terça-feira, fevereiro 26, 2008

OS MAIS INFLUENTES DO ANO - 2007

Noite de homenagens traz tema “Os mais influentes do Ano – 2007”

Assessorias de Comunicação indicam empresas para noite de homenagens e desenvolvimento empresarial.


AG Assessoria, comandada pela jornalista Aryane Garcia, assina “Os mais influentes do ano – 2007”, realizado no dia 27 de março, às 20 horas, no Buffet Félix Petrolli.

“Em vez de gastar tempo tentando prever o futuro, invente-o”.
Essa é a proposta do evento que traz na programação coquetel, homenagens, jantar dançante com o DJ Betinho Britto e uma palestra sobre “Liderança” ministrada pela Consultora Empresarial e Coach Internacional Ada Maria de Assis e Silva, trazendo informação aos convidados sobre metodologias eficazes de estruturação para reduzir riscos posteriores e melhorar o relacionamento da empresa.

As empresas foram indicadas pelas Assessorias de Comunicação: COMUNIC comandada por Elaine Madalhano; Cláudia Lacerda que está à frente da LACERDA COMUNICAÇÃO; RAÍZES chefiada por Ester Mendonça, Intermídia Comunicação por Marcelo Gomes e Malu Rodrigues que lidera a TALK CLUB.

O designer Vladen Joseph formata o espaço rico em detalhes, pra começar, a festa recebe todos os convidados num tapete vermelho. Os aparatos como plasmas, som e iluminação arquitetural chegam diretamente de São Paulo-SP através da SomCris liderada pelo empresário Cristovam Amaral. A mesa de doces é assinada por Márcia Brentan, que compõe a décor especial.

Entre os patrocinadores contamos com: Nova Schin, Loja Zag, CrisSom, Vladen Joseph, Carmem Stefens, Studio M - Personal Hair, entre outros.
Apoios: RedLabbel, Vinicola Salton, FlortDesgin, Vértice Turismo, Luminasa, Robson Ricci e Márcia Brentan.

Assessoria de Imprensa
AG Assessoria
17 3013.4693
http://www.agassessoria.com/

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

NOTA SOBRE PALESTRA NO JORNAL BOM DIA - COLUNA BECK

BECK - JORNAL BOM DIA
19/2/2008

Beijinho, beijinho...

• Na rota que sinaliza para as comemorações do Dia Internacional da Mulher, a coluna vai emulando as que mais podem dar eco.

• Nesse varal de tendências, a Oficina do Coach, comandada pela educadora Ada Maria de Assis e Silva, dá o grito de liberdade às mulheres que desejam catalizar empreendorismo e liderança sem se afogar num mar de estrogênio.

• Tudo isso em formato de palestra, prontinha para empresários visionários que não dormem de touca quando o assunto é homenagear suas colaboradoras. Fale com Ada e troque aquele manjado botão de rosa por um dia mais rico em conteúdo. E feminilidade.

Salto alto quer chegar à presidência


Salto alto quer chegar à presidência




"Hoje eu quero tudo: ter minha família, sucesso, amor e uma vida saudável. Nada disso é incompatível; ao contrário, os papéis se complementam". A afirmação é de Dayse Maciel de Araújo, Gerente de Inteligência de Mercado da Sadia e consta no livro Amélia, Adeus, de Julio Lobos, da editora Instituto da Qualidade. O pensamento de Dayse traduz com exatidão o pensamento de muitas profissionais brasileiras, que querem aliar o sucesso pessoal ao profissional e, quem sabe, até chegar à presidência da empresa.


Como galgar postos e chegar no alto escalão das empresas - território até então predominantemente masculino - foi um dos pontos discutidos na reunião do grupo "Executivas de S. Paulo", formado por mulheres que já chegaram a um nível na carreira - entenda-se diretoria para cima. Os encontros, que reúnem executivas de várias empresas e setores da economia, vêm acontencendo há um ano, com o objetivo de reunir forças, debater o papel e os principais desafios das mulheres executivas atualmente - tanto em casa quanto no mercado de trabalho.

O "Executivas de S. Paulo" já conta com mais de 100 integrantes, sendo que cada encontro consegue reunir cerca de 50 profissionais. "A nossa missão é motivar ainda mais a ida das mulheres para posições mais altas das empresas", afirma Maria Fernanda Teixeira, vice-presidente de operações da EDS - líder mundial em serviços de tecnologia da informação com faturamento de US$ 21,5 bilhões, e uma das fundadoras do grupo.

Para ela, a mulher tem que se superar, em vários aspectos, para poder conseguir chegar aonde quer. "Ela tem que tentar ser melhor em tudo, estar muito atualizada e ter muita coragem, acima de tudo. Mas eu acredito que a grande falha da mulher é que ela ainda não sabe usar do networking para mostrar-se ao mercado. Ela não participa de associações, não se preocupa em criar novos círculos de amizade e não sai divulgando as suas competências, como os homens fazem. Aí, é claro, eles acabam sendo lembrados com mais rapidez e, muitas vezes elas acabam preteridas por puro esquecimento mesmo".

Mas, quando o assunto é a dedicação aos estudos e a atualização profissional, as mulheres vêm batendo de frente com os colegas machos. Segundo o publicitário e colunista do site Blue Bus, Luiz Alberto Marinho, nos EUA, assim como na Austrália, Canadá, França, Japão e Espanha, há mais mulheres do que homens, entre 25 e 34 anos, com diploma universitário e pelo menos um curso de pós-graduação. O colunista afirma ainda que "nos Estados Unidos, em 1983, elas ocupavam somente 34% dos cargos mais altos e bem pagos nas empresas. Em 2001, esse percentual chegou a 50%. No Brasil, estudos da Fundação Dom Cabral apontam uma tendência semelhante - cresce anualmente o número de mulheres em cargos de direção nas nossas corporações".

Formada em Administração de Empresas pela Universidade Metodista de SP (Umesp), com especialização em Marketing e Economia pela Fundação Getúlio Vargas, MBA pelo Insead (instituição francesa reconhecida como uma das melhores da Europa) e especialização em Economia Global pela conceituada escola americana Thunderbird, Maria Fernanda Teixeira pode ser colocada como exemplo de persistência, talento e conviçcão. Ela entrou na EDS em 1985 e, segundo ela, sempre soube que um dia chegaria a ser executiva de uma grande empresa. Satisfeita? "Não, ainda tem muita coisa que quero fazer. Minha meta é chegar à presidência da EDS para a América Latina, ou então outra região onde a empresa esteja inserida".
Alguém duvida?
por Camila Micheletti


A palestra Coaching - Mulheres Liderando Mudanças é concebida para apoiar o desenvolvimento das competências das mulheres e permitir-lhes proporcionar liderança sobre as questões que lhes dizem respeito. Oferece dados para motivar e permitir que as mulheres acreditem em sua capacidade para catalisar a mudança e para mobilizar outros a fazerem o mesmo.
Assim, a Officina do Coach, dirigida pela educadora e coach Ada Maria de Assis e Silva idealizou esta palestra com 1 h e meia de duração, para ser proferida no próximo mês de março/2008, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Tanto empresas particulares como associações e entidades que se interessarem em contratar a palestra para homenagear suas colaboradoras, esclarecendo-as e motivando-as para mudançcas profissionais devem entrar em contato com a Officina do Coach.


"Nem tudo o que enfrentamos pode ser mudado. Mas nada pode ser mudado enquanto não for enfrentado. " James Baldwin

Serviço: Officina do Coach Orientação e Consultoria
http://officinadocoach.blogspot.com/
fone: 17 32251830/32346190
Mobile: 17 81159082
skype: ada_coach
ada@ccaajustkids.com

terça-feira, fevereiro 12, 2008

COACHING - MULHERES LIDERANDO MUDANÇAS


As mulheres enfrentam desafios cotidianos. Além de lutar junto as suas comunidades para manter recursos básicos como saúde, educação e empregos, muitas sofrem discriminação simplesmente em virtude de serem do sexo feminino. Isso inclui violêncioa física, sexua, emocional e ainda, discriminação profissional, sendo que muitas são mantidas fora da escola, dos cargos de gerência e diretoria, dos cargos políticos, das tomadas de decisão tanto nas suas casas, quanto nas suas comunidades, como no seu local trabalho o que as leva a alimentar crenças limitantes quanto a sua capacidade de liderança e sua auto-estima.
No entanto, as mulheres em todo o mundo possuem o poder coletivo para mudar as suas vidas, suas comunidades e o mundo em que vivemos. Assim como enfrentam os desafios diários, as mulheres estão continuamente desenvolvendo maneiras inovadoras e eficientes de melhorar suas vidas. Ao reunir sua sabedoria e criatividade, as mulheres estão liderando mudanças em todas as áreas. Entendemos que investir na liderança de mulheres, especialmente nas mais jovens, é essencial para a mudança social que possa acontecer agora e no futuro.
A palestra Coaching - Mulheres Liderando Mudanças é concebida para apoiar o desenvolvimento das competências das mulheres e permitir-lhes proporcionar liderança sobre as questões que lhes dizem respeito. Oferece dados para motivar e permitir que as mulheres acreditem em sua capacidade para catalisar a mudança e para mobilizar outros a fazerem o mesmo.
Assim, a Officina do Coach, dirigida pela educadora e coach Ada Maria de Assis e Silva idealizou esta palestra com 1 h e meia de duração, para ser proferida no próximo mês de março/2008, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Tanto empresas particulares como associações e entidades que se interessarem em contratar a palestra para homenagear suas colaboradoras, esclarecendo-as e motivando-as para mudançcas profissionais devem entrar em contato com a Officina do Coach.

"Nem tudo o que enfrentamos pode ser mudado. Mas nada pode ser mudado enquanto não for enfrentado. " James Baldwin

Serviço: Officina do Coach Orientação e Consultoria

fone: 17 32251830/32346190
Mobile: 17 81159082
skype: ada_coach

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

DESCUBRA UM LÍDER EM VOCÊ EM 2008


Descubra um líder em você em 2008

Ada Maria de Assis e Silva - É tradutora, educadora, possui certificação interancional em Coaching, é trainer da Lambent do Brasil, é palestrante, trabalha como Coach e Orientadora Profissional, e aplicação de cursos presenciais.


O conceito global do “super líder infalível” está morto. O líder mitológico, perfeito não existe. Se você duvida, comece a se perguntar: “Você já encontrou este líder perfeito?”
Recentemente um cliente me mostrou seu novo plano de ação para melhorar sua liderança com competências a serem adquiridas, contemplando visão, estratégia e inúmeras habilidades interpessoais. Perguntei a ele, “Você já encontrou um líder, mesmo que seja apenas um, que tenha todas essas competências?” A sua resposta foi: "Bem, ainda não.”

Nós precisamos nos livrar deste mito do líder perfeito e promover um discurso mais autentico. Enquanto líder, como você reconcilia as expectativas irreais depositadas em você, com o seu verdadeiro eu, limitado e autentico como qualquer outro ser humano? Isto requer coragem, receptividade, e determinação. Você pode começar se perguntando: “Como posso ser autentico?”
Descobrir a resposta para esta pergunta requer iniciar duas jornadas: uma de “fora para dentro” e outra de “dentro para fora”.

A Jornada de “fora para dentro”

Este exercício significa convidar outras pessoas para participar de seu processo de descoberta pessoal permitindo-se ouvir o feedback sobre sua atuação como líder. Se você procurar estas informações através de um processo de avaliação 360° ou simplesmente tendo bate-papos com as pessoas próximas, o parecer externo pode ser muito útil. Ter consciência de como os outros percebem sua atuação fornece dados reais para validar ou questionar a sua própria percepção de quem você é como um líder.

Há algum tempo um executivo com muitos anos de carreira em sua primeira sessão de coaching comigo, mesmo antes de trocarmos os primeiros cumprimentos, bateu com a mão na mesa, e profetizou: “Meu pessoal não é tão aberto e sincero quanto eu sou.”. Meu primeiro movimento foi recuar física e emocionalmente, e assim pude supor como os seus liderados se sentiam trabalhando com ele.

Ele estava aberto a irritabilidade e a criticar, mas fechado emocionalmente para perceber o impacto negativo que causava aos outros. Sua avaliação 360° fornecida pela empresa serviu para que ele pudesse abrir sua mente e seu coração. Ficou chocado em ver quanto sua proclamada “sinceridade” desmotivava a equipe e provocava a saída de talentos da empresa. Descobrir como os outros o viam, foi o começo de uma transformação autentica em seu comportamento.

Jornada de dentro para fora

Há várias formas de conseguir alguns insights sobre sua autenticidade. A jornada de “dentro para fora” pode resultar em uma experiência pessoal tanto reveladora quanto gratificante. Este processo requer que você seja paciente, determinado, e aberto aos desafios que o auto-conhecimento apresenta.

Siga estas etapas:

1. Seja Focado.
Pergunte-se sempre, “Como posso ser mais autentico?”

2. Livre-se de crenças limitantes
Observe quais são seus pré-julgamentos a respeito da sua atuação como líder. Você vem lutando para assimilar e transmitir atributos e competências que não estão alinhados com seus valores, mas que foram impostos a você baseados na expectativa de outras pessoas?

3. Reflita

Olhe para você com novos olhos. Reflita sobre as qualidades e as características que são marcantes em você. Lute para descobrir sua essência, o cerne de quem você é como pessoa e como líder.

4. Persevere.

Descobrir o líder autêntico em você leva tempo. Assim seja paciente e aprecie o processo de desvendar os níveis mais profundos do seu “eu autêntico”. A jornada de “dentro para fora” o ajudará a avaliar as forças externas que impõem expectativas irreais da liderança que você deve exercer. Descobrir o líder autentico em você é uma possibilidade para a auto-renovação.

No final, você precisa dominar ambos os trajetos, mas você pode começar com uma ou outra jornada. Às vezes começar pode ser assustador, assim você pode querer contratar um coach ou passar por um treinamento sobre coaching.
Você vai se surpreender com os resultados que você pode obter ainda em 2008!

Baseado no artigo de Kevin Cashman and Rene Garpestad

Curso de Introdução ao Coaching em fevereiro/2008 – Mais informações:
http://officinadocoach.blogspot.com/ ou ada@ccaajustkids.com

quinta-feira, janeiro 24, 2008

CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING


CLIQUE SOBRE A IMAGEM PARA SABER MAIS SOBRE O CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING.
FAÇA DE 2008 UM ANO PARA SUAS REALIZAÇÕES, E TRANSFORME-SE NA PESSOA QUE VOCÊ QUER SER!

sexta-feira, janeiro 18, 2008

O mistério do CCAA


O Dr. Richard Montgomery finalmente descobriu "O Segredo do CCAA". Mas, quando ia revelar o segredo, subitamente desapareceu.
Entre no site www.misteriodoccaa.com.br e ajude o IPMU fornecendo com pistas para encontra-lo.
Você concorre a superprêmios.
CCAA JUST KIDS - Matrículas abertas

quarta-feira, janeiro 02, 2008

FEVEREIRO - 2008 - CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING




Que tal aproveitar este novo ano, e realmente se transformar na pessoa que você quer ser?
Tirar seus planos da mente e partir para a ação?




Estarei aplicando nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2008, o segundo curso “Introdução ao Coaching”, como uma dos sete Trainers certificados pela Lambent do Brasil autorizados a aplica-lo.

O curso vai oferecer aos participantes certificados das mais renomadas entidades desta área, Lambent do Brasil http://www.lambentdobrasil.com/ e ICC – INTERNATIONAL COACHING COMMUNITY http://www.internationalcoachingcommunity.com/.

O público alvo são empresários, líderes, gerentes, profissionais de RH e pessoas que queiram conhecer mais sobre esta ferramenta eficaz no desenvolvimento e realização de metas, sejam pessoais ou profissionais.
O Líder Coach deve ser treinado para ouvir atentamente sem julgamentos, permitindo-se descobrir e compreender o que está por trás de cada fala, fazendo as perguntas corretas, e levando o liderado a criar estratégias que o guiem para o sucesso.
Para desenvolver esta capacidade a Lambent elaborou um programa completo para o curso, que inclui: entendimento do que é coaching, desenvolver as habilidades básicas, apresentar uma estrutura clara e prática de como é o processo desenvolvido por este profissional e por fim a criação de uma situação onde o participante ora é coach, ora é cliente, aprendendo de maneira eficaz como funciona este processo.

O Líder Coach pode atuar em diversas situações, especialmente as profissionais, onde pode se orientar ou orientar sua equipe a enfrentar transições, como: mudanças de cargo, desenvolver novas competências, rever propósitos de vida, encontrar metas profissionais que estejam alinhadas com a da empresa e saber dar feedback de forma produtiva.
Os benefícios para a empresa são:

Promover inovação e acelerar resultados.
Desenvolver e reter recursos humanos estratégicos.
Melhorar a comunicação e eficácia das equipes na organização.
Criar comprometimento na equipe através da implantação de metas pessoais, profissionais e organizacionais.
Aumentar a conscientização dos líderes sobre o coaching e seus benefícios, instruindo-se nos conceitos e ferramentas do coaching.

O curso tem carga horário de 16 horas, e acontece entre as 8h e 18 horas, no Avvenimento Convenções.
Lembrando que as vagas deste curso são rigorosamente limitadas para que seja possível a realização de um treinamento altamente personalizado, interativo e dinâmico.
PROGRAMA:
· O que é Coaching e o que não é Coaching;
· As chaves do coaching· Construindo uma relação de Confiança;
· Coaching: A arte de fazer perguntas;
· Definindo Metas e Encontrando Valores;
· Descobrindo os Recursos pessoais;
· Hábitos de pensamento;
· Desenvolvimento habilidades de Audição;
· Ouvir além de escutar;
· Criando e dando Tarefas;
· Continuando o caminho: Montando um Plano de Ação;
· Ferramentas úteis;
· Como praticar e vivenciar Coaching no dia a dia;
· Como ser um líder coach;
· Comportamentos e atitudes favoráveis em um trabalho de Coaching;
· Normas e Ética do ICC - Comunidade Internacional de Coaching.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: 17 3234-6190/ 17 3225-1830 ou 17 8118 -9082, assim como pelo e-mail:


segunda-feira, dezembro 31, 2007

CONQUISTAS DIÁRIAS

Reportagem publicada no Caderno RP - Jornal Bom dia - 30/12/2007

Conquistas diárias

Coach Ada Maria de Assis e Silva incentiva pequenas mudanças para grandes projetos


Mais uma vez o ano termina e outros 365 dias se aproximam como um sopro de esperança e renovação. É hora de rever acertos e erros, fazer planos para o futuro e tentar colocá-los em prática.

Segundo a coach Ada Maria de Assis e Silva, de Rio Preto, é importante planejar as mudanças para o novo período de acordo com as possibilidades de cada um.

O primeiro passo é realizar uma auto-reflexão para avaliar os aspectos que merecem atenção especial.
“Quando mudar é uma escolha consciente, todos conseguem atingir seus objetivos”, incentiva.

É preciso, no entanto, ter em mente projetos realizáveis. Quer ganhar na Mega-Sena? Aposte. Quer viajar ao exterior? Converse com sua família, programe suas férias e seu orçamento, estude os roteiros, escolha o hotel, arrume as malas. Não adianta esperar uma promoção no emprego se o funcionário não se prepara para o novo cargo.

“É preciso ouvir o que é dito e o que não é dito. As oportunidades sempre vêm”, lembra.

Não vale ainda ser incoerente com seus princípios básicos. Quem se preocupa em ter uma vida saudável, por exemplo, não deve trabalhar em uma fábrica de cigarros e assim por diante.

Com os planos de ações traçados, chega a hora de colocá-los no papel. Por mais que a atitude pareça simples, o fato de listá-los em uma agenda com datas programadas reforça o compromisso consigo mesmo e os torna realizáveis.

“Ninguém vai se tornar um profeta, que adivinha o futuro. Mas é possível definir quando as atitudes serão colocadas em prática.”

Também é verdade que alguns imprevistos podem surgir. Neste caso, a coach sugere que as situações sejam revertidas com maturidade emocional. Em vez de chorar e se prender a hábitos do passado, é preciso encarar os problemas e aprender com eles a seguir caminhos diferentes.

“A acomodação é uma utopia. As pessoas envelhecem, o mundo se transforma, é preciso acompanhar o fluxo.”

Sendo assim, melhor planejar sempre. Grandes mudanças não acontecem de uma vez, são feitas de pequenos momentos e a chave para o sucesso está em cada um.

“Não se pode ser imediatista. É preciso abrir mão de certas coisas para realizações maiores, que vão acontecer a longo prazo. Além disso, não se pode perder o foco, se abrir demais o leque vai dissipar suas energias”, ensina Ada.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

terça-feira, dezembro 11, 2007

VOCÊ SUPÕE QUE É UM COACH, OU SABE, PELO MENOS, QUE DEVERIA SER UM?


VOCÊ SUPÕE QUE É UM COACH, OU SABE, PELO MENOS, QUE DEVERIA SER UM?


ADA MARIA DE ASSIS E SILVA


Para atender a necessidade mundial de desenvolver líderes temos uma arma muito poderosa que é o coaching. Os líderes preparados para serem coaches, orientados para extrair o melhor de cada um, aquele que desenvolve e responsabiliza as pessoas, é que conduzirão as empresas por tamanha era de evolução e mudança.


Mas sabe-se que a maioria dos líderes não modificou de forma substancial a sua forma de atuar e as razões não são difíceis de imaginar. A maioria não tem uma idéia clara do que, na prática, significa “coaching”. Na verdade, o coaching não é algo místico e nem difícil de aprender e implementar, sendo preciso apenas, deixar de lado alguns conceitos equivocados a respeito do tema.

Seguem aqui os sete mitos mais comuns sobre a aplicação do coaching pelos gerentes e líderes:

1. Coaching é fazer as pessoas felizes

Muitos líderes pensam que o coaching significa fazer o que já fazem, mas levando em conta os sentimentos de seus liderados. Esta é uma idéia equivocada, pois o segredo de gerir pessoas é conseguir que os processos sejam seguidos e colocados em ação, vinculados estreitamente com a missão da organização ou empresa, e para implantá-la é preciso que as operações táticas específicas sejam ajustadas. Quando estou gerindo pessoas tenho dois focos: analiso o trabalho que esta pessoa está fazendo e depois foco na pessoa. Quando faço coaching, me concentro somente na pessoa.


REFLITA: Liderar é assegurar-se de que alguém alcance certos níveis de desempenho. Coaching é ajudar essa pessoa a lidar com os problemas por si mesma, e assim alcançar novas competências e melhores resultados.

2. Coaching é, simplesmente, outra forma de chamar o trabalho de um mentor.

Este conceito, mais que qualquer outro, aterroriza aos líderes. Mas a atividade de um mentor implica em uma relação de longo prazo, enquanto que o coaching tem um tempo limitado. O contrato de coaching tem uma duração determinada e trata questões específicas, cujos resultados são medidos a cada etapa do caminho.
Um mentor é alguém experiente na empresa ou na profissão do seu pupilo. É um conselheiro sábio e confiável que tem grande interesse no desenvolvimento e progresso de uma pessoa inexperiente.


REFLITA: Um coach não estabelece vínculos emocionais tão fortes, quanto um mentor. Se o cliente ou liderado não cumpre um compromisso, um mentor pode dizer: "Você me decepcionou". Ao contrário, um coach diz: “Isto é o que você me disse que faria, e não está fazendo. É preciso que você avalie por que.”.

3. Um coach é alguém que se caracteriza somente por motivar.

Muitos líderes e gerentes pensam que o coaching é o mesmo que vibrar e torcer por uma equipe que vai entrar em campo. Se você se comporta assim em seu papel de LÍDER coach, deveria reconsiderar seu trabalho. Todo processo de coaching começa com uma análise real das fraquezas e qualidades de uma pessoa. O coaching está muito orientado para a ação. Como líder coach descubra os objetivos que uma pessoa quer alcançar em seu desenvolvimento profissional e ajude-a a imaginar como chegar a essa meta.


REFLITA: Um coach não somente elogia os esforços de um individuo; ajuda as pessoas a entender o que devem mudar para alcançar seus objetivos profissionais.

4. O coaching demanda muito tempo

O medo de assumir um compromisso que aumente suas horas de trabalho afasta muitos líderes de aplicar o coaching. O coaching, realmente, tomará parte do seu tempo, e você deve se conscientizar disto para prever o tempo que precisará para aceitar o compromisso. Um bom líder dedicará cinco por cento de sua jornada de trabalho ao coaching, e finalmente descobrirá que essa tarefa o ajuda a ganhar tempo. Em longo prazo, a recompensa é muito maior porque o coaching promove a independência dos liderados. Você ensina as pessoas como resolver os problemas de sua área por elas mesmas.


REFLITA: Um processo de coaching pode durar entre três meses e dois anos, de acordo com os objetivos do coachee (orientado). Durante o período da relação, será necessário pelo menos de 30 a 45 minutos por semana.

5. Nem todos estão em condições de receber coaching

Se uma relação de coaching não funciona, ou seja, se alguém submetido a esse processo não responde como se espera, muitos líderes supõem que a pessoa assistida é "não-orientável". Mas são duas pessoas que estão envolvidas neste processo, e se o outro não responde, é provável que o líder coach esteja dando os passos equivocados e que subestime o impacto de sua autoridade. Se o coaching realmente não funciona, é preciso descobrir o que imobiliza a pessoa assistida, sem supor que toda a responsabilidade seja somente dela.


REFLITA: Se um indivíduo não responde a seus esforços de coaching, provavelmente há problemas na relação. Antes de afirmar que é impossível assisti-lo, trate de designar-lhe outro coach.

6. As pessoas bem treinadas irão embora da empresa

Alguns gerentes temem que ajudar uma pessoa a alcançar seus objetivos profissionais, a impelirão a buscar novos horizontes. A maioria dos empregados busca superiores dispostos a intervir em seu desempenho profissional e o coaching é uma das melhores ferramentas para fazê-lo. Algumas pessoas se desligarão da empresa, independente de estarem recebendo coaching ou não, e é impossível detê-las. Mas, a maior parte das pessoas tem recursos ocultos. Uma vez que começam a descobri-los, e ver de que maneira podem aplicá-los e como causam impacto em seu trabalho, se entusiasmam.


REFLITA: Se alguns colaboradores se vão em busca de novas metas, muitos outros sentirão mais lealdade por uma organização que está interessada em seu desenvolvimento profissional e por um líder que está realmente disposto a orientá-lo a desenvolver mais competências.

7. O papel de coach não soma pontos na análise de desempenho

Muitos executivos consideram o coaching como uma "habilidade menor”, que não tem um efeito imediato nos resultados financeiros. Não acreditam que escutar um liderado trará qualquer benefício. Mas o certo é que o coaching produz resultados mais consistentes que muitos outros enfoques de gestão. Para começar, libera a criatividade das pessoas, a orienta a ser mais flexível, e a adaptar-se a novas situações. Contudo, é necessário economizar nos recursos disponíveis para o coaching. Os únicos destinatários devem ser aqueles, que com o passar do tempo, farão um grande impacto na organização. O coaching é um investimento em uma pessoa e dará resultados reais, mas não quando se trata de um objetivo de faturamento imediato. Quando você apóia alguém para que cumpra as metas de vendas do próximo mês, não está aplicando coaching; esta apenas gerenciando seus resultados. Mas se essa pessoa é um gerente de vendas com elevado potencial, e você está convencido de que ao final de dois trimestres ele tomará a dianteira, isso é coaching.


REFLITA: O coaching trará um impacto positivo no desempenho da organização, mas não em curto prazo. Ele promove a inovação e acelera resultados; desenvolve e retém recursos humanos estratégicos; melhora a comunicação e eficácia das equipes na organização e cria comprometimento na equipe através da implantação de metas pessoais, profissionais e organizacionais.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

O DESPERTAR DA COMPAIXÃO

O despertar da compaixão

Muito se fala dela, pouco se sabe. A compaixão pode não ser exatamente o que você pensa que é: existem várias maneiras de experimentá-la, a maioria das vezes de forma surpreendente

por Liane Alves - Revista Vida Simples - Editora Abril - Novembro/2007

Quando resolveu contar histórias para crianças em hospitais como voluntário da Associação Viva e Deixe Viver, o juiz desembargador Antonio Carlos Malheiros teve de superar a si mesmo. No dia escolhido para seu turno na ala de queimados de um grande hospital de São Paulo, ele colocou seu nariz de palhaço, ajeitou seu avental colorido e enfrentou a forte visão das crianças com queimaduras. Foi um grande choque. Mas em poucos minutos, porém, Malheiros já estava solto. Sabia que sua maneira de exercitar a compaixão ali era dar alegria a quem estava mergulhado no sofrimento. O que ele não podia, naquele momento, era sentir dó, piedade, “peninha”. Por isso riu, e arrancou muitos sorrisos, com as histórias que contou. Foi um verdadeiro sucesso. Quando estava quase saindo, sentiu um puxão lá embaixo no seu avental. Era um menino de uns 5 anos com o rosto quase totalmente envolto por bandagens e esparadrapos. O garoto fez um sinal para o juiz se inclinar e disse bem baixinho no seu ouvido: “Tio, pode não parecer, mas eu estou rindo...”
Aí não tem jeito, algo se desmancha no coração. Ele se torna mais tenro, mais terno. E perde sua carapaça habitual de dureza. Como não preenchê-lo de amor por aquela criança vivendo em condições tão difíceis? O sentimento da compaixão é mesmo um transbordamento amoroso. Como as lágrimas, que rolam pelos olhos por causa da emoção, ela transborda diretamente do coração, só que em direção ao mundo.

Amor e sabedoria

Compaixão é amor, sim. Mas uma espécie particular de amor, que pode ser vivenciado de diferentes maneiras. Pode ser passando por cenas como essa descrita no começo do texto. Ou exercitando a paciência, a tolerância, um estar perto em silêncio. A compaixão pode ser praticada até com socos e palavrões, como os bombeiros são obrigados a fazer quando têm de dominar pessoas em pânico para poder salvá-las. Ter compaixão é olhar para o outro e ver o que ele precisa naquele momento. Pode ser um abraço apertado, uma bronca, uma orientação, uma ajuda material. A única condição essencial é que qualquer uma dessas ações parta do coração e que corresponda ao que é preciso naquele instante. Mas compaixão, diferentemente do que nossa tradição de catolicismo lusitano pode indicar, está a léguas da pena. Quem tem pena, muitas vezes, não ama verdadeiramente.
A pergunta que se deve fazer ao sentir a compaixão nascendo dentro do peito é: “De que forma posso ajudar agora?” E a resposta depende tanto de sentimento quanto de raciocínio. “Ter compaixão significa aliar amor e sabedoria”, disse o mestre Geshe Lhakdor, um especialista em filosofia budista que esteve no Brasil. Com palavras tão simples, ele dá a chave de ouro de como se pode exercitar a compaixão. Porque é preciso sentimento, sim, mas também um certo domínio da situação e inteligência. De outra maneira, ficaríamos só chorando ao lado de quem está sofrendo. Bombeiros e salva-vidas não salvariam pessoas, enfermeiras não conseguiriam cuidar direito de seus pacientes, acompanhantes de pessoas doentes entrariam na mais profunda depressão. “Para ajudar o outro, compartilhar sua dor, é preciso estar inteiro, íntegro, e não caindo aos pedaços, emocionalmente falando”, diz a psicóloga Ana Maria Silva, que dá suporte aos contadores de histórias da Associação Viva e Deixe Viver. A entidade tem um programa rigoroso, severo na formação de seus voluntários: de 600 candidatos iniciais, podem ser aprovados apenas 60, justamente os que têm mais condições psicológicas para exercer a compaixão de forma constante e militante. Isto é, de saber avaliar o que realmente a outra pessoa precisa. Em outras palavras, é mais prudente não praticar a compaixão de maneira continuada quando ainda não foram resolvidas grandes questões internas ou, então, quando se deseja ajudar apenas para tentar suprir uma carência afetiva. “Primeiro, é necessário ajudar a si mesmo. Mais inteiro, pode-se começar a pensar em ajudar os outros de forma mais contínua e responsável”, diz.
Isso quer dizer que você vai ter de adiar para sempre esse estar próximo ao sofrimento do outro? Afinal, somos humanos, e nunca estamos totalmente resolvidos... Não, o estar bem e inteiro não pode se transformar numa desculpa ardilosa para nosso egoísmo habitual. Pontualmente, todos nós podemos estar abertos para a dor alheia. Estar ao lado de um amigo em um momento difícil, abrir a casa para um parente que precisa de apoio, participar de uma ação voluntária numa emergência, passar a noite no hospital com alguém, isso todo mundo pode fazer. Mas, para exercitar a compaixão de maneira mais continuada, precisamos, sim, estar mais preparados para poder atender a esse chamado do coração de um jeito mais preciso.

Saber como ajudar

Em seu livro Por um Fio, o médico e escritor Drauzio Varella confessa que durante muitos anos se deixou contaminar pelas reações dos doentes, sentindo-se “imobilizado” emocionalmente e incapaz de oferecer seus préstimos de médico à altura. Tudo porque não conseguia deixar de pensar no sofrimento pelo qual seus pacientes estariam passando. Com o tempo, Drauzio aprendeu a não se paralisar de angústia diante de alguém que estivesse sofrendo. Isso não ajudaria em nada o paciente.
Tem gente que sabe isso intuitivamente, sem precisar treino, como a psicóloga carioca Ana Helena Vieira, que enfrentou, durante quase um ano, um entra-e-sai de hospital por causa da doença do marido. Numa das vezes, teve de esperar por uma cirurgia que durou oito horas. Ela podia ficar roendo as unhas na sala de espera. Mas como sabia que a operação, embora demorada, não tinha grande risco, resolveu almoçar num restaurante charmoso ali por perto, assistir a um filme leve, bater perna nas imediações e voltar radiante para o pós-operatório do marido, que lhe exigiria paciência, boa disposição física e muita dedicação. “No começo, sentia culpa. Depois, sabia que sentir-me bem era fundamental para eu poder cuidar e dar a atenção devida a ele.” Quanto sofrimento inútil poderia ser jogado fora se a gente soubesse que é possível praticar a compaixão desse jeito, com tanta leveza e harmonia...
Outras pessoas precisam se autoanalisar, ou contar com terapia, antes de resolver ajudar mais sistematicamente. Foi o que aconteceu com as 15 mulheres que participam de um site com informações sobre câncer de mama. Todas elas passaram pela doença e se conheceram num grupo virtual que tratava do assunto. Ali compartilhavam suas dúvidas, medos e esperanças. Foi quando decidiram fazer um site para ajudar mulheres como elas. Só que uma coisa era desabafar e trocar impressões entre si, como faziam no grupo virtual, outra era começar tudo de novo e ajudar objetivamente, com informação qualificada, a quem passava pelo câncer. Tiverem de reavaliar a si mesmas e sua relação com a doença e estabelecer a melhor maneira de colocar a questão mais racionalmente, ainda que com muito amor. Um duro aprendizado, mas que elas exercitam voluntariamente todos os dias.
E, sim, há várias maneiras de se preparar para exercer a compaixão, até as mais controvertidas. Na antiga série de televisão M.A.S.H., o cirurgião-chefe de um acampamento hospitalar do Exército americano usava sua rebeldia e senso de humor para manter sua sanidade em meio a carnificina geral da Guerra da Coréia. Servia-se do mercado negro local para garantir o consumo de uísque entre os médicos nos horários livres, subornava oficiais para conseguir férias para seus ajudantes mais estressados, aprovava bonés e bermudas fora do uniforme para alegria dos enfermeiros. Tudo para poder suportar o calor úmido de 40 graus de uma floresta tropical, mosquitos, doenças infecciosas e atender, com compaixão, pacientes destroçados por explosivos. Condenar, quem há de?

Os cinco tipos

Mas compaixão não é uma coisa só, um sentimento inequívoco que se apresenta de apenas uma maneira. O lama budista gaúcho Padma Samten conta como se manifestam os cinco aspectos diferentes da compaixão, relacionando-os às cinco cores (ou energias) emanadas pelos budas primordiais. “Na compaixão azul, por exemplo, olhamos para quem sofre e o acolhemos com ternura”, diz ele. “E perguntamos interiormente: ‘Quais as potencialidades e qualidades escondidas nesse ser? Como ele pode desabrochar?’ E o ajudamos a seguir essa direção”, explica.
A compaixão amarela está ligada à generosidade e à riqueza. “Então, quando vamos ajudar alguém, nós podemos não somente ouvi-lo e entendê-lo, como também podemos fazer algo a mais, dando oportunidades ou oferecendo meios materiais para que a pessoa possa sair daquela situação difícil”, afirma o lama. É uma ajuda prática, que pode envolver dinheiro, comida ou trabalho.
Na compaixão vermelha, nossa principal atitude é tentar despertar a força interior da pessoa que está passando por uma dificuldade. É dar estímulo, promover sua alegria ou até aproveitar a raiva dela para direcionála na construção de uma nova vida. “Às vezes não basta dar acolhimento e condições materiais, se a gente não estimula o despertar do eixo interno emocional do outro, com entusiasmo e um referencial positivo do que pode acontecer no futuro”, diz o lama.
A compaixão verde é a do grito, da bronca, do basta. “Se vemos uma criança puxando uma toalha com uma caneca de leite fervente em cima e não gritamos, ela pode se queimar gravemente. Quando gritamos ‘Não faça isso!’, nós interrompemos uma ação negativa, para bem da pessoa. Isso também é compaixão”, afirma o lama Samten. A psicóloga paulista Maria Cândida Amaral afirma que isso é muito comum entre as famílias. “A compaixão pode ser exercida com brabeza, isto é, com-paixão, com emoção. E isso não tem nada a ver com sentimentos melosos”, diz. Qualquer mãe sabe disso. Às vezes o grito tem de ser forte, a bronca tem de ser enérgica para surtir algum resultado. A mãe pode fazer isso com o coração apertado, mas sabe que tem de fazer e que, ao se omitir, cometerá uma falha na educação dos seus filhos.
A última forma de compaixão, segundo prega o budismo, é a branca. “É a culminância desse sentimento. Nela oferecemos nossa própria natureza essencial, que é luminosa, amorosa e compassiva. Porque ainda que eu acolha com ternura, ainda que propicie meios, ainda que procure despertar a coragem da pessoa e que impeça sua negatividade, se não oferecer amor, todas as outras formas de compaixão ficam quase sem sentido”, conclui o lama.

Curar, aliviar, sentir

Bom, até aqui, vimos que existem diferentes formas de exercitar a compaixão, que esse sentimento pode ser vivenciado por qualquer um e que, para ser experimentado de uma maneira mais continuada, exige equilíbrio interno e, talvez, uma preparação. O budismo, mais uma vez, oferece um método excelente para esse treino: a meditação tong-len. Nessa prática, você inspira todas as dores e sofrimentos do outro, que às vezes passa pela mesma dor que você, para expirar esperança, alívio, amor e alegria. Quando praticamos o tong-len, fazemos um trabalho intenso com o ego, pois temos uma resistência natural a inspirar o sofrimento alheio. Até chegar um momento em que isso não tem mais importância.
A gerente administrativa paulista Maria de Lurdes Assunção Ferrari, por exemplo, perdeu o filho de 21 anos num acidente de automóvel e fez a prática para se recuperar da própria dor. “Meu sofrimento era tão grande, tão imenso, e me sentia tão impotente, que minha única saída era me irmanar com quem passava por isso. Inspirava a dor de todas as mães do mundo que tinham perdido um filho naquelas condições e expirava aceitação, paz, alívio”, conta. Não era mais seu infinito sofrimento, mas o sofrimento de todas as mães que cabiam na sua dor que, por sua vez, já não conhecia limites. Aí o coração se expande de forma verdadeira. Desaparece a separação entre nós e os outros, e tudo se torna apenas uma coisa. O sofrimento passa a fazer parte de um todo, não é mais apenas individual e tão pesado. Ao fazer a prática pelas mães que perderam seus filhos, Maria de Lourdes também a realizava por si mesma, pois estava irmanada na mesma dor. A aceitação e a serenidade que desejava às outras mulheres aos poucos foi tomando conta de seu próprio coração. “A união com outras mães era tão profunda que pensava que eu não existia mais, só aquele pulsar cheio de amor, ao ritmo da respiração.”
Hoje, muitos voluntários budistas ensinam a prática do tong-len para quem se sente imerso em sua dor, ou mesmo para quem está imobilizado numa cama. É uma prática que exige um coração compassivo, tanto que há 40 anos só era praticada por monges.
Também podemos fazer o tong-len por nós mesmos. Aliás, essa é a melhor maneira de começar: inspirando todos os nossos sofrimentos e mágoas e expirando purificação, alívio e perdão. Simon Luna, um dos maiores instrutores da tradição Shambhala, ensinava que podemos aprender a curar a criança ferida que temos em nosso coração com a prática do tong-len, inspirando sua dor e expirando acolhimento, carinho, ternura num cálido abraço. Pois quem mais precisa de amor e compaixão, nos passos iniciais desse longo caminho, somos, afinal de contas, nós mesmos.

Para saber mais
Livros:
• A Alegria de Viver, Yongey Mingyur Rinpoche, Campus-Elsevier
• Bondade, Amor e Compaixão, Dalai Lama, Pensamento-Cultrix
• Comece Onde Você Está, Pema Chödron, Sextante
• Por um Fio, Drauzio Varella, Companhia das Letras

quinta-feira, novembro 29, 2007

CURSO - COACHING DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS

Curso ministrado em Itumbiara- Góias para o grupo SOMARH composto por colaboradores da Cargill, Usina Alvorada, Maeda, Saboretto, Tintas Mixcolor, Alcafoods, Goiatextil, SENAI e SESI, nos dias 22, 23 3 24 de novembro.

Meus agradecimentos ao grupo pela participação ativa e de entrega, e confio que todas as metas serão alcançadas.
Vocês merecem!!!!

























































































































segunda-feira, outubro 22, 2007

VOCÊ TEM METAS DE LONGO PRAZO?

VOCÊ TEM METAS DE LONGO PRAZO?


Sempre que faço esta pergunta para um amigo, colaborador ou cliente de coaching a resposta é um olhar surpreso e um tanto indignado. Quando proponho pensarmos onde a pessoa estará, o que estará fazendo em 2017 (daqui a dez anos) geralmente recebo a mesma resposta: eu nunca penso nisso!
É obvio que não podemos adivinhar nosso futuro, mas podemos criar planos de ação com metas possíveis de serem atingidas. Podemos diminuir a angústia e ansiedade em relação ao que virá, se começarmos a imaginar cenários de nossa vida futura baseados em nossas competências atuais, nossa visão de mundo, nossa percepção dos fatos e principalmente nosso entendimento claro do que queremos para nós.
Iniciar um processo de Coaching significa iniciar um período de maior amadurecimento na vida pessoal e profissional. O cliente entrará em contato com os recursos que já possui a partir da investigação de seu passado, compreendendo sua capacidade de lidar com adversidades ao visualizar todas as conquistas e ganhos que obteve quando foi determinado e persistente.
Todos nós tivemos inúmeros momentos de superação. Todos nós fomos vitoriosos em momentos de nossa infância, adolescência e vida adulta, mas infelizmente o que guardamos conosco são algumas crenças limitantes de que não somos capazes de aprender novos hábitos e modificar nosso comportamento.
É no momento presente que podemos pensar nos nossos valores e no que desejamos para uma vida futura mais coerente. Devido a vários fatores culturais e familiares, não fomos ensinados a pensar no planejamento de nossas vidas e de nossos filhos.
Vai aqui um desafio! Responda as seguintes perguntas e reflita sobre seu desempenho atual.

1. Você tem um plano de ação por escrito para os próximos cinco anos?
2. Você faz o seu planejamento financeiro mensal básico, ou seja, sabe quando ganha, quanto gasta e se há recursos para serem investidos?
3. Você sabe quais competências e recursos possui?
4. Você sabe que competências e habilidades precisa desenvolver para atingir suas metas?
5. Você está satisfeito no campo profissional? Se sim, o que fará para preservar seu ânimo e sua empregabilidade?
6. Você está satisfeito no campo profissional? Se não, quais seus planos para mudar de cargo, função ou empresa?
7. Você tem uma boa rede relacionamentos como parceiros, amigos, clientes e conhecidos de diversas áreas?
8. Você busca desenvolver e reter os recursos humanos estratégicos da equipe que lidera?

Quer desenvolver um plano de ação? Um coach poderá ajudá-lo a descobrir quais são seus valores, suas metas e mantê-lo focado e em ação até atingi-las.
Através de encontros semanais ou quinzenais, você será apresentado a várias ferramentas simples que o acompanharão na jornada e que melhorarão sua performance, liderança e sua auto-estima. Este profissional está apto a ouvi-lo com atenção, mostrar-lhe seus infinitos recursos e coloca-lo para agir.
Ele será seu parceiro confidencial por um período determinado até que você atinja suas metas, e somente com o seu sucesso ele poderá atingir o dele.

“Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece.”
Ditado hindu

ADA MARIA DE ASSIS E SILVA – International Coach/Educadora/Gestora de Negócios

segunda-feira, outubro 15, 2007

A TRAGÉDIA DOS PROFESSORES ENLOUQUECIDOS

A tragédia dos professores enlouquecidos
Gilberto Dimenstein
Folha de São Paulo, 14 de outubro de 2007

O choque de vítimas é visível quando uma professora agride um garoto que passou a vida sendo agredido


Depois de pegar um de seus estudantes mais indisciplinados e agressivos pela gola e rasgar sua camisa, Sirley Fernandes da Silva, professora de uma escola estadual na periferia de São Paulo, pediu licença médica e resolveu procurar um psiquiatra -já não sabia lidar com tanto desrespeito em sala de aula. "O aluno era terrível, mas depois fiquei com pena dele. Quando chamamos os pais e percebemos como são ausentes da vida dos filhos, vemos que o garoto também é uma vítima. O aluno fica em casa abandonado e, muitas vezes, vai para a escola só para comer."

Depois de um ano de terapia, Sirley não abandonou o magistério, apenas trocou de série. Passou a dar aulas no ensino médio, onde, segundo ela, havia uma "vantagem": "Os alunos do ensino médio podem ser mais agressivos verbalmente, mas os do fundamental partem para a agressão física".Difícil saber o que é mais dramático: a professora descontrolada pedindo socorro ao psiquiatra ou a "vantagem" que ela encontrou ao dar aulas para estudantes mais velhos e apenas ser xingada.O caso de Sirley faz parte de uma tragédia conhecida quase exclusivamente por especialistas: a epidemia de distúrbios mentais dos professores brasileiros, provocados, entre outros motivos, pela violência e pelas condições de trabalho ruins. Diante desse massacre psicológico, um minuto de silêncio seria uma forma apropriada de comemorar, amanhã, o Dia do Professor.

O cansaço psicológico de Sirley ajuda a explicar uma informação divulgada pela Folha na sexta-feira sobre o desempenho escolar em uma das regiões mais ricas do país. Segundo testes aplicados pelo governo estadual, 37% dos estudantes que concluem o ensino fundamental são totalmente analfabetos. Nada menos do que 72% das escolas nessa região estão em "estado de atenção", devido ao baixo aprendizado. Entende-se como as crianças se tornam adultos incapazes de compreender um texto simples.

O problema dos salários não é o maior dos males -o maior de todos são as condições de trabalho. Uma pesquisa realizada neste ano pela Apeoesp (sindicato dos professores estaduais) levantou, pela ordem, os seguintes problemas: superlotação em sala (73%), falta de material didático (67%), dificuldade de aprendizagem dos alunos (65%), jornada excessiva (64%), violência nas escolas (62%). De acordo com essa pesquisa, 80% dos professores apresentam o cansaço como um sintoma freqüente, 61% sofrem de nervosismo, 54% padecem com dores de cabeça e 57% têm problemas com a voz. Cerca de 46% deles tiveram diagnóstico confirmado de estresse.

Devemos examinar esse dados com certa atenção porque, primeiro, vêm de um sindicato, que tende a exagerar seus dramas para exigir benefícios à categoria, e, segundo, porque existe uma indústria da licença médica, vista quase como um direito adquirido para compensar tantas adversidades.

Mas quem freqüenta escolas públicas, especialmente na periferia, sabe que, de fato, o professor é massacrado diariamente -assim como seus alunos são massacrados, vítimas de uma série de mazelas que acabam afetando seu aprendizado. O professor é obrigado a lidar com o aluno que não ouve direito porque não sabe limpar direito o ouvido, que sofre de dislexia nem ao menos diagnosticada ou que é vítima da violência ou do descaso doméstico.

O massacre é crônico, de tal forma que, dificilmente, se conseguiria atrair talentos para as escolas públicas -especialmente, para quem mais precisaria desses talentos, que são os mais pobres. Não atraindo, cria-se um círculo vicioso da miséria educacional. O que se nota, além de um absenteísmo enorme, com ou sem justificativa, é uma rotatividade incessante de professores e de diretores.

Pense numa das empresas mais sólidas do Brasil e imagine que os funcionários se comportem como se estivessem numa escola pública -estressados, desmotivados, nem punidos por seus erros, nem premiados por seus acertos. E tudo isso apoiado num forte corporativismo. E, em muitos casos, como mostrou a Folha na semana passada, com cargos de direção escolhidos por políticos. Em quanto tempo essa empresa quebraria?

Oferecer melhores salários certamente ajudaria, a longo prazo, a atrair talentos. Mas, a curto prazo, nesse massacre a que estão submetidos os professores, duvido que funcione. Faz mais sentido oferecer prêmios a escolas que demonstrem mais esforço e ir, aos poucos, criando exemplos, enquanto se melhoram as condições de trabalho, os currículos e os cursos de formação dos docentes.

Nessa briga, não há mocinhos nem bandidos. É, na verdade, um choque de vítimas, visível quando uma professora, desesperada, agride um garoto que passou a vida sendo agredido.
O que dá para dizer, com certeza, é que não se constrói uma nação civilizada com professores enlouquecidos.

PS - Preparei no site um dossiê sobre a saúde dos professores e dos alunos. Podem esquecer soluções mágicas para o problema da educação: se não mexermos na questão da saúde tanto de quem dá aula quanto de quem estuda, não vamos muito longe.

Coluna originalmente publicada na Folha de S.Paulo, editoria Cotidiano.

quinta-feira, outubro 11, 2007

EMPRESA NÃO É UMA GRANDE FAMÍLIA

Empresa não é uma grande família

Luis Felipe Cortoni

Ainda hoje, muitos executivos e empresários insistem em usar a família como analogia da harmonia que deve reinar em suas empresas. Parece incrível, mas em discursos oficiais, proferidos durante eventos significativos de uma empresa, ainda pode-se ouvir: "Nós somos uma grande família..." ou então "Nós, da família X S.A...".

A metáfora não é boa. A primeira razão é óbvia: a própria família não é, e nunca foi, o protótipo da convivência harmônica, pretendida em alguns discursos empresariais. Choque de gerações, incompatibilidade profissional entre cônjuges, briga de irmãos, são alguns dos exemplos, que ilustram o ambiente turbulento da convivência familiar.

O que parece muito comum entre a família e a empresa é o fato de que falar aberta e francamente sobre estas "diferenças" internas, é sinal de assumir fraquezas e pode ferir nossa imagem perante vizinhos, fornecedores, clientes, empregados entre outros. Esta "mentira" nossa de cada dia, ou a tentativa permanente de esconder nossos "rachas internos" (familiares e organizacionais) só traz desgaste, descrédito e mais tensão ao sistema e à convivência. Quem escuta o discurso da grande família só tem duas conclusões a tirar sobre quem o profere: ou é um desconhecedor do que de fato acontece, ou não quer ver o que de fato acontece.
E o que de fato acontece? Vamos nos limitar à realidade organizacional. Na verdade, ela é recortada internamente por interesses de grupos e indivíduos, legítimos na sua maioria. Não faltam exemplos destes grupos e indivíduos que convivem no dia-a-dia da empresa: o pessoal do staff, o grupo da produção, o grupo de mulheres da empresa, os casados, as pessoas de potencial diferenciado, os trainees, o comitê do projeto de reengenharia, a turma que pega o ônibus, a área de RH, o departamento de marketing, e outros tantos.

Para cada um desses exemplos acima é possível identificar alguns interesses/expectativas inerentes ao seu trabalho e sua posição dentro da empresa. Todos nós sabemos que o pessoal do "staff" e da "linha" vivem e convivem com seus desencontros e conflitos cotidianamente.
E os trainees? Não são eles um grupo arrojado, pronto para assumir funções gerenciais, dispostos a inovações, e que acaba incomodando os "velhos" de casa, já experientes e "calejados". Outro exemplo é o grupo de mulheres que exigem, no mínimo, o mesmo tratamento dispensado ao homem no que diz respeito às oportunidades de carreira, remuneração, acesso às informações, entre outras.

Como já dito, estes são interesses e expectativas legítimas que fazem parte do jogo interno da empresa, não se traduzindo, necessariamente, em intenções espúrias e em desacordo com os objetivos e a missão vigentes. Olhada e compreendida neste prisma, a empresa transforma-se em uma micro sociedade, plural, com antagonismos internos, e divergências saudáveis.
Estes grupos e indivíduos querem ver, obviamente, seus interesses atendidos e, se possível, garantidos por longo tempo, em função deste ou daquele cenário de mudanças que a empresa enfrenta. Daí decorrerem enfrentamentos, demonstrações de força, jogos de poder, alianças e coalizões. Este é o verdadeiro dia-a-dia organizacional: tenso quase que permanentemente. Não é preciso ter vergonha de reconhecê-lo e/ou aceitá-lo.

Pode até parecer estranha a negociação neste contexto, mas não é. Hoje em dia, e depois das experiências que já passamos, a eficácia da mudança organizacional depende da habilidade e da competência dos agentes de mudança "mapearem", conhecerem, e negociarem com os grupos internos, cujos interesses efetivamente serão "incomodados" pela implantação das mudanças desejadas. Quer dizer, mudar empresas hoje, não significa livrar-se (às vezes, até violentamente) da realidade gerencial existente e iniciar uma nova fase organizacional. Ao contrário, as mudanças devem levar em consideração e atuar sobre as condições organizacionais existentes.

Luis Felipe Cortoni
Formado em psicologia,é sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações e professor da Fundação Vanzolini (USP)
FONTE: www.rh.com.br

terça-feira, outubro 02, 2007

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DEPOIS DE UMA VIAGEM MARAVILHOSA PELO ARIZONA, NEVADA E CALIFORNIA ESTOU DE VOLTA.
SEGUEM ALGUMAS FOTOS DA TURÍSTICA E COMENTADA LOMBARD STREET EM SAN FRANCISCO.

sábado, setembro 01, 2007

CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING








































FOTOS DO CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING REALIZADO EM 24 E 25/AGOSTO PELA OFFICINA DO COACH NO CENTRO DE CONVENÇÕES AVVENIMENTO, E COM CERTIFICAÇÃO DA LAMBENT DO BRASIL E RECONHECIDO PELA INTERNATIONAL COACHING COMMUNITY.
PARABÉNS AOS PARTICIPANTES PELO COMPROMETIMENTO E DESEMPENHO! O COACHING SERÁ DE GRANDE VALIA PARA REALIZAÇÃO DE SUA METAS PESSOAIS, E DESENVOLVIMENTO DE SEUS LIDERADOS!