terça-feira, março 10, 2009

FOTOS DO BREAKFAST AT CCAA LAKE

O Breakfast at CCAA Lake para mostrar as ampliações da Unidade II foi um sucesso. Amigos, alunos e a impresa pretigiaram o evento.
Agradeço a todos pela presença e convido todos os riopretenses a conhecerem este espaço muito moderno, claro e com alta tecnologia para ensino de idiomas.
Come to be part of CCAA TEAM!







































segunda-feira, março 02, 2009

BREAKFAST AT CCAA LAKE

No próximo dia 05/03 recebo 150 convidados para um delicioso café da manhã na Unidade II da minha franquia CCAA. Vou mostrar a ampliação feita no unidade com novas salas de aula, veido games para os baixinhos, e laboratório de mutimídia.

As matrículas para alunos novos estão ABERTAS e as aulas começam esta semana.
O APRENDIZADO É O MELHOR INVESTIMENTO A SE FAZER SEMPRE, PRINCIPALMENTE EM TEMPOS DE CRISE.

Entrem no BLOG DO BECK (COLUNISTA DO JORNAL BOM DIA) E e vejam a notinha que ele carinhosamente postou com o nome "DO YOU SPEAK ENGLISH"

http://www.redebomdia.com.br/blog/beck/index.asp

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

COACHING: COMO (RE) DESCOBRIR O SEU POTENCIAL

Aconselhamento de Carreira - COACHING

Daniel Limas

A competição entre as empresas pelos mercados nos mais longínquos países é mais que acirrada. E, cada vez mais, detalhes de um produto ou de um serviço fazem toda a diferença e podem decretar a sobrevivência ou a falência de uma organização. E para competir, a agilidade nas decisões e na execução das mesmas é ponto primordial nesse contexto. Daí, a importância do papel do gestor.

Neste mesmo cenário, a grave crise pela qual passamos é uma situação nova para a maioria dos gestores. E o momento pede criatividade e agilidade desses profissionais para fazer com que suas empresas não mergulhem na recessão. “Num momento de crise, não vale apenas executar as tarefas. O que vale é a inovação e a atitude diferenciada. O que vale é buscar algo que seu concorrente não faça”, explica Renato Ricci, coach e consultor de carreira da Positive Change Institute.

No dia-a-dia, o mecanismo empresarial atual está estruturado para que as pessoas tenham cada vez menos tempo para pensar e foquem seu trabalho na execução. “Não na inovação”, opina Renato. “Nosso desempenho está ligado à capacidade que temos de perceber o mundo em nossa volta e nos percebermos. Quem conseguir entender melhor o mundo de hoje e o de amanhã e promover as mudanças vai ser mais competitivo”, explica João Luiz Cortez, coach da Accendere Desenvolvimento Humano. É nesse contexto que os profissionais – e as empresas em que trabalham - que passaram pelo aconselhamento de coaching levam enorme vantagem.

Levam vantagem porque o coach, que em português significa técnico, tem como principal objetivo ensinar as pessoas a pensar e a refletir. Outra valiosa contribuição é possibilitar que o executivo opere no máximo de suas capacidades para atingir seus objetivos. Além disso, o coaching ensina que seu próprio cliente consiga as respostas e como agir para resolver a questão. “Em poucas palavras, esse profissional é estimulado a se perguntar que recursos ele tem para lidar com aquela situação. Como ele já trabalhou com isso antes? E qual é a resposta? O que é bem diferente de simplesmente executar”, explica João Cortez.

Com o treinamento, o cliente aprende a analisar, a refletir e a tomar as decisões antes de promover as ações necessárias. Para os negócios de uma empresa, confiar essas atitudes a um gestor é muito mais positivo que esperar que um diretor diga o que fazer. “Não há mais tempo para um alto executivo parar o que está fazendo a cada nova situação e mandar a sua equipe fazer. Por mais genial que sejam, eles são humanos. O ideal é que vários gestores da empresa estejam preparados para tomar as decisões”, pontua João Cortez.

O coaching busca o desenvolvimento do seu cliente e isso se dá por meio de reflexão e de ações. Existem várias técnicas, mas o foco principal está em oferecer perguntas que façam o cliente pensar. Depois de encontrada a resposta, a idéia é posta em prática. Mas, nem por isso, o coaching é um massante jogo de perguntas-e-respostas. “Não usamos uma receita padrão. Cada pessoa é levada individualmente a refletir e a encontrar a resposta dentro de si. O coach nunca dá a resposta nem faz julgamentos. Ele estimula que a pessoa encontre os fatos, as atitudes e ações que tem de tomar”, indica Renato Ricci.

Mudanças de comportamento e de atitudes, desenvolver um talento, encontrar uma solução para um problema ou ponto específico. Esses são alguns dos vários benefícios que o coaching pode trazer para as organizações e para os próprios profissionais. Geralmente, as empresas buscam o trabalho de um coach para desenvolver algum tipo de competência em seu funcionário. “Por exemplo, a organização quer que o funcionário melhore seu desempenho em negociação, em relacionamento com colaboradores ou com seus pares”, explica Renato. O desenvolvimento de todas essas características não é simples de se mensurar, mas é possível. “É mais simples perceber a mudança de comportamento ou atitude que mostrar o retorno sobre o investimento, mas é possível, sim. Existem estudos que indicam na ordem 400% a 2000%”, indica João Cortez.

Uma curiosidade: apesar dos resultados bastante positivos para as empresas, no entanto, são os profissionais que procuram cada vez mais o serviço de coaching. “Antigamente, 80% dos meus clientes eram empresas, que ofereciam o treinamento para seus executivos. Hoje, esse número está mais equilibrado. O volume de pessoas físicas passou a ser grande nos últimos anos”, conta Renato. Os profissionais querem se desenvolver e solucionar suas dúvidas e conflitos. Não esperam mais que suas empresas lhes ofereçam o treinamento. “Eles estão percebendo, por exemplo, o valor de fazer uma transição de carreira com mais pé no chão, evitando os achismos”, explica Renato.

Essa questão é justamente uma dos motivos que mais levam os profissionais a procurar os coachs. “Em diversos momentos da nossa carreira nos perguntamos para onde queremos ir ou onde queremos estar daqui há cinco ou 10 anos. Outras vezes, não sabemos como elaborar nossos objetivos e como atingi-los”, pontua João Cortez. E o coaching pode ajudar justamente nisso: ajudar por meio de perguntas e outras ferramentas a determinar o que ele realmente quer, onde ele está no momento atual e como ele vai chegar onde quer, inclusive se essa escolha é saudável ou não. “E quando se diz o que ele realmente quer, não significa o que a sociedade, seu pai, sua mãe ou esposa querem de você”, enfatiza João Cortez.

Renato lembra que nem só os executivos de alto escalão passam por este tipo de treinamento. “É possível fazer como toda uma equipe, que está em busca de melhores resultados. Mas, devido aos custos, a maioria dos clientes ainda é de executivos de alto escalão”, explica Renato. Ele aproveita para comentar que atualmente, há uma grande novidade: “vários estudantes ou recém-formados procuram os meus serviços porque têm dúvidas sobre área a seguir, ou quais especializações fazer.”

Para finalizar, João Cortez é quem traz outra curiosidade. Para ele, há 10 ou 15 anos quando alguém falava que estava fazendo coaching esta pessoa era considerada incompetente para lidar sozinho com as suas questões. “Hoje, este julgamento é ao contrário. Quem não faz, significa que ela não está usando todos os recursos para ser um bom profissional”, indica. A razão para essa mudança de pensamento é simples. “Mudou porque estamos saindo de um modelo onde temos que ter todas as respostas e que saber é sinal de fraqueza. Assumir que não se sabe tudo, mas se quer aprender e buscar a solução é sinal de evolução”, finaliza João Cortez.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

CAMINHANDO COM O FUTURO - CCAA

ASSISTA O FILME E CONHEÇA A ESTRUTURA QUE ENVOLVE A FRANQUIA DE IDIOMAS CCAA .
SOU FRANQUEADA HÁ 23 ANOS E FICO FELIZ EM MOSTRAR NOSSO BACKSTAGE.
SEE U AT CCAA!!!!

sábado, fevereiro 14, 2009

HAPPY VALENTINE´S DAY

PARA COMEMORAR O VALENTINE´S DAY, VAI AÍ UMA DAS LINDAS LETRAS DE CHICO BUARQUE QUE SABE TÃO BEM FALAR DE SENTIMENTOS....

Eu Te Amo
(Tom Jobim - Chico Buarque)

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Ah, se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coracão
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir
Ah!...

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

RUMO CERTO - MATÉRIA PUBLICADA NO CADERNO DE NEGÓCIOS NO JORNAL DIÁRIO DA REGIÃO

Treinamento ajuda executivos a traçar metas na carreira ou negócio
São José do Rio Preto, 10 de fevereiro de 2009

A coach Ada Maria de Assis e Silva treina Maira Tozzo em sua loja

Leda Nascimento


19:20 - Sempre que “pintar” necessidade de buscar uma nova ferramenta para a gestão dos negócios ou da própria carreira, a oficina do coaching (treinamento para executivos) é uma hipótese a ser levantada para a renovação do conhecimento profissional. Empresária do setor educacional há 27 anos, a coaching Ada Maria de Assis e Silva, formada em pela Lambent do Brasil e membro do International Coaching Community (ICC), diz que a oficina é um recurso utilizado em horas de indecisão sobre os rumos da empresa ou do trabalho desenvolvimento em uma determinada área. O treinador ou coach irá se pautar pela descoberta e o gerenciamento de novas competências para o profissional em treinamento. Esse é um processo, segundo Ada Silva, bastante procurado por executivos em vias de ocupar um cargo de gerente e por empresários em busca de expansão ou mudança de foco do negócio.

Foi o caso da empresária de Rio Preto Maira Tozzo. Com formação em Publicidade, e especialização em Marketing, há um ano ela deixou o emprego como coordenadora de eventos de uma franquia de filtros de água, para montar um negócio próprio no segmento de vestuário para gestantes. Só foi perceber que havia alguns ajustes a fazer já com a loja aberta. “Estou em coaching agora porque me faltou experiência na fase de transição. Iniciei o treinamento em abril e após mapear os meus objetivos consegui aumentar em 50% o faturamento”, afirma a empresária. Entre as modificações mais radicais que implementou na empresa foi a criação de peças com marca e confecção próprias. Maira Tozzo conseguiu com a iniciativa atrair mais clientes para a loja. “Passei a colocar minhas impressões e o meu gosto pessoal no desenvolvimento das roupas. Crio os desenhos e contratei uma costureira para fabricar as peças. As clientes aprovaram a coleção antenada com a moda e que pensa em uma grávida executiva, fashion ou clássica”.

O próximo passo em planejamento pela empresária é ampliar a linha de vestuário também para mulheres que usam tamanhos grandes. Notei que com a mudança de desenho das roupas, algumas consumidoras acima do peso passaram a vir à loja e isso me despertou para atender a esse público também”, afirma Maira Tozzo. Em acompanhamento semanal pela coach Ada Silva, a empresária identificou que sobrava vontade e faltava planejamento. Para resolver o problema, Maira Tozzo implantou um software de gestão para acompanhar o fluxo de caixa e todas as ações do seu comércio. Por sugestão da treinadora, ela fez um curso na área de empreendedorismo. “Isso melhorou meu espírito de liderança, minha confiança e aumentou meus conhecimentos administrativos”, afirma a empresária.

Segundo a coach, o treino ocorre por meio de vários encontros, que são revezados entre o ambiente de trabalho do executivo e lugares alheios ao negócio. “Muitas vezes, a pessoa está tão dentro do negócio, que precisa sair da empresa para enxergá-la na sua realidade”, afirma Ada Silva. Com o uso de técnicas e programação neurolinguística, a treinadora tenta extrair planos e prazos do profissional. “Se a pessoa sonha em ampliar os negócios para três lojas, precisa me responder para onde, com que recurso, em quanto tempo e o que fará para concretizar o seu objetivo. Assim, começamos a traçar as metas e a desenvolver estratégias dentro de um projeto real”.



As sócias Genny Zarzur e Valéria Garcia fizeram coaching antes de expandir os negócios


Para crescer junto com a empresa



Sócias há 11 anos, as empresárias Genny Zarzur e Valéria Garcia traçaram os objetivos e encontraram o foco para a expansão dos negócios após investirem em treinamento pessoal por meio de uma oficina do coaching. Um dos processos desenvolvidos durante o treinamento foi aprender a dirigir e aglutinar a equipe em função de um mesmo projeto. Com o resultado concreto das mudanças que aplicaram após o coaching, as sócias conseguiram reverter uma renda de R$ 45 mil para uma entidade de assistência social, com a realização no ano passado, de uma festa beneficente para comemorar os 10 anos da editora que juntas administram.

A mais recente cartada das sócias foi a expansão dos negócios, com a junção de duas novas empresas na sociedade empresarial. Hoje, o grupo integra três empresas; a papelaria Ponto de Papéis, a gráfica digital Linha Impressa e a Plano Editora. Segundo as sócias, o crescimento dos negócios só ocorreu no momento em que elas fizeram um estudo de mercado e identificaram uma lacuna, tanto na oferta de produtos para as linhas escolar e de material de escritório, quanto em serviços de impressão para pouca demanda.

Serviço:

:: International coach Ada Maria de Assis e Silva, fone (17) 3234-6190
:: Mãe Coruja, fone (17) 3222-5694
:: Ponto de papéis, fone (17) 3229-1241

domingo, janeiro 11, 2009

CONHECIMENTO: O SEU MAIOR CAPITAL

CONHECIMENTO: O SEU MAIOR CAPITAL

ADA MARIA DE ASSIS E SILVA


A atual crise anuncia um longo período de incerteza e profundas mudanças. Estamos em uma época em que as regras que têm vigorado no funcionamento dos mercados nacionais e internacionais estão sendo sistematicamente discutidas, mas ainda não existem novas regras que marquem a emergência de um novo período na economia internacional.
Devemos ser prudentes na antecipação do futuro, até porque o futuro não está pré-escrito nos astros, mas depende muito das decisões coletivas e individuais, particularmente das dos agentes políticos mais poderosos e dos responsáveis pelo sistema financeiro internacional.
Como nada neste mundo está desconectado, ou seja, tudo está sob um equilíbrio maior, parece-me que a crise financeira apenas relembra-nos da terceira lei de Newton: Ação e Reação.
Presenciamos na última década um grande crescimento econômico nos Estados Unidos e no mundo produzindo um boom de consumo de prordutos tecnológicos e industrializados, que são descartados a cada dois meses na compra do último modelo disponível no mercado.
A energia consumida e necessária para sustentar toda esta parafernália tornou-se o centro de debates das comunidades internacionais e da mídia que se debruçaram na discussão da produção de petróleo, gasolina, biocombustível, energia elétrica, energia renovável etc.
Com a atual crise financeira temos agora uma nova realidade em discussão:
o dinheiro sumiu; o valor das ações das empresas despencou; , o valor do barril de petróleo baixou; a cotação do doólar subiu; , a fartura de crédito já faz parte do passado; , o valor do commodities despencou, e temos um grave problema de liquidez (falta de dinheiro na mão).
Assim, o equilíbrio ecológico, a falta de petróleo, a falta de alimentos, o crescente problema de trânsito nas cidades deixaram de estar no centro da questão, uma vez que a crise mundial vem como um remédio amargo para estes males. Ironia paradoxal? Parece que sim.
Se a população dos países ricos e emergentes fica mais pobre, afetada primeiramente pela crise financeira e agora pelo desemprego, conclui-se: a produção de alimentos será suficiente para alimentar a todos por mais tempo do que o previsto anteriormente. O preço dos alimentos deverá cair em função do baixo preço das commodities e da falta de demanda. Com menos dinheiro no bolso, os americanos consumiram menos alimentos, e a recente classe média de países asiáticos e emergentes como o Brasil, devem voltar a velhos hábitos de menor consumo de alimentos industrializados.
No Brasil pode haver uma mudança na cultura de consumo imprudente implantada pelo atual governo e nos padrões culturais de pensamento: o fome zero e o bolsa família perdem um pouco de sua força política populista, o que deve obrigar esta população acomodada pelo sistema assistencialista a buscar conhecimento, formação técnica, e melhores governantes.
Se os carros estão encolhendo nos países ricos consome-se menos combustível, polui-se menos o meio ambiente, e descongestionamos o transito. Gastos menores com abastecimento implicam em sobra de petróleo, etanol, e biodiesel, o que diminui a exploração de recursos naturais do planeta.
Em tempos de crédito fácil sem garantias necessárias, dólar baixo, especuladores ganhando mais do que os empreendedores e produtores, programas assistencialistas e consumo exagerado de itens supérfluos, o ser humano pareceu esquecer-se da necessidade de aprimoramento pessoal, emocional e intelectual constante.
Esqueceu-se de alimentar o espírito e a mente com leitura, cursos, seminários, palestras, debates comunitários e viveu alienado na sua zona de conforto, preocupado apenas com o último modelo de celular que vai adquirir, e qual será a polegada de sua próxima televisão.
Nos últimos três meses tudo mudou. E tudo vai continuar a mudar, e não se sabe bem para onde.
Qual foi a reserva de conhecimento que você enquanto formiguinha fez durantes os últimos verões de prosperidade agora que está chegando o inverno?
Quanto você leu, aprendeu e ensinou?
Ou você cantou como a cigarra curtindo o sol e a fartura dos últimos tempos consumindo, consumindo, consumindo?
Penso que podemos construir uma pergunta ainda melhor: O que você pretende fazer enquanto a tempestade durar para se proteger de uma realidade diferente daquela a que está acostumado?
É na crise que acordamos para a realidade. O mundo e a vida são dinâmicos e estão sempre em transformação nos obrigando a enfrentar desafios e dificuldades constantes, mas adubando nossa mente e espírito para um desenvolvimento mais solidário e profundo, assim como a lava deixa o solo depois de destruí-lo.
Haverá perdas certamente. Enxergue a transformação como positiva e benéfica em certos aspectos e estude, aprenda, ensine, oriente e cuide de si mesmo e dos seus.
Volte-se para o que realmente importa ao desenvolvimento de nossa raça: conhecimento, desenvolvimento emocional, sabedoria e afeto.

ADA MARIA DE ASSIS E SILVA É EDUCADORA, PALESTRANTE, EMPRESÁRIA E EXECUTIVE COACH.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

2009 - O ano da limpeza no mercado de trabalho

Se você é uma daquelas pessoas que este ano teve seu nível de estresse elevado devido à incompetência de profissionais que só pelo excesso de demanda tiveram sua chance no mercado, confira se algum dos exemplos abaixo fez parte do seu cotidiano em 2008:

Ao entrar em uma loja, deparou-se com um vendedor que ficou olhando-o sem sequer fazer uma apresentação ou abordagem decente por saber que, afinal de contas, você iria comprar e que, se não, outro cliente o faria?

Comprou um produto ou serviço com prazo de entrega ou execução de 30 dias, mas só o recebeu alguns meses depois?

Ao construir uma casa, viu reunido um número absurdo de gente desqualificada e mentirosa, cujas promessas não passaram de pura utopia e cujo processo produtivo ficou totalmente perdido em função do excesso de pedidos e trabalhos?

Teve que pagar quantias fora do valor de mercado a profissionais que não faziam jus a tal custo, pela indisponibilidade de pessoas com competência à altura do que o trabalho merecia?

Enfrentou péssimo tratamento e teve que ouvir discursos enganosos da operadora de telefonia celular que o tem como cliente há muitos anos e que, contraditoriamente, insiste em afirmar que você é muito importante para ela?

Se você se identificou com alguma dessas situações ou várias delas , fique tranqüilo. Atrás da ameaça da crise, chega em 2009, a partir de março mais especificamente, o momento de higienização do mercado. O Natal de 2008 terá um impacto menor na vida do brasileiro. Em janeiro e fevereiro, a demanda cai tradicionalmente. Em março, a economia mostrará sua verdadeira face.

O bom profissional não deve se preocupar com a crise, pois há pouco risco de recessão no Brasil. Mas a diminuição da demanda é certa em todos os segmentos. Isso basta para tirar do mercado profissionais incompetentes. No ajuste inevitável no quadro de funcionários, as empresas, que agora precisam dar lucro com base na gestão inteligente de custos e na produtividade e não no processo especulativo , naturalmente abrirão mão das peças dispensáveis.

Quando estudamos as forças e fraquezas de um profissional, estudamos suas competências, para que assim possamos identificar seu valor no mercado. Quanto mais competências, mais vantagens competitivas essa pessoa terá e maior será sua empregabilidade. Toda crise traz grandes oportunidades. A atual está trazendo uma chance gigantesca, que é a de reconhecer os profissionais mais competentes, aqueles que fazem a diferença e geram resultados.

A limpeza mencionada não está relacionada apenas a quem está em contato direto com os clientes. Ela também diz respeito às organizações. Concorrentes desqualificados, sem estrutura e sem foco no cliente, ganharam mercado com preços baixos oferecidos. Entretanto, experiências desastrosas enfrentadas pelo cliente estão fazendo com que outros fatores, além do preço, sejam priorizados na hora da compra.

A incompetência profissional está com os dias contados. Mas a pergunta que fica é: O que devo fazer se minhas características pessoais e/ou profissionais não estão de acordo com o que é valorizado pelo mercado?
Algumas dicas para 2009:

Mapeie suas competências e verifique se elas estão alinhadas com as necessidades das empresas.
Fortaleça sua rede de relacionamentos (network).

Lembre-se de quem o ajudou no passado. A ingratidão fecha portas para oportunidades futuras.

Não contrate empresas ou profissionais apenas por simpatizar com eles. É melhor privilegiar organizações com estrutura, tradicionais, com gestão inteligente e foco real em resultados.

Jamais fale mal de um colega de trabalho nem do chefe, principalmente.

Pense várias vezes antes de pedir demissão ou abrir uma empresa em um ambiente de demanda em declínio.

Invista urgentemente em sua formação, seja com um curso de graduação ou especialização (incluídos aí mestrados e doutorados), de idioma, etc. O mercado está cada vez mais seletivo. Formação de primeira qualidade tem peso na contratação e manutenção de funcionários.

Pare de agir apenas operacionalmente e comece a pensar como líder. Nenhuma empresa gosta de funcionário cumpridor de tabela e horário. É apreciado quem faz a diferença.

Ajuste bem o que você fala com o que faz. Fingir-se cheio de boas intenções e por trás das cortinas se revelar um tirano é um comportamento que exige cuidado. Em meio à escassez de oportunidades, é fácil, fácil desmascarar os hipócritas.

Pensando no bem de sua saúde financeira que também se reflete em sua motivação para o trabalho , cuidado em comprar imóveis na planta, gastar demais com cartões de crédito e comprar carros com 0,99% de juro, mas com custo efetivo total (CET) que totalize o dobro ou o triplo do anunciado.

Elabore um plano de ação estratégico para sua vida pessoal e profissional, para dar rumo a essas esferas em espaços de tempo determinados (curto, médio e longo prazo).

Ações impensadas e guiadas apenas pela emoção podem ser lastimáveis. Portanto, a principal dica é ter muita calma, paciência, pertinência, planejamento, atitude e ação.

Os incompetentes que não fizerem algo estão fadados à eliminação pelo mercado. Para os preparados, um ótimo 2009!

Marcelo Peruzzo é CEO do IP2 Outsourcing e professor da FGV Management nos cursos de Gestão Empresarial, de Marketing, de Pessoal e Industrial, além de autor de vários livros sobre marketing pessoal e relacionamento.
Contato: (41) 8403-6135 / (41) 3243-1710 / http://www.ip2mkt.com.br

Alexander Baer Palestrante com atuação nacional, dedicado às áreas de marketing pessoal estratégico e motivação pessoal e profissional. Também atua como personal marketing coach e professor de MBA da FGV Management no curso de Gestão Empresarial, Gestão Financeira Controle e Auditoria e Gestão de Negócios na Construção Civil.
Contato: (41) 8403 - 6135 / http://www.alexanderbaer.com.br

sexta-feira, dezembro 19, 2008




É TEMPO DE REFLEXÃO!
É TEMPO DE RENOVAR AS ESPERANÇAS!
É TEMPO DE BUSCAR UM “EU” MAIS HUMANO E MAIS CAPAZ PARA OS DESAFIOS DO PRÓXIMO ANO!
QUE O ESPIRITO DE BONDADE, LUZ E SABEDORIA DO NATAL INVADA SEU PENSAR, SEU AGIR E SEU SONHAR!

UM GRANDE ABRAÇO

ADA ASSIS E SILVA

quinta-feira, dezembro 18, 2008

PARABÉNS SERRA

Parabéns, Serra

José Serra sancionou a medida mais ousada de sua gestão: o pagamento dos servidores das escolas, com base especialmente no desempenho dos alunos. Para isso, ele teve de enfrentar a ira sindical e mesmo a incompreensão de parte dos acadêmicos, defensores da idéia de pagar pelo mérito é jogar nos professores a responsabilidade da qualidade do ensino.

Vou repetir aqui que o professor é uma vítima: ganha mal, seu treinamento é precário, enfrenta, em especial nas regiões metropolitanas, a violência cotidiana combinada com a falta de infra-estrutura.

Mas o aluno também é vítima do professor que, além das dificuldades conhecidas, não gosta ou não quer ser professor. Isso só piora o problema das faltas, dos atrasos, da pouca vontade de preparar aulas mais interessantes.

Professores dedicados e esforçados são tratados da mesma forma que os relapsos. Não é justo nem com os professores nem com os alunos.

O bônus proposto faz do professor mais esforçado sócio do sucesso de seu aluno e do relapso, cúmplice do fracasso. Isso exige que o poder público que apóie ainda mais as escolas, do contrário o bônus será apenas um penduricalho.

Pela importância da rede paulista, esse bônus terá um impacto nacional e até na América Latina. Os bons professores (e não faltam professores dedicados) serão os maiores beneficiados, por serem reconhecidos em seu esforço.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

terça-feira, dezembro 16, 2008

Dez especialistas apontam os pontos que mais empacam o crescimento profissional


Dez especialistas apontam os pontos que mais empacam o crescimento profissional. Mire nos seus e evite que eles atrasem sua carreira
Por Bruno Vieira Feijó
Revista Você S.A. - Dez 2008


Não importa o quanto você se prepare. Todo mundo tem um ponto fraco que precisa ser melhorado. Pode ser uma dificuldade de expor idéias com clareza ou um curso de idiomas que foi negligenciado. Ter falhas na formação é normal. Como profissional, sua tarefa é reconhecê- las e trabalhar para eliminá-las ou, no mínimo, reduzi-las. Como fazer isso? Invista no autoconhecimento. “É afastando fatores emocionais ou situacionais que se torna possível identificar verdadeiramente as competências que precisam ser desenvolvidas e que estão faltando”, explica Vera Saicali, diretora de recursos humanos do banco HSBC.


Para ajudar nessa tarefa de olhar para os pontos fracos, você s/a ouviu sete diretores de RH de grandes empresas brasileiras e três consultores de carreira. Eles apontaram quais são os defeitos mais graves que um profissional pode ter hoje em dia, aqueles que realmente barram uma contratação ou uma promoção. Descobrimos uma série de pontos fracos que ainda são aceitos pelas organizações, mas que o profissional precisa melhorar se quiser continuar crescendo. Os especialistas de carreira revelam ainda quais são as competências que no futuro passarão a ser consideradas fundamentais para a evolução.

Confira a lista, avalie seus pontos fracos e corra para corrigi-los.


Defeitos inadmissíveis
Esses pontos podem barrar um candidato num processo de seleção ou um profissional no recrutamento interno, ou na hora da promoção:


Ignorar os valores
Desconhecer a empresa é o erro mais grave que pode ser cometido, dizem os especialistas. “Estamos falando de clientes e fornecedores, em que posição no mercado a companhia se encontra e como ela defende sua atuação na sociedade”, diz Elisabete Alves, consultora do Idort, empresa paulistana de desenvolvimento de pessoas. Para sanar essa deficiência, informe-se sobre o lugar em que pretende trabalhar. “Quando o recrutador pergunta o quanto você conhece sobre a companhia é para saber se você tem consciência e se concorda com as formas que ela usa para ganhar dinheiro”, diz Preston Bottger, professor da escola suíça de negócios IMD.


Excesso de individualismo
A época do individualismo passou. Quem se declara capaz de resolver tudo sozinho perde pontos na hora da contratação. Procure estabelecer relações baseadas na troca de informações com os colegas. “Vivemos numa sociedade em rede, que demanda espírito colaborativo”, diz Lucilaine Bellacosa, gerente de desenvolvimento de pessoas da CPFL, empresa de energia que atua no interior de São Paulo.


Resistência às mudanças
O mercado está em constante alteração. Muitas pessoas trabalham por projetos, às vezes dentro de clientes, às vezes em cidades diferentes. “Não se deve resistir às variações de cenário”, diz Vera Saicali, do HSBC. Qual é a solução? Márcia Fernandes, diretora de relações humanas da Promon, dá a dica: “Adapte as idéias de acordo com a situação”.


Sem brancos
Para André Freire, de 34 anos, presidente para a América Latina da Terex, fabricante de equipamentos para construção e mineração, o maior desafio da carreira foi superar a timidez. A gota d’água aconteceu em uma viagem de negócios à matriz, nos Estados Unidos, para apresentar alguns projetos aos executivos mais seniores. “Na frente deles, deu branco: fiquei extremamente tenso e não me recordava das coisas que deveria dizer, tropeçava nas palavras”, diz André. Ele procurou cursos e coach para conseguir se apresentar melhor. Conquistou sua promoção após fazer uma palestra — dessa vez, sem branco — em uma convenção onde estavam presentes 300 dos principais executivos da empresa no mundo.


Pontos fracos tolerados
As empresas até contratam, dependendo da necessidade de preencher a vaga. Mas o profissional vai de que aprimorar esses aspectos para crescer:


Falta de experiência em liderança
As empresas estão preocupadas em encontrar pessoas que gerenciem conflitos e inspirem os colegas. Liderança é, portanto, um tema importante para as organizações e, por conseqüência, deve estar no radar dos profissionais. “Quando um talento demonstra potencial para liderar, deixamos passar até eventuais deficiências técnicas”, diz Adeildo Nascimento, diretor de RH da GVT, operadora de telefonia. Por isso, é importante entender que seu crescimento depende de formar uma equipe auto-suficiente. “A maior missão do executivo é desenvolver pessoas. Se não o faz é porque não compreende seu papel”, afirma Marco Antonio Gomes, gerente de RH da Aliança Navegação e Logística.


Incapacidade de se comunicar
Não chega a ser um fator de exclusão, mas foi o mais citado entre as competências que precisam ser superadas com rapidez. “A gerência serve justamente para captar as cobranças do alto escalão e transmiti-las para os subordinados sob a forma de metas. Tem de saber motivar e manter o clima positivo”, diz Adeildo Nascimento, da GVT. Ou seja, é importante ter clareza sobre seu papel e o dos colegas. Ofereça ajuda. “Não adianta ser um poço de conhecimento na área e não conseguir transmitir o que sabe com clareza”, diz Matilde Berna, especialista em carreiras da consultoria Right Management, de São Paulo.


Falta de iniciativa
A primeira tarefa de um profissional é cumprir bem o papel que lhe foi dado na hora da contratação. Mas é preciso tentar encarar tarefas que, em tese, não dizem respeito ao cargo. Essa atitude demonstra iniciativa e conta pontos a favor. “Só surpreende quem é proativo, quem faz além do esperado, sem aguardar instruções”, diz Sueli Campos, gerente de RH da Rhodia, multinacional da área química. Busque participar de atividades e faça sugestões. “Quanto mais ultrapassar o ritmo da empresa, melhor. Isso é demonstrado na velocidade da fala, nos gestos, no senso de urgência e na motivação para realizar”, diz Hugo Rodrigues, gerente de RH do McDonald’s.


Educação com lacunas
Falta de fluência em uma segunda língua ou ausência de pós-graduação são deficiências eventualmente aceitas. Se a pessoa tem uma trajetória excepcional, por exemplo, não deixará de ser contratada, pois pode suprir a lacuna com alguns anos de estudo. Mas mesmo quem chega à gerência sem o inglês se atrasa, pois poderia estar num cargo ainda mais alto. “Sem a pós, ela pode estar atualizada por outros meios”, diz Márcia Fernandes, da Promon. Para outras funções, a falta de idioma estrangeiro ou pós é inadmissível. Fica o recado: invista continuamente em sua formação.


Currículo agitado
As empresas estão com o pé atrás com gente jovem que já tem muitas empresas no currículo. O processo de admissão tem um custo. “Ninguém quer contratar uma pessoa para perdê-la um ano depois”, afirma Matilde Berna, da Right Management. Por isso, em muitos lugares, a luz amarela está acendendo quando uma ficha profissional muito recheada aparece. Avalie duas vezes antes de mudar de emprego. Não leve em conta apenas a remuneração, mas a possibilidade de desenvolvimento que a empresa e o cargo podem proporcionar. “Você precisa construir uma história e mostrar os resultados gerados no período”, diz Sueli Campos, da Rhodia.


Fique de olho! Características que ainda não são altamente exigidas, mas que devem ser valorizadas nas empresas mais à frente. Quer garantir a empregabilidade? Invista nelas!


Falta de consciência socioambiental
Hoje nenhuma contratação é vetada por falta de envolvimento do candidato com esse assunto. Mas a maioria dos especialistas acredita que esse tema, que já é importante, pode ser um fator de exclusão no futuro. Fique de olho. "Desenvolver formas de fazer negócios sustentáveis vai se tornar responsabilidade de todo executivo", diz Lucilaine Bellacosa, da CPFL.


Mente estreita
O estilo técnico, bitolado e workaholic está saindo de moda. A tendência é a valorização do profissional que tenha interesses diversos por artes e humanidades e mantenha hobbies fora do trabalho. “Executivos com a mente mais estimulada são capazes de analisar as situações como um todo”, diz Vera Saicali, do banco HSBC. “Também está cada vez mais claro que aqueles mais felizes e realizados, que conseguem equilibrar trabalho e lazer, são os que mais entregam resultados.”


Capacidade analítica atrofiada
Com a internet, todo mundo tem acesso a milhões de dados. “A habilidade que está ganhando valor é saber separar o joio do trigo, entender o que se encaixa ou não no negócio da empresa”, explica Márcia Fernandes, da Promon. Mas atenção: não basta apenas compilar a informação. Isso é fácil, já que a maior parte do que está disponível na rede não presta mesmo. “Difícil é colocar a informação em perspectiva, descobrir a partir daí novas tendências e padrões de comportamento”, complementa Preston Bottger, da IMD.

domingo, dezembro 14, 2008

SEGUNDO ENCONTRO COM OS COLABORADORES DO CCAA JOSÉ BONIFÁCIO






















APRIMORANDO RESULTADOS E EXPANDINDO COMPETÊNCIAS PARA 2009

Mais um curso com minha animada e competente equipe do CCAA JUST KIDS.
Nos dias 11 e 12 de dezembro de 2009 nos reunimos par analisar as metas atingidas em 2008 e definir nossos objetivos profissionais em 2009 como equipe e individualmente.
Foi muito produtivo e motivador, e sentimo-nos preparados para continuar com nosso foco em nossos clientes.
Nossos alunos vão continuar realmente falando inglês e espanhol em nossos cursos.
Nossas matrículas já estão abertas para 2009.
Junte-se a nós!!!
























































segunda-feira, dezembro 01, 2008

MEU MOLEQUE

Meu filho Murilo se formou no 3º Colegial do Anglo na quinta feira.
Foi realmente muito emocionante ve-lo ser o orador de sua turma, receber o diploma, e depois curtir a festa como gente grande.
É um misto de orgulho, felicidade, dever cumprido e um baita medo.
Prestando vestibulares, sabemos que podemos ver seu quarto vazio no próximo ano, e nos preparamos para uma nova fase.
Resolvi publicar um texto que meu marido escreveu e leu para ele, quando da sua formatura no Mastering Course no CCAA.


Filhão:

Todo mundo diz que você se parece muito comigo. A voz no telefone já é a mesma, o jeito de falar e os gestos, o gosto pelas ciências exatas, a semelhança física e algumas manias dos Silva, como diz a sua mãe.
Porém, você vem sempre nos surpreendendo pelas suas características próprias, e pela incrível mistura genética com a qual Deus te abençoou na hora de sua concepção.
Futebol nunca pertenceu ao meu mundo, mas você curte o esporte, assiste, torce, conhece as regras e o jogadores, enquanto eu, só sei quem é o goleiro, pois ele veste uniforme diferente. A única semelhança é que você joga na zaga, e é grosso como eu sempre fui. Penso ser herança da sua mãe está estória de sofrer em Copa do Mundo.
Durante toda a minha vida, fui pescar no máximo umas três vezes. Hoje, graças a seu hobby preferido, passamos juntos horas incríveis pescando, renovando nossa tralha, assistindo vídeos de pesca e compartilhando sonhos.
Estranho admitir, mas você vem me superando a cada dia. Está mais alto do que eu, calça dois ou três números a mais que o meu, está quase me derrubando no judô, e é naturalmente mais inteligente; socialmente é mais articulado; psicologicamente mais seguro; cronologicamente mais bonito, e intelectualmente tem um diploma de MEC 4 aos 16, enquanto eu estou no TN4 aos quarenta e poucos.
Tenho estado sempre atento, meu filho, para manter-me equilibrado entre impor limites importantes para você e mesmo assim deixar o terreno livre para que você possa ser você mesmo, sem que você seja afetado pela minha onipotência paterna.
Gostaria que você soubesse da minha imensa alegria por este diploma que você recebe hoje. Você tem se dedicado a estudar inglês desde a pré-escola, assim como tem aproveitado e valorizado todas as suas oportunidades de estudo, devolvendo com respeito e superação, o que temos investindo na sua formação.
Desejo que você seja feliz a cada dia de sua vida, e que saiba honrar e aproveitar os valores que procuramos te passar até agora. Como bem diz a sua mãe, lembre-se: caráter não faz curva!
No meu coração, Murilo, apesar do tempo passar, dos anos rolarem, e de você estar se transformando em um homem, você será sempre a prioridade maior.
Vá conhecer a vida, meu moleque, ser um homem honrado, que teu velho vai sempre te esperar, ansioso pelo teu abraço.
Deus te abençoe e te presenteie com uma vida longa e saudável!

Marcus Luciano Rodrigues da Silva

terça-feira, novembro 25, 2008

THANKSGIVING - DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS

Brasileiros comemoram Dia de Ação de Graças

No próximo dia 27 de novembro, quinta-feira, a tradição do Thanksgiving será comemorada também no Brasil. Empresários de Rio Preto estão propagando a cultura do Dia de Ação de Graças entre colaboradores e parceiros.

Aqui em Rio Preto, a empresária Ada Maria de Assis e Silva, proprietária do CCAA JUST KUIDS - escola de línguas distribuiu nas duas unidades da escola cartazes com a figura de um peru, animal símbolo da comemoração. Os funcionários e alunos da escola receberam adesivos em forma de penas para escrever os agradecimentos.

“Nós multiplicamos esta idéia e repassamos para nossos colaboradores e parceiros. Essa é uma data comemorativa tradicional nos EUA e queremos promover a reflexão sobre este dia também para os brasileiros”, diz Ada.

A diretora de ação social da J. Silva Painéis, Valquíria Menegaldo Silva, aderiu à idéia. “Tivemos que pedir mais cartazes para a escola. Os funcionários preencheram tudo no primeiro dia. Queremos fazer com que o Thanksgiving faça parte do nosso calendário oficial de eventos”, conta.
De acordo com Valquíria, entre os assuntos mais lembrados na hora de fazer os agradecimentos estão a família, as amizades e a saúde. “Essa é uma maneira de valorizar o funcionário e de se preocupar com o que pensam. Eles se sentem ouvidos e nós conhecemos mais sobre aqueles com os quais trabalhamos”, diz.

Thanksgiving

A história do Thanksgiving (Dia de Ação de Graças) começou em 1621 quando os peregrinos vindos da Inglaterra para os Estados Unidos celebraram o agradecimento pela colheita do ano na colônia de Plymouth.

Ada conta que na ocasião cerca de 90 índios nativos, os Wampanoag, participaram da festa dos pilgrims (peregrinos em inglês) para comemorar a benevolência de Deus para com eles em um período em que mais da metade dos peregrinos havia morrido devido ao inverno rigoroso.

“Não há evidências que provem que o peru foi servido no primeiro Thanksgiving dos peregrinos, mas de acordo com o folclore, a rainha Elizabeth no século XVI estava comendo um ganso assado durante o festival da colheita, quando soube que a Armada Espanhola havia sido afundada. Para comemorar as boas novas, ela pediu um segundo ganso, que tornou-se a ave favorita na época da colheita na Inglaterra”, diz.

Quando os peregrinos chegaram a América, trocaram o ganso assado pelo peru que era encontrado em abundância. Atualmente, há peru em todo almoço de Thanskgiving nos Estados Unidos, e ele é o principal mascote do Thanksgiving atual.

Além do peru, os norte-americanos comem no Dia de Ação de Graças torta de abóbora, vegetais, batatas assadas e milho. Geralmente o chefe da família faz a oração no momento da refeição para agradecer pelo alimento e é quem deve destrinchar o peru.

“Nos EUA e no Canadá o Dia de Ação de Graças é comemorado com grandes desfiles, jogos de futebol americano e grandes reuniões familiares. Em 1863, o Presidente Abraham Lincoln designou um Dia Nacional de Ação de Graças, em agradecimento a todos os presidentes dos Estados Unidos”, conta.

Thanksgiving no Brasil

No Brasil, o presidente Gaspar Dutra instituiu o Dia de Ação de Graças por lei, em 1949. A lei foi idéia do embaixador Joaquim Nabuco, que conheceu a comemoração quando embaixador em Washington. O Dia de Ação de Graças é comemorado sempre na quarta quinta-feira do mês de novembro.

segunda-feira, novembro 17, 2008

FESTÃO LEILÃO NO CCAA JUSTKIDS


Diversão


Nesta sexta-feira, realizo mais uma edição da Festa Leilão do CCAA Justkids. A partir das 18h30, os alunos da escola se reúnem no CCAA Lake Center para participar de um leilão divertido.
Durante todo o ano, os alunos foram premiados com dólares fictícios ao realizar tarefas durante o curso e usar as camisetas temáticas do curso. Agora, o dinheiro pode ser usado para dar lances e adquirir produtos de diferentes tipos, como eletrônicos, roupas, perfumes e brindes da escola. As verdinhas também podem comprar hotdogs e refrigerante. Dou-lhe uma, dou-lhe, duas, dou-lhe ...

quinta-feira, novembro 13, 2008

Testemunho publicado na Revista S´Poentes de Cida Caran



FAÇA UM CHECKLIST DA SUA LIDERANÇA



Visite o site do RH.com.br e veja este meu texto publicado.


http://www.rh.com.br/ler.php?cod=5215&org=1


[10/11/2008]


Faça um checklist da sua liderança


Ada Maria de Assis e Silva

Mesmo os grandes gestores se sentem desconfortáveis em alguns momentos de sua carreira. No entanto, os líderes bem-sucedidos desenvolvem técnicas para reconhecer suas vulnerabilidades e fazer ajustes rápidos.

De acordo com Robert S. Kaplan, em um artigo de revisão da Harvard, os líderes devem freqüentemente questionar-se sobre sua atuação em algumas áreas:


1. Visão e prioridades


Muitos gestores não se fazem uma pergunta importante: “Com que freqüência eu comunico a visão e as prioridades do meu negócio?”. É difícil conduzir pessoas se elas não sabem qual é o seu objetivo e o que é esperado delas. Infelizmente, muitos líderes negligenciam explicar sua visão de forma a ser facilmente compreendido.

Pergunte a si mesmo:


- Com que freqüência eu comunico a visão do meu negócio?
- Eu identifiquei e comuniquei de três a cinco prioridades-chave para conseguir alcançar esta visão?
- Se perguntados, meus empregados saberão expressar minha visão e minhas prioridades?

2. Gestão de Tempo


Como você gasta seu tempo? Esta resposta tem um papel importante na execução da sua visão e prioridades. O tempo é o seu bem mais precioso. É triste, mas muitos gestores não podem responder a essa pergunta com precisão, pois não monitoram seu tempo e não podem fazer uma avaliação realista e honesta de como gerem seu tempo.

Você pode se surpreender ao encontrar uma desconexão entre as suas prioridades e como você realmente utiliza o seu tempo.

Pergunte-se:
- Como estou gastando o meu tempo?
- Estou atendendo minhas principais prioridades?
- Como os meus subordinados gastam o tempo deles?
- Será que eles estão atendendo às reais necessidades da minha empresa?

3. Dar e receber feedback


Muitos gestores têm medo que as críticas possam desmotivar os empregados, as discussões possam se transformar em confrontos ou conversas francas não serão bem aceitas. Isso faz com que muitos líderes adiem o feedback para a hora da análise de desempenho anual. Este é um grande erro. As pessoas estão mais receptivas a aprender sobre si mesmas quando o retorno é oferecido na hora oportuna.

Se você agir avaliando o que outros lhe disseram, você irá melhorar o seu próprio desempenho, aumentar a confiança e manter o canal de feedback aberto. Questione-se:
- Eu dou feedback oportuno e direto para as pessoas?
- Tenho cinco ou seis subordinados que podem me dizer coisas que eu não quero ouvir, mas que preciso ouvir?

4. Planejamento sucessório


Se você não está identificando sucessores em potencial e desenvolvendo suas habilidades de liderança, você está contribuindo para a sua estagnação pessoal e de seu negócio. Quando você desafia e testa as pessoas, você delega mais tarefas a elas, isto o liberta para se concentrar em questões estratégicas críticas enfrentadas pela empresa. A falta de um plano de sucessão significa que você não delega o suficiente e vai estrangular o processo de tomada de decisão. Examine-se:
- Será que, pelo menos na minha mente, tenho em um ou mais potenciais sucessores?
- Eu os estou orientando e dando-lhes atribuições desafiadoras?
- Eu estou delegando o suficiente?

5. Liderando sob pressão


As ações de um gestor durante momentos estressantes têm um profundo impacto sobre a cultura da empresa e do comportamento dos colaboradores. Líderes bem-sucedidos devem estar conscientes de quais gatilhos desencadeiam reações estressantes.

A pressão faz parte dos negócios, mas afeta as pessoas de forma diferente. Como líder, você é vigiado de perto. Emoções são contagiosas, e são mais ainda quando partem da liderança.

Reflita:
- Quais acontecimentos me deixam pressionado?
- Como me comporto sob pressão?
- Que sinais envio para meus subordinados?

6. Manter-se coerente com seus valores


Executivos desenvolvem estilos de liderança que se encaixam às suas necessidades empresariais, bem como às suas crenças pessoais e à sua personalidade. As organizações exigem líderes que possam expressar opiniões verdadeiras, em vez de ficar “em cima do muro”. Não hesite em torno de questões importantes, ou fomente um clima que incentiva os funcionários a fazê-lo. Pergunte-se:


- Sinto-me confortável com meu estilo de liderança?
- Será que reflete que eu sou?
- Tomo decisões coerentes ou tenho me tornado hesitante?
- Será que ansiedade sobre a minha próxima promoção ou gratificação faz com que hesite quando quero manifestar a minha opinião?