são, ou deveriam ser, do entendimento de todos. “Não há volta nesse processo e a empresa que não utilizar esse tipo de linguagem terá dificuldades para realizar negócios e até mesmo de se consolidar no mercado.” Apesar do “corporativês” ser necessário, Ada acredita que se deve evitar a linguagem elitista e técnica, pois essa pode prejudicar a comunicação tanto com o cliente interno quanto com o externo. Ela afirma que o ideal é usar linguagem simplificada, que evite palavras complicadas, longos discursos e jargões que de tanto serem repetidos já não transmitem mais seu real significado.A consultora de treinamento Sirlei Bernardes, que também é coach e palestrante, concorda e diz que o limite entre formalidade e informalidade é o respeito mútuo. Ela ressalta a importância da linguagem simples, porém eficaz. “Isso dá mais qualidade, compreensão e segurança à comunicação.” Por isso, quem busca vaga em grandes corporações deve encontrar o meio termo entre a comunicação formal e informal. Sim, porque o corporativês está incluso nesses dois tipos de linguagem. Ada lembra que avaliar a ocasião, valorizar o conteúdo do que se pretende dizer e observar com quem se comunica faz parte da boa comunicação.
Ada Maria de Assis e Silva: o bom uso dos jargões em inglês é essencial
Cursos e leitura aprimoram vocábulo
É fundamental aos membros de qualquer empresa usar a mesma linguagem corporativa para expressar e defender suas idéias, pontos de vista e fazer planejamento estratégico e tático da organização. Para incorporar termos novos ao vocabulário dos funcionários de maneira eficiente e rápida é preciso organizar seminários, treinamentos e reuniões, em que esse vocabulário seja demonstrado para que os significados se tornem claros, segundo a international coach e gestora de negócios Ada Maria de Assis e Silva, Ela diz que manuais de procedimentos também podem ser usados, assim como comunicados no mural e por e-mail.“O mundo dos negócios está globalizado e os mercados deixaram de ser apenas nacionais, já são internacionais. Por isso, todo profissional que deseja estar atualizado, se manter ativo e bem remunerado no mercado de trabalho deve saber que falar mais de um idioma é imprescindível. Assim como, dominar o corporativês abre portas e torna este profissional apto a trabalhar em qualquer empresa, em qualquer lugar do mundo.” Quem não entende e não fala a linguagem corporativa sofre as conseqüências de se tornar desatualizado, não conseguir se comunicar no mundo empresarial e ficar, portanto, fora do mercado de trabalho ou da conquista de um cargo melhor.
Serviço:
-Ada Maria de Assis e Silva, international coach, gestora de negócios e diretora do CCAA Just/Kids, fone (17) 8115-9082
- Moisés Faustino Dias, diretor administrativo financeiro da Hoken International Company, fone (17) 2136-2600
- Sirlei Bernardes, coach, palestrante e consultora de treinamento, fone (17) 3212-9787 ou 9136-6609
Fonte: Previdência Social
Confira os termos mais usados
:: Absenteísmo - Falta constante ao trabalho, por parte do empregado, ou sua ausência devido a problemas de saúde
:: Avaliação 180 graus - É um modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe
:: Avaliação 360 graus - Sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa
:: B2B - Sigla fonética de ‘business to business’. É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor
:: B2C - Business to customer, a empresa que vende diretamente para o consumidor via internet
:: Benchmark - Parâmetros de excelência, exemplos de coisas boas
:: Board - Conselho diretor
:: Bônus - Premiação em dinheiro concedida aos funcionários
:: Brainstorm - literalmente, significa ‘tempestade cerebral’. É uma reunião para se fazer exatamente isso: trocar idéias
:: Branding - É a construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa
:: Break even point - O momento a partir do qual custos e receitas de um negócio se equilibram
:: Breakthrough - Trata-se de um avanço em determinada área
:: Broad band - Banda larga
:: Budget - Orçamento
:: Buying in - Compra (de uma empresa, por exe)
:: Cash: Dinheiro vivo
:: CEO - chief executive officer - É o cargo mais alto da empresa. É chamado também de presidente, principal executivo, diretor geral, entre outros. Quando existe um presidente e um CEO, o primeiro é mais forte
:: CFO - chief financial officer - Um nome mais sofisticado para diretor de finanças
:: Chairman - Presidente do conselho que dirige a empresa
:: CHRO - chief human - resources officer - É o cargo de diretor de recursos humanos
:: CIO - chief information officer - Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também chief imagination officer, termo criado pela fabricante americana de computadores Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal
:: CKO - chief knowledge officer - É o gestor do capital intelectual da companhia. As atribuições vão desde a definição da arquitetura das informações e de seu fluxo até onde arquivá-las e como recuperá-las:: Clima organizacional - É o ambiente interno de uma empresa.Para avaliá-lo são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional, enfim, as satisfações e insatisfações dos funcionários
:: CLO - chief learning officer - Responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização
:: CMM - Capacity maturity model, recurso para desenvolvimento de software
:: CMO - chief marketing officer - A função é um pouco mais complexa que a diretoria de marketing. Em algumas empresas, o CMO acumula ainda a diretoria comercial e, em outras, a área de novos negócios :: Coaching - Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional. Serve para promover mudanças de comportamento no funcionário, para que ele atinja novos objetivos:: Commodity - Produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional :: Consumer relationship Management - Gerenciamento das relações com o cliente
:: Consumer understanding - Conhecimento profundo a respeito dos clientes
:: COO - chief operating officer: Executivo chefe de operações. Geralmente o braço direito dos CEOs Core business: negócio principal da empresa
:: Corporate purpose - Objetivo da empresa
:: Counseling - Aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional, que discute, entre outras coisas, os objetivos pessoais e futuros, estilo gerencial do executivo, nível cultural, valores e conhecimento do mercado. O objetivo é avaliar tudo isso para ajudar o profissional a tomar as melhores decisões para sua carreira
:: Country-manager - Diretor-geral para o país
:: Core business - Negócio principal da empresa
:: CRO - chief risk officer - Além de gerenciar o risco nas operações financeiras, o CRO também é responsável por analisar as estratégias do negócio, a concorrência e a legislação
:: CSO - chief security officer: Profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia
:: CTO - chief technology officer - Existe uma confusão muito grande. Geralmente o CTO comanda a infra-estrutura da área de tecnologia. Enquanto o CIO o seu uso estratégico
:: Data-base marketing - Marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa
:: Downsizing - Redução no número de funcionários da empresa
:: Educação continuada - Cursos de aperfeiçoamento referentes à atividade do funcionário. Pode incluir a pós-graduação
:: Empowerment: Este termo surgiu nos anos 80 e se refere às situações em que os chefes devem decidir um pouco menos e os subordinados um pouco mais
:: Endomarketing - É uma área diretamente ligada à de comunicação interna, que alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos
:: ERPs - Sistemas de gestão empresariais
:: Factoring - Prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas cobrando comissão
:: Feedback - É uma conversa particular entre o líder e o liderado, com caráter de avaliação, sobre os acertos e erros do liderado. O tema do bate-papo é o comportamento do subordinado
:: Fine tuning - Sintonia fina, calibragem
:: Follow-up - Dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram
:: Forecast - Previsão
:: Headcount - Número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa
:: Headhunter - Caça-talentos do mundo corporativo
:: Inclusão digital - É dar condições para que um número cada vez maior de pessoas possa ter acesso a novas tecnologias, entre elas a internet
:: Inclusão social - É a forma de trazer para a sociedade pessoas que foram excluídas dela e estavam privadas de seus direitos, como os portadores de deficiências físicas
:: Income - Renda
:: Intranet - Rede de comunicação interna e exclusiva das empresas
:: Intrapreneur (não confundir com entrepreneur) - Empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente
:: Job rotation - Rodízio de funções promovido pela empresa, para que o funcionário possa adquirir novos conhecimentos em setores diferentes e acumular experiências, sem sair da companhia em que trabalha
:: L.L.M - Master of Laws, mestrado em direito
:: Market share - Fatia de mercado
:: Markup - É um sobre-preço que se acrescentado ao preço final do produto (digamos, após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista)
:: MBA in company - MBA oferecido pela empresa dentro de seu próprio espaço físico
:: MBA - Sigla em inglês para Master in Business Administration. É um curso que equivale à pós-graduação em administração de empresas
:: Mentoring - Profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira
:: Nepotismo - Favorecimento de parentes próximos feito por quem tem autoridade e poder
:: Networking - Construir uma boa rede de relacionamentos, geralmente em sua área de atuação
:: Outplacement - Serviço oferecido e pago pela empresa, que consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para se recolocar no mercado de trabalho, bem como para o planejamento de sua carreira.
:: Performance - Palavra inglesa que significa atuação e desempenho
:: Player - Empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.
:: Presenteísmo - Diferente do absenteísmo, quem sofre deste mal não falta ao trabalho, mas ao final de todos os dias sofre com dores de cabeça, cansaço, dores nas costas, irritação, sinusite e alergias - com isso, a produtividade e a motivação é que deixam de aparecer
:: Reengenharia - Mudança nos processo internos de uma empresa
:: Responsabilidade social - Atuação e consciência do papel das empresas como agentes sociais no desenvolvimento do ser humano e da comunidade à qual está inserido
:: RH - Sigla de recursos humanos (departamento responsável pelas contratações, treinamentos, remuneração, encaminhamento de carreira e conflitos na empresa)
:: Sales manager - Gerente de vendas
:: Spread - Taxa de risco
:: Supply chain management - Gerenciamento de cadeia de abastecimento
:: Target - Alvo
:: TI - Sigla de tecnologia da informação
:: Toró de palpites - Tradução bem brasileira do termo inglês brainstorm, que significa uma reunião de pessoas que se juntam para encontrar soluções para problemas da empresa ou expor idéias criativas para novos projetos
:: Trend - Tendência
:: Turnover - Rotatividade de funcionários dentro de uma empresa, medida pela média de pessoal que se mantém fixa na companhia
:: Workshop - Treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor, que visa ao aprendizado de novas práticas para o trabalho
Fonte - www.vocesa.com.br
sábado, dezembro 09, 2006
VOLTAIRE QUOTES
"Work spares us from three great evils:
boredom, vice and need."
"I disapprove of what you say, but I will defend to the death your right to say it. "
"Use, do not abuse; neither abstinence nor excess ever renders man happy. "
"Judge of a man by his questions rather than by his answers. "
Voltaire (1694 - 1778)
French author, humanist, rationalist, & satirist
boredom, vice and need."
"I disapprove of what you say, but I will defend to the death your right to say it. "
"Use, do not abuse; neither abstinence nor excess ever renders man happy. "
"Judge of a man by his questions rather than by his answers. "
Voltaire (1694 - 1778)
French author, humanist, rationalist, & satirist
SUCESSO NO MERCADO QUE EMPOBRECE?
Sucesso no mercado que empobrece?
Gustavo Cerbasi
Muitos de nossos ícones de sucesso empresarial construíram seu império atendendo a consumidores mal informados ou em dificuldades. Nossas maiores redes de varejo são aquelas que vendem para clientes que não sabem quanto custam seus produtos – sabem apenas o valor das parcelas no carnê. Nossos maiores bancos são aqueles que atendem à grande massa de pessoas que “investem” em cadernetas de poupança e usam o limite do cheque especial como uma extensão da renda, criando spreads bancários astronômicos.
Tais empresas não podem ser consideradas vilãs de uma economia que resiste a enriquecer. São negócios oportunistas – no melhor sentido da palavra – que atendem a um mercado que insiste em empobrecer. Nosso grande vilão é a falta de conhecimento, a falta de educação sobre coisas básicas como saber lidar com dinheiro e economia doméstica. As empresas apenas aproveitam o espaço deixado pelo maravilhoso conceito econômico de demanda. Deveriam fazer diferente?
O Brasil de hoje possui uma classe média claramente dividida. Temos a classe média que empobrece, aquela que trabalha mês após mês pura e simplesmente para pagar suas contas recheadas de juros das prestações que assume. Como consome mais do que deveria, uma parte significativa de seus gastos concentra-se em juros pagos ao varejo e aos bancos. Mas temos também a classe média que enriquece, aquela que descobriu que a terrível realidade dos juros mais altos do mundo é terreno fértil para a rápida multiplicação de sua poupança. Sabe gastar menos do que ganha e investir bem sua diferença, visando colher os gordos frutos futuros de uma aposentadoria mais tranqüila.
A classe média que empobrece ainda é e será por muito tempo a maioria. É vítima de um modelo educacional deficiente que insiste em ensinar polinômios de quarto grau a quem não sabe lidar sequer com conceitos básicos da economia, como juros, inflação e dívidas. Na madura economia brasileira, cuja inflação controlada dissipou a fumaça que nos impedia de enxergar adiante, aqueles que buscaram informação – fora dos bancos escolares, obviamente – descobriram que as condições de formação de poupança por aqui são únicas no mundo.
O tema finanças pessoais vem ganhando destaque entre os livros de negócios e em jornais e revistas. Sítios de busca por menores preços são coqueluches na Internet. O perigo do uso do cheque especial e do pagamento parcelado do cartão de crédito é intensamente alardeado pela mídia. O varejo das compras parceladas é evitado por uma pequena, mas crescente, parcela da classe média. Bancos que possuem financeiras criam marcas e logos bastante distintos de sua bandeira, cientes do anti-marketing da associação de seu nome com instituições puramente oportunistas – no pior sentido da palavra. O segmento bancário que oferece atendimento diferenciado cresceu intensamente na última década, desde que o Itaú criou o Personnalité ao comprar o BFB, chegando a ícones do varejo bancário popular, como o Bradesco e o Banco do Brasil, com seus respectivos Prime e Estilo. O sistema financeiro cedeu, enfim, à classe média que enriquece.
Essa parcela da classe média é um público que está aprendendo a investir em ações, não apenas a especular com elas. Que sabe que investir em imóveis é algo bem diferente de simplesmente possuí-los ou alugá-los a terceiros. Que entende que a escolha de fundos de investimento e planos de previdência deve ser baseada tanto nas taxas cobradas quanto no risco oferecido – e às vezes desejado. Que o gerente de sua corrente não é um consultor financeiro, mas sim alguém que lida conflituosamente entre o trabalho para o banco e o serviço para o cliente. E que aposentadoria está muito mais relacionada a sua independência financeira do que com o tempo de trabalho.
O fato é: esta ainda pequena parcela da sociedade que enriquece é aquela que, no futuro, estará consumindo muito mais e melhor do que hoje. Enquanto a sociedade que empobrece continuar endividando-se por meses após realizar seus sonhos de consumo de Natal, varejistas terão que continuar envidando esforços hercúleos para conquistar novos mercados. Contarão sempre com a limitação do baixo poder aquisitivo médio de seu pobre consumidor. Porém, se esforços forem feitos para multiplicar a cultura do bom uso do dinheiro e enriquecimento da sociedade, a perda de margem ou de spread no curto prazo significará intenso aumento de volumes no médio prazo. Não haverá perdedores quando a sociedade realmente assumir o importante papel de ensinar sobre dinheiro. Por outro lado, aqueles que focarem sua mira apenas nos que empobrecem, poderão perder o bonde do crescimento, arrependendo-se depois.
Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e professor da Fundação Instituto de Administração, sócio-diretor da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro e autor dos livros Dinheiro – Os segredos de quem tem e Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, ambos pela Editora Gente.
© 2005 MaisDinheiro.com.br - Todos os direitos reservados
Gustavo Cerbasi
Muitos de nossos ícones de sucesso empresarial construíram seu império atendendo a consumidores mal informados ou em dificuldades. Nossas maiores redes de varejo são aquelas que vendem para clientes que não sabem quanto custam seus produtos – sabem apenas o valor das parcelas no carnê. Nossos maiores bancos são aqueles que atendem à grande massa de pessoas que “investem” em cadernetas de poupança e usam o limite do cheque especial como uma extensão da renda, criando spreads bancários astronômicos.
Tais empresas não podem ser consideradas vilãs de uma economia que resiste a enriquecer. São negócios oportunistas – no melhor sentido da palavra – que atendem a um mercado que insiste em empobrecer. Nosso grande vilão é a falta de conhecimento, a falta de educação sobre coisas básicas como saber lidar com dinheiro e economia doméstica. As empresas apenas aproveitam o espaço deixado pelo maravilhoso conceito econômico de demanda. Deveriam fazer diferente?
O Brasil de hoje possui uma classe média claramente dividida. Temos a classe média que empobrece, aquela que trabalha mês após mês pura e simplesmente para pagar suas contas recheadas de juros das prestações que assume. Como consome mais do que deveria, uma parte significativa de seus gastos concentra-se em juros pagos ao varejo e aos bancos. Mas temos também a classe média que enriquece, aquela que descobriu que a terrível realidade dos juros mais altos do mundo é terreno fértil para a rápida multiplicação de sua poupança. Sabe gastar menos do que ganha e investir bem sua diferença, visando colher os gordos frutos futuros de uma aposentadoria mais tranqüila.
A classe média que empobrece ainda é e será por muito tempo a maioria. É vítima de um modelo educacional deficiente que insiste em ensinar polinômios de quarto grau a quem não sabe lidar sequer com conceitos básicos da economia, como juros, inflação e dívidas. Na madura economia brasileira, cuja inflação controlada dissipou a fumaça que nos impedia de enxergar adiante, aqueles que buscaram informação – fora dos bancos escolares, obviamente – descobriram que as condições de formação de poupança por aqui são únicas no mundo.
O tema finanças pessoais vem ganhando destaque entre os livros de negócios e em jornais e revistas. Sítios de busca por menores preços são coqueluches na Internet. O perigo do uso do cheque especial e do pagamento parcelado do cartão de crédito é intensamente alardeado pela mídia. O varejo das compras parceladas é evitado por uma pequena, mas crescente, parcela da classe média. Bancos que possuem financeiras criam marcas e logos bastante distintos de sua bandeira, cientes do anti-marketing da associação de seu nome com instituições puramente oportunistas – no pior sentido da palavra. O segmento bancário que oferece atendimento diferenciado cresceu intensamente na última década, desde que o Itaú criou o Personnalité ao comprar o BFB, chegando a ícones do varejo bancário popular, como o Bradesco e o Banco do Brasil, com seus respectivos Prime e Estilo. O sistema financeiro cedeu, enfim, à classe média que enriquece.
Essa parcela da classe média é um público que está aprendendo a investir em ações, não apenas a especular com elas. Que sabe que investir em imóveis é algo bem diferente de simplesmente possuí-los ou alugá-los a terceiros. Que entende que a escolha de fundos de investimento e planos de previdência deve ser baseada tanto nas taxas cobradas quanto no risco oferecido – e às vezes desejado. Que o gerente de sua corrente não é um consultor financeiro, mas sim alguém que lida conflituosamente entre o trabalho para o banco e o serviço para o cliente. E que aposentadoria está muito mais relacionada a sua independência financeira do que com o tempo de trabalho.
O fato é: esta ainda pequena parcela da sociedade que enriquece é aquela que, no futuro, estará consumindo muito mais e melhor do que hoje. Enquanto a sociedade que empobrece continuar endividando-se por meses após realizar seus sonhos de consumo de Natal, varejistas terão que continuar envidando esforços hercúleos para conquistar novos mercados. Contarão sempre com a limitação do baixo poder aquisitivo médio de seu pobre consumidor. Porém, se esforços forem feitos para multiplicar a cultura do bom uso do dinheiro e enriquecimento da sociedade, a perda de margem ou de spread no curto prazo significará intenso aumento de volumes no médio prazo. Não haverá perdedores quando a sociedade realmente assumir o importante papel de ensinar sobre dinheiro. Por outro lado, aqueles que focarem sua mira apenas nos que empobrecem, poderão perder o bonde do crescimento, arrependendo-se depois.
Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e professor da Fundação Instituto de Administração, sócio-diretor da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro e autor dos livros Dinheiro – Os segredos de quem tem e Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, ambos pela Editora Gente.
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terça-feira, dezembro 05, 2006
A MARCHA DOS PINGUINS E HAPPY FEET

Pois é!!! Os pinguins estão com tudo! O filme Happy Feet está em cartaz para divertir os brasileiros neste final de ano. Mas não deixe de assitir La Marche de L'Empereur , ou , A Marcha dos Pinguins.
É um documentário sobre os pinguins imperadores, e sua tenacidade e esforço conjunto para procriar a espécie. É um excelente reflexão sobre como podemos ser melhores se nos unirmos tanto enquanto pares como quando somos uma equipe. A versão original em francês é maravilhosa!!!
Bom divertimento e boa reflexão!
segunda-feira, dezembro 04, 2006
GERENCIANDO A CULTURA DA ORGANIZAÇÃO
Gerenciando a cultura da organização
O processo de formação e mudança da cultura organizacional não é algo fora de controle. Basta observar a deterioração cultural que ocorre em empresas que passam por demissões em massa e acabam por incorporar valores como auto-defesa e menor disposição ao risco. Se a ação gerencial pode modificar a cultura para pior, por que não poderia alterá-la para melhor?
Quando as liderança da alta cúpula de uma companhia estão genuinamente convencidos da necessidade de transformações e dispostos a empreender as ações necessárias para tal, mudanças culturais significativas podem ser obtidas.Para que se possa ter um bom grau de controle sobre essa transformação é importante que se compreendam com clareza as interrelações existentes entre as ações gerenciais e as demais etapas do processo de formação e mudança da cultura.
Sistemas gerenciais: nessa área é que encontramos as variáveis sob controle direto da alta cúpula: alterações na estrutura, mudanças nos critérios de remuneração e redistribuição de informações entre pessoas e cargos.
Comportamento: a partir das mudanças nos sistemas gerenciais as pessoas passam a agir de modo diferente. Nem sempre, porém, os novos comportamentos correspondem exatamente ao que se espera. É quase impossível prever todas as reações às mudanças efetuadas.
Feedback: à medida em que novos comportamentos vão sendo incorporados, a alta administração deve emitir indicações claras de que os comportamentos após as alterações estão sendo ou não desejados. Descuidar-se desse tópico significa deixar todos na organização sem resposta quanto às suas tentativas de mudança/ajustamento, gerando a dúvida.
Reforço ou mudança de crenças: a partir do ciclo de mudanças e feedback, as pessoas acabam por reforçar uma crença anterior ou adotar uma nova crença sobre qual é a melhor forma de agir em relação a determinado assunto. Neste ponto a alta cúpula também pode auxiliar por meio de explicitação/verbalização clara de seus pensamentos e intenções por meio de reuniões em que todos possam expor claramente suas idéias e opiniões.
Consolidação: após a fase de reforço da mudança de crenças, ocorre a consolidação das novas formas de se fazer as coisas na empresa: aqui ocorre a "corporificação" da cultura organizacional. Entretanto, essa consolidação não é permanente. O processo de formação, mudança e evolução da cultura empresarial é contínuo.
Evolução e novas mudanças: a própria consolidação pode exigir, por seu turno, novas mudanças nos próprios sistemas gerenciais visando ajustá-los à nova cultura. E assim o ciclo prossegue, exigindo da alta administração constante atenção e investimento de tempo e energia no gerenciamento desta evolução.
Muitas vezes uma organização tenta transformar sua cultura apenas por meio da divulgação maciça e intensiva de "novos" valores que "devem ser seguidos" por todos na empresa. Porém só isso não basta. É preciso enxergar o processo de forma muito mais elaborada, como o apresentado.
Alberto Ruggiero
Mestre em Administração pela Universidade Mackenzie, com foco em comportamento organizacional. Consultor Organizacional. Atuou como gestor de RH em empresas multinacionais, nacionais e familiares.
O processo de formação e mudança da cultura organizacional não é algo fora de controle. Basta observar a deterioração cultural que ocorre em empresas que passam por demissões em massa e acabam por incorporar valores como auto-defesa e menor disposição ao risco. Se a ação gerencial pode modificar a cultura para pior, por que não poderia alterá-la para melhor?
Quando as liderança da alta cúpula de uma companhia estão genuinamente convencidos da necessidade de transformações e dispostos a empreender as ações necessárias para tal, mudanças culturais significativas podem ser obtidas.Para que se possa ter um bom grau de controle sobre essa transformação é importante que se compreendam com clareza as interrelações existentes entre as ações gerenciais e as demais etapas do processo de formação e mudança da cultura.
Sistemas gerenciais: nessa área é que encontramos as variáveis sob controle direto da alta cúpula: alterações na estrutura, mudanças nos critérios de remuneração e redistribuição de informações entre pessoas e cargos.
Comportamento: a partir das mudanças nos sistemas gerenciais as pessoas passam a agir de modo diferente. Nem sempre, porém, os novos comportamentos correspondem exatamente ao que se espera. É quase impossível prever todas as reações às mudanças efetuadas.
Feedback: à medida em que novos comportamentos vão sendo incorporados, a alta administração deve emitir indicações claras de que os comportamentos após as alterações estão sendo ou não desejados. Descuidar-se desse tópico significa deixar todos na organização sem resposta quanto às suas tentativas de mudança/ajustamento, gerando a dúvida.
Reforço ou mudança de crenças: a partir do ciclo de mudanças e feedback, as pessoas acabam por reforçar uma crença anterior ou adotar uma nova crença sobre qual é a melhor forma de agir em relação a determinado assunto. Neste ponto a alta cúpula também pode auxiliar por meio de explicitação/verbalização clara de seus pensamentos e intenções por meio de reuniões em que todos possam expor claramente suas idéias e opiniões.
Consolidação: após a fase de reforço da mudança de crenças, ocorre a consolidação das novas formas de se fazer as coisas na empresa: aqui ocorre a "corporificação" da cultura organizacional. Entretanto, essa consolidação não é permanente. O processo de formação, mudança e evolução da cultura empresarial é contínuo.
Evolução e novas mudanças: a própria consolidação pode exigir, por seu turno, novas mudanças nos próprios sistemas gerenciais visando ajustá-los à nova cultura. E assim o ciclo prossegue, exigindo da alta administração constante atenção e investimento de tempo e energia no gerenciamento desta evolução.
Muitas vezes uma organização tenta transformar sua cultura apenas por meio da divulgação maciça e intensiva de "novos" valores que "devem ser seguidos" por todos na empresa. Porém só isso não basta. É preciso enxergar o processo de forma muito mais elaborada, como o apresentado.
Alberto Ruggiero
Mestre em Administração pela Universidade Mackenzie, com foco em comportamento organizacional. Consultor Organizacional. Atuou como gestor de RH em empresas multinacionais, nacionais e familiares.
quarta-feira, novembro 29, 2006
NOVA YORK NA SEMANA SANTA - Convite para Reunião
Estarei acompanhando um grupo para Nova York na Semana Santa 2007 (31 de março). O objetivo é cultural, turístico e compras. A agência de turismo é a Iza Travel e a Operadora é a New Age.
Teremos uma reunião no dia 04/12/2006 às 20h na Iza Travel - Rua R Presciliano Pinto, 2363 - Jd Alvorada Tel/Fax: (55) (17) 2136-1400S.J. do Rio Preto - SP - CEP: 15020-000 http://www.izatravel.com.br/
Aguardo a todos para fazermos uma viagem juntos.
Nova York
31 de Março 07
Semana Santa
Dia 31 - Rio Preto / São Paulo / New York: Apresentação no aeroporto de Rio Preto para embarque no vôo Tam JJ3743 - saída prevista para as 18:35h., chegando em São Paulo as 19:32h. no aeroporto de Congonhas. Recepção por funcionários New Age para acompanhamento para o Aeroporto de Guarulhos. Embarque no vôo Tam 8080 - saída as 22:45h. com destino a New York.
Dia 01 - New York: Chegada prevista para as 07:30h. Recepção e traslado ao hotel Roosevelt para hospedagem que será liberada a partir das 14:30h. Neste dia faremos um passeio a pé pela 5a Avenida e Central Park.
Dia 02 - New York: Pela manhã saída para visita a cidade Alto Manhattan, passaremos pelo Central Park, Lincoln Center, Edificio Dakota e Strawberry Fields. Continuaremos nosso passeio em direção ao Bairro Harlem, tradicional por suas Igrejas com Shows de cantos religiosos, em seguida entraremos na 5a Avenida, onde veremos os Museus Metropolitanos, Frick Collection e Museu Guggenheim. Continuaremos em direção ao Rockefeller Center onde teremos uma parada para apreciar a vista e a Igreja de St. Patricks. Seguiremos para baixa Manhattan passando pela Broadway, Time Square, Greenwich Village, Bairro Soho (antigo centro comercial, agora bairro de moda e galerias de artes, restaurantes), visitaremos também Chinatown, Wall Street, Battery Park, onde se encontram os Rios Hudson e Est, e poderemos admirar a Estátua da Liberdade. Terminaremos nosso passeio no South Seaport onde tomaremos um barco para fazer o Tour Circle Line, uma grande volta pela ilha de Manhattan.
Dia 03 - New York: Pela manhã sairemos para Tour de Compras e iremos ao Blomingdale´s e demais lojas da 57St.
Dia 04 - New York: Faremos um Tour Cultural visitando o Museu de História Natural (ingresso incluído). Neste dia também faremos um passeio a pé pelo maravilhoso Central Parque, onde visitaremos monumento em homenagem a John Lennon. À noite sugerimos assistir a um dos maravilhosos shows da Broadoway.
Dia 05 - New York: Pela manhã faremos um tour a pé com saída em direção ao Lincon Center para tour cultural. Em seguida visitaremos o Museu de Arte Moderna (MOMA) e Museu do Rádio e Televisão. Seguiremos para Times Square no final do dia para admirar o agito local. Terminaremos nosso dia no Manhattan Mall, um bonito Shopping.
Dia 06 - New York: Dia livre - programação a ser definida localmente com a guia.
Dia. 07 - New York/ São Paulo: Em horário pré determinado traslado ao aeroporto para embarque com destino ao Brasil, no vôo JJ 8081 - com saída prevista para as 19:45h., chegando ao Brasil as 06:40h.
Dia 08 - São Paulo / Rio Preto: Chegada ao Brasil prevista para as 06:40h. Recepção pela equipe New Age, onde faremos traslado para o aeroporto de Congonhas para embarque no vôo JJ 3742 com saída prevista para as 12:30h. Chegada em Rio Preto previsto para as 13:35h.
Preço por pessoa parte aérea TAM + terrestre:
apto quádruplo.......USD 1.990
apto triplo................USD 2.116
apto duplo...............USD 2.376
Pacote inclui:
- 06 noites de hospedagem no hotel Roosevelt , taxas e impostos.
- Bilhete aéreo em classe econômica voando Tam desde São Paulo.
- Traslado de chegada e saída privativo ao grupo.
- City Tour de Alto e Baixo Manhattan, passando pelos principais pontos turísticos da cidade, em ônibus privativo ao grupo.
- Passeio de Barco pela Ilha de Manhattan - Tour Circle Line.
- Visita ao Museu de Historia Natural - Ingresso incluído.
- Tour de compras, Shopping Manhattan Mall.
- Visita ao Empire State, Lincon Center, Museu de Arte Moderna e Museu do Radio e da Televisão - ingressos não incluídos.
- Seguro de Viagem Travel Ace.
- Para muitos passeios utilizaremos o transporte de Metro, assim pouparemos tempo e dinheiro.
- Acompanhamento de Guia New Age desde o Brasil durante toda a viagem para mínimo de 20 passageiros pagantes.
- Gorjetas no hotel e aeroporto.
- Kit de viagem NewAge (bolsa, pochete camiseta).
- Assistência de equipe NewAge desde o embarque nos aeroportos de Rio Preto, Congonhas e Guarulhos.
- Pacote não Inclui:
- Na Parte aérea Taxas de embarque e segurança - Extras de caráter pessoal, tais como: telefonemas, lavanderia, refeições e despesas com documentação, passaporte e visto americano.
Teremos uma reunião no dia 04/12/2006 às 20h na Iza Travel - Rua R Presciliano Pinto, 2363 - Jd Alvorada Tel/Fax: (55) (17) 2136-1400S.J. do Rio Preto - SP - CEP: 15020-000 http://www.izatravel.com.br/
Aguardo a todos para fazermos uma viagem juntos.
Nova York
31 de Março 07
Semana Santa
Dia 31 - Rio Preto / São Paulo / New York: Apresentação no aeroporto de Rio Preto para embarque no vôo Tam JJ3743 - saída prevista para as 18:35h., chegando em São Paulo as 19:32h. no aeroporto de Congonhas. Recepção por funcionários New Age para acompanhamento para o Aeroporto de Guarulhos. Embarque no vôo Tam 8080 - saída as 22:45h. com destino a New York.
Dia 01 - New York: Chegada prevista para as 07:30h. Recepção e traslado ao hotel Roosevelt para hospedagem que será liberada a partir das 14:30h. Neste dia faremos um passeio a pé pela 5a Avenida e Central Park.
Dia 02 - New York: Pela manhã saída para visita a cidade Alto Manhattan, passaremos pelo Central Park, Lincoln Center, Edificio Dakota e Strawberry Fields. Continuaremos nosso passeio em direção ao Bairro Harlem, tradicional por suas Igrejas com Shows de cantos religiosos, em seguida entraremos na 5a Avenida, onde veremos os Museus Metropolitanos, Frick Collection e Museu Guggenheim. Continuaremos em direção ao Rockefeller Center onde teremos uma parada para apreciar a vista e a Igreja de St. Patricks. Seguiremos para baixa Manhattan passando pela Broadway, Time Square, Greenwich Village, Bairro Soho (antigo centro comercial, agora bairro de moda e galerias de artes, restaurantes), visitaremos também Chinatown, Wall Street, Battery Park, onde se encontram os Rios Hudson e Est, e poderemos admirar a Estátua da Liberdade. Terminaremos nosso passeio no South Seaport onde tomaremos um barco para fazer o Tour Circle Line, uma grande volta pela ilha de Manhattan.
Dia 03 - New York: Pela manhã sairemos para Tour de Compras e iremos ao Blomingdale´s e demais lojas da 57St.
Dia 04 - New York: Faremos um Tour Cultural visitando o Museu de História Natural (ingresso incluído). Neste dia também faremos um passeio a pé pelo maravilhoso Central Parque, onde visitaremos monumento em homenagem a John Lennon. À noite sugerimos assistir a um dos maravilhosos shows da Broadoway.
Dia 05 - New York: Pela manhã faremos um tour a pé com saída em direção ao Lincon Center para tour cultural. Em seguida visitaremos o Museu de Arte Moderna (MOMA) e Museu do Rádio e Televisão. Seguiremos para Times Square no final do dia para admirar o agito local. Terminaremos nosso dia no Manhattan Mall, um bonito Shopping.
Dia 06 - New York: Dia livre - programação a ser definida localmente com a guia.
Dia. 07 - New York/ São Paulo: Em horário pré determinado traslado ao aeroporto para embarque com destino ao Brasil, no vôo JJ 8081 - com saída prevista para as 19:45h., chegando ao Brasil as 06:40h.
Dia 08 - São Paulo / Rio Preto: Chegada ao Brasil prevista para as 06:40h. Recepção pela equipe New Age, onde faremos traslado para o aeroporto de Congonhas para embarque no vôo JJ 3742 com saída prevista para as 12:30h. Chegada em Rio Preto previsto para as 13:35h.
Preço por pessoa parte aérea TAM + terrestre:
apto quádruplo.......USD 1.990
apto triplo................USD 2.116
apto duplo...............USD 2.376
Pacote inclui:
- 06 noites de hospedagem no hotel Roosevelt , taxas e impostos.
- Bilhete aéreo em classe econômica voando Tam desde São Paulo.
- Traslado de chegada e saída privativo ao grupo.
- City Tour de Alto e Baixo Manhattan, passando pelos principais pontos turísticos da cidade, em ônibus privativo ao grupo.
- Passeio de Barco pela Ilha de Manhattan - Tour Circle Line.
- Visita ao Museu de Historia Natural - Ingresso incluído.
- Tour de compras, Shopping Manhattan Mall.
- Visita ao Empire State, Lincon Center, Museu de Arte Moderna e Museu do Radio e da Televisão - ingressos não incluídos.
- Seguro de Viagem Travel Ace.
- Para muitos passeios utilizaremos o transporte de Metro, assim pouparemos tempo e dinheiro.
- Acompanhamento de Guia New Age desde o Brasil durante toda a viagem para mínimo de 20 passageiros pagantes.
- Gorjetas no hotel e aeroporto.
- Kit de viagem NewAge (bolsa, pochete camiseta).
- Assistência de equipe NewAge desde o embarque nos aeroportos de Rio Preto, Congonhas e Guarulhos.
- Pacote não Inclui:
- Na Parte aérea Taxas de embarque e segurança - Extras de caráter pessoal, tais como: telefonemas, lavanderia, refeições e despesas com documentação, passaporte e visto americano.
segunda-feira, novembro 27, 2006
O QUE OS VENDEDORES TEM PARA ENSINAR AOS PROFESSORES
O que os vendedores têm para ensinar
Brasílio Neto
Todo dia ele lida com dezenas de pessoas. Cada uma delas tem uma necessidade, um desejo, um problema. O dever dele é solucionar esse problema. Pouco há de rotina nesse trabalho. O conteúdo pode não mudar, ou mudar pouco, mas as pessoas com quem ele lida tornam cada dia único. O que garantiu o sucesso com determinado grupo pode não funcionar com outras pessoas. Ele tem apoio de outros profissionais da organização na qual trabalha, mas encara e resolve os problemas de seus clientes sozinho. Tudo depende de seu desempenho e de suas qualidades.
Essa descrição poderia ser tanto de um vendedor como de um professor. Ambos possuem grande liberdade de atuação, mas não são profissionais liberais. Um vendedor deve cumprir metas, não importa o ambiente ou o cliente, e o professor tem um conteúdo programático que deve ser passado, por mais que as turmas e os alunos sejam (in)diferentes.
E assim como há professores que se destacam, também existem vendedores campeões. E eles têm muito a ensinar a você. Acompanhe:
1. Dedique-se a cada etapa da sua profissão
Os vendedores sabem que não adianta ser especialista em apenas um aspecto da profissão. É por isso que dividem as vendas em etapas. Prospecção (procura de clientes), abertura da negociação, levantamento de problemas e necessidades, e por aí vai. Dessa forma, conseguem identificar exatamente em quais áreas precisam melhorar, em que podem estar perdendo negócios e clientes. Tal departamentalização é tão aceita que existem cursos específicos para cada fase da venda.
Da mesma forma, o professor. Dizer que "minha aula poderia ser melhor" não ajuda muito. É preciso identificar exatamente em que sua aula pode ser melhorada. Alguns professores podem, por exemplo, comunicar-se bem, mas não conseguem explicar direito a matéria. Outros não se dão bem ao responder perguntas e questionamentos, se perdem ao voltar ao plano da aula. Eis o que algumas fases da venda têm a ensinar:
Prospecção/conhecimento do cliente - Os bons vendedores não vão batendo em todas as portas. Procuram primeiro descobrir, pela análise de vários dados, quem poderá ser seu melhor cliente. Por exemplo, se você vende ração para cachorro, não vai encontrar muitos clientes em prédios de kitinetes ou flats. Já em bairros mais afastados, onde há várias casas com grandes quintais, provavelmente haverá muitos possíveis compradores.
Da mesma forma, seus alunos possuem certas características únicas. Algumas vezes, a própria instituição atrai determinado tipo de estudante, facilitando o trabalho de identificação; como escolas que seguem os preceitos de determinada religião ou o estilo de educação de outros países. Nas outras, é preciso pesquisar um pouco mais. Veja a região onde a escola está, a classe econômica média de seus alunos, o perfil do bairro, fale com os professores mais experientes. Assim, você já chega em sala de aula conhecendo um pouco sobre seus alunos, facilitando a interação e a adaptação da turma.
Apresentação - É aqui que o vendedor apresenta o produto ou o serviço ao cliente. Mas atenção! Nenhum vendedor que se preza vai mostrar o produto, pura e simplesmente. Ele vai apresentar os benefícios do produto. Não como "é uma lavadora de roupas com capacidade para oito quilos e função ''''ciclo turbotsunami'''' ", porque isso não quer dizer nada. Mas assim "é uma lavadora em que cabe muita roupa, facilitando o trabalho e economizando energia, com uma função exclusiva para a sujeira mais pesada, removendo até...".
Você não compra um carro, compra "transporte para qualquer lugar com rapidez, conforto e segurança". Da mesma forma, seus alunos não se interessam por equações de segundo grau, istmos, proparoxítonas ou puladas de cerca do imperador. Interessam-se pelo que essas informações podem fazer por eles. Traga sempre suas aulas para perto da realidade que eles conhecem.
Objeções - Em vendas, objeções são os motivos que o cliente apresenta para não fechar o negócio. Algumas vezes devido ao preço, outras porque o produto oferecido não é exatamente o que ele desejava. Essa fase é a que faz a diferença entre o bom e o mau vendedor. O mau vendedor teme as objeções, acha que são um sinal de que o cliente não vai comprar nada. Os campeões de vendas sabem que quando o comprador faz uma objeção, na verdade ele está dando mais uma chance para que a venda seja realizada.
Objeções são a maior prova de que o cliente está interessado no negócio. Para transformá-las em certeza, o vendedor primeiro precisa entender qual é, exatamente, o problema. Nem sempre a primeira coisa que o cliente diz é o problema real. Por isso, eles repetem a objeção, pedem que o cliente explique melhor, desenvolvem cenários hipotéticos para chegarem ao que realmente está incomodando o cliente.
Você também tem objeções na sala de aula , pois tem perguntas e dúvidas dos alunos e também certa indisciplina. Sua obrigação é fazer com que cada um entenda o que está sendo passado e saia de sua aula com algo mais na bagagem. Muitas vezes, o aluno diz que "não entendeu". Pergunte exatamente o que ele não entendeu, dê exemplos, peça para ele colocar a dúvida em um contexto. Repita o que ele disse com suas palavras, para ter certeza de que a dúvida dele é aquela mesmo. Só então responda e explique. Tenha certeza de que o aluno entendeu, e siga em frente.
2. Relacionamento interpessoal
Como o vendedor só depende dele mesmo para faturar, é importante ter o marketing pessoal e o relacionamento interpessoal mais do que em ordem. Apresentação correta, observação das reações do cliente, correta impostação de voz, tudo para auxiliar no processo de vendas. Vendedores sorriem até mesmo ao telefone, pois a pessoa do outro lado da linha percebe isso. E o sorriso do vendedor nunca parece forçado. E isso é apenas o começo.
O vendedor se apresenta de acordo com o produto ou serviço que oferece e de acordo com o cliente que pretende atingir. Quem vende produtos infantis dificilmente vestirá um terno de três peças, por exemplo. E, depois de ouvir o cliente, o vendedor passa a utilizar algumas de suas expressões e gestos. Isso é chamado rapport e serve para deixar o comprador mais à vontade.
Da mesma forma, existem escolas mais e menos formais. Existem diferenças entre turmas. O bom professor adapta-se a isso. No fundo, continua o mesmo, só procura uma maneira mais adequada de ser entendido.
3. Utilização do tempo
Tanto os vendedores como os professores utilizam o tempo de maneira muito especial. Quando necessário, vendedores fecham negócios durante o fim de semana ou no feriado; professores varam a noite corrigindo provas. Enquanto vendedores preenchem relatórios de vendas, professores completam diários de classe. Para dar conta do recado, é necessário uma administração cuidadosa do tempo.
É importante saber em que hora do dia você rende mais e quais são as tarefas lhe dão mais prazer. Sempre que possível, deixe essas tarefas por último, como se fossem um prêmio. Assim, você se força a fazer as tarefas que menos gosta rapidamente, para chegar na parte boa logo.
Vendedores campeões também sabem que sempre há tempo para mais um telefonema, mais um agendamento. Uma ligação a mais para clientes por dia significa que ele falará com aproximadamente 240 clientes a mais em um ano. Assim, realizar uma tarefa a mais na escola, antes de ir para casa poderá fazer uma diferença enorme no final do ano.
Brasílio Neto
Todo dia ele lida com dezenas de pessoas. Cada uma delas tem uma necessidade, um desejo, um problema. O dever dele é solucionar esse problema. Pouco há de rotina nesse trabalho. O conteúdo pode não mudar, ou mudar pouco, mas as pessoas com quem ele lida tornam cada dia único. O que garantiu o sucesso com determinado grupo pode não funcionar com outras pessoas. Ele tem apoio de outros profissionais da organização na qual trabalha, mas encara e resolve os problemas de seus clientes sozinho. Tudo depende de seu desempenho e de suas qualidades.
Essa descrição poderia ser tanto de um vendedor como de um professor. Ambos possuem grande liberdade de atuação, mas não são profissionais liberais. Um vendedor deve cumprir metas, não importa o ambiente ou o cliente, e o professor tem um conteúdo programático que deve ser passado, por mais que as turmas e os alunos sejam (in)diferentes.
E assim como há professores que se destacam, também existem vendedores campeões. E eles têm muito a ensinar a você. Acompanhe:
1. Dedique-se a cada etapa da sua profissão
Os vendedores sabem que não adianta ser especialista em apenas um aspecto da profissão. É por isso que dividem as vendas em etapas. Prospecção (procura de clientes), abertura da negociação, levantamento de problemas e necessidades, e por aí vai. Dessa forma, conseguem identificar exatamente em quais áreas precisam melhorar, em que podem estar perdendo negócios e clientes. Tal departamentalização é tão aceita que existem cursos específicos para cada fase da venda.
Da mesma forma, o professor. Dizer que "minha aula poderia ser melhor" não ajuda muito. É preciso identificar exatamente em que sua aula pode ser melhorada. Alguns professores podem, por exemplo, comunicar-se bem, mas não conseguem explicar direito a matéria. Outros não se dão bem ao responder perguntas e questionamentos, se perdem ao voltar ao plano da aula. Eis o que algumas fases da venda têm a ensinar:
Prospecção/conhecimento do cliente - Os bons vendedores não vão batendo em todas as portas. Procuram primeiro descobrir, pela análise de vários dados, quem poderá ser seu melhor cliente. Por exemplo, se você vende ração para cachorro, não vai encontrar muitos clientes em prédios de kitinetes ou flats. Já em bairros mais afastados, onde há várias casas com grandes quintais, provavelmente haverá muitos possíveis compradores.
Da mesma forma, seus alunos possuem certas características únicas. Algumas vezes, a própria instituição atrai determinado tipo de estudante, facilitando o trabalho de identificação; como escolas que seguem os preceitos de determinada religião ou o estilo de educação de outros países. Nas outras, é preciso pesquisar um pouco mais. Veja a região onde a escola está, a classe econômica média de seus alunos, o perfil do bairro, fale com os professores mais experientes. Assim, você já chega em sala de aula conhecendo um pouco sobre seus alunos, facilitando a interação e a adaptação da turma.
Apresentação - É aqui que o vendedor apresenta o produto ou o serviço ao cliente. Mas atenção! Nenhum vendedor que se preza vai mostrar o produto, pura e simplesmente. Ele vai apresentar os benefícios do produto. Não como "é uma lavadora de roupas com capacidade para oito quilos e função ''''ciclo turbotsunami'''' ", porque isso não quer dizer nada. Mas assim "é uma lavadora em que cabe muita roupa, facilitando o trabalho e economizando energia, com uma função exclusiva para a sujeira mais pesada, removendo até...".
Você não compra um carro, compra "transporte para qualquer lugar com rapidez, conforto e segurança". Da mesma forma, seus alunos não se interessam por equações de segundo grau, istmos, proparoxítonas ou puladas de cerca do imperador. Interessam-se pelo que essas informações podem fazer por eles. Traga sempre suas aulas para perto da realidade que eles conhecem.
Objeções - Em vendas, objeções são os motivos que o cliente apresenta para não fechar o negócio. Algumas vezes devido ao preço, outras porque o produto oferecido não é exatamente o que ele desejava. Essa fase é a que faz a diferença entre o bom e o mau vendedor. O mau vendedor teme as objeções, acha que são um sinal de que o cliente não vai comprar nada. Os campeões de vendas sabem que quando o comprador faz uma objeção, na verdade ele está dando mais uma chance para que a venda seja realizada.
Objeções são a maior prova de que o cliente está interessado no negócio. Para transformá-las em certeza, o vendedor primeiro precisa entender qual é, exatamente, o problema. Nem sempre a primeira coisa que o cliente diz é o problema real. Por isso, eles repetem a objeção, pedem que o cliente explique melhor, desenvolvem cenários hipotéticos para chegarem ao que realmente está incomodando o cliente.
Você também tem objeções na sala de aula , pois tem perguntas e dúvidas dos alunos e também certa indisciplina. Sua obrigação é fazer com que cada um entenda o que está sendo passado e saia de sua aula com algo mais na bagagem. Muitas vezes, o aluno diz que "não entendeu". Pergunte exatamente o que ele não entendeu, dê exemplos, peça para ele colocar a dúvida em um contexto. Repita o que ele disse com suas palavras, para ter certeza de que a dúvida dele é aquela mesmo. Só então responda e explique. Tenha certeza de que o aluno entendeu, e siga em frente.
2. Relacionamento interpessoal
Como o vendedor só depende dele mesmo para faturar, é importante ter o marketing pessoal e o relacionamento interpessoal mais do que em ordem. Apresentação correta, observação das reações do cliente, correta impostação de voz, tudo para auxiliar no processo de vendas. Vendedores sorriem até mesmo ao telefone, pois a pessoa do outro lado da linha percebe isso. E o sorriso do vendedor nunca parece forçado. E isso é apenas o começo.
O vendedor se apresenta de acordo com o produto ou serviço que oferece e de acordo com o cliente que pretende atingir. Quem vende produtos infantis dificilmente vestirá um terno de três peças, por exemplo. E, depois de ouvir o cliente, o vendedor passa a utilizar algumas de suas expressões e gestos. Isso é chamado rapport e serve para deixar o comprador mais à vontade.
Da mesma forma, existem escolas mais e menos formais. Existem diferenças entre turmas. O bom professor adapta-se a isso. No fundo, continua o mesmo, só procura uma maneira mais adequada de ser entendido.
3. Utilização do tempo
Tanto os vendedores como os professores utilizam o tempo de maneira muito especial. Quando necessário, vendedores fecham negócios durante o fim de semana ou no feriado; professores varam a noite corrigindo provas. Enquanto vendedores preenchem relatórios de vendas, professores completam diários de classe. Para dar conta do recado, é necessário uma administração cuidadosa do tempo.
É importante saber em que hora do dia você rende mais e quais são as tarefas lhe dão mais prazer. Sempre que possível, deixe essas tarefas por último, como se fossem um prêmio. Assim, você se força a fazer as tarefas que menos gosta rapidamente, para chegar na parte boa logo.
Vendedores campeões também sabem que sempre há tempo para mais um telefonema, mais um agendamento. Uma ligação a mais para clientes por dia significa que ele falará com aproximadamente 240 clientes a mais em um ano. Assim, realizar uma tarefa a mais na escola, antes de ir para casa poderá fazer uma diferença enorme no final do ano.
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