sábado, janeiro 19, 2013

Revista Bensaúde - De olho no prato dos pais

Matéria sobre alimentação de crianças e exemplo dos pais nos comportamentos de crianças e adolescentes que definirão hábitos na vida adulta com a minha participação e da Nutricionista Marina Pereira Barbosa.

http://www.bensaude.com.br/paperflip/EDICAO_13/index.html

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Coaching - Para você chegar Lá - Programa Tudo a Ver Interior na TV Record

Minha participação no Programa da TV Record - Tudo a Ver Interior falando sobre o processo de coaching e onde ele pode te levar as pessoas tanto na vida pessoal quanto profissional!


quarta-feira, janeiro 09, 2013

5 escolhas que você deve fazer para ter uma produtividade extraordinária


As cinco escolhas que você deve fazer para ter uma produtividade extraordinária

Em entrevista exclusiva, Luciano Meira, vice-presidente da FranklinCovey Brasil, revela dicas para os profissionais serem mais produtivos

Tamanho do texto:
Por Fábio Bandeira de Mello, Administradores.com


Reunião, trabalho, família, internet, saídas, e-mails, tecnologia, relatório, informação... Você já reparou quantas coisas precisamos dar atenção em nosso dia-a-dia?

E claro, manter o foco e não se distrair em diversas dessas atividades, principalmente no trabalho, é um desafio constante para a maioria das pessoas. Mas há solução. Isso quem garante é Luciano Meira, vice-presidente da FranklinCovey Brasil, empresa especializada na performance profissional e empresarial.
De acordo com o consultor existem cinco escolhas que podemos tomar para elevar a nossa produtividade ao extraordinário. Pasmem, trabalhar demais não é uma delas. "É um engano achar que ser produtivo é trabalhar sem parar", alerta Luciano.
O Administradores.com conversou com o consultor para descobrir algumas dicas de como o profissional pode ter mais foco em seu dia-a-dia e quais são as cinco escolhas para a produtividade extraordinária. Confira!

Cada vez mais as pessoas tem dificuldade de aumentar o foco e manter a sua atenção. Qual é a chave para o profissional melhorar a sua produtividade?

Tem que fazer escolhas sábias. Começa com o entendimento daquilo que tem valor. O que é que tem valor em sua vida? Se você definir isso com muita clareza, comece a focar mais o seu tempo, sua energia, a sua mente e a sua concentração nisso. Quando o ser humano quer - e ele foca - as coisas acontecem. A história é a prova disso. Tudo o que o ser humano fez de interessante, de diferente, extraordinário surgiu de alguém que conseguiu colocar foco naquilo.
Para sermos produtivos hoje, não podemos pensar em uma simples gestão do tempo, mas sim em uma gestão da produtividade pessoal. E temos cinco escolhas que nos levam a essa produtividade pessoal maior.

Quais são essas cinco escolhas para aumentar a produtividade?

Primeiro: cuidado com as urgentes. Hoje estamos em uma crise. As pessoas estão confundindo urgência com importância como se fosse a mesma coisa, mas não é. Muito do que fazemos com cara de urgência, não vai nos levar a lugar nenhum. Nós temos até uma matriz do tempo, bastante conhecida, tem quatro quadrantes revelando a urgência e a importância de cada tarefa. E o quadrante que nós devemos aumentar é o quadrante 2 que são as tarefas importantes e não urgentes (veja foto abaixo). Então, preparação, planejamento, estudo, relacionamento com as pessoas, essas questões são essências para aumentar a produtividade.
 Imagem: reprodução

Colocar tudo como urgente desgasta mais o profissional, então?

Não só isso. Se você vive uma cultura de urgência, além de se desgastar, você não alavanca grandes resultados. A urgência está associada a apagar incêndio. Ninguém constrói nada fantástico apagando incêndio. A construção de projetos significativos depende de coisas não urgentes que são importantes.

Essa foi a primeira escolha. E as outras?

A segunda é buscar o extraordinário, achar algo que faça a diferença para você. É um trabalho de autoconhecimento. Eu diria que uma pessoa que está muito em dúvida sobre o que ela quer fazer sobre sua vida, tem dificuldade de ser produtiva nos dias de hoje.

Então, no caso, a produtividade tem que estar ligada a metas?

As metas realizadoras para o indivíduo e importantes para as empresas também. Geralmente quando os dois andam juntos é que a coisa acontece melhor.
Imagem: Shutterstock

Sobre a terceira escolha...

A terceira escolha é você programar o seu tempo. Aí já é uma habilidade. Como você faz o planejamento da sua semana, de seus dias? Você usa uma agenda, uma ferramenta eletrônica? Hoje em dias as pessoas estão usando o Outlook, o Google como ferramentas de gestão do tempo. É preciso planejamento semanal e diário. Planejamento semanal tem a ver com pensar as prioridades em cada papel e alocar o tempo antes da semana começar. Não comece a sua semana sem você saber as prioridades que deve realizar.

Sobre essa questão da produtividade, um dos grandes vilões é o e-mail. As pessoas param muito tempo nele.

Isso faz muito parte da 4ª escolha. Como domino minha tecnologia. Porque a tecnologia é uma faca de dois gumes. Eu posso melhorar ou piorar a minha produtividade. Usada sem muita consciência, a tecnologia atrapalha, você se dispersa. Por exemplo, você conhece algum viciado em tecnologia? Será que ela é uma pessoa que está sendo muito produtiva? Pense nisso depois... Geralmente o vício na tecnologia não é um bom caminho para a produtividade.

Mas há formas de tentar resolver essa questão, pelo menos no e-mail?

Com certeza. Existem regras que você pode colocar para evitar a chegada de spams em sua caixa. Ativar essa regra é uma maneira de ganhar muito tempo. Arquivar automaticamente aquilo que você não vai ler agora é outra forma. Você cria pastas e o sistema de e-mail vai colocar o arquivo nelas sem que chegue em sua caixa de entrada.
Outra coisa, por exemplo, é arrastar e-mails de reuniões direto para o calendário. O ideal já é transformá-lo em um compromisso. Então, existem várias práticas e ações que você pode fazer para melhorar a sua produtividade com a tecnologia. O que você não deve fazer é ficar muito passivo e deixar que a tecnologia atue sobre você. Tem gente que acha que passar o dia inteiro na caixa de e-mail é produtivo. Essa é uma das maiores armadilhas e mitos que vivemos hoje.

Ainda em relação ao e-mail: um profissional que recebe um volume grande diariamente deve olhar a caixa de entrada quantas vez por dia? O que você recomenda?

Existem algumas recomendações nesse sentido, mas não tem uma regrinha, uma receita fixa para todo mundo. Existe sim uma ideia que você não deve ver o dia inteiro. Um bom exemplo seria aquele executivo que vê o e-mail pela manhã, após o almoço e no final do dia. Ele não vê o dia inteiro, porque ele tem mais coisas a fazer. Ele se regra e cria os horários para responder. Interessante que, quando você cria essa regra para você mesmo, naturalmente, acaba educando os outros sobre isso. Elas sabem que você vê e-mail em alguns horários e que não adianta ficar esperando o e-mail antes daquele período. Então, é isso, ter limites. O ideal é ver menos vezes. Eu diria quer uma ou duas vezes por dia está de bom tamanho.

Chegamos, então, a quinta escolha. Qual seria ela?

É a energia. Energia tem a ver com se cuidar. Você realimentar a sua energia todo dia e toda a semana. Um esporte é muito importante, você se alimentar de maneira adequada também. Existem, inclusive, alimentos que aumenta o nível energético e, têm alimentos que tiram energia. Você relaxar, ter uma vida espiritual mais profunda. Tudo isso pode ajudar você a aumentar o seu nível energético e, por tanto, sua capacidade produtiva.

Então o descanso também é uma forma de ser produtiva?

Claro! É um engano achar que ser produtivo é trabalhar sem parar. Seria a mesma coisa dizer que eu vou chegar a um lugar bem distante dirigindo o dia inteiro, sem parar para abastecer. Não, a gente tem que parar para abastecer para chegar ao local.

Agora que você falou sobre as cinco escolhas. Para encerrar: como um líder pode colocar a produtividade como algo agregado a cultura da empresa?

Acredito que está muito relacionado ao que falamos sobre a implementação da cultura do quadrante 2. Nessa matriz podemos separar entre as coisas importantes e não urgentes. Exemplo: preparação, prevenção, treinamento de pessoas, delegação. É importante conseguir transmitir isso para a equipe. É aquela questão: como é que você vai ter realização de tarefas de qualidade, entrega no prazo, com todas as especificações que o cliente deseja, dentro do custo e sem retrabalho? Todo líder tem que pensar nisso e uma excelente solução é trabalhar essa cultura de quadrante 2. 

6 fatores que desperdiçam seu tempo no trabalho

6 fatores que desperdiçam seu tempo no trabalho

terça-feira, dezembro 11, 2012

Rio Preto, Feliz 2013 - Revista Domínios nº 172


Leia excelente reportagem sobre o que esperar em 2013 para São José do Rio Preto com comentários de várias empresários e líderes em diversas áreas! Agradeço a jornalista Malu  Rodrigues pela confiança em minha opinião sobre educação.

http://revistadominios.com.br/index.php/materias/detalhes/136/cidade-rio-preto-feliz-2013

sábado, dezembro 08, 2012

Homens de Sucesso - Revista Vida & Arte

Reportagem sobre como os homens podem atingir o sucesso com minha participação na Revista Vida & Arte do mês de dezembro/2012 - Edição de Aniversário




sábado, novembro 17, 2012

Reportagem sobre Coaching na Revista Gente & Negócios - Out/2012

A Revista Gente & Negócios publicou uma reportagem com o título Coaching Direto ao Ponto informando que os profissionais descobrem no coaching ferramenta para lapidar o seu comportamento pessoal e impulsionar a carreira.
Fui entrevistada como a pioneira do Coaching em São José do Rio Preto pois atuo nesta área desde 2005. Vejam parte da reportagem: 

quarta-feira, setembro 26, 2012

O profissional que você é

Artigos
 
São José do Rio Preto, 26 de Setembro, 2012 - 1:50
O profissional que você é

Ada Assis e Silva

Você chegou à meia idade! Muito provavelmente têm filhos adolescentes ou jovens adultos, pais idosos, é líder de uma equipe de trabalho e vem sendo exigido por todos os lados! Tanto os filhos quanto os pais e liderados recorrem a você em muitas situações para conduzi-los e tomar decisões de risco. Então, deveria estar com equilíbrio emocional e financeiro e já com maturidade profissional para desempenhar o papel de líder que você conquistou ao longo dos anos. No ápice de suas responsabilidades, você às vezes se sente só e bombardeado por preocupações e rotinas severas exigidas pela vida moderna. Acredite-me: se estiver feliz e realizado profissionalmente esta carga será sentida de forma mais branda e você se doará aos seus entes queridos e à sua equipe de trabalho sem esquecer-se de você. Agora, se chegou até aqui sem uma realização profissional e certo conforto financeiro esta carga pesará sobre seus ombros trazendo muita insatisfação pessoal. Desconhecemos tanto para melhorar nossa vida profissional e pessoal! Somos caseiros e não temos processos pensados e validados para realizar nosso trabalho, e deixamos de buscar estas respostas através do estudo, da utilização de nossos recursos e da ação.

Com um período promissor pela frente devido ao boom econômico e a necessidade de profissionais mais especializados e com competências comportamentais trabalhadas, é inaceitável que não nos debrucemos sobre as questões de nosso desenvolvimento profissional. Como o trabalho ocupa a maior parte do tempo de nossas vidas, é possível concluir que nosso bem-estar pessoal está indiscutivelmente relacionado ao nosso desempenho e reconhecimento profissional. Devemos buscar qualidade de vida e pensar no nosso lazer, família, saúde e recreação. Mas considero difícil conseguir um equilíbrio na vida pessoal se não há satisfação com o andamento de nossa carreira e realizações como profissional. Observe-se: Você posterga suas atividades? Você entrega tudo o que promete? Você se reúne com seus colaboradores ou colegas de equipe quinzenalmente para falar sobre o andamento do trabalho? Você avalia seus pontos fortes e fracos? Você tem metas definidas e utiliza seus recursos para atingi-las? O que diferencia você de outros profissionais de sua área?

Utiliza os novos recursos tecnológicos como softwares próprios de sua área, internet, sites de relacionamentos, e-mail, MSN, Skype ou está resistindo de forma onipotente a aceitá-los? Há quanto tempo não assiste a uma palestra ou faz um curso presencial/on-line? Você se relaciona com profissionais de sua área? Mantém seus contatos atualizados? O que está impedindo você de alcançar uma vida mais tranquila e feliz? Não se engane: o profissional que você é reflete a pessoa que você é! Portanto, buscar soluções para desenvolver competências técnicas ou comportamentais como perseverança, determinação, trabalhar bem em equipe, melhora de seu processo decisório e seu planejamento de carreira vai fatalmente levá-lo a transformações de comportamento que você tem perseguido também na vida pessoal. Acredito firmemente que como passamos a maior parte de nossa vida diária no trabalho e agindo como profissionais, nossa performance no trabalho merece uma atenção constante. Pode parecer uma inversão do que se prega ultimamente, mas a qualidade de vida e bem-estar pessoal vêm da nossa satisfação e reconhecimento do trabalho como profissional e não vice-versa. Um bom processo de reflexão e ação conduzido por um profissional especializado e certificado em Coaching Executivo pode também ajudá-lo a desvendar seus potenciais para transformá-lo no profissional que você precisa ser e na pessoa que você realmente é!

ADA ASSIS E SILVA
Empresária e coach; Rio Preto 

segunda-feira, setembro 24, 2012

quarta-feira, setembro 12, 2012

Síndrome do Poder :saiba como lidar com esse problema



Comportamento
› Mercado de trabalho
São José do Rio Preto, 9 de Setembro, 2012 - 1:45
Síndrome de poder: saiba como lidar com esse problema

Francine Moreno

www.sxc.hu/Divulgação
Postura inadequada e agressiva dos chefes narcisistas busca esconder deficiências e fraquezas
Que o mercado de trabalho está competitivo não é

novidade. Para isso, os profissionais têm se
especializado e adquirido competências necessárias
para deslanchar na carreira. Mas, enquanto há uma
evolução em torno dos subordinados, há também
um aumento de chefes autoritários, que abusa
do poder adquirido, agindo como carrascos e
até humilhando os integrantes de sua equipe.

Outra constatação é a seguinte: aquele colega,
que era ótima pessoa, após promovido, e de uma
hora para a outra, transforma-se em uma rainha
do gelo. O ditado “quer conhecer uma pessoa,
dê poder a ela” sai do papel e entra em cena nas
pequenas e grandes empresas.

Rosana Zanella, psicóloga e psicoterapeuta,
afirma que o chefe com síndrome do poder encobre seu medo do fracasso,
das críticas. “Constatação de não saber se relacionar, então existe uma
imposição, um autoritarismo que impede que qualquer pessoa possa
questionar o chefe e fazê-lo pensar.”

Ada Assis e Silva, coach executiva e gestora de negócios, afirma que grande
parte dos desgastes no trabalho são gerados por problemas de gerenciamento
dos líderes. “O chefe que se coloca em uma posição superior a de sua equipe
 é um dos menos favoráveis tipo de liderança. O abuso de poder e o uso do
autorismo caracteriza o pior chefe, que precisa provar que ele é o chefe. Ele
não sabe ouvir e não sabe dividir o sucesso da equipe entre todos.”

Segundo Ada, o “chefe-problema” é um tipo que nunca consegue parabenizar
ninguém, pois ele se põe em um patamar diferente dos de seus chefiados,
esquecendo que uma organização envolve o trabalho de um grupo de pessoas
e não só o dele. “A tendência do mercado é excluir os chamados chefes turrões
 ou durões, que faltam com respeito aos subordinados e não sabem lidar com
as diferenças no local de trabalho.”

Outros casos de chefes que destratam subordinados estão ligados ao
sentimento da concorrência. Algumas vezes imaturos, despreparados, inseguros
 e invejosos, determinados chefes têm medo da evolução e sucesso do
funcionário e teme que o mesmo vá tomar o lugar deles. “O chefe que grita, xinga e humilha está, na realidade, tentando esconder sua incompetência”, afirma Ada.

De acordo com a coach, uma pessoa não muda somente por ter o poder nas
mãos. “Ela apenas começa a mostrar traços que já fazem parte de sua
personalidade e caráter, e que passam a se manifestar em situações onde ela
está com o poder, sente-se estressada e menos ameaçada em perder seu
emprego.”

Tem chefes que ainda se acham no direito de dar palpite no dia a dia dos seus
funcionários. Para eles, ninguém consegue fazer nada tão bem quanto os
próprios e, de certa forma, isso impede o desenvolvimento da equipe. “Essas
pessoas usam sua competência e pretensiosa sabedoria muito mais para se
autovalorizar do que  para resolver os problemas e desenvolver sua equipe.

A tendência narcisista de se achar a última bolachinha do pacote faz com que
digam que já sabiam o que custamos a pesquisar e preparar com árduo trabalho
”, afirma Ada. Quando se trata de “chefes-problema”, o ideal é agir com diploma
cia e inteligência. No entanto, Ada afirma que é preciso limite. “Respeite seu
superior, mas não se submeta prontamente a todas as suas orientações quando
 encontrar uma melhor solução.

Respeitosamente, apresente sua opinião e espere que ele avalie se a opção não
é mais interessante. Não fale sobre sua vida pessoal no trabalho. Defenda-se
das críticas com calma e racionalidade, não demonstrando ao seu assediador
que você ficou abalado. Esteja sempre disposto para o trabalho, mas diga não
quando se sentir explorado, e, em vez de se culpar e se desvalorizar porque
tem dificuldades profissionais, passe uma imagem de confiança, e procure
sempre adquirir as competências profissionais que acredita não ter.”

Diálogo é melhor que o confronto

E quando o carrasco é um pai ou uma esposa? Rosana Zanella, psicóloga e psicoterapeuta, afirma que a idéia é sempre agir com diplomacia e verificar
qual é o momento adequado para agir. Com pessoas tiranas é impossível
começar um diálogo com confronto. Comece a ter o hábito de conversar sobre
vários assuntos. E, mais uma vez, se tudo ficar insuportável, declare
independência.

Conviver com pessoas fora de prumo, que abusam do poder, pode ser prejudicial
 à saúde. Rosana afirma que lideranças desse tipo são, na verdade, falsas
lideranças. “O bom líder é aquele que não precisa ser autoritário para exercer
sua função e o poder que exerce está a serviço da empresa, dos funcionários,
da família, para assim descobrir novas competências entre eles.

Pode causar estresse quando as pessoas não podem colocar suas opiniões, perguntar, sugerir e questionar”, revela Rosana.
Em especial no trabalho, conviver com lideranças fora do eixo pode ser prejudicial à saúde, afirma Ada Assis e Silva, coach executiva e gestora de negócios.

“Além de provocar estresse no trabalho, os chefes podem aumentar os riscos de seus empregados sofrerem de hipertensão ou ataques cardíacos. Quando o
colaborador convive com este tipo de pessoa, acaba perdendo a motivação e
o comprometimento para realizar um bom trabalho, resultando em aumento do
 nível de estresse e queda da produtividade, assim como quadros de ansiedade
, gastrites, úlceras nervosas e depressão.”

Chefe ideal é pró-ativo

Ada Assis e Silva, coach executiva e gestora de negócios, afirma que existe o
líder certo para a situação certa. Pegue um líder flexível, extrovertido,
 emocional, condescendente e generoso e coloque-o para liderar uma equipe
 rígida, introvertida, racional, exigente e individualista. “Provavelmente o
resultado será algo desastroso.”

Para ela, quem pretende ser um líder bem-sucedido deve ser o melhor modelo
 possível para seus liderados, autoliderando-se em questões como o
desenvolvimento e aprimoramento das competências consideradas mais
importantes nas suas funções presentes e futuras.Rosana Zanella, psicóloga
 e psicoterapeuta, afirma que o chefe ideal é pró-ativo, um líder de verdade que se aproxima dos funcionários.

“Ele delega funções, escuta, aceita ouvir sugestões, pensa sobre elas, reflete,
agrega o grupo e procura ver as necessidades tanto da empresa quanto dos
funcionários. O chefe ideal tem um relacionamento ótimo com os funcionários,
de forma que pode pedir, mandar, ‘dar bronca’ quando é preciso e consegue estabelecer um clima de confiança entre todos”, explica.