segunda-feira, junho 09, 2008

CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING - 06 E 07/06/2008

FOTOS DO CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING COM CERTIFICAÇÃO PELA LAMBENT DO BRASIL MINISTRADO NOS DIAS 06 E 07/2008.
DESEJO A ESTA TURMA MARAVILHOSA MUITO SUCESSO PESSOAL E PROFISSIONAL E QUE AS METAS TRAÇADAS NO PLANO DE AÇÃO SEJAM PLENAMENTE ATINGIDAS!
VAMOS AGIR E COMEMORAR!!!




















































































































































FOTOS DO CURSO APRIMORANDO RESULTADOS - CCAA JOSÉ BONIFÁCIO 23/05/2008

CURSO IN COMPANY APRIMORANDO RESULTADOS PARA 2008 MINISTRADO POR MIM NO CCAA JOSÉ BONIFÁCIO.
SUCESSO A EQUIPE DO CCAA JOSÉ BONIFÁCIO E PARABÉNS PELA INICIATIVA EM DESENVOLVER OS RECURSOS HUMANOS DA EMPRESA E BUSCAR QUALIDADE E NOVASCOMPETÊNCIAS!











quinta-feira, maio 29, 2008

Existir, Resistir e Compreender


Existir, Resistir e Compreender

Ada Maria de Assis e Silva

“No passado nada está irremediavelmente perdido, mas está tudo irrevogavelmente guardado.” Victor Frankl

Já que comecei citando uma frase de Victor Frankl cabe escrever algo a respeito deste conceituado e respeitado neurologista e psiquiatra que morreu em 1997. Frankl foi prisioneiro durante longo tempo em campos de concentração nazistas onde seres humanos eram tratados de forma cruel, sendo na maioria exterminados em câmaras de gás, e cuja experiência levou-o aos limites entre o ser e o não-ser.


A partir de suas observações do comportamento dos prisioneiros, dos guardas da SS, dos capo (prisioneiros com privilégios), e de si próprio, Frankl desenvolveu o conceito de Logoterapia, que é conhecida como a Terceira Escola Vienense de Psicologia. Ao ser libertado, escreveu o livro “Em Busca de Sentido – Um prisioneiro no campo de concentração”, onde conta a experiência que o levou a descoberta da logoterapia. Como o termo "logos" é uma palavra grega, e significa "sentido" , esta teoria concentra-se no sentido da existência humana, bem como na busca da pessoa por este sentido. Assim, esta escola psicoterapeuta parte do princípio que a busca de sentido na vida é a principal força motivadora no ser humano.


Voltemos então a citação inicial sobre o passado. Ao desenvolver planos de ação com meus clientes e/ou participantes dos meus cursos de coaching, noto que há sempre um receio de pensar em metas futuras, pela sombra da dúvida em ser capaz de se manter focado, persistente e atingir o objetivo. O passado exerce aí uma de suas duas forças paradoxais: aparecem as crenças limitantes que nos desestimulam a tentar novamente.
Como coach cabe a mim neste momento mostrar a outra força que reside no passado: que todas as suas conquistas, todas as suas superações, todas as experiências vividas, nada, nem ninguém lhe podem tirar. Suas realizações, suas idéias, o crescimento interior que conquistou e até seu sofrimento estão para sempre assegurados e salvos na realidade do passado.


Assim, por mais difícil que nos pareça o desafio a nossa frente, devemos buscar forças nas realizações passadas, e principalmente, alcançar nossas enquanto vivenciamos a busca de valores mais profundos como: a alegria, honestidade, a tranqüilidade, o reconhecimento e o amor. O sucesso chega como conseqüência da vivencia destes valores, e não como geralmente se apregoa que, só após o sucesso encontraremos a felicidade.


Em um mundo onde o prazer imediato pode ser comprado pelo dinheiro em lojas, farmácias, cinemas e “altas baladas”, o ser humano perde cada vez mais o entendimento de qual é o sentido de sua vida. E de acordo com Frankl, este entendimento deve ser único e individual, sendo geralmente descoberto fora de nós mesmos, através de três possibilidades:


1. Do caminho da realização, quando nos aplicamos a um projeto ou ao trabalho;
2. De vivenciar a experiência da bondade, da verdade, da cultura e da natureza, ou dedicar-se as pessoas a quem amamos ou temos afeto;
3. Ou pela forma que encaramos e reagimos aos sofrimentos inevitáveis.


Podemos nesta terceira possibilidade, lembrar o atual conceito de resiliencia, um termo que vêm da física e que aqui significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades. O resiliente é aquele que se recupera e molda-se a cada "deformação" (obstáculo) situacional, e a cada desafio. Podemos observar que, quanto mais resiliente é o indivíduo, há menos doenças e perdas e mais desenvolvimento pessoal é alcançado.
Temos que ter senso de “pertencimento” (pertencermos a um lugar, a uma família, a uma comunidade); iniciativa e perseverança, confrontando o que é possível, e aceitando o que não pode ser mudado; e nos transformarmos através do aprendizado adquirido das adversidades.


Fica aqui um convite: na próxima adversidade (e ela virá), busque a resiliencia, ouça com mais atenção a sua sábia voz interna e, certamente lá você encontrará o seu sentido. Então viva intensamente!!


“Pois o passado também é uma dimensão do ser, quem sabe, a mais segura”.
. Victor Frankl



quarta-feira, maio 28, 2008

RIO PRETO RECEBE EM JUNHO CURSO DE COACHING

Rio Preto recebe em junho curso de Coaching

Aulas serão ministradas nos dias 6 e 7 pela educadora e personal coach Ada Maria de Assis e Silva

Para ensinar uma equipe a tomar decisões e fazer um bom trabalho, é fundamental saber atuar como um verdadeiro técnico. Para desenvolver esta capacidade, a educadora Ada Maria de Assis e Silva vai ministrar em Rio Preto, um curso de coaching, - treinamento para o aumento da produtividade -, nos dias 6 e 7 de junho, no Shopping Lake Center - 1º andar.
Para entender melhor o que é o coaching, basta observar um atleta ou um time sendo treinado pelo técnico. O que o técnico faz para que aquele atleta ou time conquiste a vitória? Ele conversa, aponta o que deve ser modificado, mostra quais os exercícios e atividades que devem ser feitos para melhorar o desenvolvimento do trabalho e, antes da partida, planeja a estratégia e fala das táticas mais indicadas para vencer.
O coach, dentro de uma empresa, tem essa mesma função. Ele é o técnico que dá o suporte aos funcionários para que estes melhorem seus pontos fortes e tracem um projeto de trabalho. “O líder coach deve ser treinado para ouvir atentamente sem julgamentos, permitindo-se descobrir e compreender o que está por trás de cada fala, fazendo as perguntas corretas e levando o liderado a criar estratégias que o guiem para o sucesso”, afirma Ada Maria, que também é gestora de negócios, personal coach, coach internacional e proprietária da Officina do Coach.
Para fazer este curso não é exigida nenhuma formação específica. Existem vários profissionais exercendo a função de coach, entre eles engenheiros, advogados, administradores e psicólogos, por exemplo.
Segundo Ada Maria, o líder coach pode atuar em diversas situações, especialmente as profissionais, onde possa orientar equipes a enfrentar transições como mudanças de cargo, desenvolver novas competências, rever propósitos de vida, encontrar metas profissionais que estejam alinhadas com a da empresa e saber dar feedback de forma produtiva.
Público alvo:
Empresários, líderes, gerentes e profissionais de RH e pessoas que queiram conhecer mais sobre esta ferramenta eficaz no desenvolvimento de metas, sejam pessoais ou profissionais

Facilitadora:
Ada Maria de Assis e Silva – credenciada pela Lambent do Brasil, uma das instituições mais sérias no mundo nesta área

Benefícios para a empresa:
- Promover inovação e acelerar resultados
- Desenvolver e reter recursos humanos estratégicos
- Melhorar a comunicação e eficácia das equipes na organização
- Criar comprometimento na equipe através da implantação de metas pessoais, profissionais e organizacionais
- Aumentar a conscientização dos líderes sobre o coaching e seus benefícios

Programação do curso:
- Entendimento do que é coaching
- Desenvolver habilidades básicas
- Apresentar uma estrutura clara e prática de como é o processo desenvolvido pelo líder coach
- Criar uma situação onde o participante ora é coach, ora é cliente, aprendendo de maneira eficaz como funciona este processo

Mais informações com a assessoria de imprensa:Comunic Comunicação Corporativa
Elaine Madalhano(17) 3214-3465 cel: (17) 9745-2797http://www.comunicrp.com.br/

sábado, maio 24, 2008

DAR E RECEBER FEEDBACK: UMA ATITUDE CORAJOSA


DAR E RECEBER FEEDBACK: UMA ATITUDE CORAJOSA

Ada Maria de Assis e Silva

Uma observação ácida encerrou a reunião da qual eu participava. Quando o líder da reunião perguntou a um participante que não havia se manifestado até então, se tinha algo a comentar, ele ironicamente disparou: "Eu penso que já desperdiçamos bastante tempo por hoje.” O clima na sala ficou tenso, e foi como se toda a energia positiva tivesse sido sugada por um aspirador gigante. Enquanto se dirigia a porta, ainda teve tempo para mais tiro, dizendo que o café tinha sido a melhor parte da reunião. Tive vontade de chamá-lo de lado e pedir que pensasse sobre como poderia tornar seus comentários mais construtivos, mas comecei a listar todas as razões pelas quais não deveria fazer isso:
“Não foi assim tão sério. Você não o conhece muito bem. Não conhece os motivos que o levaram a isso”.
Tudo mentira. Na verdade, faltou-me coragem para levantar e dizer o que precisava ser dito, apesar deste comportamento impróprio ser tão óbvio que aparentemente nem precisaria ser comentado.

Para mim, esta pessoa sofre da síndrome “Ninguém se importa comigo”. Ou seja, será que ninguém o ama o suficiente para dizer que seu comportamento é rude e cruel? Se seus pais, sua esposa, seus amigos e seu líder não se importam com ele o suficiente para alertá-lo, como é que eu posso ajudar?
A aversão ao feedback pode ter um efeito paralisante nas pessoas e nas organizações. Esta atitude defensiva impede o crescimento profissional, apesar da maioria das pessoas estarem ávidas para dar e receber feedback. Nenhum feedback não significa que seu desempenho seja bom; receber um feedback aparentemente negativo é melhor do que não receber nenhum. Por exemplo, se você conta uma piada há três reações possíveis – reação positiva, reação negativa ou nenhuma reação. O silêncio inoperante é geralmente o pior. Você não sabe se ofendeu seus ouvintes, se você não soube contar, ou se eles simplesmente não entenderam. Um comentário negativo é infinitamente melhor do que nenhum, porque pelo menos você sabe o que está fazendo de forma incorreta.

“Como estou me saindo?” é uma das perguntas mais importantes que você pode se fazer. Conseguir uma devolutiva de todos os ângulos deve ser uma constante, deixando que as pessoas saibam que você deseja um feedback honesto porque ele é essencial para seu crescimento. Mesmo quando você ouve um comentário inapropriado, é importante comunicar sua apreciação e evitar ficar na defensiva.. Quando as pessoas se sentem confortáveis questionando suas idéias, significa que você se mostra acessível e aberto a críticas.
Assim, como dizer uma verdade dura? "Eu tenho uma dica que pôde te ajudar a ser um líder mais eficaz. Você gostaria de ouvi-la?” pode ser um bom começo. Dá ao ouvinte a possibilidade de ser receptivo a novas possibilidades. Uma outra maneira de abrir as artérias obstruídas do feedback em sua organização, família ou círculo de amizades é deixar claro que você está aberto a ouvir sobre seu desempenho, e que estará sempre disposto a dar um retorno sobre o desempenho deles. Mas às vezes nós ficamos relutantes em falar porque “ele não é meu liderado” ou” ele vai pensar que eu me considero melhor que ele”.
Dizer a verdade dura não vai ser fácil no início, mas seu próprio crescimento pessoal decola quando você pisa fora de sua zona do conforto.
Nunca esqueça que o feedback é um presente. Entretanto, são poucos os que realmente sabem dourar a pílula. Para começar, você deve deixar claro que acredita no futuro de seu ouvinte.
O feedback deve ser pontual e oportuno. O pior que você pode fazer é deixar seus comentários para a análise de desempenho anual, ou para a ceia de Natal. Ninguém tira proveito desta “festa surpresa”. Ao invés disso, diga à pessoa o que pensa imediatamente, lembrando-se sempre de elogiar em público e criticar em particular. Dizer às pessoas o que está errado, mas não orienta-las a pensar em um comportamento mais assertivo raramente será produtivo. Assim, seja continente e esteja disposto a orientar.
Evite reconhecer somente as pessoas que tem altíssima performance. Procure elogiar cada melhora de desempenho que merecem o reconhecimento.
Certifique-se de dizer exatamente o que está melhorando e o que você pensa que possa ser melhorado, ao invés de apenas dizer: "Bom Trabalho” ou "Você pode melhorar”.
Seja generoso em seus feedbacks. Deixe que as pessoas saibam com freqüência o que você aprecia nelas, pois o encorajamento faz com que as pessoas se sintam seguras para dar um novo passo de ação.
Se você deseja me dar o seu feedback sobre este artigo, mande um e-mail para ada@ccaajustkids.com. Podemos conversar sobre novas oportunidades de crescimento e aprendizagem.

domingo, maio 11, 2008

Homenagem recebida no X Encontro de Mulheres Empreendedoras

Homenagem recebida no X Encontro de Mulheres Empreendedoras, do grupo de Maria Amelia Mussi, que aconteceu no Buffet Marisa Abud no dia 06/05/2008. Agradeço a Maria Amélia pelo carinho, e parabeniz0-a também por ser uma mulher empreendedora e dinâmica.
























segunda-feira, abril 14, 2008

ORIENTAÇÃO SOB MEDIDA



Matéria publicada na Revista Você S.A - abril/2008



Orientação sob medida


Foi indicado para um coaching e não sabe o que vem pela frente?
Entenda o conceito e tire melhor proveito dessa oportunidade
Por FRANÇOISE TERZIAN


Hoje é quase inevitável que um executivo não passe por um processo de coaching. A prática tornou-se comum, porém as pessoas e também as empresas têm visões variadas sobre o assunto. Por isso, antes de embarcar num processo desse, saiba se a orientação que você está recebendo é, de fato, um coaching. Uma forma simples de descobrir isso é avaliar se melhora sua performance. Sueli Milaré, diretora da Korum Transição de Carreira, conduziu uma pesquisa qualitativa, em uma tese de doutorado na PUC de Campinas, no interior de São Paulo, com dez executivos que passaram por um coaching. Entre os benefícios que marcam essa prática, ela revela que:
80% dos entrevistados melhoraram a fl exibilidade;

100% deles aprimoraram a capacidade de ouvir;

70% dos executivos evoluíram a capacidade de se relacionar;

80% dos entrevistados aprenderam a aceitar melhor as mudanças.


Foi o que ocorreu com Maurício Cerruti, de 42 anos, diretor da central de negócios do Pão de Açúcar. Há três anos, quando era responsável por um grupo de lojas da rede Extra, a companhia recomendou que ele passasse por um coaching para se adaptar rapidamente à cultura organizacional. Maurício vinha de um concorrente no qual o estilo de trabalho era bem diferente. Esse descompasso impedia que ele fosse aproveitado em cargos mais importantes, embora a empresa reconhecesse seu talento. Concluído o processo, Maurício pediu para continuar sendo orientado pelo coach externo. Para ele, o principal benefício foi ter se libertado de vícios profi ssionais, como falta de foco. Entendi o que era preciso fazer para evoluir na carreira , diz Maurício.


Como hoje há muitos coaches no mercado, antes de iniciar uma orientação vale a pena checar o que cada profissional oferece. Muitas vezes, o coaching é confundido com outras atividades de desenvolvimento, como mentoring e counselling. A diferença entre os três é sutil e mesmo especialistas têm dificuldades para estabelecer limites entre as definições. Basicamente, as diferenças são:


O coaching pretende apoiar e desenvolver a performance e o crescimento profissional do indivíduo. Visa fortalecer uma habilidade específica e tem data para começar e terminar. Normalmente, utiliza-se uma metodologia estruturada no processo. A empresa precisa acompanhar o trabalho do orientador, para que ele seja completo.


O counselling ajuda a tomar decisões de acordo com a trajetória profissional no longo prazo. O conselheiro pode sugerir outras formas de desenvolvimento profissional e pessoal, como coaching ou psicoterapia.


O mentoring passa pela aquisição de conhecimento com um profissional de destaque em sua área, capaz de dar conselhos e passar sua experiência. Ao contrário do coaching e do counselling, é gratuito e nasce de um relacionamento pessoal com o mentor.


Feita essa separação entre os programas, você e sua empresa devem ter o cuidado para não contratar um coach despreparado ou com pouca experiência. Está começando a acontecer um tipo de distorção de conceitos que já ocorreu com o outplacement, afirma a consultora de carreira Vicky Bloch, presidente da Vicky Bloch Associados, que recomenda pesquisar a formação, a experiência e a metodologia do profissional e buscar referências. Abaixo, outras questões que costumam aparecer numa discussão sobre o tema.


1 A quem se destina o coaching?


A princípio, todo mundo pode fazer. No entanto, devido ao custo e à longa duração, de seis a oito meses, com seções semanais ou quinzenais, as empresas restringem o número de participantes. Normalmente, a oferta é destinada somente aos primeiros níveis, líderes e média gerência com potencial de crescimento. Para o alto escalão, o coaching se tornou obrigatório. Quanto mais a pessoa sobe na hierarquia, mais solitária ela fica e precisa de alguém para ajudá-la a refletir sobre sua atuação. Maria Ester Pires da Cruz, gerente de desenvolvimento de carreira do Ibmec-SP, lembra que em certos momentos da carreira um coach é mais do que necessário. Exemplos? Quando o profissional apresenta dificuldade para gerir a equipe, tem dificuldade para aceitar mudanças ou passou por um momento pessoal difícil.

2 Coaching é reciclagem?


Outro problema é que algumas empresas confundem o conceito com reciclagem ou conserto. Essa má idéia está relacionada à aplicação do coaching na década de 1980, voltada para colocar funcionários na rota, em uma tentativa de evitar a demissão. Faz tempo que essa visão mudou. O coaching hoje é destinado às estrelas, aos profi ssionais que dão resultado e representam o futuro da empresa, garante Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching.
3 O funcionário pode solicitar o coaching?


No passado, o coaching era uma iniciativa unilateral da empresa. Hoje, funcionários interessados em evoluir têm se candidatado ao processo por conta própria. Para alguns coaches, a vontade de evoluir deve ser vista como algo positivo. Álvaro Luiz Soares Trilho, gerente de seguros da Votorantim Investimentos Industriais, solicitou à empresa um coach e foi atendido. Álvaro queria saber se o conhecimento que havia adquirido em um MBA daria apoio às suas aspirações. No final do processo, descobri que estava preparado para desafios maiores, diz Álvaro.

4 O chefe pode ser o coach?


Existe uma discussão em torno da figura do coach. Ele deve ser chefe ou um consultor externo? Querendo ou não, o chefe é um líder que, naturalmente, faz o papel de coach do seu subordinado. Sua função, neste caso, é dar feedback, ser claro nas instruções e acompanhar o desenvolvimento. Um coach externo é recomendado em casos como a necessidade de melhoria de performance, adaptação do profissional a uma nova realidade ou problemas de relacionamento. Com um orientador externo, Jacqueline Lopes, de 42 anos, diretora de marketing da rede Spoleto, melhorou um ponto fraco a capacidade de gestão ingressando em um MBA. Também maximizou pontos fortes, como a oratória. A isenção é fundamental. O coach externo nos vê como um produto e dá valor agregado, diz Jacqueline. Esse é um dos maiores diferenciais do processo.

sexta-feira, abril 04, 2008

Palestra sobre LIDERANÇA no evento os Mais Infuentes de 2007

No dia 28/03/2008, proferi palestra sobre Liderança no evento "Os mais influentes de 2007", promovido pela AG Assessoria.
Entre as empresas homenageadas estavam: Colégio Anglo, Fabiano Hayasaki Arquitetura, Cosenza Fisioterapia, Rio Preto Shopping Center, Clínica Derm, Edén Gráfica, Mazzon Veículos, Contep Contabilidade, Revista Villa, entre outros.
Confira os flashs do evento feitos pela amiga Eloísa Mattos










































segunda-feira, março 31, 2008

INTRODUÇÃO AO COACHING- 28 E 29/03/2008


























FOTOS DO CURSO "INTRODUÇÃO AO COACHING" CERTIFICADO PELA LAMBENT DO BRASIL E RECONHECIDO PELO ICC - INTERNATIONAL COACHING COMMUNITY MINISTRADO NOS DIAS 28 E 29/03 NA AVVENIMENTO CONVENÇÕES.
Empresas Participantes: Emporium Digital, Ito Frutas, Ripasa Papel e Celulose (Americana- SP), Maxiauto (São Paulo - Capital), Mulheres Empreendedoras (Maria Amélia Mussi) e CCAA São José do Rio Preto.

quinta-feira, março 20, 2008

Happy Easter! Felices Pascuas! Feliz Páscoa!


COACHING:SUCESSO ALÉM DOS RESULTADOS PROFISSIONAIS



Coaching: sucesso além dos resultados profissionais


Luiz David Carlessi


Ainda é muito claro na minha memória quando meu pai me ensinou a consertar carros. Naquela época, essa era uma atividade comum aos filhos que aprendiam as "artes manuais" com seus pais. Com o passar do tempo, aprendi um pouco do artifício de consertar automóveis, mas como era de se esperar, a facilidade de enviar o veículo para um profissional, tornou nossa vida mais prática e acessível – e deixei a atividade de lado.


Embora eu não tenha me tornado exímio naquela atividade, as lições aprendidas naquele, e em outros momentos da minha vida, mostraram a importância de ter alguém que nos oriente, que abra o caminho e mostre o valor de construir algo por si próprio. Hoje, vejo que o processo de coaching é bem parecido com a experiência infantil, já que está diretamente atrelado a um profundo relacionamento entre orientador e orientado.


O primeiro se despe de uma postura que o distancia do orientado (de dono da verdade e da razão) para uma postura de guia, de condutor, colocando-se a serviço, construindo o caminho pelo qual o orientado irá construir o seu aprendizado. Apesar de o orientador guiar o orientado, a construção do aprendizado é de responsabilidade e mérito do segundo. É ele quem vai traçar seu caminho e assumir os riscos e benefícios disso. Trata-se de um "contrato" entre ambos que segue uma estrutura bem definida, na qual uma pessoa se compromete a apoiar a outra a atingir um resultado, seja ele de adquirir competências e/ou produzir uma mudança específica. É um compromisso que vai além dos resultados; com o indivíduo, com a pessoa como um todo, seu desenvolvimento e seu sucesso.


Por meio do coaching, surgem novas competências, tanto para quem exerce o papel de coach quanto para quem o absorve. Não se trata apenas de competências técnicas ou capacidades específicas, já que é mais do que treinamento, e o orientador permanece com a pessoa até o momento em que ela atinge o resultado esperado em toda sua plenitude. Aliás, a questão de resultados é um fator fundamental no processo de coaching, pois o termo por si só, pressupõe a obtenção de efeitos claros, negociados e dentro de uma dimensão de tempo bem estabelecida.
O ICF (International Coaching Federation) conceitua coaching como: descobrir, esclarecer e ficar alinhado com o que o orientado deseja alcançar; encorajar a autodescoberta; trazer à tona as estratégias e soluções geradas pelo orientado e mantê-lo como responsável e encarregado pelo seu processo de desenvolvimento. Podemos dizer também que é o método de incremento de competências; investigação e reflexão que leva à descoberta de fraquezas e qualidades e ao aumento da consciência de si.


Em outras palavras, podemos dizer que é um processo que ajuda a pessoa a mudar da maneira que ela quer e a caminhar na direção que acredita ser a melhor. Ajuda, ainda, indivíduos e organizações a se desenvolverem mais rápido e a produzirem resultados mais satisfatórios; potencializa escolhas e leva a mudanças; libera o potencial da pessoa a maximizar o seu desempenho. Mais do que ensinar, o coaching ajuda as pessoas a aprender.
O coach desenvolve todos os aspectos da competência para que o líder possa executar bem sua tarefa e preferencialmente atinja um desempenho conhecido como peak performance. Ao contrário dos workaholics, pessoas viciadas em atividades, a pessoa que trabalha em peak performance é focada em resultados.


A pessoa em peak performance é capaz de gerar resultados sem comprometer sua existência humana. O que denota, portanto, que o desenvolvimento exigido abrange todas as áreas da vida: profissional, financeira, física, ontológica, social, relacionamento íntimo, intelecto, emocional e lazer. E é justamente por atingir outros aspectos do ser humano que o coaching desenvolveu-se para além das competências empresariais.


O processo de coaching pode ser aplicado em diferentes áreas: coaching de vida; coaching executivo; coaching de carreira; coaching de desenvolvimento pessoal que pode ser orientado para criação de habilidades, melhoria do desempenho; desenvolvimento pessoal, construção e desenvolvimento de equipe e coaching esportivo. É fundamental que a atividade e o processo de coaching sejam bem estruturados e desenvolvidos em empresas e tantas outras áreas de atividade, para que haja ganhos significativos, tanto no aspecto de resultados quanto no aspecto de crescimento e desenvolvimento pessoal.


Dessa forma, o líder não deve apenas treinar colaboradores focando somente o desempenho organizacional. Ele precisa:
- formar profissionais e fomentar o autodesenvolvimento;

- impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo e se tornar mais produtivo;

- saber usar linguagem apropriada ao nível da habilidade, da linguagem e da cultura do colaborador que está sendo treinado;- dar instruções claras;

- ter paciência;

- demonstrar as habilidades a serem desenvolvidas;

- acompanhar;

dar exemplos pertinentes ou fazer analogias;

- providenciar recursos, materiais ou equipamentos;

- estar sempre à disposição para orientar e responder perguntas;

- estar disponível quando surgirem problemas;

- conhecer profundamente o assunto a ser transmitido


Luiz David Carlessi
É consultor do IDORT/SP em processos de mudança, preparação de times de trabalho para processos de Reengenharia e Qualidade Total, treinamentos comportamentais e desenvolvimento de habilidades e atitudes gerenciais.

terça-feira, março 18, 2008

SÃO AS AGUAS DE MARÇO FECHANDO O VERÃO....


São as águas de março fechando o verão....



Então, já é março. Os fogos do ano novo ainda ressoam nos nossos ouvidos, a fantasia do carnaval ainda nem foi guardada, e o ano já está no seu terceiro mês. Você iniciou os projetos e mudanças da sua lista para o ano novo?


Em um país como o nosso, onde o ambiente externo é sempre tão instável, sobra pouco tempo para que nos voltemos para nossas reflexões e projetos pessoais. O noticiário e a realidade roubam nossa tranquilidade, e nos remetem sempre para as questões externas, que nos preocupam, assustam e nos distraiam. Violência, mortes no trânsito, mais um escândalo no governo, impunidade, enchentes, impostos e contas a pagar, dengue, febre amarela, desfile de escolas de samba, novelas e reality shows.


É hora de aproveitar a quaresma (lembra dela?) e refletir sobre o início destes próximos dez meses na nossa vida pessoal, familiar e profissional. Muitas pessoas me dizem que não conseguem pensar em longo prazo nas suas vidas pois temem ficar pensando no futuro. É óbvio que o desconhecido nos traz angústias e medos, mas na realidade, muitos de nós não pensamos nossa vida nem em curto prazo. Sofremos da Síndrome do Zeca Pagodinho: Deixa a vida me levar...


Vamos enfrentar esta síndrome. Vencer a sua estagnação e partir para a ação pode ser um desafio ainda maior, se você não souber o que a está causando. Aqui vão 4 passos para ajudá-lo neste novo ano:

1. Identificar a causa REAL de sua estagnação e resistência a mudança.
Começe escolhendo uma mudança que você sabe que deve fazer, mas que tem protelado há muito tempo. Pergunte-se:
 Eu estou protelando esta ação porque não me acho merecedor de conquista-la?
 Eu estou protelando esta ação porque tenho medo de falhar ou porque tenho receio do que possa acontecer durante esta jornada?

2. Trace um plano de ação que esteja de acordo com suas possibidades reais e que use suas qualidades e competências já adquiridas. Para que você consiga colocá-lo no papel, associe suas tarefas com coisas que você realmente gosta de fazer. Convide uma amigo ou familiar para ajudá-lo a pensar sobre as possíveis ações que vão mante-lo firme neste próposito. Geralmente, temos mais dificuldade em vencer desafios sozinhos, e portanto, contar com o apoio de outra pessoa pode ser a chave para alcançar nossos objetivos

3. Medo de falhar. Uma das causas que nos leva a protelar uma mudança é porque temos receio de falhar.O que nos leva a ter este medo? Na maioria de casos, é por causa daquela "vozinha dentro da nossa cabeça" que nos diz que nunca seremos capazes de realiza-la. Assim, nem precisamos de concorrentes ou dificuldades externas, pois nosso oponente interno nos paralisa para a ação, e protelamos para a próxima semana, próximo mês, próximo ano.

4. Como parar de arrumar desculpas e começar a agir? O primeiro passo é desligar aquela vozinha interna assim que ela começar a soar na nossa mente, inventando desculpas para nos paralisar. Eliminar pensamentos negativos pode fazer toda a diferença na conquista de suas metas. A maioria de nós, mesmo as pessoas mais bem sucedidas, tem dúvidas sobre nossa capacidade e domínio pessoal. Acreditamos em duas linhas contraditórias que nos limitam a fazer o que realmente queremos: a nossa crença de que não temos capacidade para realizar o que queremos e nosso desmerecimento, ou seja, a terrível idéia de que não merecemos o que realmente merecemos. Ter consciencia destas forças negativas já é um bom começo para calar a vozinha negativa e libertar a voz da intuição positiva.

Comece a pensar em conquistar suas metas de forma positiva, e a considerar possível ir além do que você possa sonhar. Como coach e educadora, acredito no potencial de superação de todas as pessoas e conheço a força do encorajamento.


Acredite-me: você pode começar a acreditar em você!

Ada Maria de Assis e Silva

Educadora e Coach Internacional

terça-feira, março 11, 2008

TEXTO PUBLICADO NO SITE RH

Prezados(as) Amigos(as),

O texto abaixo foi escrito por mim e publicado no site RH.com.br, do qual sou colaboradora!

O RH.com.br é um site rico em conteúdo para profissionais de Recursos Humanos. Nele você encontra artigos, matérias, entrevistas e muito mais sobre gestão de pessoas.

Leia meu texto e depois vou ficar feliz se me der o seu retorno:

Você supõe que é um coach, ou sabe, pelo menos, que deveria ser um?

Ada Maria de Assis e Silva


Quando se fala em coaching, muitos gestores ainda não sabem o real significado deste procedimento. A autora reflete acerca dos cinco mitos na aplicação do coaching por líderes.

Clique no endereço abaixo para ler o texto completo:
http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4989&org=7

terça-feira, fevereiro 26, 2008

OS MAIS INFLUENTES DO ANO - 2007

Noite de homenagens traz tema “Os mais influentes do Ano – 2007”

Assessorias de Comunicação indicam empresas para noite de homenagens e desenvolvimento empresarial.


AG Assessoria, comandada pela jornalista Aryane Garcia, assina “Os mais influentes do ano – 2007”, realizado no dia 27 de março, às 20 horas, no Buffet Félix Petrolli.

“Em vez de gastar tempo tentando prever o futuro, invente-o”.
Essa é a proposta do evento que traz na programação coquetel, homenagens, jantar dançante com o DJ Betinho Britto e uma palestra sobre “Liderança” ministrada pela Consultora Empresarial e Coach Internacional Ada Maria de Assis e Silva, trazendo informação aos convidados sobre metodologias eficazes de estruturação para reduzir riscos posteriores e melhorar o relacionamento da empresa.

As empresas foram indicadas pelas Assessorias de Comunicação: COMUNIC comandada por Elaine Madalhano; Cláudia Lacerda que está à frente da LACERDA COMUNICAÇÃO; RAÍZES chefiada por Ester Mendonça, Intermídia Comunicação por Marcelo Gomes e Malu Rodrigues que lidera a TALK CLUB.

O designer Vladen Joseph formata o espaço rico em detalhes, pra começar, a festa recebe todos os convidados num tapete vermelho. Os aparatos como plasmas, som e iluminação arquitetural chegam diretamente de São Paulo-SP através da SomCris liderada pelo empresário Cristovam Amaral. A mesa de doces é assinada por Márcia Brentan, que compõe a décor especial.

Entre os patrocinadores contamos com: Nova Schin, Loja Zag, CrisSom, Vladen Joseph, Carmem Stefens, Studio M - Personal Hair, entre outros.
Apoios: RedLabbel, Vinicola Salton, FlortDesgin, Vértice Turismo, Luminasa, Robson Ricci e Márcia Brentan.

Assessoria de Imprensa
AG Assessoria
17 3013.4693
http://www.agassessoria.com/

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

NOTA SOBRE PALESTRA NO JORNAL BOM DIA - COLUNA BECK

BECK - JORNAL BOM DIA
19/2/2008

Beijinho, beijinho...

• Na rota que sinaliza para as comemorações do Dia Internacional da Mulher, a coluna vai emulando as que mais podem dar eco.

• Nesse varal de tendências, a Oficina do Coach, comandada pela educadora Ada Maria de Assis e Silva, dá o grito de liberdade às mulheres que desejam catalizar empreendorismo e liderança sem se afogar num mar de estrogênio.

• Tudo isso em formato de palestra, prontinha para empresários visionários que não dormem de touca quando o assunto é homenagear suas colaboradoras. Fale com Ada e troque aquele manjado botão de rosa por um dia mais rico em conteúdo. E feminilidade.

Salto alto quer chegar à presidência


Salto alto quer chegar à presidência




"Hoje eu quero tudo: ter minha família, sucesso, amor e uma vida saudável. Nada disso é incompatível; ao contrário, os papéis se complementam". A afirmação é de Dayse Maciel de Araújo, Gerente de Inteligência de Mercado da Sadia e consta no livro Amélia, Adeus, de Julio Lobos, da editora Instituto da Qualidade. O pensamento de Dayse traduz com exatidão o pensamento de muitas profissionais brasileiras, que querem aliar o sucesso pessoal ao profissional e, quem sabe, até chegar à presidência da empresa.


Como galgar postos e chegar no alto escalão das empresas - território até então predominantemente masculino - foi um dos pontos discutidos na reunião do grupo "Executivas de S. Paulo", formado por mulheres que já chegaram a um nível na carreira - entenda-se diretoria para cima. Os encontros, que reúnem executivas de várias empresas e setores da economia, vêm acontencendo há um ano, com o objetivo de reunir forças, debater o papel e os principais desafios das mulheres executivas atualmente - tanto em casa quanto no mercado de trabalho.

O "Executivas de S. Paulo" já conta com mais de 100 integrantes, sendo que cada encontro consegue reunir cerca de 50 profissionais. "A nossa missão é motivar ainda mais a ida das mulheres para posições mais altas das empresas", afirma Maria Fernanda Teixeira, vice-presidente de operações da EDS - líder mundial em serviços de tecnologia da informação com faturamento de US$ 21,5 bilhões, e uma das fundadoras do grupo.

Para ela, a mulher tem que se superar, em vários aspectos, para poder conseguir chegar aonde quer. "Ela tem que tentar ser melhor em tudo, estar muito atualizada e ter muita coragem, acima de tudo. Mas eu acredito que a grande falha da mulher é que ela ainda não sabe usar do networking para mostrar-se ao mercado. Ela não participa de associações, não se preocupa em criar novos círculos de amizade e não sai divulgando as suas competências, como os homens fazem. Aí, é claro, eles acabam sendo lembrados com mais rapidez e, muitas vezes elas acabam preteridas por puro esquecimento mesmo".

Mas, quando o assunto é a dedicação aos estudos e a atualização profissional, as mulheres vêm batendo de frente com os colegas machos. Segundo o publicitário e colunista do site Blue Bus, Luiz Alberto Marinho, nos EUA, assim como na Austrália, Canadá, França, Japão e Espanha, há mais mulheres do que homens, entre 25 e 34 anos, com diploma universitário e pelo menos um curso de pós-graduação. O colunista afirma ainda que "nos Estados Unidos, em 1983, elas ocupavam somente 34% dos cargos mais altos e bem pagos nas empresas. Em 2001, esse percentual chegou a 50%. No Brasil, estudos da Fundação Dom Cabral apontam uma tendência semelhante - cresce anualmente o número de mulheres em cargos de direção nas nossas corporações".

Formada em Administração de Empresas pela Universidade Metodista de SP (Umesp), com especialização em Marketing e Economia pela Fundação Getúlio Vargas, MBA pelo Insead (instituição francesa reconhecida como uma das melhores da Europa) e especialização em Economia Global pela conceituada escola americana Thunderbird, Maria Fernanda Teixeira pode ser colocada como exemplo de persistência, talento e conviçcão. Ela entrou na EDS em 1985 e, segundo ela, sempre soube que um dia chegaria a ser executiva de uma grande empresa. Satisfeita? "Não, ainda tem muita coisa que quero fazer. Minha meta é chegar à presidência da EDS para a América Latina, ou então outra região onde a empresa esteja inserida".
Alguém duvida?
por Camila Micheletti


A palestra Coaching - Mulheres Liderando Mudanças é concebida para apoiar o desenvolvimento das competências das mulheres e permitir-lhes proporcionar liderança sobre as questões que lhes dizem respeito. Oferece dados para motivar e permitir que as mulheres acreditem em sua capacidade para catalisar a mudança e para mobilizar outros a fazerem o mesmo.
Assim, a Officina do Coach, dirigida pela educadora e coach Ada Maria de Assis e Silva idealizou esta palestra com 1 h e meia de duração, para ser proferida no próximo mês de março/2008, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Tanto empresas particulares como associações e entidades que se interessarem em contratar a palestra para homenagear suas colaboradoras, esclarecendo-as e motivando-as para mudançcas profissionais devem entrar em contato com a Officina do Coach.


"Nem tudo o que enfrentamos pode ser mudado. Mas nada pode ser mudado enquanto não for enfrentado. " James Baldwin

Serviço: Officina do Coach Orientação e Consultoria
http://officinadocoach.blogspot.com/
fone: 17 32251830/32346190
Mobile: 17 81159082
skype: ada_coach
ada@ccaajustkids.com

terça-feira, fevereiro 12, 2008

COACHING - MULHERES LIDERANDO MUDANÇAS


As mulheres enfrentam desafios cotidianos. Além de lutar junto as suas comunidades para manter recursos básicos como saúde, educação e empregos, muitas sofrem discriminação simplesmente em virtude de serem do sexo feminino. Isso inclui violêncioa física, sexua, emocional e ainda, discriminação profissional, sendo que muitas são mantidas fora da escola, dos cargos de gerência e diretoria, dos cargos políticos, das tomadas de decisão tanto nas suas casas, quanto nas suas comunidades, como no seu local trabalho o que as leva a alimentar crenças limitantes quanto a sua capacidade de liderança e sua auto-estima.
No entanto, as mulheres em todo o mundo possuem o poder coletivo para mudar as suas vidas, suas comunidades e o mundo em que vivemos. Assim como enfrentam os desafios diários, as mulheres estão continuamente desenvolvendo maneiras inovadoras e eficientes de melhorar suas vidas. Ao reunir sua sabedoria e criatividade, as mulheres estão liderando mudanças em todas as áreas. Entendemos que investir na liderança de mulheres, especialmente nas mais jovens, é essencial para a mudança social que possa acontecer agora e no futuro.
A palestra Coaching - Mulheres Liderando Mudanças é concebida para apoiar o desenvolvimento das competências das mulheres e permitir-lhes proporcionar liderança sobre as questões que lhes dizem respeito. Oferece dados para motivar e permitir que as mulheres acreditem em sua capacidade para catalisar a mudança e para mobilizar outros a fazerem o mesmo.
Assim, a Officina do Coach, dirigida pela educadora e coach Ada Maria de Assis e Silva idealizou esta palestra com 1 h e meia de duração, para ser proferida no próximo mês de março/2008, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Tanto empresas particulares como associações e entidades que se interessarem em contratar a palestra para homenagear suas colaboradoras, esclarecendo-as e motivando-as para mudançcas profissionais devem entrar em contato com a Officina do Coach.

"Nem tudo o que enfrentamos pode ser mudado. Mas nada pode ser mudado enquanto não for enfrentado. " James Baldwin

Serviço: Officina do Coach Orientação e Consultoria

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Mobile: 17 81159082
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sexta-feira, fevereiro 01, 2008

DESCUBRA UM LÍDER EM VOCÊ EM 2008


Descubra um líder em você em 2008

Ada Maria de Assis e Silva - É tradutora, educadora, possui certificação interancional em Coaching, é trainer da Lambent do Brasil, é palestrante, trabalha como Coach e Orientadora Profissional, e aplicação de cursos presenciais.


O conceito global do “super líder infalível” está morto. O líder mitológico, perfeito não existe. Se você duvida, comece a se perguntar: “Você já encontrou este líder perfeito?”
Recentemente um cliente me mostrou seu novo plano de ação para melhorar sua liderança com competências a serem adquiridas, contemplando visão, estratégia e inúmeras habilidades interpessoais. Perguntei a ele, “Você já encontrou um líder, mesmo que seja apenas um, que tenha todas essas competências?” A sua resposta foi: "Bem, ainda não.”

Nós precisamos nos livrar deste mito do líder perfeito e promover um discurso mais autentico. Enquanto líder, como você reconcilia as expectativas irreais depositadas em você, com o seu verdadeiro eu, limitado e autentico como qualquer outro ser humano? Isto requer coragem, receptividade, e determinação. Você pode começar se perguntando: “Como posso ser autentico?”
Descobrir a resposta para esta pergunta requer iniciar duas jornadas: uma de “fora para dentro” e outra de “dentro para fora”.

A Jornada de “fora para dentro”

Este exercício significa convidar outras pessoas para participar de seu processo de descoberta pessoal permitindo-se ouvir o feedback sobre sua atuação como líder. Se você procurar estas informações através de um processo de avaliação 360° ou simplesmente tendo bate-papos com as pessoas próximas, o parecer externo pode ser muito útil. Ter consciência de como os outros percebem sua atuação fornece dados reais para validar ou questionar a sua própria percepção de quem você é como um líder.

Há algum tempo um executivo com muitos anos de carreira em sua primeira sessão de coaching comigo, mesmo antes de trocarmos os primeiros cumprimentos, bateu com a mão na mesa, e profetizou: “Meu pessoal não é tão aberto e sincero quanto eu sou.”. Meu primeiro movimento foi recuar física e emocionalmente, e assim pude supor como os seus liderados se sentiam trabalhando com ele.

Ele estava aberto a irritabilidade e a criticar, mas fechado emocionalmente para perceber o impacto negativo que causava aos outros. Sua avaliação 360° fornecida pela empresa serviu para que ele pudesse abrir sua mente e seu coração. Ficou chocado em ver quanto sua proclamada “sinceridade” desmotivava a equipe e provocava a saída de talentos da empresa. Descobrir como os outros o viam, foi o começo de uma transformação autentica em seu comportamento.

Jornada de dentro para fora

Há várias formas de conseguir alguns insights sobre sua autenticidade. A jornada de “dentro para fora” pode resultar em uma experiência pessoal tanto reveladora quanto gratificante. Este processo requer que você seja paciente, determinado, e aberto aos desafios que o auto-conhecimento apresenta.

Siga estas etapas:

1. Seja Focado.
Pergunte-se sempre, “Como posso ser mais autentico?”

2. Livre-se de crenças limitantes
Observe quais são seus pré-julgamentos a respeito da sua atuação como líder. Você vem lutando para assimilar e transmitir atributos e competências que não estão alinhados com seus valores, mas que foram impostos a você baseados na expectativa de outras pessoas?

3. Reflita

Olhe para você com novos olhos. Reflita sobre as qualidades e as características que são marcantes em você. Lute para descobrir sua essência, o cerne de quem você é como pessoa e como líder.

4. Persevere.

Descobrir o líder autêntico em você leva tempo. Assim seja paciente e aprecie o processo de desvendar os níveis mais profundos do seu “eu autêntico”. A jornada de “dentro para fora” o ajudará a avaliar as forças externas que impõem expectativas irreais da liderança que você deve exercer. Descobrir o líder autentico em você é uma possibilidade para a auto-renovação.

No final, você precisa dominar ambos os trajetos, mas você pode começar com uma ou outra jornada. Às vezes começar pode ser assustador, assim você pode querer contratar um coach ou passar por um treinamento sobre coaching.
Você vai se surpreender com os resultados que você pode obter ainda em 2008!

Baseado no artigo de Kevin Cashman and Rene Garpestad

Curso de Introdução ao Coaching em fevereiro/2008 – Mais informações:
http://officinadocoach.blogspot.com/ ou ada@ccaajustkids.com