segunda-feira, junho 20, 2011

O Chefe e o Líder



O chefe e o líder
Por Júlio César Vasconcelos para o RH.com.br





Nos últimos tempos, com a crescente valorização do capital humano, muito tem se falado e discutido sobre o conceito de liderança nos meios organizacionais. E vem a pergunta que não quer se calar: afinal de contas, qual a diferença entre o Chefe e o Líder nas relações interpessoais? A diferença, aparentemente sutil, tem um enorme peso no nível motivacional dos empregados e no aumento da produtividade. Vejamos esta diferença na prática.

Um dia, os dois, o Chefe e o Líder, cada um responsável por uma equipe diferente de trabalho, encontram-se em uma empresa e a ambos é proposta, pela diretoria, uma meta a ser alcançada. Feito isto, cada um toma um caminho diferente para sua empreitada. O primeiro, o Chefe, enclausura-se solitariamente no seu escritório e traça uma série de planos mal costurados e intocáveis. Em seguida, saindo do seu "aquário", convoca todos seus subordinados, "sobe na mesa", fecha a cara e, pedindo para não ser interrompido, diz que recebeu uma determinação da diretoria, ordenando que seus subordinados assumam uma série de responsabilidades, sem direito de errar em um mínimo detalhe! Na sequência, despacha-os para a "grande batalha", fiscalizando detalhadamente, como um capataz, cada detalhe de suas tarefas. O medo e a punição são as ferramentas utilizadas. "Manda quem pode, obedece quem tem juízo"!...

O segundo, o Líder, logo após receber a incumbência, troca algumas ideias com pessoas-chave e reflete sobre as estratégias a serem utilizadas. Em seguida, reúne-se com seus colaboradores em torno de uma mesa redonda e, de maneira participativa, apresenta para seus colaboradores a meta a ser atingida e abre um espaço para ouvir dúvidas, sugestões e comentários, registrando-os de maneira atenciosa. Após esta fase, junto com os colaboradores, esboça um plano de ação participativo para ser colocado em prática. No final, delega as tarefas, reforça a importância do espírito de equipe para o alcance dos resultados e se disponibiliza para dar apoio a quem precisar. Durante o desenvolvimento do plano, utiliza-se de ferramentas eficazes de controle para verificar o seu andamento. Reconhece de forma criteriosa, sincera e respeitosa o bom desempenho dos colaboradores e dá apoio aos que encontram alguma dificuldade. O carisma e o respeito fazem parte da estratégia utilizada. Um por todos, todos por um...

Em situações normais, provavelmente o resultado do primeiro protagonista, o Chefe, vai apresentar uma série de falhas: empregados com baixa autoestima, desmotivados e estressados, perdas e retrabalhos, elevado índice de rotatividade de pessoal (turnover) e acidentes de trabalho, baixa produtividade e lucratividade... Em contrapartida, com certeza, o resultado do segundo protagonista, o Líder, vai apresentar bons resultados: empregados com elevada autoestima, comprometidos e motivados, ausência de perdas e retrabalhos, baixo índice de rotatividade e de acidentes de trabalho, elevada produtividade e lucratividade.

Então, em qual dos dois estilos você se enquadra e/ou gostaria de ser enquadrado???...

O problema fundamental é que nossas organizações estão cheias de Chefes e carentes de Líderes, comprometendo fortemente os seus resultados. Um dos grandes desafios de desenvolver pessoas é descobrir a arte de colocar ou formar verdadeiros líderes para ocupar cargos gerenciais. "Líderar é possuir seguidores", já dizia Peter Drucker, considerado o Pai da Administração Moderna. Se as "caixinhas" dos velhos e antiquados organogramas organizacionais fossem enxugadas e no lugar dos arcaicos e imutáveis ocupantes fossem colocados líderes de fato, certamente teríamos muitos melhores resultados.

O autoritarismo destroi as pessoas, trazendo consequências danosas não só para as organizações, mas também para a família e para a sociedade. O que um profissional sofre dentro de uma empresa, leva para o ambiente onde vive e para a sua casa. Dizem que as crianças são muito sinceras no que falam. Se você quiser saber em qual dos dois estilos se enquadra, é só criar um ambiente adequado e perguntar às crianças, aos filhos de seus empregados, o que seus pais dizem em casa sobre você no ambiente de trabalho. Se você for um líder, elas vão amá-lo, se for um chefe, vão odiá-lo. Cuidado para não se assustar...

Fonte: www.rh.com.br

ÉTICA NO MERCADO DE EXECUTIVCE SERCH

Ética no mercado de Executive Search
Por Eduardo Drummond Rodrigues para o RH.com.br

O mercado de Executive Search no Brasil teve um boom no início do século 21, fomentado principalmente pelo aquecimento da economia do país, com as perspectivas do então esperado "espetáculo do crescimento", apesar das incertezas da reação do mercado estrangeiro com o comando do Governo Lula.

Surgiram, então, diversas consultorias de recrutamento dispostas a auxiliar as empresas na contratação de seus funcionários, nos níveis de média e alta gerência, tendo diferenças muito tênues entre elas, pois apesar de se tratar de uma prestação de serviços, o produto em si tornou-se uma commoditie, ou seja, a busca pelo profissional certo para recolocá-lo no lugar certo. Em linhas gerais, a matéria prima deste mercado - os profissionais - encontra-se disponível para todas as consultorias. Quem os encontra primeiro, leva vantagem para apresentar o seu "produto" ao cliente.

Devido ao apagão de mão de obra qualificada nas décadas de 80 e 90 e o aquecimento da economia global nos últimos anos, originou-se um hiato difícil de ser solucionado em pouco tempo. É neste cenário que cresce o poder de barganha dos profissionais, disputados de todas as maneiras não só pelas empresas como por as consultorias especializadas, que enxergam o profissional como uma pedra preciosa, capaz de angariar frutos e gerar receita.

Por este motivo, nos deparamos com um conflito de interesses por trás disso tudo: "Até que ponto o mercado de Executive Search enxerga apenas o lado profissional do candidato?". Sabemos que existem diversas variáveis a serem ponderadas no momento da troca de um emprego por outro, que ultrapassam a fronteira da compensação financeira apenas. Desafio de carreira, porte da empresa, perspectivas de crescimento, todos estes são fatores que devem ser levados em consideração pelo candidato, no momento de avaliar se aquela oportunidade faz sentido para sua carreira naquele momento ou não.

E é exatamente neste contexto que é levada em questão a idoneidade e a seriedade da consultoria, que faz o papel intermediário de buscar o profissional com as características solicitadas pelo gestor, avaliando não só os aspectos comportamentais (se estão alinhados com o perfil da empresa) como também técnicos do candidato. Com a escassez de mão de obra em um mercado tão aquecido, eis que surge a dúvida em relação à apresentação dos melhores profissionais. Seriam mesmo os melhores candidatos do mercado, ou apenas os melhores encontrados? Será que o projeto trabalhado pela consultoria para seu cliente é o melhor passo profissional para aquele candidato? Com o mercado aquecido, e tantos projetos sendo trabalhados pelas consultorias, será que o tempo dedicado ao projeto foi o ideal para encontrar os melhores no mercado?

Por parte do candidato, todas essas questões são muito subjetivas e suas respostas variam de acordo com o momento que cada um vem atravessando. Do lado da empresa de Executive Search, são questões éticas que devem ser levadas com muito bom senso, pensando sempre pelo lado do cliente. Afinal de contas, um trabalho bem elaborado acarretará na boa imagem da empresa e a consequente fidelização do cliente. Em tempos de concorrência acirrada e o surgimento de novas empresas neste mercado, a qualidade do serviço atrelada à ética profissional é considerado como um diferencial competitivo bastante relevante.

Fonte: www.rh.com.br

quinta-feira, junho 09, 2011

NUNCA SE CASE ANTES DOS 30

Nunca se case antes dos 30
Ada Maria de Assis e Silva
Executive Coach e Educadora


O autor do livro “Nunca se case antes dos 30”, Heverton Anunciação, baseou suas conclusões em várias pesquisas que mostram que há mais risco de separação para pessoas que se casam antes dos 30. De acordo com ele, as pessoas deveriam aproveitar esta década para crescer em vários aspectos profissionais e pessoais para depois assumir um compromisso.
Creio que o que realmente importa é a maturidade que a pessoa tem para assumir um compromisso a dois. É óbvio que conforme envelhecemos, as experiências vividas aumentam nossa maturidade mostrando-nos que é preciso desmistificar alguns aspectos culturais que envolvem o casamento. O romance inicial, o “viverão felizes para sempre”, “você é a pessoa certa pra mim” deverão sobreviver ao tempo, às dificuldades financeiras, aos filhos, ao dia a dia e principalmente as mudanças que cada um dos parceiros sofrerá ao longo da vida. Após alguns anos não somos mais aquela noiva ou noivo, pois mudamos nossas crenças, nossos hábitos, nosso corpo e evoluímos espiritualmente. Assim, movidos pela paixão e pelo desejo, muitos casais se casam esquecendo que deverão compartilhar uma vida comum com outra pessoa, tendo projetos em comum, afetividade, e cultivando a sensualidade e o sexo.
Quando surgem os conflitos, a tendência mais comum é valer-se do velho expediente de culpar o outro. Faz parte de nosso mecanismo de defesa e é a maneira mais eficiente de dar uma explicação: a outra parte é a problemática. Esta é a melhor maneira de aniquilar um casamento.
Manter um casamento é uma árdua tarefa que exige, de ambos os parceiros, um grande investimento amoroso, capacidade de mudança e adaptação e a convicção de que é preciso batalhar para que as coisas dêem certo! Quando apenas uma parte está lutando para manter, a situação é mais difícil. Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando um não quer dois não amam, dois não constroem. Culpar a outra parte ou evadir-se de responsabilidade faz o matrimônio correr riscos. Assim, vou me permitir propor algumas reflexões para os casais:

1. Saibam distinguir entre o real e o ideal. No início do namoro acreditamos que aquela é a pessoa ideal, a que sempre sonhamos. Mas com o tempo começamos a enxergar a pessoa como ela realmente é. E aí surgem as tão terríveis cobranças! "Você já não é mais o mesmo!", ou "você era diferente!". Namoramos o ideal, sonhamos com o ideal, mas casamos com o real. Distinguir entre os dois é extremamente necessário. Parte da solução de muitas tensões começa aqui, com a aceitação do outro.

2. Muitos dos eventuais conflitos e objeções que surgem entre os parceiros são uma conseqüência natural das diferenças individuais. Cada um tem seus conceitos, pois carrega uma bagagem cultural diferente que levou anos para ser construída. Assim, deve-se buscar no outro não as igualdades, mas se complementar com as diferenças respeitando a maneira de ser de cada um.

3. Casamento é uma sociedade, e não uma competição. Os esforços devem ser para o bem comum e não para domínio do outro. Devemos sempre apoiar o parceiro em suas tentativas de mudança, de evolução evitando críticas duras e apoiando-o de forma construtiva. Agindo assim, você estará enriquecendo a si mesmo.

4. Antes de se casar, certifique-se de que tem liberdade para conversar de qualquer assunto com seu parceiro. É importante ter confiança e sentir-se a vontade para trocar idéias e solucionar conflitos.

5. Aprenda com os erros e acertos dos casamentos vividos por amigos e familiares.

6. Invista sempre em seu casamento. Somos tolerantes com nossos chefes e colegas de trabalho para manter nossa empregabilidade. Somos tolerantes com erros e defeitos de amigos para manter a amizade. Mas às vezes, não somos tolerantes com nossos parceiros de forma a manter o casamento ou uma relação e um bom relacionamento afetivo.

7. Durante a vida, você conhecerá pessoas interessantes e atraentes. Analise se vale a pena trocar algumas horas de paixão, pela vida a dois que vocês já construíram. Muitas vezes, a infidelidade é o começo do fim, e pode causar extrema dor narcísica em seu companheiro (a).

Tenho como verdade no meu casamento de vinte e quatro anos que uma relação deve ser feita de afeto ao querer bem ao parceiro; de objetivos comuns tendo planos de ação e atingindo metas juntos e de intimidade, mantendo o erotismo e a sensualidade. O que o amor uniu, que o ego não separe!

sexta-feira, junho 03, 2011

Profissionais dão dicas para não esquecer senhas importantes

Minha participação nesta reportagem na TV TEM falando sobre organização e gestão de prioridades pra memorizar senhas!

A mesa de trabalho revela quem é seu dono

Fonte: Exame.com

Local organizado pelo profissional pode revelar aspectos interessantes sobre seu perfil e detalhes indesejáveis

Ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária é o importante, segundo especialistas

Para quem passa muito tempo no trabalho, a mesa pode se tornar uma segunda sala de estar: fotos, objetos decorativos, plantas, livros e até bonbonnières com guloseimas. Com uma rápida olhada ao canto do colega ao lado, fica fácil saber mais sobre ele. A mesa de trabalho pode revelar muito do dono – inclusive o que ele não deseja.

A consultora de imagem corporativa Renata Mello diz que é natural o desejo de criar uma atmosfera de conforto no ambiente profissional, sobretudo quando se passa muito tempo nele. Num local competitivo, no entanto, o excesso de personalização pode imprimir uma imagem distorcida.

Na medida certa, brinquedinhos e objetos com referências ao universo infantil podem passar a ideia de criatividade; em exagero, acusam infantilidade. “Trabalho não é lugar de expor intimidade”, explica Renata. “A etiqueta da mesa de trabalho vale muito em profissões formais, e salas e baias que são compartilhadas”, completa.

Bagunça organizada? – Uma mesa cheia de papeis e livros não é, necessariamente, desorganizada. “Tudo depende do perfil de trabalho”, diz a home organizer Ingrid Lisboa. “Mas volume de trabalho também não é sinônimo de bagunça”, pondera.

Ingrid recomenda ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária. “O que não é de uso imediato, descarte ou arquive em pastas”, aconselha.

Cíntia Covre, especialista em organização da Otimiza Design, acrescenta que não adianta retirar tudo de cima da mesa e entulhar em gavetas. “O importante é saber onde estão as coisas”, diz. Para quem não consegue evitar excesso de material sobre a mesa, a especialista sugere o uso de acessórios funcionais. “Um porta-canetas, um porta-trecos e uma pasta de arquivos, por exemplo, são essenciais e decoram.”

Cuidado com o que sua mesa diz de você

- Pilhas de papeis e livros espalhados: demonstra desleixo e falta de habilidade com organização. DICA: Evite empilhar coisas. Organize seus papeis em pastas;

- Bichinhos, elementos infantis e muitas plantas: personalidade sensível, que pode ser confundida com imaturidade; alguém que não está preparado para uma promoção, por exemplo. DICA: escolha apenas um objeto;

- Porta-retratos com fotos pessoais, inclusive de turmas em baladas. Demonstra exibicionismo, alguém que só pensa em diversão. DICA: Seja discreto. Prefira fotos da família e dos colegas;

- Mesa vazia: O pessoal da limpeza agradece, mas demonstra que você não tem vínculos profundos, não vai permanecer muito no emprego ou está sempre em férias;

Fonte: Renata Mello, consultora de imagem corporativa

Tem mais participantes do curso de coaching na Coluna Gente & Negócios

No último dia 25/05 foi a vez do Promotor José Márcio Rosseto Leite e Anderson Zanini ( o ffamoso A2 do Grupo Ville) ilustrarem a Coluna Gente & Negócios do Jornal Bom Dia! Eles foram clicados no último Curso de Iniciação ao Coaching que ministri nos dias 20 e 21/05!

terça-feira, maio 31, 2011

Sandra Amancio na Coluna Gente & Negócios durante meu curso de Coaching

E mais uma participante do meu curso está na Coluna Gente & Negócios de Fabaino Ferreira no Jornal Bom dia! Desta vez é Sandra Amancio, uma das secretarias de minha outra empresa CCAA JUSTKIDS, mantendo a cultura da equipe do CCAA de estar sempre se reciclando e produzindo upgrade em suas performances!


segunda-feira, maio 30, 2011

OS DE HOMENS MAIS INTELIGENTES DA HISTÓRIA

Os dez homens mais inteligentes da história

O Quociente Intelectual médio da humanidade está entre 85 e 120 pontos; William James Sidis, Goethe e Voltaire possuíam valores entre 300 e 190. Os valores de QI mostrados aqui para cada pessoa são o resultado de uma pesquisa de registros históricos: da herança biológica, da infância e juventude e dos feitos desses homens. Este método, amplamente utilizado e respeitado pela comunidade científica, é conhecido como historiometria.

William James Sidis (1898 - 1944) QI=300 - O jovem James podia ler o New York Times quando tinha apenas 18 meses, e aos oito anos falava 8 idiomas além do inglês (latim, grego, francês, russo, alemão, hebreu, turco, e armênio), e aos 7 anos inventou um, o Vendergood. Na idade adulta, foi estimado que ele pudesse falar mais de 40 idiomas, e aprender uma língua nova em uma semana. Faleceu em 17 de julho de 1944 aos 46 anos de uma hemorragia cerebral. Seu pai havia morrido da mesma maneira em 1923, aos 56 anos.

Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) QI=210 - Novelista, dramaturgo, poeta, cientista, geólogo, botánico, anatomista, físico, historiador de ciências, pintor, arquiteto, desenhista, economista, filósofo humanista e, durante dez anos, servidor público do Estado alemão de Weimar
Voltaire (1694-1778) QI=190 Escritor e filósofo francês que figura como um dos principais representantes do Iluminismo. Ele foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Isaac Newton (1643-1727) QI=190 - Físico, filósofo, inventor, alquimista e matemático inglês, autor dos Philosophiae naturalis principia mathematica, mais conhecidos como os "Principia", onde descreveu a lei de gravitação universal e estabeleceu as bases da mecânica clássica, mediante as leis que levam seu nome.
Galileu Galilei (1564-1642) QI=185 - Astrônomo, filósofo, matemático e físico que esteve relacionado estreitamente com a revolução científica. Eminente homem do Renascimento, mostrou interesse por quase todas as ciências e artes (música, literatura, pintura). Seus êxitos incluem a melhora do telescópio, grande variedade de observações astronômicas, a primeira lei do movimento.
Leonardo da Vinci (1452-1519) QI=180 - Foi arquiteto, escultor, pintor, inventor, músico, engenheiro. Humanista italiano, considerado como um dos maiores pintores de todos os tempos e talvez a pessoa com os mais variados talentos da história.

René Descartes (1596-1650) QI=180 - Filósofo, matemático e cientista francês. É considerado como o pioneiro da Filosofia Moderna e um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental. Em 1935 decidiu-se em sua honra chamar de "Descartes" uma cratera lunar. Michelangelo di Ludovico Buonarroti (1475-1564) QI=180 - Escultor, arquiteto e pintor italiano renascentista, considerado um dos maiores artistas da história tanto por suas esculturas como por suas pinturas e obra arquitetônica.

Immanuel Kant (1724-1804) QI=175 - É considerado como um dos pensadores mais influentes da Europa moderna e do último período da Ilustração. Na atualidade, este filósofo alemão continua tendo vigência em diversas disciplinas como: direito, ética, estética, ciência e política.


Martinho Lutero (1486-1546) QI=170 - Teólogo, monge agostiniano alemão, teólogo, professor universitário, "Pai do Protestantismo" e reformista da Igreja Católica, cujas ideias influenciaram a Reforma Protestante e mudaram o curso da Civilização ocidental. Inaugurou a doutrina teológica e cultural denominada "Luteranismo" e influiu nas demais tradições protestantes.
Outros personagens que se destacam por sua inteligência:

Platão (170), Beethoven (165), Darwin (160), Mozart (165), Bill Gates (160), Albert Einstein (160), Stephen Hawking (160), Cervantes (155).

Resta ressaltar que QI alto não é sinônimo de realizações ou sucesso e muito menos de riqueza; a história está cheia de personagens inteligentes que se deram muito mal. Falamos isso porque em geral a maioria dos jovens faz um teste simples como este ou este ou este que temos no MDig e já começam a se comparar a Einstein.




Também não basta ter um QI elevado, a Inteligência intelectual hoje em dia, não garante sucesso de ninguém, o que mais tem importância é a Inteligência emocional, que está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, essa competência é exigida pela maioria das organizações. O ideal é termos equilibro da nossa inteligência intelectual e emocional , assim poderemos alcançar o sucesso.

Fonte: Metamorfose Digital

quinta-feira, maio 26, 2011

Fotos do Curso de Iniciação ao Coaching da Officina do Coach nos dias 20 e 21/05














































































































































































































Participantes do Curso de Coaching na Coluna Gente e Negócios do Bom Dia

Participantes do meu último curso de Coaching, Guga Fernandes e Teresa Marques. O jornlaista Fabiano Ferreira também participou, e levou o fotógrafo Arnaldo Mussi para clicar os participantes e colocar na sua Coluna gente & Negócios do jornal Bom Dia! Agradeço muito ao Fabiano Ferreria e parabenizo toda a turma que teve uma participação excelente e está cheia de metas maravilhosas traçadas! Sucesso a todos!

terça-feira, abril 26, 2011

Matéria publicada na Revista Ala Vip sobre Redes sociais



Felicidade no trabalho é possível e está associada a qualidade de vida



Estar satisfeito com a carreira não é algo irreal, dizem especialistas. Para isso, profissional precisa equilibrar campos da vida

Colocar a felicidade como meta no campo profissional é bem comum, mas difícil na avaliação de muitos profissionais que têm sempre críticas a fazer do chefe, do ambiente, de alguns colegas e da correria. Ao contrário do que muitos pensam, contudo, ser plenamente satisfeito com a profissão é possível.

“É uma meta alcançável”, afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Weider Silva. “Essa felicidade está lincada com o indivíduo”, ressalta. Para Silva, o campo profissional não está isolado e recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira e a afetiva, por exemplo. “Se um lado está desequilibrado, ele afetará o outro”.

A felicidade no trabalho só se estabelecerá, na avaliação do especialista, quando o conjunto de elementos que forma a nossa vida estiver bem. Mas não precisa estar perfeito. “A questão não é ter nenhum problema, mas saber equilibrar todos os que temos”, considera a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.

Para a especialista, o profissional só alcançará a felicidade no trabalho quando ele souber priorizar a qualidade de vida. “Ele tem de tentar relacionar o bem estar dele com o da empresa”, afirma.

Ser feliz

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja mesmo no trabalho. “Às vezes, o profissional acha que está infeliz no trabalho, mas na verdade ele não está bem em outra esfera da vida”, afirma Silva. “Tudo gera impacto”, reforça.

Pensar no que incomoda hoje no trabalho pode ajudar o profissional a resolver alguns nós que impedem que ele se sinta feliz com o que faz ou onde trabalha. Ao identificar os gargalos, ele limpa seu campo de visão e começa a perceber se os problemas estavam relacionados ao seu campo de atuação.

“No trabalho, teremos problemas, enfrentaremos riscos, erraremos e trabalharemos sobre pressão. Mas isso faz parte”, considera Karla. Com isso, considerar esses fatores como motivos para uma possível infelicidade não conta, pois em qualquer lugar onde o profissional esteja ou em qualquer profissão que atue, ele vai encontrar problemas dessas naturezas.

Para se alcançar a felicidade plena no campo profissional, o ideal é aliar todos esses fatores e encará-los do modo mais natural possível. E cada profissional saberá qual a melhor forma de lidar com essas pequenas pedras diárias. Por isso, a felicidade é algo tão particular. “A felicidade está atrelada ao que o profissional quer”, considera Silva.

Os fatores da felicidade


Atingir a felicidade profissional é particular. Mas existem fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade aparecer para qualquer um. Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira. “Se ele faz o que gosta e não apenas o que tem de fazer, se a remuneração é adequada e se o grupo de convivência é positivo, ele pode ser feliz no trabalho”, afirma Silva.

Além desses, Karla cita como fatores que contribuem para a felicidade na carreira o fato de o profissional ter desafios constantes, se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes. Contudo, para a especialista, ter relacionamentos respeitosos no ambiente de trabalho, ter perspectivas e segurança são os itens que mais contribuem para a satisfação profissional.

Esses fatores, porém, não são estanques, uma vez que a carreira do profissional, assim como o mercado de trabalho, está em constante mudança. “A felicidade é uma busca contínua”, avalia Karla. “O profissional precisa entender que a felicidade não existe no trabalho em si, mas nele mesmo, no equilíbrio de todos os campos de sua vida”, completa Silva.

segunda-feira, abril 11, 2011

Buscando ferramentas para liderar a você e a sua equipe?

CURSO DE INICIAÇÃO AO COACHING COM CERTIFICADO DA OFFICINA DO COACH E RECONHECIDO PELA ICC - INTERNATIONAL COACHING COMMUNITY EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

Acontece nos próximos dias 29 E 30 de abril, o curso “INICIAÇÃO AO COACHING”, ministrado pela Coach Internacional Ada Maria de Assis e Silva, certificada pela Lambent do Brasil e membro do ICC - Comunidade Internacional de Coaching.

O público alvo são empresários, líderes, gerentes, profissionais de RH, psicólogos e pessoas que queiram conhecer mais sobre esta ferramenta eficaz no desenvolvimento e realização de metas, sejam pessoais ou profissionais.

De acordo com Ada, o Líder Coach deve ser treinado para ouvir atentamente sem julgamentos, permitindo-se descobrir e compreender o que está por trás de cada fala, fazendo as perguntas corretas, e levando o liderado a criar estratégias que o guiem para o sucesso.

Para desenvolver esta capacidade a Officina do Coach elaborou um programa completo para o curso, que inclui: entendimento do que é coaching, desenvolver as habilidades básicas, apresentar uma estrutura clara e prática de como é o processo desenvolvido por este profissional e por fim a criação de uma situação onde o participante ora é coach, ora é cliente, aprendendo de maneira eficaz como funciona este processo.

Ela ressalta que o Líder Coach pode atuar em diversas situações, especialmente as profissionais, onde pode se orientar ou orientar sua equipe a enfrentar transições, como: mudanças de cargo, desenvolver novas competências, rever propósitos de vida, encontrar metas profissionais que estejam alinhadas com a da empresa e saber dar feedback de forma produtiva.
Os benefícios para a organização são:

•Promover inovação e acelerar resultados.

•Desenvolver e reter recursos humanos estratégicos.

•Melhorar a comunicação e eficácia das equipes na organização.

•Criar comprometimento na equipe através da implantação de metas pessoais, profissionais e organizacionais.

•Aumentar a conscientização dos líderes sobre o coaching e seus benefícios, instruindo-se nos conceitos e ferramentas do coaching.

O curso tem carga horário de 16 horas, e acontece entre as 8h30 e 18h40, no Shopping Lake Center. Lembrando que as vagas deste curso são rigorosamente limitadas para que seja possível a realização de um treinamento altamente personalizado, interativo e dinâmico.

PROGRAMA:

· O que é Coaching e o que não é Coaching
· As chaves do coaching
· Construindo uma relação de Confiança
· Coaching: A arte de fazer perguntas
· Definindo Metas e Encontrando Valores
· Descobrindo os Recursos pessoais
· Hábitos de pensamento
· Desenvolvimento habilidades de Audição
· Ouvir além de escutar
· Audição ativa
· Criando e dando Tarefas
· Continuando o caminho: Montando um Plano de Ação
· Ferramentas úteis
· Como praticar e vivenciar Coaching no dia a dia
· Como ser um líder coach
· Comportamentos e atitudes favoráveis em um trabalho de Coaching
· Normas e Ética do ICC - Comunidade Internacional de Coaching

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: 17 3234-6190 ou 17 8115.9082, assim como pelo e-mail: ada@ccaajustkids.com ou www.officinadocoach.blogspot.com

Serviço:
Inicação ao Coaching – Trainer Certificada: Ada Maria de Assis e Silva
OFFICINA DO COACH - CONSULTORIA E ORIENTAÇÃO
Local: CCAA Lake center, 2045 - Unidade II http://www.ccaajustkids.com/coach
Endereço: Av Nadima Damha, - Shopping Lake Center- próximo aos condominios Damha
Dias: 29 e 30/04/2011
Horário: das 8h30 às 18h30

sexta-feira, abril 08, 2011

A LIDERANÇA DO SÉCULO XXI

Por Romulo Gutierrez para o RH.com.br

O fenômeno da liderança é indubitavelmente um dos assuntos mais comentados, discutidos e estudados neste mundo organizacional moderno. Treinamentos, palestras, novas publicações são apenas algumas estratégias de desenvolvimento de competências que empresas dos mais variados segmentos utilizam para otimizar o potencial de seus líderes.

Mas qual será o elemento mais importante para aumentar o potencial dos líderes organizacionais e, consequentemente, de suas respectivas equipes?

Para responder essa importante questão, cito uma frase do célebre Vinicius de Moraes:
"A vida só se da para quem se deu".

Transferindo o pensamento do exímio poeta para o cotidiano dos líderes atuais, pode-se auferir que muito embora práticas de desenvolvimento de competências sejam importantes para a otimização dos resultados de líder/liderados, o mais relevante é liderar com base nos relacionamentos. Nossos líderes precisam entender que não basta ter os "braços" dos trabalhadores a serviço de uma equipe, e sim conquistar suas "cabeças" e seus "corações", pois somente dessa maneira é possível empregar o melhor de cada seguidor a disposição das metas e objetivos traçados.

Outro pressuposto elementar que contextualiza a liderança praticada neste século XXI é a capacidade que o líder deve ter para inspirar seus seguidores. É preciso fazer a equipe acreditar que as metas e os objetivos serão angariados, e que o mérito será do conjunto, independendo dos cargos e funções exercidos. James Kouzes e Barry Posner na célebre obra "O novo desafio da Liderança", denominam a postura supracitada como Visão Compartilhada, onde toda equipe consegue compreender e se engajar em objetivos únicos, mesmo sabendo que existem diferenças de atribuições e salariais entre seus membros.

Abaixo cito algumas estratégias para extrair o melhor de cada liderado dentro de uma equipe:

A - Entenda quais são as pretensões e os sonhos de cada um de seus liderados, e se coloque como um facilitador para que os mesmos alcancem seus anseios.

B - Seja um bom ouvinte. Para isso sugiro que você ouça até aquilo que o contradiga, tomando decisões democráticas.

C - Seja um administrador dos sentidos. É fundamental que cada membro do grupo sinta-se importante e compreenda quais são suas funções e como elas impactam nos resultados da equipe.

D - Quanto menos "segredos" existirem entre líder e liderados melhores serão os resultados da equipe. Na medida do possível, sua equipe deve saber absolutamente de tudo, pois isso perpassa confiança e credibilidade.

E - Trace metas e objetivos ousados, transmitindo confiança e uma visão empreendedora. Lembre-se que o pensamento medíocre atrai metas e objetivos limitados.

Para finalizar menciono uma frase de um dos maiores esportistas que o Brasil já teve, Ayrton Senna, que ao ser indagado sobre seus êxitos respondeu:
"Para conseguir sucesso temos que empregar toda nossa força e superar nossos limites todos os dias".

Concluo afirmando que o maior desafio dos líderes atuais é empregar todo esforço e dedicação na melhoria dos relacionamentos interpessoais com seus liderados, pois estes são os alicerces para construção de uma equipe vitoriosa neste século XXI.

sexta-feira, março 18, 2011

Equilíbrio exige abandono de velhas crenças

Se dependesse dos executivos atuais, o dia não duraria "apenas" 24 horas, como estabeleceu o calendário romano, em 735 a.C. Para conciliar reuniões, viagens, telefonemas, cursos, filhos, lazer, amigos, encontros de família e mais uma dezena de compromissos diários, em meio à preocupação com as metas e à acirrada (e hoje globalizada) concorrência, seriam necessárias pelo menos 30 horas diárias. Uma mudança e tanto no sistema temporal que - reza a lenda - foi criado por Rômulo, primeiro rei de Roma, há 2.743 anos.
Menos mal que boa parte das empresas - pelo menos as ditas "socialmente responsáveis" - têm demonstrado preocupação crescente com a qualidade de vida de seus colaboradores, o que implica, necessariamente, um tempo maior para suas atividades pessoais.

Nesta entrevista exclusiva, Patricia Debeljuh Lujan, colaboradora do Centro de Investigação Trabalho e Família, da espanhola Iese Business School - uma das melhores escolas de negócios do planeta -, fala sobre a conciliação, apontando soluções e rumos para o tema no meio corporativo. Na opinião da especialista, que também é doutora em Filosofia pela Universidade de Navarra, para se chegar ao equilíbrio é preciso abandonar velhos conceitos. Para o bem de funcionários e da empresa, um destes velhos dogmas a serem extirpados da cultura corporativa é o de que a dedicação profissional se mede a partir do tempo que o executivo permanece dentro da empresa.
Gazeta Mercantil - Quais são as grandes dificuldades enfrentadas pelos executivos na atualidade, no que se refere à conciliação entre a vida pessoal e profissional?

O primeiro desafio é ter bem claras as prioridades pessoais. Se um executivo não é consciente da necessidade de equilibrar a vida profissional com a pessoal e familiar, dificilmente se questiona sobre como liderar as responsabilidades que tem diante das demandas de sua família. Em segundo lugar, quando as empresas se dispõem a assumir a responsabilidade de oferecer a seus empregados alternativas viáveis para equilibrar as exigências do trabalho com as de sua família, freqüentemente devem enfrentar estereótipos, muitas vezes repletos de preconceitos e temores. Será preciso considerá-los nas hora de encarar esta tarefa. Neste processo, essas velhas crenças serão afastadas e novas convicções ocuparão seu lugar, dando lugar a uma nova cultura. Entre as velhas crenças se destacam o conceito de que a dedicação a uma carreira se mede com base no tempo que alguém se dedica ao trabalho ou assistindo a reuniões informais fora do horário de trabalho, a idéia de que as mulheres são responsáveis por cuidar dos filhos e, portanto, deverão renunciar sua carreira profissional para atendê-los, ou ainda a visão de uma carreira profissional como uma linha direta, vertical e ininterrupta para cima.

Gazeta Mercantil - Em que aspectos o executivo se diferencia das demais categorias profissionais, em relação à busca de equilíbrio trabalho x família?

O executivo se move em um mundo muito competitivo e necessariamente por isto, às vezes, lhe custa não pensar em termos de rentabilidade. Talvez, a tendência para quantificar e medir todas suas decisões o leve a não contemplar os aspectos mais humanos da conciliação e o faça pensar que apostar nela é mais um custo e não um autêntico investimento.

Gazeta Mercantil - Quais as principais práticas a serem adotadas pelo profissional na busca do desejado equilíbrio com as questões pessoais?

Em termos pessoais, os diretores sentem a pressão por administrar bem o tempo e não se rebaixar às pressões do estresse. Neste sentido, são freqüentes entre eles cursos de capacitação nestes temas, para ajudá-los a gerenciar suas agendas e as pressões que recebem. Quanto à empresa, as práticas mais freqüentes têm como objetivo oferecer flexibilidade tanto temporal como espacial a seus empregados, presenteá-los com serviços extra-salariais que os ajudem em suas necessidades familiares, dar-lhes apoio profissional para administrar assuntos de interesse pessoal ou familiar e uma ampla gama de benefícios que promovam uma melhor qualidade de vida profissional.

Gazeta Mercantil - Há diferenças nas dificuldades enfrentadas por executivos brasileiros e europeus no que tange à conciliação?

A globalização faz com que quase não existam diferenças significativas entre diretores latino-americanos e europeus nesta temática. A cultura de longas horas de trabalho, o tempo desperdiçado em deslocamentos e viagens, a pressão por fazer carreira internacional - com a conseqüência do traslado familiar -, a ameaça de desemprego e a idéia de associar produtividade às horas passadas no posto de trabalho são comuns em ambos continentes.

Gazeta Mercantil - Em âmbito mundial, quais são práticas mais inovadoras de conciliação?

O ponto de partida para conquistar uma acertada combinação de vida familiar com o âmbito profissional está no trabalho bem desenhado, onde os objetivos estejam claramente delineados e no qual os trabalhadores tenham controle sobre onde, como e quando realizam suas tarefas. A partir daí, podem se estabelecer distintas políticas que ajudem a conciliar as demandas de trabalho e família. Entretanto, sua mera implementação não é suficiente. É preciso que estejam situadas dentro de uma cultura familiarmente responsável que configure um autêntico pensar e atuar dentro de cada organização. Deste modo, os empregados não apenas se sentirão livres para utilizar as soluções que a empresa lhes oferece, e sim também terão a confiança e o estímulo para participar e integrar outras alternativas adaptadas às suas necessidades particulares.

Gazeta Mercantil - Quais foram as grandes mudanças ocorridas nos últimos anos em relação à conciliação?

O desafio de equilibrar trabalho e família é a luta diária de todo trabalhador que pretende balancear as muito freqüentes demandas contrapostas que apresentam a vida pessoal e a atividade profissional. As condições do mercado de trabalho sofreram grandes transformações nas últimas décadas. Da tradicional divisão das tarefas pela qual os homens saíam para trabalhar e as mulheres se dedicavam ao lar, se passou a um novo paradigma, no qual, atualmente, tanto eles quanto elas se propõem uma carreira profissional compatível com as exigências de uma vida familiar, muitas vezes pressionados por necessidades econômicas. A realidade mostra também que, enquanto a força de trabalho mudou drasticamente, o lugar do trabalho não. Daí surgem conflitos e dilemas na hora de conciliar as demandas de uma profissão com as necessidades de uma família e, em muitos casos, as pessoas pressionadas por ambas exigências, chegaram inclusive a limites de exaustão na tentativa de "atingir tudo".

Gazeta Mercantil - Qual o papel do gestor de pessoas na construção de um novo modelo de trabalho, marcado pelo equilíbrio nas relações trabalho x família?

Diante do contexto de crise, com tantas tensões e pressões, as pessoas têm se dado conta da importância que tem a família como um forte pilar de contenção. Daí que são os mesmos empregados os quais estabelecem suas necessidades e esperam que as empresas considerem suas demandas familiares. Mas, além disso, o fundamental é que aqueles que dirigem as empresas alcancem, por meio de políticas de conciliação, um autêntico pensar e atuar que impregne a vida de uma organização e se traduza em decisões concretas. Assim, será possível criar uma nova cultura que seja reflexo da diversidade da força laboral atual.

Gazeta Mercantil/Vida Executiva/Marcelo Monteiro - 10/09/2008

quinta-feira, março 10, 2011

VOCÊ É UM BOM COACHEE?

Por Scher Soares para o RH.com.br

Você provavelmente já deve ter ouvido falar nos termos coach e coaching. Mas, será que você é um bom coachee? O termo coach é proveniente do inglês e designa os papeis de técnico, treinador e facilitador. No âmbito do desenvolvimento pessoal e profissional, o coach é um grande aliado para o seu progresso, orientando-o de forma a mantê-lo sempre alinhado e congruente com suas metas e seus objetivos.

É através do processo de coaching que o coach e coachee estabelecem objetivos de desenvolvimento, metas, desafios e ações que deverão ser implantadas pelo coachee. Sendo assim, é provável que você se interesse em vir a ser um bom coach, mas para chegar a se tornar um bom coach, você precisa primeiro aprender a ser um excelente coachee.

O bom coachee é aquele profissional verdadeiramente interessado no seu próprio desenvolvimento e progresso. Para se tornar um bom coachee, primeiramente, é preciso entender de uma vez por todas que a responsabilidade pela sua vida é única e somente sua. Ou seja, o primeiro passo para se transformar em um bom coachee é resgatar a sua própria autonomia. Depois, entender que as coisas que acontecem e os fatos que deixam de acontecer na sua vida são consequências das ações que você empreende ou deixa de empreender pelo caminho.

Um bom coachee é um facilitador do seu próprio processo de desenvolvimento. Ele tem consciência dos seus talentos e dos seus desafios, enxerga com clareza os seus objetivos que estão à sua frente e entende quais serão os obstáculos que se interpõem entre si e seus objetivos.

Uma das competências mais observadas nos bons coachees é a congruência das suas ações com os seus objetivos. Bons coachees são aqueles que enxergam nos feedbacks dos superiores, as intenções positivas destes direcionamentos. Entendem que o processo de desenvolvimento requer a valorização e o reconhecimento dos pontos positivos, mas requerem também a observação e o direcionamento para correção de outros pontos, competências e ações. Um bom coachee é aquele que valoriza a presença do seu coach, que aproveita cada segundo ao seu lado, para perceber necessidades de desenvolvimento e promover ajustes nos seus mecanismos de ação. Um bom coachee comporta-se como uma criança que está fazendo continuamente descobertas sobre suas próprias potencialidades e que não se permite passar um dia sequer sem aprender coisas novas.

Imagine você, um representante externo de vendas. Este profissional deve trabalhar acompanhado do seu superior uma média de dois a três dias por mês. Racionalmente falando, se este tempo não for muito bem empregado, de forma estratégica e valorizando a alta performance, um representante de vendas pode chegar a levar meses para conseguir uma pequena evolução.

Um bom coachee ao trabalhar acompanhado do seu coach, teria de compactuar um uso intensivo do tempo com desafios para o desenvolvimento de determinadas competências: medir a performance a cada entrevista de negócios do dia; obter feedback e direcionamento para cada nova investida e ao final da jornada de trabalho; acordar metas de desempenho para o próximo encontro. A partir de, então, manter o nível de atenção pelo tempo restante, mesmo que trabalhando sem o acompanhamento do seu coach. Bons coachees fazem isso!

É estranho, mas é verdade. Muitos "profissionais" preparam-se para o dia no qual trabalharão acompanhados, revisam as informações, conferem uma energia especial às abordagens e dão o melhor de si. Aí, passados os dois ou três dias, o superior segue para um novo setor e aquele "profissional" volta à sua rotina normal, sem tanto empenho e dedicação. Bons coachees NÃO fazem isso! Bons coachees dão o melhor de si em tempo integral, estão de olho na excelência, criam seus próprios desafios e estão acostumados a se superarem a todo instante.

Em contrapartida, tenho percebido com espanto que é também muito grande o número de pessoas que apregoam sonhos e desejos por todos os cantos, mas que em suas ações, se tornam totalmente incongruentes com estes objetivos, não empreendendo qualquer ou quase nenhum tipo de ação que possa chegar a colocá-las mais próximas do cumprimento das suas supostas metas. São pessoas que desejam "um dia" conquistar a medalha, levantar o troféu, mas que sequer dedicaram um dia das suas vidas ao treino exaustivo que se exige de um verdadeiro campeão. Estes tais são os mesmos que se dedicam a sonhar com os minutos sobre um pódio, medalha na mão e hino aos ouvidos, mas que não se permitem pensar nos anos de trabalho intensivo que antecedem a cada verdadeira conquista.

Estes supostos "profissionais", são aqueles que acreditam que o chefe para ser um bom líder, deve poupá-lo de direcionamentos e feedbacks. Desejam superiores passivos, que compactuem com padrões de desempenho mediano e que se limitem a cumprir a simples rotina do acompanhamento sem objetivos.

Um bom coachee é mais do que isso. Ele gosta da gestão por resultados e está acostumado a ser reconhecido por sua performance. Ele é ativo e inconformado. Tem metas e objetivos, conhece os obstáculos e assume o compromisso com o seu próprio processo. Não vive em um "mundo de Alice" e não espera que o mundo reúna as características perfeitas ao seu redor. Não depende da empresa ideal, do chefe ideal, do governo ou de qualquer outra coisa. É realista e lida com os fatos como eles são. Um bom coachee, não se apoia em desculpas, pois entende que toda justificativa perpetua mediocridade. Seu foco está na solução e não nos problemas, gerencia a dispersão e valoriza o seu ativo mais precioso: o tempo.

Um bom coachee costuma definir uma estratégia para sua vida. O critério para seu processo de tomada de decisões é subordinar todas elas à sua estratégia. As ações congruentes com a sua estratégia são empreendidas de imediato, as incongruentes são deixadas de lado sem perda de tempo e dispersão.

Bons coachees desenvolvem a arte de aprender a aprender. Conseguem enxergar conhecimento e aprendizado em tudo ao seu redor. Como todas as outras pessoas, estão sujeitos as mesmas experiências, estímulos e oportunidades. A diferença é que um bom coachee valoriza cada passo em direção aos seus objetivos.

Bons coachees são pessoas de AÇÃO e na de INTENÇÃO. São mais ouvintes e menos conselheiros. Estão no mesmo mundo que você, com os mesmo desafios, o mesmo tempo e as mesmas dificuldades. Só que bons coachees são pró-ativos ao invés de reativos.

Bons coachees são pessoas de potencial, têm ideias próprias e pensamentos bem estruturados, mas são flexíveis e conseguem mudar o seu próprio ponto de vista quando necessário, pois para o bom coachee o que importa é o seu progresso e os seus resultados.

Um bom coachee não é expectador da sua própria vida. Ele é o ator principal e também o roteirista, que constroi a sua própria história, sempre com um final feliz.

Reflita um pouco antes de responder!
E então, você é um bom coachee?

Sucesso sempre!