A Revista Gente & Negócios publicou uma reportagem com o título Coaching Direto ao Ponto informando que os profissionais descobrem no coaching ferramenta para lapidar o seu comportamento pessoal e impulsionar a carreira.
Fui entrevistada como a pioneira do Coaching em São José do Rio Preto pois atuo nesta área desde 2005. Vejam parte da reportagem:
sábado, novembro 17, 2012
sábado, setembro 29, 2012
quarta-feira, setembro 26, 2012
O profissional que você é
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segunda-feira, setembro 24, 2012
Notinha sobre curso de Iniciação ao coaching
quarta-feira, setembro 12, 2012
Síndrome do Poder :saiba como lidar com esse problema
quarta-feira, setembro 05, 2012
POR QUE A LIDERANÇA PRECISA CONTROLAR O ESTRESSE?
Por que a liderança precisa controlar o estresse?
Estudo recente, realizado pelo International Business (IBR), da Grant Thornton International, apontou dados preocupantes: os empresários brasileiros encontram-se entre os que são mais afetados pelo estresse. Essa pesquisa foi feita junto a mais de seis mil empresas em 40 economias. Isso revela que mesmo aqueles se encontram no topo da pirâmide corporativa não estão livres de serem vítimas de fatores estressantes. E o problema não "congela" apenas neles, uma vez que quando as lideranças encontram-se estressadas, os reflexos são extensivos aos membros das suas equipes.
Para saber como os líderes podem amenizar o estresse em suas vidas, o RH.com.br entrevistou Marcia Vespa, diretora de Educação Corporativa da Leme Consultoria, psicóloga, especialista em Gestão de Pessoas e coach. Segundo ela, o estresse é uma reação natural e importante do organismo frente a situações de desconforto, e está mais presente quando as exigências são superiores à capacidade de entrega. "O problema é quando o organismo é submetido ao estresse constante, ou seja, a reação cujo objetivo inicial é proteger pode transformar-se em um inimigo fatal.", alerta, ao lembrar que encontrar líderes infelizes tem sido uma constante e isso a preocupa.
Durante a entrevista, Marcia enfatiza pontos importantes e práticos que podem ser aplicados por líderes de qualquer segmento organizacional para aliviar a tensão provocada pelos níveis elevados do estresse. Vale lembrar que ela participará da Jornada Virtual de Liderança, evento promovido pelo RH.com.br, no período de 13 a 28 de setembro de 2012. Na ocasião, nossa entrevistada ministrará a palestra "O que fazer para tornar as equipes mais efetivas?". Tenha uma agradável leitura!
Para saber como os líderes podem amenizar o estresse em suas vidas, o RH.com.br entrevistou Marcia Vespa, diretora de Educação Corporativa da Leme Consultoria, psicóloga, especialista em Gestão de Pessoas e coach. Segundo ela, o estresse é uma reação natural e importante do organismo frente a situações de desconforto, e está mais presente quando as exigências são superiores à capacidade de entrega. "O problema é quando o organismo é submetido ao estresse constante, ou seja, a reação cujo objetivo inicial é proteger pode transformar-se em um inimigo fatal.", alerta, ao lembrar que encontrar líderes infelizes tem sido uma constante e isso a preocupa.
Durante a entrevista, Marcia enfatiza pontos importantes e práticos que podem ser aplicados por líderes de qualquer segmento organizacional para aliviar a tensão provocada pelos níveis elevados do estresse. Vale lembrar que ela participará da Jornada Virtual de Liderança, evento promovido pelo RH.com.br, no período de 13 a 28 de setembro de 2012. Na ocasião, nossa entrevistada ministrará a palestra "O que fazer para tornar as equipes mais efetivas?". Tenha uma agradável leitura!
RH.com.br - Sabemos que o estresse está presente no dia a dia de milhões de profissionais, devido às constantes cobranças impostas pela competitividade. Em sua opinião, as lideranças brasileiras estão conseguindo conviver com o estresse?
Marcia Vespa - Veja, é bom explicitarmos que o estresse é uma reação natural e importante do organismo frente a situações de desconforto, mais comumente presente quando as exigências são superiores à capacidade de entrega. Até aqui tudo muito produtivo e vantajoso. O problema é quando o organismo é submetido ao estresse constante, ou seja, a reação cujo objetivo inicial é proteger pode transformar-se em um inimigo fatal. A pressão do dia a dia, seja externa ou interna, tem levado líderes a se desequilibrarem com mais frequência, seja manifestando comportamentos socialmente inaceitáveis que podem ser expressos através de gritos, palavras agressivas -, seja o embotamento, de isolamento, uma manifestação clara da frustração, da baixa autoestima, da falta de foco e planejamento. Enfim, não tenho encontrado líderes felizes e isso me preocupada muito.
Marcia Vespa - Veja, é bom explicitarmos que o estresse é uma reação natural e importante do organismo frente a situações de desconforto, mais comumente presente quando as exigências são superiores à capacidade de entrega. Até aqui tudo muito produtivo e vantajoso. O problema é quando o organismo é submetido ao estresse constante, ou seja, a reação cujo objetivo inicial é proteger pode transformar-se em um inimigo fatal. A pressão do dia a dia, seja externa ou interna, tem levado líderes a se desequilibrarem com mais frequência, seja manifestando comportamentos socialmente inaceitáveis que podem ser expressos através de gritos, palavras agressivas -, seja o embotamento, de isolamento, uma manifestação clara da frustração, da baixa autoestima, da falta de foco e planejamento. Enfim, não tenho encontrado líderes felizes e isso me preocupada muito.
RH - Quais os principais fatores estressantes que mais prejudicam os líderes no Brasil?
Marcia Vespa - Pense comigo: de modo geral o estresse costuma fazer-se presente quando a complexidade do desafio é superior às competências existentes seja para encontrar respostas, seja para fazer as entregas. Isso mesmo... O individuo não se percebe com competência para transformar problemas em aprendizado, para encontrar respostas ou alternativas para sair da zona conforto e minimizar ou eliminar possíveis impactos do problema vivido. O mundo está volátil demais, e o que deu certo no passado hoje não se replica.
RH - Existe uma linha de pensamento que defende que o estresse pode ser benéfico. A senhora concorda?
Marcia Vespa - Vamos analisar uma vida sem estresse: é exageradamente entediante. É como se você não tivesse um motivo para viver, e sim a presença permanente de um vazio. Uma vida sem objetivos, sem desafios, inibe a liberação do potencial e o líder passa a fazer tudo sempre do modo, sem ganhos, sem crescimento. Mesmo que num primeiro momento a situação possa parecer insolúvel, é importante acreditar que tudo existe uma solução. É como já dizia Nietzsche: o que não te mata te fortalece. Não há ganhos sem dor. Todo problema é um convite da vida para nos tornarmos melhores, as melhores pessoas que podemos vir a ser, você compreende? Desafios somados a competências são fatores gerados pelo bom estresse.
RH - Em que momento o estresse passa a ser um risco para a pessoa?
Marcia Vespa - Quando a sensação de perigo, seja real ou imaginário, passa a ser frequente, ininterrupta. Uma reação, portanto, cujo objetivo inicial era proteger, pode transformar-se em um inimigo fatal. A forma como eu vejo o mundo, define a forma como eu decido e, portanto, ajo. Precisamos ajudar as pessoas a mudarem a forma de pensar.
RH - Que reflexos isso traz às lideranças seja no campo profissional ou pessoal?
Marcia Vespa - Todos somos frutos das relações. Vivemos em sistemas - relação com os filhos, os parceiros, a família, a empresa, os chefes - que influenciamos e que nos influenciam mutuamente. Em boa parte do nosso tempo estamos sujeitos ao estresse físico e psíquico. Os revezes na vida são inevitáveis, nos desesperar é uma escolha. Enquanto o profissional não se ver com recursos internos para lidar com os problemas, ele catastrofiza a situação, tornando o ambiente penoso demais para o convívio.
RH - Líder estressado torna-se sinônimo de time em "alerta vermelho"?
Marcia Vespa - Tudo vai depender de como ele está manifestando o estresse. Veja, se ele está preocupado, ansioso, temeroso por não encontrar respostas para os problemas ou por não estar atingindo um resultado, esse desafio não pode ser apenas dele, pois este é um desafio da equipe também. Portanto, por que não envolvê-la? Essa é a forma mais inteligente de lidar com a situação. O líder precisa definitivamente entender que não cabe a ele ter respostas para tudo. Usar os neurônios da equipe faz um bem danado. O líder pode surpreender-se com os resultados. Portanto, desça do pedestal e admita que sozinho não se chega ao pódio nem em épocas de vacas gordas, quiçá agora em tempos de exigências e desafios.
RH - Graças à sua atividade de consultora, a senhora tem a oportunidade de conviver com lideranças de segmentos corporativos diferenciados. Quais as reclamações mais constantes que os líderes manifestam em relação ao estresse?
Marcia Vespa - A maior demonstração de insatisfação, de decepção, de tristeza mesmo tem sido verbalizada como "agressão dos meus valores", por não entenderem e, por isso, não aceitarem parte das decisões que os principais dirigentes das empresas estão tomando em prol da competitividade e da aceleração de resultados. Isso tem maltratado os líderes de empresa, pois são eles os questionados. Sabendo que cuidam de um empreendimento e não deveriam demonstrar a sua insatisfação, se veem como um arquivo zipado, tendo que motivar a equipe a executar o que não acreditam ser o melhor para a empresa. Estamos vivendo uma era de muita arbitrariedade. Um discurso totalmente incoerente com as práticas. Esta falta de credibilidade tem aumentado os custos da empresa e diminuído a sua capacidade de gerar respostas rápidas ao mercado. Muitos estão com medo ou estão descrentes.
RH - É possível ser líder e controlar o estresse?
Marcia Vespa - Sim, claro. Para controlar o estresse este líder precisa compreender que há varias áreas na vida que precisam ser priorizadas. A saúde física, a saúde familiar, a saúde social e a saúde social são algumas delas. Para ter uma alta performance o líder precisa, obrigatoriamente, ter momentos de lazer, estar com as pessoas que mais fazem sentido na vida dele para não ter a sensação de ausência - mas estar mesmo por inteiro, sem BlackBerry ou laptop a tiracolo - ter um grupo de amigos fora da empresa para discutirem questões de trabalho e se ajudarem mutuamente sem a preocupação com a competição ou com o que será feito com as suas palavras. O líder precisa cuidar de si, oxigenando entre o físico e o intelecto. É fundamental fazer exercícios físicos com frequência, de forma regrada e check-ups periódicos. Todos nós temos as nossas fragilidades, identificá-las e prevenir problemas é sempre mais inteligente e prudente. O problema é que muitos dizem não ter tempo. Então, isso é só o prenúncio que não está doendo tanto, não é mesmo?
RH - Que conselhos a senhora deixaria para os líderes estressados e que não conseguem lidar com esse problema?
Marcia Vespa - Primeiro assumirem que não estão conseguindo lidar com a pressão do mundo externo ou interno. Isso não é demonstração de vulnerabilidade. Pelo contrário, é demonstração declarada do desejo de se melhorar, do desejo de vencer, de ultrapassarem a adversidade. Depois que sejam capazes de entender que absolutamente tudo tem solução. Cuidem-se. Todas as sugestões estão acima. Busquem ajuda. O processo de coaching costuma ajudar bastante no alinhamento dos objetivos pessoais aos organizacionais com foco, estruturação e mudança na forma de pensar. Se você mudar a sua forma de pensar, mudará a forma de fazer. Seja você. Seja feliz! É mais que um dever. É um direito seu.
Palavras-chave: | Marcia Vespa | estilo de lidrança | saúde | qualidade de vida |
quarta-feira, agosto 29, 2012
We All Want to Be Young (Legendado)
Estou sempre analisando a geração Y, pois tenho agora muitos liderados nesta geração e também um filho. Assistam ao video se quiserem entender as mudanças pelas quais passamos nas últimas 3 gerações que resultaram nesta ansiosa e pragmática "geração do Milênio". Certamente, vai nos ajudar a entender que há uma transformação em curso e como lidera-los nas empresas sem perder sua admiração.
segunda-feira, agosto 27, 2012
terça-feira, agosto 21, 2012
As 7 máximas do péssimo funcionário
As 7 máximas do péssimo funcionário
Especialistas listam os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no ambiente de trabalho
Trajetória descendente: seguir o manual do péssimo funcionário é certeza de fracasso na carreira
São Paulo - Algumas atitudes no ambiente de trabalho podem acabar com a imagem de qualquer pessoa e acender o sinal vermelho na empresa. EXAME.com consultou especialistas para listar os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no dia a dia corporativo.
Quem busca sucesso na carreira deve evitar todos eles. Mas quem está interessado em uma curva descendente na vida profissional pode começar a exercitá-los desde já. Confira o que diz o código de conduta às avessas:
1 Comprometimento zero
É a regra de ouro para quem se esforça para ser um péssimo funcionário, na opinião dos especialistas. Envolve uma série de práticas como: deixar de cumprir o que prometeu, não respeitar acordos com clientes, pactos e datas de entrega de projetos. Todos são pontos negativos que vão prejudicando a imagem da pessoa no ambiente de trabalho.
“A empresa vive dos resultados”, diz Jeffrey Abrahams, sócio-fundador da Abrahams Executive Search, consultoria internacional de recrutamento.
“O bom funcionário tem que se virar para fazer a coisa acontecer”, diz, Heitor Mello Peixoto, diretor executivo da Produtive.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.
Colocar empecilhos para cumprir as obrigações certamente não é um comportamento que vai agregar valor a sua conduta na empresa.
2 Apropriar-se das ideias dos outros
Muito comum no mundo dos negócios é uma prática que pode acontecer entre colegas e também na relação entre chefes e subordinados.
“É como o aluno que não faz o trabalho de faculdade e pede para os colegas colocarem o nome dele na apresentação”, compara Peixoto.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.
3 Não aceitar feedbacks
Esse é um calcanhar de Aquiles hoje em dia nas empresas, na opinião de Abrahms. “A resistência aos feedbacks é uma das doenças do mundo corporativo e um dos grandes problemas dos executivos”, diz o especialista.
Avaliações em relação ao trabalho fazem parte do trabalho em equipe e devem ser encaradas como uma forma de crescimento. Segundo ele, há pessoas que não sabem fazer a crítica e há quem não saiba receber.
“Depende muito de como a crítica é feita, mas se ela é adequada, levar para o lado pessoal é um péssimo comportamento”, diz Peixoto.
4 Falar mal de lugares e colegas com quem já trabalhou
É uma conduta “fatal” e que muitas vezes impede até a pessoa de conseguir uma nova oportunidade profissional. “O candidato que chegar à entrevista com o headhunter e tiver este tipo de discurso será desconsiderado”, diz Peixoto.
Mesmo quem já conquistou a cadeira deve evitar críticas a ex-colegas e ou à antiga empresa. “É uma atitude que acaba denegrindo a própria pessoa”, diz Abrahams.
Não importa o quanto a experiência profissional anterior tenha sido negativa, no máximo explique o que aconteceu, mas sem julgamentos. “Falar menos é mais”, diz Abrahams.
5 Puxar o tapete
Há diversas maneiras de prejudicar os colegas de trabalho. Cavar demissões, espalhar boatos maldosos, sabotar projetos alheios são algumas formas.
“Já assisti muitas puxadas de tapete, é uma doença da sociedade”, diz Abrahams. Para ele, há mercados em que esta prática é mais comum. “A questão da ambição é mais exacerbada na área de transações financeiras”, diz.
Este tipo de atitude não cria sustentabilidade nas relações a médio e longo prazo, na opinião do especialista. “Quem sofre uma puxada de tapete não esquece”, explica. O problema nesse caso é a lei do retorno. “Acaba, de uma maneira ou de outra voltando para que fez”, diz o especialista.
6 Chegar sempre atrasado
É um clássico do manual de qualquer péssimo funcionário. Começar o expediente fora de hora e ainda escapar do escritório mais cedo, com frequência, é uma atitude que irrita qualquer gestor.
Mesmo que o trabalho seja bem feito, respeito aos horários de entrada e saída é uma exigência do mundo profissional. “É preferível chegar uma hora antes a chegar cinco minutos atrasado”, diz Abrahams.
7 Descontrole emocional
Gritar, humilhar colegas ou subordinados é um comportamento antiprofissional por excelência. “Quem sai do eixo emocional perde a razão”, diz Abrahams.
Além de deixar o clima pesado na empresa, cria uma cultura do desrespeito no ambiente profissional. “Acaba caindo na questão do assédio moral”, explica o especialista.
Entrar em pânico ao receber um novo desafio na empresa também é um comportamento indicativo de falta de controle emocional. “Certa cautela em relação ao novo é positiva, mas entrar em pânico certamente vai prejudicar o desempenho”, diz Peixoto.
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