segunda-feira, agosto 08, 2011

Palestra: Coaching: explorando o presente e definindo o futuro aplicada no SENAC

No último sábado (dia 06/08) proferi palestra sobre Coaching: explorando o presente e planejando o futuro na volta dos alunos de pós-gradução do SENAC as aulas do segundo semestre. Foi um grande prazer poder falar sobre liderança, planejamento, persistencia, dedicação e a importância de estar sempre se aprimorando! Grata ao coodenador dos cursos da Pos Graduação Murillo Michel e a coordenadora Celia Gomes!
Adorei passar parte da manhã com os alunos e com toda a equipe de Pós Graduação do SENAC!










































































quarta-feira, julho 27, 2011

Ouça reportagem sobre mercado de trabalho para mulheres

http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=5290943d97aada0&type=video/mp4

O LADO BOM DA DISCIPLINA

Comportamento

São José do Rio Preto, 26 de Julho, 2011 - 1:45
O lado bom da disciplina

Vívian Lima


Não importa se somos - ou queremos ser - um profissional bem-sucedido, uma mãe exemplar ou um atleta de alto nível. Para chegar a esses ou a qualquer outro objetivo, não se pode deixar de encontrar concretude para a palavra disciplina. Isso significa que, além da intenção, é preciso colocar em prática nova rotina, novos hábitos.

E isso não deve ser confundido com algo chato, rígido, com normas que aprisionam. A disciplina permite uma vida mais organizada, permite que tenhamos foco e administremos melhor o tempo. Aliás, disciplina não é algo fundamental e exclusivo da vida adulta. A psicóloga infantil Cristiane Bertucci Nicoleti explica que a disciplina é fundamental para o desenvolvimento das crianças.

Ela aparece nos limites impostos pelos pais, nas rotinas e regras diárias, como hora certa para comer, brincar e dormir. “Isso facilita o desenvolvimento da criança. Faz com que ela tenha organização, ajuda a ter noção de tempo e espaço”, diz. Os pais precisam ter consciência que, mais do que ensinar, eles funcionam como modelos. “A criança é o espelho dos pais”, diz Cristiane.

Dessa forma, ter um filho disciplinado passa também pela disciplina daquele que é pai e daquela que é mãe. Mas o que é ser disciplinado na vida adulta? Se considerarmos a vida profissional, por exemplo, “ser disciplinado é ter noção de que, para atingir metas, é preciso se manter focado”, diz a educadora e coach executiva (orientadora de carreiras) Ada Maria de Assis e Silva. Ela é taxativa: “Sem disciplina, não se vai a lugar algum.”

Para o international coach e psicólogo Luís Marino, a disciplina deve sempre estar atrelada a um objetivo. “Ou então ela não faz sentido. Passa a ser vista como algo chato, sem razão.” Na opinião de Marino, a disciplina também tem relação estreita com reflexão e autoconhecimento. “É preciso saber o que se quer conquistar, estabelecer metas diárias para isso e avaliar se está cumprindo-as ou não.”

Se não cumprimos o que propomos, devem surgir outros questionamentos: será que eu realmente quero conquistar determinada coisa? Será que eu estou me sabotando? Minha preguiça é maior do que meu desejo? Parar para pensar nessas questões gera escolhas mais conscientes. “Isso dinamiza seus resultados e dá uma consciência maior de si mesmo”, diz Marino. Ou seja, mais do que ter disciplina para organizar coisas materiais - arrumar um quarto, por exemplo -, é preciso persistência e método para colocar em ordem a própria conduta, o próprio interior.

Os especialistas explicam que se disciplinar não significa criar amarras e delimitar espaços de ação sem se abrir para as novidades ou os imprevistos. É necessário estar atento para não cair em exageros. “É preciso ter equilíbrio. Quando a disciplina gera sofrimento, angústia, é porque algo está errado”, diz Marino. No caso da criança, esse desquilíbrio pode ser identificado quando as cobranças são super ou subestimadas. “Qualquer polaridade é prejudicial. Tudo que tem falta ou excesso é ruim”, afirma Cristiane.

Visão periférica O foco em um objetivo não pode apagar tudo aquilo que continua ao nosso redor. Isso significa que a disciplina também fornece ferramentas para que saibamos a hora de procurar caminhos alternativos. Não é preciso abandonar uma meta, apenas trocar de trilha quando o primeiro caminho não deu certo. “Algumas pessoas ficam obssessivas, não querem sair de seu quadrado, de sua zona de conforto por receio. E a vida não é assim. Ela não nos dá mole. Não falo isso para gerar angústia, mas sim para orientar que é preciso mudar o rumo, fazer ajustes”, diz Ada.

E um ajuste que hoje todo mundo deseja é o de tempo. Como fazer para que as 24 horas do dia abriguem nossas tarefas domésticas, profissionais, esportivas e de lazer? Ada diz que os disciplinados conseguem eleger suas prioridades e não ficam desesperados tentando resolver tudo. “É lógico que nunca faremos tudo. Temos de ser realistas, senão ficamos com a sensação de frustração.”

A orientadora de carreiras dá algumas dicas para otimizar o tempo: delegar tarefas e fazer um planejamento semanal dos compromissos. Se ainda não for suficiente, escreva em um papel tudo o que fez durante o dia e quanto tempo destinou a cada uma das tarefas. Assim, será possível identificar se anda perdendo muito tempo em algo que não é prioritário.

Segundo Ada, também é preciso aprender a dizer “não” (para não assumir responsabilidades alheias) e aprender a confiar no outro. “Devolva as coisas para as pessoas. Não é preciso ser agressivo ao fazer isso. Acredite no outro e que ele tem competência para resolver as coisas. Ele fará diferente de você, mas poderá fazer até melhor.”

Quem sabe seguindo essas dicas você consiga riscar todas aquelas tarefas de sua listinha diária e sentir o imenso prazer da realização. E esse é só um dos inúmeros resultados de uma vida disciplinada.

Rumo certo:

:: Defina exatamente o que deseja alcançar. Depois de se perguntar onde deseja chegar e o que almeja, defina um plano de ação

:: Cumpra os passos, as metas que traçou. Se não conseguir, faça uma avaliação e tente descobrir o que afastou você da realização

:: Fique atento às desculpas que cria para si e para os outros. Não deixe que elas apartem você de suas metas. Não se sabote

:: Não vire prisioneiro da sua disciplina. Os sinais de que algo nessa relação perdeu o equilíbrio são claros. Se cumprir as metas passam de prazer a sofrimento, é hora de uma reavaliação

:: Troca de caminho não significa fracasso, nem abandono da disciplina. Se algo não deu certo depois de muita persistência, não tenha medo de buscar trilhas alternativas. Insistir no erro não tem nada a ver com disciplina

:: Aproveite os resultados de uma vida disciplinada. Use o tempo livre com atividades que lhe proporcionem prazer ou para investir naquilo que tinha abandonado, como as atividades físicas

:: Confie no potencial dos seus familiares, amigos, colegas de profissão. Deixe que eles cumpram as próprias tarefas. Você deve ajudá-los, mas com orientação, e não resolvendo os problemas deles

Fonte: www.diarioweb.com.br

Matéria no Jornal DHoje sobre crescimento no setor de Educação

Na matéria de Thiago Passos , no jornal DHoje, de 25/05/2011, falo sobre o crescimento no setor de educação e principalmente no setor de escolas de idiomas, uma vez que estou a frente da franquia CCAA há 31 anos em São José do Rio Preto. Vamos nos aperfeiçoar, pessoal!


domingo, julho 24, 2011

APOSTA NO COACHING - COLUNA GENTE & NEGÓCIOS - JORNAL BOM DIA

Nota publicada na Coluna Gente & Negócios do jornalista Fabiano Ferreira no Jornal Bom Dia ontem (23/7). Grata ao Fabiano pela confiança em meu trabalho

Aposta no coaching
Cada vez mais os cursos de coaching têm sido procurados por empresários e administradores de empresas. Desta vez, dez gerentes de concessionárias do Grupo Ville de Araçatuba, Presidente Prudente e Votuporanga vão participar de um curso em Rio Preto sobre liderança e o trabalho de gerência. À frente da formação está Ada Maria Assis, que vai abordar temas como alcançar resultados esperados, gerenciamento do tempo e delegação de funções.

sábado, julho 23, 2011

Curso: Como vender valor ao invés de preço na hora de vender o invisível

Foi uma sexta especial compartilhando experiências e trocando idéias sobre vendas focadas em valor e não em preço com as secretárias do CCAA de várias cidades da Região como Penapólis, Monte Alto, Araçatuba, Birigui, Buritama, José Bonifácio e São José do Rio Preto. A equipe está pronta para atender os clientes e alunos do CCAA seguras da missão, valores, estratégia e diferenciais exclusivos dos cursos do CCAA na hora de vender o invisível!
Boa sorte a todas e a todos os franqueados que confiam no meu trabalho!


















































































































quarta-feira, julho 20, 2011

Tempo não se acha: se cria

Tempo não se acha: se cria
Por Floriano Serra para o RH.com.br

Dias atrás a Imprensa divulgou que Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, não perde um episódio da série Game of Thrones - e quando não pode assistir, grava os capítulos.

Apesar dessa introdução, não é minha intenção discutir aqui os hábitos televisivos da presidente, nem suas preferências na telinha. O motivo desta citação é outra.

Sempre achei que o "workaholic" é uma vítima de condicionamentos e crenças existenciais equivocadas, quando não um fugitivo da intimidade afetiva - mas isto é uma longa história cuja natureza não cabe no escopo deste artigo.

Quero apenas lembrar a todos que o ser humano constitui-se de corpo, mente e espírito. Para se ter uma vida produtiva, saudável e feliz, é, portanto, preciso cuidar dessas três partes e mantê-las atuantes de forma motivada, atualizada e completa. A omissão de qualquer delas ou a fixação em uma delas causará consideráveis estragos à qualidade de vida do indivíduo e criará nele grandes limitações que o impedirão de desfrutar plenamente tudo o que a vida lhe proporciona. Em outras palavras, a necessidade do tão falado equilíbrio entre vida pessoal, profissional e espiritual não é balela nem conversa fiada de psicólogo.

Fico espantado com a quantidade de profissionais que encontro em eventos corporativos e que, em conversas informais, afirmam que não sabem contar piadas, não conhecem a letra de música alguma, não vão ao cinema e ao teatro, não leem livros e revistas e não assistem às séries de TV. E por quê? Porque, segundo alegam, não têm tempo para isso! Todo o tempo deles é dedicado ao trabalho. A empresa agradece, mas certamente a família e os amigos, não. Muito menos seu próprio tripé de corpo, mente e espírito que vive sob o sobressalto do estresse aproximando-se a cada dia, prestes a transformar-se em "burnout". Muitos desses profissionais estão perdendo os melhores anos da vida dos seus filhos e os melhores momentos da sua relação afetiva. E deixando de lado parentes e amigos queridos. Sem falar de Deus - felizmente, de todos O mais tolerante e paciente.

Pois saiba, caro amigo "workaholic", que enquanto você está fazendo "serão" ou esticando seu expediente de trabalho muito além do necessário, a presidente da República do Brasil, aquela que tem muito mais metas, funcionários, clientes e responsabilidades que você, está curtindo tranquilamente, à noite, uma interessante série de aventuras na TV. Provavelmente cercada de familiares e amigos - e é quase certo que sem faltar a pipoca. Tempo não se acha, se cria - desde que haja flexibilidade, interesse e motivação para isso. E sem a necessidade de complicados e confusos gráficos de controles e planejamento - basta o bom senso.

Portanto, prezado "workaholic", tudo o que posso recomendar é: ou procure ajuda profissional de um psicoterapeuta ou de um "coach", ou siga em frente. Para isso, existe o livre arbítrio.

segunda-feira, julho 11, 2011

FUJA DOS PSEUDOCOACHES DE PLANTÃO



Observo que há uma crescente onda de oferta de cursos de Coaching em São José do Rio Preto assim como em todo o Brasil. Como muitas destas empresas de treinamento e profissionais não possuem credencial técnica ou tem uma formação séria, chegam vendendo falsas promessas e invadem o mundo corporativo banalizando o criterioso e sério processo de Coaching. Já em abril de 2010 a Revista RH, da Editora Abril alertava sobre a “indústria de Coaching no Brasil com sua irresponsável atuação junto a profissionais autônomos, consultores e rhs de empresas nacionais.
Um processo como o Coaching é altamente especializado e deve contar com profissionais qualificados e experientes para garantir a melhora no desempenho das organizações e, principalmente no desenvolvimento de pessoas. É preciso ficar alerta e fugir das oportunidades com investimentos baratos e oferecidos por empresas que estão só de passagem pelas maiores cidades visualizando um mercado propício para aplicar cursos de formação de Coaching e também atuar como Coach Executivo.
Tenho trabalhado como Coach Executiva há seis anos a frente de minha empresa Officina do Coach e fiz minha formação pela Lambent do Brasil sendo membro da International Coaching Community, uma organização com sede em Londres que impõe regras e um código de ética a atuação de seus profissionais. Além de ter passado pelo Coaching como cliente, o curso de formação foi extremamente sério e não garantia ao participante que ele seria certificado ao final do curso a menos que atingisse as notas necessárias tanto na prova escrita e prova prática. É preciso também apresentar um projeto de atendimento como Coach atendendo um coachee utilizando a metodologia do processo de coaching com PNL (Programação Neuro- Linguística) mostrando as técnicas utilizadas, e o progresso de seu cliente em traçar objetivos e montar um plano de ação.
Mas, a credencial mais importante que sinto que os executivos, empresários e líderes apreciam em meu perfil é o conhecimento em negócios que adquiri atuando como empresária há 31 anos em minha franquia de idiomas. Conhecer o mundo corporativo, as dificuldades em ser um líder motivador e criterioso evitando o subgerenciamento que vemos hoje em dia na maior parte das empresas, e ter experiências em gerir pessoas são itens essenciais em um excelente Coach Executivo. Mas o que vemos são empresas e pseudo coaches que não entendem nada das técnicas do processo, não entendem nada de negócios e para piorar não entendem nada de pessoas.
O Coach deve ainda continuar se reciclando através de cursos e manter contato com outros coaches e mentores que vão ajuda-lo no aperfeiçoamento de técnicas e na evolução de sua carreira desempenhando com responsabilidade e ética a profissão após a formação.
Fique atento portanto, a muitos profissionais que estão aproveitando a “onda” de interesse pelo processo de Coaching dando cursos ou atendendo como Coach sem embasamento técnico algum, prejudicando e vulgarizando um processo que é seriamente desempenhado em países como Inglaterra, Canadá, China, Austrália e Estados Unidos, uma vez que os resultados advindos da prática do Coaching são realmente excelentes e trazem um upgrade no desenvolvimento pessoal e profissional das pessoas.

Ada Maria de Assis e Silva

Veja a matéria da Revista RH da Editora Abril:
http://sbcoaching.org/img/imprensa/revistas/RevistaVOCÊRH_JUNHO2009.pdf

quinta-feira, julho 07, 2011

A ÚNICA COISA QUE IMPORTA


Se você está lendo este artigo, é porque está buscando informações e conceitos que possam lhe trazer novos resultados ou porque tem interesse em seu próprio crescimento ou no desenvolvimento daqueles que você lidera.

Por você ler este artigo, tenho a certeza de que você é um aprendiz, que está sempre buscando melhorar em tudo o que faz.

Sendo assim, devo lhe dar os parabéns, pois buscar conhecimento e ferramentas para melhorias é realmente muito importante.

Mas agora que eu lhe dei os parabéns, preciso lhe contar um segredo: isso não é suficiente. A verdade é que há uma grande diferença entre saber algo sobre uma ferramenta, possuí-la e usá-la. Ou seja, ter um martelo não coloca o prego da parede. E saber como colocar o prego da maneira correta, não segura um novo quadro.

Existe uma enorme diferença entre ver como a ideia funcionará, se inspirar para colocá-la em prática e fazê-la funcionar de fato. Essa diferença, obviamente, é a ação.

Se quisermos ter algum progresso, ser melhores e liberar nosso enorme potencial, nós devemos agir.

Sei que pode haver muitas dificuldades em seu caminho – problemas, desafios e complicações dentro e fora do trabalho. Sei que você pode ter ficado cheio de ideias no último workshop que freqüentou. Sei também que você talvez possua algumas anotações sobre um artigo que leu na semana passada, ou mesmo sobre um livro que leu no mês anterior. São tantas ideias, planos e intenções… E você se sentia tão motivado para colocar tudo isso em prática, tão entusiasmado… Até que, de repente, o entusiasmo acabou e nada foi feito.

Em algum momento, essas ideias e planos deixaram de ser motivadores. Ou o que é ainda pior: transformaram-se em algo negativo – ideias paradas, energia estagnada, morbidez crescente e sensação de culpa e de frustração por não ter feito nada. Parece familiar?

Agora responda: você quer mudar este ciclo? Se realmente quiser, leia este artigo até o final.

MAS ATENÇÃO: Não continue lendo se você não estiver preparado para investir cinco minutos após a leitura, pois se você não investir um pouco de seu tempo, este artigo e as ideias que ele trará serão adicionados à sua lista de “ideias paradas”.

Então vamos aos sete passos para os próximos cinco minutos:

1. Diga a si mesmo que você pode fazer qualquer coisa que queira. Pense nisso: se você acreditar que pode ou que não pode fazer algo, em ambos os casos você estará absolutamente correto. Sendo assim, o que você prefere?
2. Faça uma lista rápida de seus maiores sonhos ou desejos.
3. Escolha um objetivo ou desejo da lista que você realmente quer realizar.
4. Determine a primeira ação. Decida qual será a primeira coisa que você fará e que evidenciará que você está no caminho da realização. O primeiro passo não precisa ser grandioso, mas deve ser algo que você pode fazer hoje, não importando o quão ocupado você esteja. Se for uma ação muito complexa, quebre-a em pedaços menores.
5. Faça isso hoje – agora é ainda melhor!
6.Decida a próxima ação.
7. Comprometa-se a realizá-la.

Estes sete passos são o início de uma nova jornada e o objetivo deste artigo: promover um início. No final das contas, o texto que você acabou de ler não se trata de novos conhecimentos, ideias ou inspirações. Trata-se de AÇÃO.

fonte: BLOG SBCoaching

segunda-feira, julho 04, 2011

REDES SOCIAIS AJUDAM NA CAPTAÇÃO DE TALENTOS

Redes sociais ajudam na captação de talentos
Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Todos os dias milhares de pessoas buscam espaço no mercado de trabalho ao mesmo tempo em que inúmeras organizações procuram profissionais que atendam às suas reais necessidades. Em plena época da Tecnologia da Informação, hoje quem é responsável pelo recrutamento e seleção conta com um aliado para agilizar o processo: as redes sociais.

Para quem vive conectado com as redes sociais como Twitter, Facebook ou LinkedIn sabe que esses espaços virtuais tornaram-se canais não apenas de relacionamentos sociais, mas também passaram a ser a "chave de entrada" em empresas dos mais variados segmentos. Uma organização que utiliza as redes sociais para captar talentos é a Braspag - companhia que atua no processamento de pagamentos para e-commerce e call center na América Latina. Atualmente, a empresa conta com cerca de 60 profissionais que exercem suas atividades nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

De acordo com Karina Garcia, analista sênior do departamento de Recrutamento e Seleção da Braspag, as vagas que surgem na organização sempre são divulgadas através das redes sociais, uma vez que se tornaram ótimas ferramentas para encontrar os profissionais que atendam às expectativas da empresa. "Acionar a rede social certa é como pescar com arpão: direto ao ponto e à pessoa mais próxima possível do perfil desejado. Divulgamos ainda as oportunidades em fóruns específicos de Tecnologia da Informação, em listas do Yahoo e sites de busca de currículo. Porém, o retorno em redes sociais é o que nos faz acreditar ser o melhor recurso", afirma, ao acrescentar que a empresa também mantém parcerias com algumas instituições de ensino para encontrar novos talentos.

Vale ressaltar que na Braspag, a busca por profissionais que façam a diferença é uma constante. Ou seja, mesmo que o time esteja completo, a empresa possui "candidatos" prontos e avaliados para o surgimento de uma possível vaga de aumento de quadro ou de substituição de funcionário. Ao ser indagada se a organização utiliza o processo de seleção interna, a analista de Recursos Humanos afirma que a Braspag já realizou processos internos, mas a vaga só é aberta internamente caso seja constatado que existe alguém que realmente capaz de suprir à necessidade da organização. Quando isso ocorre, Karina Garcia afirma que a valorização dos profissionais que já atuam na empresa é reforçada.

Depois das redes sociais - Após a captação dos profissionais, através das redes sociais, Karina Garcia comenta que apenas alguns processos seletivos incluem a utilização de dinâmicas de grupos. Isso ocorre preferencialmente para a contratação para a área comercial ou de relacionamento com o cliente. Para as demais seleções sempre é aplicado um estudo de caso, onde o candidato precisa responder de forma coerente para continuar no processo seletivo.

"Para os profissionais que assumirão cargos na área de TI, em especifico para a contratação de desenvolvedores, é aplicada uma prova técnica, em que avaliamos o nível de conhecimento de cada candidato e, em seguida, o gestor da área faz uma entrevista técnica. Em alguns setores precisamos que o nível de Excel dos candidatos seja avançado. Com isso, aplicamos provas práticas para avaliarmos o nível do candidato e, da mesma forma, funciona com as avaliações na fluência dos idiomas de inglês e espanhol para algumas posições estratégicas da companhia. Todos os candidatos passam por uma entrevista com o setor de RH que foca o lado comportamental do candidato. Utilizamos a grafologia como uma ferramenta de trabalho", explica a analista de Recursos Humanos da Braspag.

Vale salientar que mesmo sendo aprovado na prova técnica, a organização faz uma análise de do perfil comportamental dos candidatos, uma vez que a empresa considera que para fazer parte do seu time, o funcionário precisa ter paixão por aquilo que faz e tratar os negócios da companhia e dos clientes como se fossem seus. Outras competências valorizadas pela empresa são: ética tanto com os clientes externos quanto em relação aos colegas de trabalho; bem como constante interesse pela busca do conhecimento.

Feedback para todos - Mesmo que o candidato não seja selecionado para a vaga, a área de RH da Braspag preocupa-se em dar um feedback para que esse profissional saiba o motivo dele não ter sido escolhido. Esse retorno pode ser feito tanto por telefone quanto por email, mas nunca deixa de ocorrer. Inclusive, há situações em que é detalhado o ponto considerado fraco, a fim de que a pessoa possa refletir e trabalhar para desenvolver novas competências.

Segundo a analista de RH, dificilmente a Braspag fecha suas portas para os talentos que não foram contratados em determinada seleção. Nesse caso, a área de Recursos Humanos explica a todos os candidatos que eles poderão retornar para a Braspag, No caso específico de quem concorre a uma oportunidade em Tecnologia da Informação, após seis meses a pessoa pode retornar para refazer a prova. Esse período de aproximadamente 180 dias é dado pela empresa, pois é o tempo suficiente para que o profissional da área adquira um excelente nível de conhecimento, dependendo do esforço individual.

Retenção de talentos - Em sua política de Gestão de Pessoas a Braspag tem como premissa que não é suficiente captar talentos. É indispensável mantê-los em seu time. Nesse sentido, a área de Recursos Humanos acompanha o crescimento de cada funcionário, promovendo sessões de coaching e avaliando caso a caso. "Temos um estudo de cargos e salários, onde listamos as nossas prioridades e ações que precisam ser realizadas. A empresa adota o modelo de meritocracia, onde a cada quatro meses a área de RH recebe uma avaliação dos funcionários, realizada pelos gestores responsáveis", cita Karina Garcia. Se, por sua vez, o funcionário apresentar uma classificação acima do esperado será beneficiado seja com uma promoção, um investimento em auxílio educação, por exemplo.

Por fim, ela enfatiza que tanto para captar quanto para reter os talentos que fazem o diferencial para o negócio é necessário criar um ambiente motivador, desafiador e cheio de oportunidades. O investimento em políticas de valorização, avaliações de feedback e um modelo de gestão de desempenho claro e bem estruturado fazem com que os funcionários sintam-se respeitados e valorizados.

A empresa, continua ela, deve envolver seus funcionários em grandes desafios profissionais, ter um plano de carreira estruturado e dar autonomia para tomadas de decisão. "Devemos somar a essas ações uma remuneração compatível com o mercado e variáveis por meritocracia, investir em pessoas, educar e treinar continuamente, instituir o processo de coaching, que permite um melhor direcionamento de carreira", conclui.

FONTE: www.rh.com.br

sexta-feira, junho 24, 2011

AS TRÊS ARMADILHAS DO FRACASSO HUMANO

Existe uma máxima na vida que diz: Sucesso não é ponto a ser conquistado, mas um caminho a ser percorrido.

Neste sentido, eu quero começar fazendo uma pergunta para você:

QUAL É O FATOR-CHAVE DE TODO O SUCESSO OU FRACASSO HUMANO?

Você conhece pessoas que sem uma excelente educação acadêmica, sem possuir dinheiro ou tendo enfrentado acontecimentos negativos no passado conseguiram superar obstáculos, realizar seus sonhos e chegar ao topo?

Todos nós conhecemos!

Pense em nomes como, por exemplo: Silvio Santos, Comandante Rolim (da TAM), Amador Aguiar (fundador do Bradesco), Samuel Klein (fundador das Casas Bahia) e José Alencar (fundador da Coteminas e ex-vice-presidente da República).

O que estas pessoas possuem em comum, além de terem se tornado ricas e conhecidas?

A capacidade de superar as três armadilhas de todo o fracasso pessoal e profissional humano:

Primeiro: Viver sem a expectativa de conquistar grandes realizações.

A maioria das pessoas já não vive para conquistar seus sonhos, apenas sobrevive. Acostuma-se com o bom e não procura o extraordinário. Qual é o problema disto? Viver sem motivação, sem energia, sem vontade… Viver apenas com desejos… Como seria bom ter mais dinheiro, mais saúde, um corpo perfeito, um excelente emprego, um ótimo relacionamento… Seria bom, mas essas pessoas nunca conquistam o que desejam. O motivo? Elas não possuem algo para perseguir que lhe traga prazer diário.

Segundo: Acreditar que sucesso é uma questão de sorte.

Uma questão de sorte ou um dom especial. Pessoas que acreditam nisto não entendem que sucesso exige muito trabalho, dedicação, disciplina e superação. Se você quer ter mais sucesso em sua vida, precisa estudar o sucesso. Para ser um bom arquiteto, médico, dentista ou advogado, são necessários anos de estudo e dedicação. Por que para ser bem-sucedido na vida seria diferente?
Estude o sucesso, busque todo o conhecimento necessário sobre esta palavra. Eu garanto que você entrará em um novo círculo de atuação em sua vida e novos resultados irão surgir.

Terceiro: Viver por recompensas imediatas.

As coisas que lhe trazem resultados imediatos não serão as coisas que lhe permitirão atingir o sucesso no futuro.

Ir ao cinema, assistir televisão, ir ao teatro, ficar um dia inteiro em um churrasco são coisas que lhe trarão prazer no presente, mas não lhe trarão ganhos futuros.

Aliás, você sabia que, segundo estudos, uma das principais causas do fracasso na vida é trocar ganhos consistentes e duradouros, mas que levarão algum tempo para ocorrer, por gratificações imediatas, mas efêmeras e que em nada contribuem para objetivos maiores?

Estudar, aprender um novo idioma, ir à academia, conversar com mais calma com seus familiares, acompanhar seu filho em uma atividade, são, por outro lado, exemplos de ações que podem não lhe trazer tantos benefícios em curto prazo – mas que no futuro trarão.

Preste atenção em uma coisa: não se trata de abdicar de todos os momentos recompensadores no presente, mas de estar disposto a se dedicar a coisas no presente que podem não lhe parecer muito prazerosas, mas que no futuro lhe tornaram uma pessoa bem-sucedida.

Você é uma pessoa que possui grandes sonhos e acredita que pode conquistá-los?

Você é uma pessoa que está disposta a estudar os fundamentos do sucesso?

Está disposta a abrir mão de recompensas momentâneas para desfrutar de um sucesso sustentado no futuro?

Então, faça como milhares de pessoas já fizeram… Estude coaching!

Fonte: Sociedade Brasileira de Coaching

segunda-feira, junho 20, 2011

Loucos e Santos by Oscar Wilde



Provalmente você já ouviu ou leu este texto de Oscar Wilde. Mas penso ser interessante uma outra leitura, pois é de uma verdade imensa pra mim e de muita sensibilidade.



Crazy & Saints - Oscar Wilde
I choose my friends not by their skin or other archetype, but by the pupil.
They have to have questioning shine and unsettled tone.
I'm not interested in the good spirits or the ones with bad habits.
I'll stick with the ones that are made of me being crazy and blessed.
From them, I don't want an answer, I want to be reviewed.
I want them to bring me doubts and fears and to tolerate the worst of me.
But that only being crazy.
I want saints, so they daunt doubt differences and ask for forgiveness for injustices.
I choose my friends for their clean face and their soul exposed.
I don't just want a man or a skirt, I also want his greatest happiness.
A friend that doesn't laugh together doesn't know how to cry together.
All my friends are like that, half foolish, half serious.
I don't want foreseen laughter or cries full of pity.
I want serious friends, those that make reality their fountain of knowledge, but that fight to keep fantasy alive.
I don't want adult or boring friends.
I want half kids and half elderly.
Kids, so they don't forget the value of the wind blowing on their faces and elderly people so they're never in a hurry.
I have friends to know who I am.
Then seeing them as clowns and serious, crazy and saints, young and old, I will never forget that 'normalcy' is a sterile and imbecile illusion.

E aí vai a tradução

Loucos e Santos - Oscar Wilde
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Ada Maria de Assis e Silva comenta violência nas escolas

ASsistam entrevista no SBT sobre violência nas escolas onde dei minha opinião como educadora.

O Chefe e o Líder



O chefe e o líder
Por Júlio César Vasconcelos para o RH.com.br





Nos últimos tempos, com a crescente valorização do capital humano, muito tem se falado e discutido sobre o conceito de liderança nos meios organizacionais. E vem a pergunta que não quer se calar: afinal de contas, qual a diferença entre o Chefe e o Líder nas relações interpessoais? A diferença, aparentemente sutil, tem um enorme peso no nível motivacional dos empregados e no aumento da produtividade. Vejamos esta diferença na prática.

Um dia, os dois, o Chefe e o Líder, cada um responsável por uma equipe diferente de trabalho, encontram-se em uma empresa e a ambos é proposta, pela diretoria, uma meta a ser alcançada. Feito isto, cada um toma um caminho diferente para sua empreitada. O primeiro, o Chefe, enclausura-se solitariamente no seu escritório e traça uma série de planos mal costurados e intocáveis. Em seguida, saindo do seu "aquário", convoca todos seus subordinados, "sobe na mesa", fecha a cara e, pedindo para não ser interrompido, diz que recebeu uma determinação da diretoria, ordenando que seus subordinados assumam uma série de responsabilidades, sem direito de errar em um mínimo detalhe! Na sequência, despacha-os para a "grande batalha", fiscalizando detalhadamente, como um capataz, cada detalhe de suas tarefas. O medo e a punição são as ferramentas utilizadas. "Manda quem pode, obedece quem tem juízo"!...

O segundo, o Líder, logo após receber a incumbência, troca algumas ideias com pessoas-chave e reflete sobre as estratégias a serem utilizadas. Em seguida, reúne-se com seus colaboradores em torno de uma mesa redonda e, de maneira participativa, apresenta para seus colaboradores a meta a ser atingida e abre um espaço para ouvir dúvidas, sugestões e comentários, registrando-os de maneira atenciosa. Após esta fase, junto com os colaboradores, esboça um plano de ação participativo para ser colocado em prática. No final, delega as tarefas, reforça a importância do espírito de equipe para o alcance dos resultados e se disponibiliza para dar apoio a quem precisar. Durante o desenvolvimento do plano, utiliza-se de ferramentas eficazes de controle para verificar o seu andamento. Reconhece de forma criteriosa, sincera e respeitosa o bom desempenho dos colaboradores e dá apoio aos que encontram alguma dificuldade. O carisma e o respeito fazem parte da estratégia utilizada. Um por todos, todos por um...

Em situações normais, provavelmente o resultado do primeiro protagonista, o Chefe, vai apresentar uma série de falhas: empregados com baixa autoestima, desmotivados e estressados, perdas e retrabalhos, elevado índice de rotatividade de pessoal (turnover) e acidentes de trabalho, baixa produtividade e lucratividade... Em contrapartida, com certeza, o resultado do segundo protagonista, o Líder, vai apresentar bons resultados: empregados com elevada autoestima, comprometidos e motivados, ausência de perdas e retrabalhos, baixo índice de rotatividade e de acidentes de trabalho, elevada produtividade e lucratividade.

Então, em qual dos dois estilos você se enquadra e/ou gostaria de ser enquadrado???...

O problema fundamental é que nossas organizações estão cheias de Chefes e carentes de Líderes, comprometendo fortemente os seus resultados. Um dos grandes desafios de desenvolver pessoas é descobrir a arte de colocar ou formar verdadeiros líderes para ocupar cargos gerenciais. "Líderar é possuir seguidores", já dizia Peter Drucker, considerado o Pai da Administração Moderna. Se as "caixinhas" dos velhos e antiquados organogramas organizacionais fossem enxugadas e no lugar dos arcaicos e imutáveis ocupantes fossem colocados líderes de fato, certamente teríamos muitos melhores resultados.

O autoritarismo destroi as pessoas, trazendo consequências danosas não só para as organizações, mas também para a família e para a sociedade. O que um profissional sofre dentro de uma empresa, leva para o ambiente onde vive e para a sua casa. Dizem que as crianças são muito sinceras no que falam. Se você quiser saber em qual dos dois estilos se enquadra, é só criar um ambiente adequado e perguntar às crianças, aos filhos de seus empregados, o que seus pais dizem em casa sobre você no ambiente de trabalho. Se você for um líder, elas vão amá-lo, se for um chefe, vão odiá-lo. Cuidado para não se assustar...

Fonte: www.rh.com.br

ÉTICA NO MERCADO DE EXECUTIVCE SERCH

Ética no mercado de Executive Search
Por Eduardo Drummond Rodrigues para o RH.com.br

O mercado de Executive Search no Brasil teve um boom no início do século 21, fomentado principalmente pelo aquecimento da economia do país, com as perspectivas do então esperado "espetáculo do crescimento", apesar das incertezas da reação do mercado estrangeiro com o comando do Governo Lula.

Surgiram, então, diversas consultorias de recrutamento dispostas a auxiliar as empresas na contratação de seus funcionários, nos níveis de média e alta gerência, tendo diferenças muito tênues entre elas, pois apesar de se tratar de uma prestação de serviços, o produto em si tornou-se uma commoditie, ou seja, a busca pelo profissional certo para recolocá-lo no lugar certo. Em linhas gerais, a matéria prima deste mercado - os profissionais - encontra-se disponível para todas as consultorias. Quem os encontra primeiro, leva vantagem para apresentar o seu "produto" ao cliente.

Devido ao apagão de mão de obra qualificada nas décadas de 80 e 90 e o aquecimento da economia global nos últimos anos, originou-se um hiato difícil de ser solucionado em pouco tempo. É neste cenário que cresce o poder de barganha dos profissionais, disputados de todas as maneiras não só pelas empresas como por as consultorias especializadas, que enxergam o profissional como uma pedra preciosa, capaz de angariar frutos e gerar receita.

Por este motivo, nos deparamos com um conflito de interesses por trás disso tudo: "Até que ponto o mercado de Executive Search enxerga apenas o lado profissional do candidato?". Sabemos que existem diversas variáveis a serem ponderadas no momento da troca de um emprego por outro, que ultrapassam a fronteira da compensação financeira apenas. Desafio de carreira, porte da empresa, perspectivas de crescimento, todos estes são fatores que devem ser levados em consideração pelo candidato, no momento de avaliar se aquela oportunidade faz sentido para sua carreira naquele momento ou não.

E é exatamente neste contexto que é levada em questão a idoneidade e a seriedade da consultoria, que faz o papel intermediário de buscar o profissional com as características solicitadas pelo gestor, avaliando não só os aspectos comportamentais (se estão alinhados com o perfil da empresa) como também técnicos do candidato. Com a escassez de mão de obra em um mercado tão aquecido, eis que surge a dúvida em relação à apresentação dos melhores profissionais. Seriam mesmo os melhores candidatos do mercado, ou apenas os melhores encontrados? Será que o projeto trabalhado pela consultoria para seu cliente é o melhor passo profissional para aquele candidato? Com o mercado aquecido, e tantos projetos sendo trabalhados pelas consultorias, será que o tempo dedicado ao projeto foi o ideal para encontrar os melhores no mercado?

Por parte do candidato, todas essas questões são muito subjetivas e suas respostas variam de acordo com o momento que cada um vem atravessando. Do lado da empresa de Executive Search, são questões éticas que devem ser levadas com muito bom senso, pensando sempre pelo lado do cliente. Afinal de contas, um trabalho bem elaborado acarretará na boa imagem da empresa e a consequente fidelização do cliente. Em tempos de concorrência acirrada e o surgimento de novas empresas neste mercado, a qualidade do serviço atrelada à ética profissional é considerado como um diferencial competitivo bastante relevante.

Fonte: www.rh.com.br

quinta-feira, junho 09, 2011

NUNCA SE CASE ANTES DOS 30

Nunca se case antes dos 30
Ada Maria de Assis e Silva
Executive Coach e Educadora


O autor do livro “Nunca se case antes dos 30”, Heverton Anunciação, baseou suas conclusões em várias pesquisas que mostram que há mais risco de separação para pessoas que se casam antes dos 30. De acordo com ele, as pessoas deveriam aproveitar esta década para crescer em vários aspectos profissionais e pessoais para depois assumir um compromisso.
Creio que o que realmente importa é a maturidade que a pessoa tem para assumir um compromisso a dois. É óbvio que conforme envelhecemos, as experiências vividas aumentam nossa maturidade mostrando-nos que é preciso desmistificar alguns aspectos culturais que envolvem o casamento. O romance inicial, o “viverão felizes para sempre”, “você é a pessoa certa pra mim” deverão sobreviver ao tempo, às dificuldades financeiras, aos filhos, ao dia a dia e principalmente as mudanças que cada um dos parceiros sofrerá ao longo da vida. Após alguns anos não somos mais aquela noiva ou noivo, pois mudamos nossas crenças, nossos hábitos, nosso corpo e evoluímos espiritualmente. Assim, movidos pela paixão e pelo desejo, muitos casais se casam esquecendo que deverão compartilhar uma vida comum com outra pessoa, tendo projetos em comum, afetividade, e cultivando a sensualidade e o sexo.
Quando surgem os conflitos, a tendência mais comum é valer-se do velho expediente de culpar o outro. Faz parte de nosso mecanismo de defesa e é a maneira mais eficiente de dar uma explicação: a outra parte é a problemática. Esta é a melhor maneira de aniquilar um casamento.
Manter um casamento é uma árdua tarefa que exige, de ambos os parceiros, um grande investimento amoroso, capacidade de mudança e adaptação e a convicção de que é preciso batalhar para que as coisas dêem certo! Quando apenas uma parte está lutando para manter, a situação é mais difícil. Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando um não quer dois não amam, dois não constroem. Culpar a outra parte ou evadir-se de responsabilidade faz o matrimônio correr riscos. Assim, vou me permitir propor algumas reflexões para os casais:

1. Saibam distinguir entre o real e o ideal. No início do namoro acreditamos que aquela é a pessoa ideal, a que sempre sonhamos. Mas com o tempo começamos a enxergar a pessoa como ela realmente é. E aí surgem as tão terríveis cobranças! "Você já não é mais o mesmo!", ou "você era diferente!". Namoramos o ideal, sonhamos com o ideal, mas casamos com o real. Distinguir entre os dois é extremamente necessário. Parte da solução de muitas tensões começa aqui, com a aceitação do outro.

2. Muitos dos eventuais conflitos e objeções que surgem entre os parceiros são uma conseqüência natural das diferenças individuais. Cada um tem seus conceitos, pois carrega uma bagagem cultural diferente que levou anos para ser construída. Assim, deve-se buscar no outro não as igualdades, mas se complementar com as diferenças respeitando a maneira de ser de cada um.

3. Casamento é uma sociedade, e não uma competição. Os esforços devem ser para o bem comum e não para domínio do outro. Devemos sempre apoiar o parceiro em suas tentativas de mudança, de evolução evitando críticas duras e apoiando-o de forma construtiva. Agindo assim, você estará enriquecendo a si mesmo.

4. Antes de se casar, certifique-se de que tem liberdade para conversar de qualquer assunto com seu parceiro. É importante ter confiança e sentir-se a vontade para trocar idéias e solucionar conflitos.

5. Aprenda com os erros e acertos dos casamentos vividos por amigos e familiares.

6. Invista sempre em seu casamento. Somos tolerantes com nossos chefes e colegas de trabalho para manter nossa empregabilidade. Somos tolerantes com erros e defeitos de amigos para manter a amizade. Mas às vezes, não somos tolerantes com nossos parceiros de forma a manter o casamento ou uma relação e um bom relacionamento afetivo.

7. Durante a vida, você conhecerá pessoas interessantes e atraentes. Analise se vale a pena trocar algumas horas de paixão, pela vida a dois que vocês já construíram. Muitas vezes, a infidelidade é o começo do fim, e pode causar extrema dor narcísica em seu companheiro (a).

Tenho como verdade no meu casamento de vinte e quatro anos que uma relação deve ser feita de afeto ao querer bem ao parceiro; de objetivos comuns tendo planos de ação e atingindo metas juntos e de intimidade, mantendo o erotismo e a sensualidade. O que o amor uniu, que o ego não separe!

sexta-feira, junho 03, 2011

Profissionais dão dicas para não esquecer senhas importantes

Minha participação nesta reportagem na TV TEM falando sobre organização e gestão de prioridades pra memorizar senhas!

A mesa de trabalho revela quem é seu dono

Fonte: Exame.com

Local organizado pelo profissional pode revelar aspectos interessantes sobre seu perfil e detalhes indesejáveis

Ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária é o importante, segundo especialistas

Para quem passa muito tempo no trabalho, a mesa pode se tornar uma segunda sala de estar: fotos, objetos decorativos, plantas, livros e até bonbonnières com guloseimas. Com uma rápida olhada ao canto do colega ao lado, fica fácil saber mais sobre ele. A mesa de trabalho pode revelar muito do dono – inclusive o que ele não deseja.

A consultora de imagem corporativa Renata Mello diz que é natural o desejo de criar uma atmosfera de conforto no ambiente profissional, sobretudo quando se passa muito tempo nele. Num local competitivo, no entanto, o excesso de personalização pode imprimir uma imagem distorcida.

Na medida certa, brinquedinhos e objetos com referências ao universo infantil podem passar a ideia de criatividade; em exagero, acusam infantilidade. “Trabalho não é lugar de expor intimidade”, explica Renata. “A etiqueta da mesa de trabalho vale muito em profissões formais, e salas e baias que são compartilhadas”, completa.

Bagunça organizada? – Uma mesa cheia de papeis e livros não é, necessariamente, desorganizada. “Tudo depende do perfil de trabalho”, diz a home organizer Ingrid Lisboa. “Mas volume de trabalho também não é sinônimo de bagunça”, pondera.

Ingrid recomenda ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária. “O que não é de uso imediato, descarte ou arquive em pastas”, aconselha.

Cíntia Covre, especialista em organização da Otimiza Design, acrescenta que não adianta retirar tudo de cima da mesa e entulhar em gavetas. “O importante é saber onde estão as coisas”, diz. Para quem não consegue evitar excesso de material sobre a mesa, a especialista sugere o uso de acessórios funcionais. “Um porta-canetas, um porta-trecos e uma pasta de arquivos, por exemplo, são essenciais e decoram.”

Cuidado com o que sua mesa diz de você

- Pilhas de papeis e livros espalhados: demonstra desleixo e falta de habilidade com organização. DICA: Evite empilhar coisas. Organize seus papeis em pastas;

- Bichinhos, elementos infantis e muitas plantas: personalidade sensível, que pode ser confundida com imaturidade; alguém que não está preparado para uma promoção, por exemplo. DICA: escolha apenas um objeto;

- Porta-retratos com fotos pessoais, inclusive de turmas em baladas. Demonstra exibicionismo, alguém que só pensa em diversão. DICA: Seja discreto. Prefira fotos da família e dos colegas;

- Mesa vazia: O pessoal da limpeza agradece, mas demonstra que você não tem vínculos profundos, não vai permanecer muito no emprego ou está sempre em férias;

Fonte: Renata Mello, consultora de imagem corporativa

Tem mais participantes do curso de coaching na Coluna Gente & Negócios

No último dia 25/05 foi a vez do Promotor José Márcio Rosseto Leite e Anderson Zanini ( o ffamoso A2 do Grupo Ville) ilustrarem a Coluna Gente & Negócios do Jornal Bom Dia! Eles foram clicados no último Curso de Iniciação ao Coaching que ministri nos dias 20 e 21/05!