quarta-feira, agosto 29, 2012

We All Want to Be Young (Legendado)

Estou sempre analisando a geração Y, pois tenho agora muitos liderados nesta geração e também um filho. Assistam ao video se quiserem entender as mudanças pelas quais passamos nas últimas 3 gerações que resultaram nesta ansiosa e pragmática "geração do Milênio". Certamente, vai nos ajudar a entender que há uma transformação em curso e  como lidera-los nas empresas sem perder sua admiração.











terça-feira, agosto 21, 2012

As 7 máximas do péssimo funcionário


As 7 máximas do péssimo funcionário

Especialistas listam os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no ambiente de trabalho

   
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Trajetória descendente: seguir o manual do péssimo funcionário é certeza de fracasso na carreira
São Paulo - Algumas atitudes no ambiente de trabalho podem acabar com a imagem de qualquer pessoa e acender o sinal vermelho na empresa. EXAME.com consultou especialistas para listar os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no dia a dia corporativo.
Quem busca sucesso na carreira deve evitar todos eles. Mas quem está interessado em uma curva descendente na vida profissional pode começar a exercitá-los desde já. Confira o que diz o código de conduta às avessas:
1 Comprometimento zero
É a regra de ouro para quem se esforça para ser um péssimo funcionário, na opinião dos especialistas. Envolve uma série de práticas como: deixar de cumprir o que prometeu, não respeitar acordos com clientes, pactos e datas de entrega de projetos. Todos são pontos negativos que vão prejudicando a imagem da pessoa no ambiente de trabalho.
“A empresa vive dos resultados”, diz Jeffrey Abrahams, sócio-fundador da Abrahams Executive Search, consultoria internacional de recrutamento.
“O bom funcionário tem que se virar para fazer a coisa acontecer”, diz, Heitor Mello Peixoto, diretor executivo da Produtive.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.
Colocar empecilhos para cumprir as obrigações certamente não é um comportamento que vai agregar valor a sua conduta na empresa.
2 Apropriar-se das ideias dos outros
Muito comum no mundo dos negócios é uma prática que pode acontecer entre colegas e também na relação entre chefes e subordinados.
“É como o aluno que não faz o trabalho de faculdade e pede para os colegas colocarem o nome dele na apresentação”, compara Peixoto.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.
3  Não aceitar feedbacks
Esse é um calcanhar de Aquiles hoje em dia nas empresas, na opinião de Abrahms. “A resistência aos feedbacks é uma das doenças do mundo corporativo e um dos grandes problemas dos executivos”, diz o especialista.
Avaliações em relação ao trabalho fazem parte do trabalho em equipe e devem ser encaradas como uma forma de crescimento. Segundo ele, há pessoas que não sabem fazer a crítica e há quem não saiba receber.
“Depende muito de como a crítica é feita, mas se ela é adequada, levar para o lado pessoal é um péssimo comportamento”, diz Peixoto.
4 Falar mal de lugares e colegas com quem já trabalhou
É uma conduta “fatal” e que muitas vezes impede até a pessoa de conseguir uma nova oportunidade profissional. “O candidato que chegar à entrevista com o headhunter e tiver este tipo de discurso será desconsiderado”, diz Peixoto.
Mesmo quem já conquistou a cadeira deve evitar críticas a ex-colegas e ou à antiga empresa. “É uma atitude que acaba denegrindo a própria pessoa”, diz Abrahams.
Não importa o quanto a experiência profissional anterior tenha sido negativa, no máximo explique o que aconteceu, mas sem julgamentos. “Falar menos é mais”, diz Abrahams.
5 Puxar o tapete
Há diversas maneiras de prejudicar os colegas de trabalho. Cavar demissões, espalhar boatos maldosos, sabotar projetos alheios são algumas formas.
“Já assisti muitas puxadas de tapete, é uma doença da sociedade”, diz Abrahams. Para ele, há mercados em que esta prática é mais comum. “A questão da ambição é mais exacerbada na área de transações financeiras”, diz. 
Este tipo de atitude não cria sustentabilidade nas relações a médio e longo prazo, na opinião do especialista. “Quem sofre uma puxada de tapete não esquece”, explica. O problema nesse caso é a lei do retorno. “Acaba, de uma maneira ou de outra voltando para que fez”, diz o especialista.
6 Chegar sempre atrasado
É um clássico do manual de qualquer péssimo funcionário. Começar o expediente fora de hora e ainda escapar do escritório mais cedo, com frequência, é uma atitude que irrita qualquer gestor.
Mesmo que o trabalho seja bem feito, respeito aos horários de entrada e saída é uma exigência do mundo profissional. “É preferível chegar uma hora antes a chegar cinco minutos atrasado”, diz Abrahams. 
7 Descontrole emocional
Gritar, humilhar colegas ou subordinados é um comportamento antiprofissional por excelência. “Quem sai do eixo emocional perde a razão”, diz Abrahams.
Além de deixar o clima pesado na empresa, cria uma cultura do desrespeito no ambiente profissional. “Acaba caindo na questão do assédio moral”, explica o especialista.
Entrar em pânico ao receber um novo desafio na empresa também é um comportamento indicativo de falta de controle emocional. “Certa cautela em relação ao novo é positiva, mas entrar em pânico certamente vai prejudicar o desempenho”, diz Peixoto.

segunda-feira, agosto 20, 2012

Com Rosa Krausz no Fórum de Análise Transacional




Com a soberana Coach Executiva Rosa Krausz fundadora da Associação Brasileira de Coaching Executivo Empresarial e autora do Livro Coaching Executivo - A conquista da Liderança durante o Fórum Brasileiro de Analise Transacional - Caminhos para o equilíbrio nas relações Humanas.
Agradeço a amiga e excelente profissional Kátia Ricardi de Abreu por esta oportunidade!

Comande o seu cérebro com PNL - Conheça a PNL

Quem é o profissional de RH do futuro?


Quem é o profissional de RH do futuro

RH do FuturoNunca o capital humano esteve tão valorizado nas corporações. Desenvolver pessoas, manter um bom clima organizacional e reter talentos são algumas das responsabilidades do profissional de Recursos Humanos, que vem ganhando maior espaço nas empresas por apresentar, nos últimos tempos, um posicionamento mais estratégico.

Do ponto de vista técnico, os novos profissionais de RH precisam desenvolver a noção de cliente interno – ter a consciência que não atuam apenas para uma diretoria ou para os donos da empresa, mas, enquanto protagonistas de RH, devem ter como cliente todos os setores da organização. “É interessante absorver conceitos de marketing para entender o que é um cliente na essência e saber que está prestando um serviço para seus pares”, aponta Rodrigo Oliveira, gestor da Faculdade da Vila Matilde (FAATESP) e especialista em gestão de pessoas.
Hoje, existem diversos estudos sobre gestão de pessoas que mostram que muitas vezes o profissional é contratado por suas habilidades técnicas, mas acaba sendo desligado da corporação por não desenvolver bem suas competências comportamentais. Para Oliveira, quando se fala em cargos de gerências e diretoria, isto fica ainda mais sensível: “habilidades como liderança, encarar desafios e ter flexibilidade são muito exigidas e devem ser bem trabalhadas”.
intraempreendedorismo é uma competência fundamental para o profissional de RH do futuro. O engajamento com o negócio da empresa e a busca pela inovação nas atividades, são características marcantes que vão além das expectativas da empresa e que fazem com que o profissional se destaque.  “Tecnicamente pode não ser o mais brilhante, mas a visão de negócio e a ousadia nas atividades fazem com que ele conquiste seu espaço”, explica o gestor da FAATESP.
Do ponto de vista das tecnologias, as empresas costumam ser muito parecidas e o que realmente faz a diferença é o capital humano. A gestão de pessoas é um setor que pode modificar cada vez mais o cenário corporativo e, para tal, o profissional de RH deve posicionar-se de maneira estratégica com o modelo de negócio das corporações.  “O mercado vem mudando e atualmente solicita profissionais cada vez mais habilitados para preparar pessoas que impactam em negócios. É por intermédio dos funcionários que a empresa conquista seus objetivos e o RH vem ganhando este espaço para que os resultados sejam cada vez melhores”, conta Carlos Ferreira, Diretor Executivo da 4hunter, empresa especializada em consultoria de recrutamento & seleção e gestão de carreira.

Valorização do profissional

Há pouco tempo muitos imaginavam o RH como uma área relacionada exclusivamente ao departamento pessoal, folha de pagamento, benefícios, etc. Hoje, o próprio profissional da área mostra seu valor. “As universidades atualmente passam todas as estratégias de RH e preparam bem o indivíduo. Além dos conceitos básicos do segmento, hoje em dia existem importantes ferramentas de gestão administrativa que ampliam o conhecimento e tornam a atuação na companhia mais estratégica. Fundamentos da gestão, contabilidade e marketing são bons exemplos”, relata Rodrigo Oliveira.
Por conta da demanda e necessidade, as grandes corporações criaram processos internos de RH bem estruturados e ditaram a tendência do mercado. Porém, empresas de pequeno e médio porte também vêm se conscientizando desta importância e tratando o segmento de forma diferenciada. De acordo com Ferreira, o atuante da área precisa avaliar como as ferramentas de RH podem impactar diretamente nos resultados das corporações: “o setor é muito importante, pois é um instrumental para o desenvolvimento de competências de todos os funcionários”.
Profissionais que possuem atitudes e ações estratégicas já são reconhecidos pelas empresas em que atuam. “A área de Recursos Humanos deve fornecer aos colaboradores vantagens que não é necessariamente a remuneração, por exemplo. O ideal é desenvolver ações e políticas que tornem atuar na empresa algo diferencial, que as pessoas se sintam engajadas e valorizadas”, completa Rodrigo.



Fonte: Quem é o profissional de RH do futuro | Portal Carreira & Sucesso 

segunda-feira, julho 30, 2012

Pré Forum - Caminhos para o Equilíbrio nas Relações Humanas

Officina do Coach está patrocinando o Pré Forum Caminhos para o Equilíbrio Nas Relações Humanas que acontece no dia 02/08 no Ipê Park Hotel. Para os interessados na Compreensão do Comportamento Humano e sua Aplicação na vida pessoal e profissional. Participe!

terça-feira, fevereiro 21, 2012

Coaching eficaz - Como orientar sua equipe para atingir resultados


"Algumas equipes trabalham com afinco, divertem-se e concluem a tarefa. Outras são amargas e ineficazes, apesar do fato de todos os seus integrantes estarem trabahando duas vezes mais do que o normal. Porque é assim?" Max Landsberg


Toda equipe vencedora precisa estabelecer um modelo de Comportamentos Desejados dentro do contexto do propósito desta equipe existir, ou seja: seu significado e sua visão. Este dois elementos estão estreitamente entrelaçados.
O modelo de Comportamentos de uma equipe vencedora tem que ser focado ora em acelerar a performance do grupo, ora em manter a excelência da performance ou na combinação dos dois comportamentos. Para garantir a eficácia do modelo estabelecido pela equipe é fundamental garantir que todos os comportamentos que bloqueiem o desempenho sejam identificados e minimizados.
Minha experiência mostra que a melhor maneira de minimizar um comportamento indesejado é encontrar qual deve ser o comportamento desejado focando especial atenção em como criar este novo comportamento na equipe e depois conseguir mantê-lo.
Para começar, sua equipe deve encontrar quais são os comportamentos desejados e quais são os indesejados. Podemos exemplificar alguns na tabela abaixo:
  • Comportamentos que aceleram o desempenho

    Comportamentos que mantêm o desempenho

    Comportamentos que bloqueiam o desempenho

    Liderar pelo exemplo

    Rastrear o desempenho

    Controle intenso sobre os outros

    Tomar a iniciativa

    Atenção aos detalhes

    Dificuldade em contestar opiniões e decisões

    Gerar entusiasmo e energia

    Definir e clarear objetivos

    Criticar as pessoas abertamente

    Fortalecer comportamentos externos e internos

    Desenvolver unidade

    A equipe toda se sente sob pressão

    Delegar responsabilidades

    Construir lealdade e suporte

    Frustração e raiva abertamente disseminadas

    Integrar atividades e soluções

    Garantir estabilidade e consistência de processos

    Evitar dar feedbacks negativos

    Procurar adicionar valor agregado

    Deixar a informação fluir

    Evitar se comprometer firmemente

    Racionalizar os processos

    Fazer os sistemas trabalharem juntos

    Ignorar responsabilidades

    Criar comprometimento para expandir as metas

    Tratar as pessoas com dignidade

    Negar conflitos

Tanto o coaching individual como o de equipe atinge diversos interessados: cada um dos membros da equipe, a equipe como um todo, subgrupos dentro dela, a organização e outras equipes. Também atinge tanto o processo (como a equipe e os indivíduos fazem as coisas) como os resultados.
Como líder, gerente ou empresário, o que você precisa aprender para realmente se tornar um coach de equipe eficiente?


Ada Maria de Assis e Silva
Educadora e Coach Executiva

domingo, janeiro 22, 2012

Etiqueta Corporativa

Vejam minha participação na Revista Unimed Rio Preto falando sobre etiqueta corporativa.
http://www.unimedriopreto.com.br/revista/35/index.html?pageNumber=22

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Viver satisfeito e feliz exige treino e comprometimento

Comportamento

Cuide do seu equilíbrio
São José do Rio Preto, 24 de Dezembro, 2011 - 1:44
Viver satisfeito e feliz exige treino e comprometimento
Francine Moreno


Especialistas afirmam que sempre haverá oportunidades para aumentar a sensação de bem-estar É muito comum homens e mulheres alternarem, em um mesmo dia, momentos de euforia e tristeza. Vários fatores podem influenciar e, durante o final de ano, uma boa parcela fica ainda mais suscetível, seja pela correria comum desse período, por querer fechar o ano sem débitos ou dar conta de tudo em casa e no trabalho, como eliminar alguma dívida, preparar em tempo recorde as confraternizações familiares e cuidar dos filhos que estão de férias escolares.

A boa notícia é que pesquisas revelam que sua posição frente a determinadas situações auxilia a prevenir as mudanças de humor e, assim, evitar que esse comportamento prejudique os relacionamentos com amigos e familiares, assim como a autoestima. Tentar ficar calmo ou respirar contando até o número 10 diante de algo que não saiu exatamente como você traçou pode manter seu equilíbrio emocional e até combater os efeitos de uma tristeza que insista em ficar diante de uma frustração, seja ela grande ou pequena.

Embora esteja cada vez mais mapeado pela medicina, a psicoterapeuta comportamental Marcelle Vecchi afirma que o equilíbrio emocional é conquistado de acordo com a maneira como você lida com imprevistos e situações difíceis. Para levar tudo com mais tranquilidade, segurança e manter o bom humor, ela sugere diminuir as autoexigências. “Se cobre menos, seja mais gentil consigo mesmo e aceite suas limitações com naturalidade, ou seja, se respeite.”

De acordo com a especialista, é preciso desenvolver habilidades sinestésicas. “Esteja atento às variações emocionais ao longo do dia, não deixe que suas emoções extrapolem, mescle entre emoção e razão.” Marcelle afirma que você deve praticar a inteligência emocional. “Busque o autoconhecimento identificando suas forças, fraquezas e pontos a serem melhorados.” Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos e consultorias, afirma que é preciso ajustar a interpretação para controlar reações negativas e aumentar sua sensação de bem-estar. “Usufrua por mais tempo as pequenas conquistas e releve os contratempos.

Se você fizer isso com frequência mudará aos poucos sua percepção sobre os acontecimentos do dia a dia.” A coach executiva e educadora Ada Maria de Assis e Silva considera importante que esse equilibrio mental seja alcançado também no ambiente de trabalho. E para conquistá-lo, é preciso resiliência. “O ser humano resiliente desenvolve a capacidade de recuperar, se moldar a cada obstáculo e a cada desafio.

Torna-se uma pessoa mais motivada e com capacidade de contornar situações que apresentem maior grau de tensão.” Estar equilibrado emocionalmente traz inúmeros benefícios. Entre eles está uma maior facilidade de raciocinar, tomar decisões mais assertivas e fortalecimento pessoal diante das instabilidades alheias. “Este parece ser o caminho para se atingir a condição de não ser constantemente perturbado ou estar em permanente conflito consigo mesmo e com os outros”, afirma Ada.

Para encontrar o equilibrio mental, Ada sugere mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. “Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade.” Conhecer-se a si mesmo por meio da reflexão própria e dos feedbacks recebidos de colegas e líderes é outra dica. Para ela, praticar esportes pode aumentar o ânimo e a disposição. “Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, consequentemente, proporcionam sensação de bem-estar.”

A felicidade está também em procurar manter o lar em harmonia, já que a família é o ponto de apoio para recuperar-se e aproveitar parte do seu tempo para ampliar os conhecimentos , pois isso aumenta a autoconfiança. Assim como assumir riscos (ter coragem), apurar o senso de humor para desarmar os pessimistas, usar a criatividade para quebrar a rotina e permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado original.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Natal!

Desejo a todos meus caríssimos amigos um Natal de muita paz, união em família, mesa farta, saúde plena, filhos gratos, amigos queridos, e que todos tenhamos em mente a meta maior desta data: reverenciar o nascimento de Cristo!

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Jovens: Controlem a arrogância

Controle a arrogância

Adriando Marquez Leite (redacao.vocesa@abril.com.br) 23/08/2011


Conseguir uma vaga num programa de trainee é apenas o primeiro passo para uma carreira de sucesso

A chegada dos trainees recém-selecionados à empresa é em clima de lua de mel. As expectativas de um futuro promissor são grandes tanto por parte dos jovens profissionais como por parte da diretoria. A questão é que, poucos dias depois da contratação, alguns pupilos demonstram um comportamento considerado inadequado, o que pode gerar atrito com os colegas e também com os superiores.

Os problemas mais freqüentes costumam ser arrogância, imaturidade na hora de receber críticas e falta de comprometimento para a execução das tarefas. Eline Kullock, presidente do Grupo Foco especializado em recrutamento, aponta mais um deslize característico da Geração Y (jovens nascidos a partir de 1980): dificuldade em reconhecer autoridade. “Como foram criados em um ambiente informal, em que a hierarquia é pouco exercida e o posicionamento de todos é levado em consideração com igual importância, é comum que os jovens tentem reproduzir esse modelo dentro da companhia, o que acaba causando estranheza”, diz Eline.

Lidando diariamente com trainees, Ana Paula Ortiz, superintendente do Banco Indusval, que recebe oito jovens profissionais a cada edição do programa, aponta ainda outro pecado dos iniciantes. “A ansiedade em excesso é identificada na maioria dos selecionados”, afirma. “Eles chegam querendo participar de grandes projetos ou sugerindo mudanças revolucionárias, mas é preciso trabalhar essa angústia e reduzir as expectativas com relação a grandes feitos nessa
fase inicial”, diz Ana Paula.

O extrainee Pedro Rodrigues, de 29 anos, hoje gerente administrativo e institucional do Indusval, precisou passar por esse processo de readequação para não desistir do programa. “No início, achei um pouco frustrante porque eu sentia que não produzia muito. Apenas observava e aprendia”, lembra.

Hoje, entretanto, ele admite que a visão sistêmica que obteve naquela fase foi essencial para seu crescimento no banco. Até chegar a esse entendimento, o então trainee teve de mudar sua atitude para não parecer arrogante. “Em vez de tentar impor mudanças, o jovem deve sugeri-las”, diz Pedro. Com esse “jeitinho”, o gerente que entrou como trainee há cinco anos conseguiu montar uma boa base de relacionamentos, fundamental para desempenhar bem suas atividades até hoje.

Para saber se sua atitude vem sendo percebida positivamente, a dica dos consultores é pedir feedback frequente aos superiores, tendo humildade para escutá-lo de verdade. “Peça que o chefe avalie seu desempenho técnico e também o interpessoal. Escute essas informações com maturidade e empreenda esforços para melhorar o que for preciso”, diz Eline Kullock, do Grupo Foco.

terça-feira, novembro 08, 2011

Quer Mudanças? Então a bola está com você!

Quer mudanças? Comece por você!

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Mudança - uma palavra tão simples em sua pronúncia, mas que quando colocada em prática faz muitas pessoas voltarem atrás e reverem conceitos. Isso, diga-se de passagem, é válido tanto para o campo pessoal quanto profissional. Por essa razão que grane parte das organizações depara-se com dificuldades quando chega o momento de instituir os chamados processos de mudanças. Se por um lado as empresas precisam mudar, os profissionais também precisam estar preparados para quando esse momento chegar. E não adianta tentar tapar o sol com a peneira, porque isso só irá dificultar a situação e a adaptação a uma nova realidade. Confira abaixo, algumas dicas que os profissionais podem adotar na sua rotina e ver a inovação como uma oportunidade de crescimento.


1 -
Não imagine que as mudanças nunca irão alcançá-lo, apenas porque você apresenta um bom desempenho em sua função. Pelo contrário, saiba que as pessoas que mais se destacam são aquelas que, provavelmente, serão convidadas a servirem de exemplo para seus colegas de trabalho. Ou seja, considere a inovação como uma forma de aprendizado e de desafio que pode estimulá-lo a conquistar espaços que você já acreditava não mais conquistar.

2 - Mantenha-se atualizado na sua área, mas também fique atento ao que acontece no ambiente organizacional. Lembre-se que se antes as empresas consideravam apenas suficientes o conhecimento técnico, hoje também são valorizadas as chamada competências comportamentais. Nunca se considere um ser estático, que já alcançou o máximo da sua evolução. Você sempre terá algo para aprender.

3 - Quando surgir uma novidade na empresa em que você atua, consulte os canais formais de comunicação interna, pois sempre haverá alguma notícia que reportará informações a temas relacionado à organização e ao negócio. Lembre-se de que dar "ouvidos" a boatos pode comprometer até mesmo a sua imagem na organização.

4 - Da mesma forma que o profissional precisa estar disposto a aprender, ele também deve abrir espaço para ensinar. Por quê? Simples: porque no momento em que se ensina, também se aprende. A trocar de experiências, de vivências entre os indivíduos é algo que não se encontra em prateleiras de bibliotecas ou em qualquer outra fonte de aprendizado. Esse tipo de contato "face a face" ajuda as pessoas a abrirem a mente para fatos que antes não entendiam e a reverem conceitos, quebrarem paradigmas.

5 - Um dos primeiros sinais de que um processo de mudanças começará em breve, é quando se olha para os lados e se observa que as outras pessoas estão "fugindo da própria rotina". Ou seja, basta apenas ver que os pares estão realizando cursos de línguas, participando de todos os treinamentos oferecidos pela empresa - mesmo aqueles que não são considerados obrigatórios - ou, então, lendo livros, revistas ou sites especializados na área e que estão relacionados ao negócio. Então, por que ficar parado?

6 - Se as pessoas estão preocupadas em mudar, não perca seu tempo criticando os outros. Há quem prefira ficar na "zona de conforto" e acabar na "zona de confronto" com a inovação. Aqueles que escolhem esse caminho tentem a perder tanto dentro quanto fora da empresa, uma vez que fecham as portas para o próprio desenvolvimento.

7 - Caso sua empresa tenha o bom senso de valorizar o relacionamento entre líderes e equipes, esteja atento a todas as informações que seu gestor repassar. Caso fique alguma dúvida, aproveite a oportunidade e questione o que não compreendeu. Se o momento não for oportuno, peça para conversar com sua liderança quando for mais pertinente. Mas nunca deixe as dúvidas rondarem sua mente ou você talvez crie um monstro a partir de comentários infundados.

8 - Muitas vezes um bom profissional deixa de realizar seus sonhos de carreira, porque tem receio de arriscar. Para ele, expor-se a algo é significar que cometerá erros e isso, por sua vez, prejudicará sua imagem na empresa e diante dos colegas. Contudo, vale o lembrete: errar faz parte do processo de aprendizagem em qualquer idade.

9 - O diálogo com o gestor é fundamental para o processo de mudanças, mas a proximidade com os colegas que integram a sua equipe também é muito valiosa. Isso porque, todos estão no mesmo "barco" e todos perceberão o processo de uma forma, a partir dos seus mapas mentais que se formaram ao longo da vida. Conversar com seus pares também é uma ótima alternativa para "clarear" ideias em relação ao processo que todos vivenciam.

10 - Quem se mostra receptivo às mudanças recebe, ainda, um benefício que muitas vezes nem percebe: evita absorver os níveis altos de estresse que são prejudiciais à saúde. Quando isso ocorre, tudo se torna bem mais complicado para solucionar.

Personal de Quê? Matéria do Diário da Região com a minha Participação




Você conhece o trabalho de Coach? Saiba um pouco na matéria ''Personal o Quê?''

do Diário da Região. http://bit.ly/ubk67F



quarta-feira, setembro 21, 2011

COMO AUMENTAR SUA PERFORMANCE

Como aumentar a sua performance
Por Jerônimo Mendes para o RH.com.br

Em teoria, todas as pessoas desejam melhorar de vida, ganhar mais, mudar para um emprego mais promissor, mudar de casa, enfim, sair da inércia. Na prática, são poucos os disciplinados que seguem em busca de novos conhecimentos, hábitos e comportamentos que possam aumentar o seu desempenho e, por consequência, a sua qualidade de vida.

O fato é que não há como melhorar de vida em frente à televisão e ao computador sem buscar o conhecimento e o aprendizado necessário para enfrentar a concorrência. Se você deseja não ser apenas mais um na multidão, não há porque ficar esperando a sorte.

Em tempos atuais, onde o conhecimento tende a dobrar em menos de dois anos e o ciclo de vida dos produtos e serviços é cada vez menor, o desafio do aprendizado é constante. Em pouco tempo depois de formado você pode chegar à mesma conclusão do grande filósofo grego Sócrates - "Só sei que nada sei" - para seguir aprendendo.

De acordo com o Dr. Charles Garfield, psicólogo norte-americano que participou do projeto Apollo 11 e desenvolveu o conceito de Peak Performers, os executivos de sucesso possuem várias semelhanças e compartilham seis atributos em comum.

Dr. Garfield estudou os hábitos e o comportamento de 1500 executivos e apontou em seus relatos que esses atributos são habilidades que qualquer um pode cultivar e aprender. Conhecê-los é o primeiro passo para adquiri-los. O restante é aprendizado e muita disciplina.

Todos os atributos mencionados aplicam-se a qualquer profissão ou área de atuação. Vale para os atletas, os estudantes, os políticos e os profissionais em geral. Através da pesquisa ele atribuiu o conceito de Peak Performer à pessoa que é consistente em sua busca de realização.

Quer aumentar a sua performance profissional? Você pode contratar um coach para fortalecer suas competências e chegar a patamares mais elevados e vai descobrir que os recursos estavam sempre dentro de você, aguardando o estímulo ou o momento apropriado para entrar em cena.

Se isto não for possível, existem duas alternativas: a disciplina, gerada pela automotivação, o aprendizado constante e o desejo de ser feliz ou, então, o desconforto proporcionado pela necessidade de sobrevivência. Torço para que você aposte na primeira opção, afinal, ser movido apenas pelo desconforto demonstra descrença em relação ao futuro.

Considerando que você optou pela primeira hipótese, aqui estão os seis atributos identificados pelo Dr. Garfield e atribuídos aos profissionais de sucesso. Leia com atenção e estude-os com carinho. Na prática, o que vale é o seu empenho verdadeiro para conseguir o desempenho necessário.

De maneira geral, eles são fruto do pensamento coletivo em relação ao sucesso e não se pode ignorá-los. A leitura constante e a elaboração de um plano consistente para adquiri-los criarão a base para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Vejamos:

* Pessoas de sucesso são guiadas pela sua visão e pela sua missão: o que você vai ser quando crescer? O que você vai fazer para conseguir atingir a sua visão? O que o motiva de fato? Como você gostaria de ser lembrado quando partir deste mundo?
* Pessoas de sucesso focam os resultados: não importa o tamanho dos obstáculos nem as circunstâncias; peak performers organizam suas metas de acordo com o tempo e a sua capacidade de realização; eles acreditam piamente que o destino final e o processo para se chegar lá são importantes.
* Pessoas de sucesso sabem gerenciar a si mesmo (autogestão): é a sua capacidade de administrar os estados emocionais e de utilizar estratégias mentais eficazes; a autoconfiança a visualização do futuro o ajudarão a melhorar o desempenho.
* Pessoas de sucesso sabem mobilizar outras pessoas: eles acreditam na sua capacidade de mobilizar os outros para produzirem resultados conjuntos excelentes.
* Pessoas de sucesso são flexíveis e ajustam o rumo: se você não está no caminho perfeito, mas no caminho crítico, precisa se concentrar para não perder o objetivo de vista; a vida tem seus momentos de oscilação e você precisa aprender a lidar com isso.
* Pessoas de sucesso continuam aprendendo a vida inteira: elas nunca param de adquirir novos conhecimentos e colocá-los em prática; além do mais, elas abraçam as mudanças e os obstáculos como fontes de oportunidades para o sucesso.

Ao contrário do que possa parecer, peak performers não são workaholics. Eles são comprometidos com o desempenho e o alcance dos resultados, cada vez melhores. Além disso, são extremamente otimistas e motivados, pois sabem que a motivação é um estado mental e tende a desaparecer se não tiverem a habilidade de trazê-la de volta.

Por fim, lembre-se: não nascemos prontos. Em tese, você só atinge o ápice da sabedoria a cinco segundos da morte, mas aí não tempo de fazer mais nada. Para descontrair um pouco, a única geração que nasceu pronta foi a do meu filho mais novo. Eles já nascem sabendo e tudo o que você tenta transmitir para eles não serve, pois estão sempre com a resposta na ponta da língua. O tempo corrige isso.

Pense nisso e seja feliz!

segunda-feira, agosto 08, 2011

Palestra: Coaching: explorando o presente e definindo o futuro aplicada no SENAC

No último sábado (dia 06/08) proferi palestra sobre Coaching: explorando o presente e planejando o futuro na volta dos alunos de pós-gradução do SENAC as aulas do segundo semestre. Foi um grande prazer poder falar sobre liderança, planejamento, persistencia, dedicação e a importância de estar sempre se aprimorando! Grata ao coodenador dos cursos da Pos Graduação Murillo Michel e a coordenadora Celia Gomes!
Adorei passar parte da manhã com os alunos e com toda a equipe de Pós Graduação do SENAC!