Participei do programa Super Bem da Tv Tem opinando sobre o fato das crianças hoje terão muitas atividades extra curriculares e quais os prós e contras que advem desta postura dos pais. Participaram meus queridos alunos do CCAA das turmas do ABC e do CH3.
Veja
terça-feira, março 30, 2010
sexta-feira, março 26, 2010
quarta-feira, março 17, 2010
CURRICULUM PROFISSIONAL - A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA!
Um curriculum deve ser enxuto, objetivo e sem erros. Um bom texto e compreensão sobre o que ressaltar são fatores imprescindíveis. Ao elaborar um curriculum, organize e disponha as informações principais, de forma a facilitar a leitura. Esse detalhe vai realçar a organização do candidato.
Lembre-se que o curriculum é seu cartão de visita. Ele deve causar uma boa impressão a seu respeito. Você nunca terá uma segunda oportunidade de causar uma primeira impressão. Na sociedade em que vivemos, essa tal primeira impressão, infelizmente é a que fica gravada. E como o selecionador terá muitos currículos para selecionar sem a oportunidade de um primeiro encontro presencial do candidato, o contéudo e apresentação do seu currículo será vital para ser chamado para uma entrevista, ou ser descartado na pilha dos indesejáveis.
Currículos com erros de português, clichês ou estrutura de texto não apropriada só comprometem o candidato. Já um roteiro claro e lógico colabora para que o profissional conquiste espaço e seja classificado entre os que farão a entrevista.
Seja sempre objetivo. O curriculum deve ser específico e não genérico. Vá direto ao assunto. Coloque-se no lugar do selecionador (empresa). Pense quais informações são relevantes para uma avaliação correta do seu perfil.
Atenção: Nunca assine um currículum, ele é um “cartão de visita ampliado”. Se julgar conveniente redija uma carta de apresentação, ressaltando suas qualidades e seus planos. Essa carta sim deverá ser assinada.
Explore resultados positivos obtidos em seus empregos anteriores. Forneça números. Isso mostra conhecimento e dá credibilidade.
Não envie fotocópias, não rasure, cuidado com curriculum pré-impresso (papelaria) e faça seu curriculum em sulfite A4, branca, com impressão em preto. É simplesmente preto no branco!
Procure evitar o uso de pronomes pessoais nas frases - coisas do tipo "eu desenvolvi um projeto", substituindo por algo como "desenvolvimento de projeto". O uso excessivo do pronome "eu" pode dar a idéia de um profissional egocêntrico e prepotente.
Por fim, não inclua referências pessoais, nem pretensão salarial, e sim referências profissionais. Ou seja, dê o nome e telefone da pessoa que poderá oferecer referências de sua atuação profissional nos últimos empregos. Quando solicitada, as referências pessoais devem seguir em uma folha anexa e a pretensão salarial, incluída na carta de apresentação.
Veja abaixo o que um curriculum profissional deve ter:
Tamanho: Duas a três páginas, no máximo para pessoas com boas experiências. Para iniciantes, uma página é o suficiente.
Tipologia: Prefira as fontes: Arial, Courier, Times New Roman ou Verdana, por serem mais legíveis. Fonte (corpo): 12 ou 14.
Não aplique cores e muitos recursos no texto do currículo. O texto limpo é uma das garantias de que o selecionador não vai se cansar de ler. Coloridos e excessos de marcadores atrapalham a leitura.
Dados Pessoais: Nome completo, endereço, telefones (residencial, celular), e-mail, nacionalidade, idade e estado civil. Não deve se colocar números de documentos.
Não cite detalhes dos dados pessoais como nomes de filhos e parentes Os selecionadores não querem perder tempo lendo detalhes que podem ser conferidos depois. Portanto, não mencione essas informações.
Objetivo: Deixe claro o cargo ou função que pretende e sua área de atuação. Nunca descreva mais de um cargo por curriculum.
Perfil Profissional: Se você já tem experiência, descreva em poucas palavras as maiores habilidades. Por exemplo, “dez anos de experiência na área de logística”. Dê ênfase aos diferenciais, como o desenvolvimento que teve em seus trabalhos anteriores e as metas que conseguiu atingir. Caso não tenha experiência, procure citar suas habilidades e competências que vão de encontro aos pré-requisitos do cargo ou função a qual você está se candidatando.
Formação: Escreva seu grau de escolaridade, começando pelo curso mais recente. Não esqueça o nome da instituição, o ano de início e de término. Em casos de curso superior coloque as informações mesmo que não tenha concluído o curso. Também não é preciso relacionar graus anteriores, a não ser que tais cursos sejam técnicos e tenham a ver direta ou indiretamente com a área pretendida nesse curriculum.
Cursos de Aperfeiçoamento: Liste apenas aqueles que têm relação com o cargo pretendido. Não se esqueça de mencionar o nome da instituição onde fez o curso. Informações desatualizadas
podem fazer com que você perca a vaga ao emprego.
Informática: Coloque os programas que você realmente domina: Windows. Linux, Word. Excel, Power Point, Internet, Web Desing, Autocad etc.
Idiomas: A empresa quer saber qual o seu grau de domínio. Se não é fluente, é melhor dizer a verdade.
Experiência Profissional: Relacione as empresas onde trabalhou, iniciando pela mais recente. Informe o período, a função que exercia e qual área você atuava. Evite, por exemplo, mencionar no currículo as razões pelas quais você deixou os empregos anteriores ou o fato de você estar com o nome sujo no mercado. Esses assuntos só devem ser mencionados durante a entrevista, se o recrutador perguntar.
Lembre-se: O curriculum é a peça-chave que vai abrir, ou fechar, a porta para um novo emprego. Sucesso na sua próxima entrevista de seleção!
Lembre-se que o curriculum é seu cartão de visita. Ele deve causar uma boa impressão a seu respeito. Você nunca terá uma segunda oportunidade de causar uma primeira impressão. Na sociedade em que vivemos, essa tal primeira impressão, infelizmente é a que fica gravada. E como o selecionador terá muitos currículos para selecionar sem a oportunidade de um primeiro encontro presencial do candidato, o contéudo e apresentação do seu currículo será vital para ser chamado para uma entrevista, ou ser descartado na pilha dos indesejáveis.
Currículos com erros de português, clichês ou estrutura de texto não apropriada só comprometem o candidato. Já um roteiro claro e lógico colabora para que o profissional conquiste espaço e seja classificado entre os que farão a entrevista.
Seja sempre objetivo. O curriculum deve ser específico e não genérico. Vá direto ao assunto. Coloque-se no lugar do selecionador (empresa). Pense quais informações são relevantes para uma avaliação correta do seu perfil.
Atenção: Nunca assine um currículum, ele é um “cartão de visita ampliado”. Se julgar conveniente redija uma carta de apresentação, ressaltando suas qualidades e seus planos. Essa carta sim deverá ser assinada.
Explore resultados positivos obtidos em seus empregos anteriores. Forneça números. Isso mostra conhecimento e dá credibilidade.
Não envie fotocópias, não rasure, cuidado com curriculum pré-impresso (papelaria) e faça seu curriculum em sulfite A4, branca, com impressão em preto. É simplesmente preto no branco!
Procure evitar o uso de pronomes pessoais nas frases - coisas do tipo "eu desenvolvi um projeto", substituindo por algo como "desenvolvimento de projeto". O uso excessivo do pronome "eu" pode dar a idéia de um profissional egocêntrico e prepotente.
Por fim, não inclua referências pessoais, nem pretensão salarial, e sim referências profissionais. Ou seja, dê o nome e telefone da pessoa que poderá oferecer referências de sua atuação profissional nos últimos empregos. Quando solicitada, as referências pessoais devem seguir em uma folha anexa e a pretensão salarial, incluída na carta de apresentação.
Veja abaixo o que um curriculum profissional deve ter:
Tamanho: Duas a três páginas, no máximo para pessoas com boas experiências. Para iniciantes, uma página é o suficiente.
Tipologia: Prefira as fontes: Arial, Courier, Times New Roman ou Verdana, por serem mais legíveis. Fonte (corpo): 12 ou 14.
Não aplique cores e muitos recursos no texto do currículo. O texto limpo é uma das garantias de que o selecionador não vai se cansar de ler. Coloridos e excessos de marcadores atrapalham a leitura.
Dados Pessoais: Nome completo, endereço, telefones (residencial, celular), e-mail, nacionalidade, idade e estado civil. Não deve se colocar números de documentos.
Não cite detalhes dos dados pessoais como nomes de filhos e parentes Os selecionadores não querem perder tempo lendo detalhes que podem ser conferidos depois. Portanto, não mencione essas informações.
Objetivo: Deixe claro o cargo ou função que pretende e sua área de atuação. Nunca descreva mais de um cargo por curriculum.
Perfil Profissional: Se você já tem experiência, descreva em poucas palavras as maiores habilidades. Por exemplo, “dez anos de experiência na área de logística”. Dê ênfase aos diferenciais, como o desenvolvimento que teve em seus trabalhos anteriores e as metas que conseguiu atingir. Caso não tenha experiência, procure citar suas habilidades e competências que vão de encontro aos pré-requisitos do cargo ou função a qual você está se candidatando.
Formação: Escreva seu grau de escolaridade, começando pelo curso mais recente. Não esqueça o nome da instituição, o ano de início e de término. Em casos de curso superior coloque as informações mesmo que não tenha concluído o curso. Também não é preciso relacionar graus anteriores, a não ser que tais cursos sejam técnicos e tenham a ver direta ou indiretamente com a área pretendida nesse curriculum.
Cursos de Aperfeiçoamento: Liste apenas aqueles que têm relação com o cargo pretendido. Não se esqueça de mencionar o nome da instituição onde fez o curso. Informações desatualizadas
podem fazer com que você perca a vaga ao emprego.
Informática: Coloque os programas que você realmente domina: Windows. Linux, Word. Excel, Power Point, Internet, Web Desing, Autocad etc.
Idiomas: A empresa quer saber qual o seu grau de domínio. Se não é fluente, é melhor dizer a verdade.
Experiência Profissional: Relacione as empresas onde trabalhou, iniciando pela mais recente. Informe o período, a função que exercia e qual área você atuava. Evite, por exemplo, mencionar no currículo as razões pelas quais você deixou os empregos anteriores ou o fato de você estar com o nome sujo no mercado. Esses assuntos só devem ser mencionados durante a entrevista, se o recrutador perguntar.
Lembre-se: O curriculum é a peça-chave que vai abrir, ou fechar, a porta para um novo emprego. Sucesso na sua próxima entrevista de seleção!
quinta-feira, março 11, 2010
CURSO DE INICIAÇAÕ AO COACHING - 05 E 06/03
Fotos do Curso de Iniciação ao coaching ministrado pela Officina do Coach nos dias 05 e 06/03/2010 com Certificação da Lambent do Brasil.
Quero parabenizar meus queridos "coachees" participantes e agradecer as empresas presentes: Lig Massas, Botica Artesanal, Franqueadora Carmen Steffens (Franca), Frigorífico Minerva, Revista Saude RP, CCAANovo Horizonte, Paula Levy Personal Organizer, Cosenza Fisioterapia, TMO - Tania Olmedo e Escritório Contábil Sonia Borges de Ilha Solteira.
Sucesso a todos em seus planos de ação!

Quero parabenizar meus queridos "coachees" participantes e agradecer as empresas presentes: Lig Massas, Botica Artesanal, Franqueadora Carmen Steffens (Franca), Frigorífico Minerva, Revista Saude RP, CCAANovo Horizonte, Paula Levy Personal Organizer, Cosenza Fisioterapia, TMO - Tania Olmedo e Escritório Contábil Sonia Borges de Ilha Solteira.
Sucesso a todos em seus planos de ação!

PALESTRA NA CONFRATERNIZAÇÃO DO GRUPO AMERICANFLEX - DEZ 2009

Palestra proferida por mim no Buffet Clever Casado por ocasião do fechamento do ano da equipe de vendas do Grupo Americanflex. O evento proporcionou uma reflexão sobre as conquistas de 2009 e as novas metas para a equipe no ano de 2010! Parabéns a toda a equipe e meus agradecimento a Jane Jardini pela confiança em meu trabalho! Muito sucesso a todos!

quarta-feira, março 10, 2010
MULHERES EMPREENDEDORAS. O QUE APRENDER COM ELAS
Maioria entre os donos dos novos negócios, elas ganham espaço com um jeito muito próprio de tocar suas empresas
Por Katia Simões (Revista PEGN)
Sinceras a ponto de revelar que nunca pararam para pensar como administram o próprio negócio, as irmãs Roseli Vaz, 39 anos, e Vera Vaz, 40 anos, donas da Sparkkli Home, empresa de cosméticos paulistana voltada ao bem-estar, acreditam que parte do segredo do bom desempenho está na visão global do negócio e na boa dose de sensibilidade e emoção que depositam em cada tarefa. "Os homens são mais práticos, guiam-se quase que 100% pelos números e não contam com a intuição, um ingrediente forte no dia a dia feminino", diz Roseli.
Foi por levar em conta a própria intuição que elas, há quatro anos, enveredaram pela área da beleza, deixando para trás a importação de roupas, um negócio à primeira vista mais rentável. "O que não tem que ser, não é. As portas vão se fechando sem você saber o porquê", afirma a empresária. "Quando as coisas têm que acontecer, tudo flui."
As sócias ressaltam, porém, que não basta ter sensibilidade. É preciso conhecer o mercado e pesquisar muito. Foi somando as duas coisas que elas decidiram investir na linha de home spa, desenvolvendo produtos para serem usados em casa, mas com os mesmos princípios do spa. Deu certo. A Sparkkli Home tem 100 itens em linha, uma loja própria e faturou no ano passado R$ 1,3 milhão.
Para Rosângela Cassiano, psicóloga e personal coaching, intuição, sensibilidade, facilidade de ouvir o outro e humildade para reconhecer as dificuldades e erros mais rapidamente são traços positivos da gestão feminina, mas não devem ser os únicos. "As mulheres para serem completas precisam assimilar alguns comportamentos tipicamente masculinos, como a praticidade, menor grau de impulsividade e planejamento no papel", diz a consultora. "Elas acreditam tanto que as coisas vão dar certo que, muitas vezes, se esquecem de planejar o negócio e tomam decisões precipitadas." Mas, no âmbito geral, segundo a especialista, não há como negar que eles podem aprender muito com o jeito feminino de liderar. Afinal, sobram coragem e disposição para enfrentar desafios, mesmo que para isso seja preciso fazer dez coisas ao mesmo tempo.
PERSONALIDADE MARCANTE
Saiba quais são os pontos fortes da liderança feminina e em que áreas as mulheres precisam melhorar
NOTA 10
• Apresentam um estilo de comunicação assertivo para expor suas ideias e estratégias para a gestão do negócio, o que facilita a compreensão de suas orientações na delegação de responsabilidades.
• Mostram um estilo de liderança envolvente e gostam de levar as pessoas a pensar da mesma forma que elas. Assim, conquistam o apoio e o comprometimento da equipe em relação aos objetivos comuns.
• São rápidas e voltadas a resultados. Tendem a imprimir um ritmo acelerado à administração e sentem necessidade de realizar tarefas de imediato.
• Demonstram nos relacionamentos a empatia necessária para escutar as pessoas e perceber as necessidades de sua equipe, o que lhes permite realizar orientações personalizadas e bem direcionadas.
• Revelam flexibilidade para seus conceitos e para escutar pontos de vista diferentes dos seus durante a busca de soluções, o que favorece a avaliação de alternativas, enriquecendo o processo decisório.
• São ágeis na tomada de decisões, podendo transmitir um referencial de liderança positivo, enfatizando o dinamismo e o foco em resultados.
• Revelam maior motivação pelo relacionamento e interagem com clientes, fornecedores e parceiros estratégicos com desenvoltura. Essa condição favorece a implantação de um ambiente amistoso de trabalho.
• Gostam de lidar com questões mais complexas em seu trabalho, o que as ajuda a compreender as estratégias de negócios e a implementar as mesmas na gestão de suas equipes, podendo identificar oportunidades e buscar soluções para atingir os resultados.
OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO
• Podem aprimorar o seu estilo de organização pessoal ao definir melhor suas prioridades na agenda e administrar as interrupções em seu dia-a-dia. Para tanto, é importante que desenvolvam técnicas para administração do tempo.
• É importante desenvolver maneiras de lidar de forma construtiva com críticas e objeções que possam surgir ao seu trabalho. Aqui é importante pesar mais a razão do que a emoção.
• Devem controlar o ritmo diante de problemas que exijam uma abordagem mais analítica, realizando uma pesquisa mais detalhada para avaliar a melhor solução para a tomada de decisão, ou cercando-se de pessoas que tenham essa característica, a fim de complementarem seus perfis.
• Podem se beneficiar ao dedicar mais tempo à análise de problemas e ao exercício da criatividade na busca de soluções, a fim de apostar em novas ideias e em projetos ainda não vivenciados em sua trajetória empreendedora, aplicando, quando possível, mais ousadia em seus processos decisórios.
Fontes: Pesquisa da Executiva Brasileira realizada pela Caliper Estratégias Humanas do Brasil e HSM
Por Katia Simões (Revista PEGN)
Sinceras a ponto de revelar que nunca pararam para pensar como administram o próprio negócio, as irmãs Roseli Vaz, 39 anos, e Vera Vaz, 40 anos, donas da Sparkkli Home, empresa de cosméticos paulistana voltada ao bem-estar, acreditam que parte do segredo do bom desempenho está na visão global do negócio e na boa dose de sensibilidade e emoção que depositam em cada tarefa. "Os homens são mais práticos, guiam-se quase que 100% pelos números e não contam com a intuição, um ingrediente forte no dia a dia feminino", diz Roseli.
Foi por levar em conta a própria intuição que elas, há quatro anos, enveredaram pela área da beleza, deixando para trás a importação de roupas, um negócio à primeira vista mais rentável. "O que não tem que ser, não é. As portas vão se fechando sem você saber o porquê", afirma a empresária. "Quando as coisas têm que acontecer, tudo flui."
As sócias ressaltam, porém, que não basta ter sensibilidade. É preciso conhecer o mercado e pesquisar muito. Foi somando as duas coisas que elas decidiram investir na linha de home spa, desenvolvendo produtos para serem usados em casa, mas com os mesmos princípios do spa. Deu certo. A Sparkkli Home tem 100 itens em linha, uma loja própria e faturou no ano passado R$ 1,3 milhão.
Para Rosângela Cassiano, psicóloga e personal coaching, intuição, sensibilidade, facilidade de ouvir o outro e humildade para reconhecer as dificuldades e erros mais rapidamente são traços positivos da gestão feminina, mas não devem ser os únicos. "As mulheres para serem completas precisam assimilar alguns comportamentos tipicamente masculinos, como a praticidade, menor grau de impulsividade e planejamento no papel", diz a consultora. "Elas acreditam tanto que as coisas vão dar certo que, muitas vezes, se esquecem de planejar o negócio e tomam decisões precipitadas." Mas, no âmbito geral, segundo a especialista, não há como negar que eles podem aprender muito com o jeito feminino de liderar. Afinal, sobram coragem e disposição para enfrentar desafios, mesmo que para isso seja preciso fazer dez coisas ao mesmo tempo.
PERSONALIDADE MARCANTE
Saiba quais são os pontos fortes da liderança feminina e em que áreas as mulheres precisam melhorar
NOTA 10
• Apresentam um estilo de comunicação assertivo para expor suas ideias e estratégias para a gestão do negócio, o que facilita a compreensão de suas orientações na delegação de responsabilidades.
• Mostram um estilo de liderança envolvente e gostam de levar as pessoas a pensar da mesma forma que elas. Assim, conquistam o apoio e o comprometimento da equipe em relação aos objetivos comuns.
• São rápidas e voltadas a resultados. Tendem a imprimir um ritmo acelerado à administração e sentem necessidade de realizar tarefas de imediato.
• Demonstram nos relacionamentos a empatia necessária para escutar as pessoas e perceber as necessidades de sua equipe, o que lhes permite realizar orientações personalizadas e bem direcionadas.
• Revelam flexibilidade para seus conceitos e para escutar pontos de vista diferentes dos seus durante a busca de soluções, o que favorece a avaliação de alternativas, enriquecendo o processo decisório.
• São ágeis na tomada de decisões, podendo transmitir um referencial de liderança positivo, enfatizando o dinamismo e o foco em resultados.
• Revelam maior motivação pelo relacionamento e interagem com clientes, fornecedores e parceiros estratégicos com desenvoltura. Essa condição favorece a implantação de um ambiente amistoso de trabalho.
• Gostam de lidar com questões mais complexas em seu trabalho, o que as ajuda a compreender as estratégias de negócios e a implementar as mesmas na gestão de suas equipes, podendo identificar oportunidades e buscar soluções para atingir os resultados.
OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO
• Podem aprimorar o seu estilo de organização pessoal ao definir melhor suas prioridades na agenda e administrar as interrupções em seu dia-a-dia. Para tanto, é importante que desenvolvam técnicas para administração do tempo.
• É importante desenvolver maneiras de lidar de forma construtiva com críticas e objeções que possam surgir ao seu trabalho. Aqui é importante pesar mais a razão do que a emoção.
• Devem controlar o ritmo diante de problemas que exijam uma abordagem mais analítica, realizando uma pesquisa mais detalhada para avaliar a melhor solução para a tomada de decisão, ou cercando-se de pessoas que tenham essa característica, a fim de complementarem seus perfis.
• Podem se beneficiar ao dedicar mais tempo à análise de problemas e ao exercício da criatividade na busca de soluções, a fim de apostar em novas ideias e em projetos ainda não vivenciados em sua trajetória empreendedora, aplicando, quando possível, mais ousadia em seus processos decisórios.
Fontes: Pesquisa da Executiva Brasileira realizada pela Caliper Estratégias Humanas do Brasil e HSM
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
FAÇA SUA INSCRIÇÃO PARA O CURSO DE INICIAÇÃO AO COACHING
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www.ccaajustkids.com/coach
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segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Com ou sem crise, cresce procura por coaching para alavancar carreira
Com ou sem crise, cresce procura por coaching para alavancar carreira
20 de janeiro de 2010 às 00:06
Por Equipe InfoMoney - InfoMoney
Conseguir alavancar a carreira, para muitos, não é só uma questão de oportunidade ou especialização. Não são poucos os profissionais que, munidos de um currículo invejável, não conseguem o cargo que gostariam dentro da empresa onde atuam ou mesmo se realocar no mercado de trabalho. Assim como não são poucos aqueles que procuram por auxílio especializado para conseguir os objetivos profissionais que almejam.
“Não existe um momento específico para se procurar um coaching”, afirma Wilson Roberto Lourenço, sócio-diretor da Compass, consultoria especializada em desenvolvimento humano, empresarial, gestão de pessoas, liderança, empreendedorismo e coaching – técnica na qual uma pessoa se compromete em apoiar outra a atingir um determinado objetivo.
A busca por um coaching por pessoas que buscam crescimento profissional vem crescendo nos últimos anos. E a crise não foi um divisor de águas para essa procura. “O que houve foi um aquecimento natural desse segmento nos últimos anos”, diz o especialista. “O que a gente pode afirmar é que o coaching já vem se destacando como uma ferramenta muito forte para pessoa física e jurídica há algum tempo”.
Razões específicas
De acordo com Lourenço, existem três tipos de pessoas a procura de um coaching:
O primeiro é o profissional de Recursos Humanos ou executivo – que procuram esse tipo de profissional para auxiliar uma pessoa específica da empresa. “Nesse caso, é direcionado para alguém que irá comandar um projeto ou liderar uma equipe”, exemplifica.
O segundo tipo de profissional que busca por um coaching é aquele que o faz por conta própria. “Aquele profissional que tem algum receio ou que está sendo cobrado por resultados”.
O terceiro perfil mais comum que o especialista identifica é a pessoa física que está repensando seus caminhos profissionais. “Aquele que está repensando a carreira”, conta Lourenço.
Segundo ele, é possível constatar que as pessoas que procuram esse tipo de profissional o fazem, de maneira geral, por dois motivos. “Ou ele busca um auto-desenvolvimento, procurando o profissional por conta própria, ou ele já está em um momento de crise, no qual já existe uma cobrança por parte de algum líder”, explica Lourenço.
Objetivos e bolsos específicos
Buscar por um coaching para alavancar a carreira não é o mesmo de fazer terapia. A diferença, ressalta Lourenço, é que com o coaching há um prazo de início e fim do processo. “Os profissionais sérios de coaching fazem um contrato em que há uma garantia de resultado”, explica.
De maneira geral, a pessoa realiza de oito a 12 encontros com o coaching, de cerca de uma hora cada. Nesses encontros, metas são estabelecidas e a pessoa é incentivada a alcançá-las. “Ela é estimulada a caminhar sozinha”, ressalta Lourenço.
A consultoria varia muito de acordo com a meta e com o gabarito do profissional que a procura. Por conta disso, também variam os preços cobrados por esse tipo de serviço. Para cada hora, o valor de uma consultoria personalizada pode ser de R$ 150 a R$ 1,2 mil. “Existem muitas variáveis, depende muito de quem é o assessorado”, ressalta o especialista.
20 de janeiro de 2010 às 00:06
Por Equipe InfoMoney - InfoMoney
Conseguir alavancar a carreira, para muitos, não é só uma questão de oportunidade ou especialização. Não são poucos os profissionais que, munidos de um currículo invejável, não conseguem o cargo que gostariam dentro da empresa onde atuam ou mesmo se realocar no mercado de trabalho. Assim como não são poucos aqueles que procuram por auxílio especializado para conseguir os objetivos profissionais que almejam.
“Não existe um momento específico para se procurar um coaching”, afirma Wilson Roberto Lourenço, sócio-diretor da Compass, consultoria especializada em desenvolvimento humano, empresarial, gestão de pessoas, liderança, empreendedorismo e coaching – técnica na qual uma pessoa se compromete em apoiar outra a atingir um determinado objetivo.
A busca por um coaching por pessoas que buscam crescimento profissional vem crescendo nos últimos anos. E a crise não foi um divisor de águas para essa procura. “O que houve foi um aquecimento natural desse segmento nos últimos anos”, diz o especialista. “O que a gente pode afirmar é que o coaching já vem se destacando como uma ferramenta muito forte para pessoa física e jurídica há algum tempo”.
Razões específicas
De acordo com Lourenço, existem três tipos de pessoas a procura de um coaching:
O primeiro é o profissional de Recursos Humanos ou executivo – que procuram esse tipo de profissional para auxiliar uma pessoa específica da empresa. “Nesse caso, é direcionado para alguém que irá comandar um projeto ou liderar uma equipe”, exemplifica.
O segundo tipo de profissional que busca por um coaching é aquele que o faz por conta própria. “Aquele profissional que tem algum receio ou que está sendo cobrado por resultados”.
O terceiro perfil mais comum que o especialista identifica é a pessoa física que está repensando seus caminhos profissionais. “Aquele que está repensando a carreira”, conta Lourenço.
Segundo ele, é possível constatar que as pessoas que procuram esse tipo de profissional o fazem, de maneira geral, por dois motivos. “Ou ele busca um auto-desenvolvimento, procurando o profissional por conta própria, ou ele já está em um momento de crise, no qual já existe uma cobrança por parte de algum líder”, explica Lourenço.
Objetivos e bolsos específicos
Buscar por um coaching para alavancar a carreira não é o mesmo de fazer terapia. A diferença, ressalta Lourenço, é que com o coaching há um prazo de início e fim do processo. “Os profissionais sérios de coaching fazem um contrato em que há uma garantia de resultado”, explica.
De maneira geral, a pessoa realiza de oito a 12 encontros com o coaching, de cerca de uma hora cada. Nesses encontros, metas são estabelecidas e a pessoa é incentivada a alcançá-las. “Ela é estimulada a caminhar sozinha”, ressalta Lourenço.
A consultoria varia muito de acordo com a meta e com o gabarito do profissional que a procura. Por conta disso, também variam os preços cobrados por esse tipo de serviço. Para cada hora, o valor de uma consultoria personalizada pode ser de R$ 150 a R$ 1,2 mil. “Existem muitas variáveis, depende muito de quem é o assessorado”, ressalta o especialista.
sábado, fevereiro 20, 2010
PROFISSÕES DO FUTURO - REVISTA BEM ESTAR

Profissionais em liderança dão dicas das carreiras mais promissoras; destaque para profissões
ligadas às áreas de tecnologia e meio ambiente
Helen Ventura
helen.ventura@diarioweb.com.br
A escolha da profissão chega cedo para a maioria das pessoas. Aos 16, 17 anos, os estudantes
têm de enfrentar vestibulares e optar pela carreira que deverão seguir. Porém, é comum encontrar profissionais que não se adaptaram à escolha e querem mudar de ramo.
Mas, como saber qual é o mais vantajoso ou atraente?
Para o empresário Silvio Celestino, coach de executivos, as profissões ligadas à tecnologia
e meio ambiente despontam entre as mais promissoras. “Profissionais especializados
em redes sociais, tecnologia da informação, advogados especialistas em crimes cibernéticos,
geólogos e especialistas em meio ambiente são as tendências para os próximos anos”, diz.
No ramo da internet, segundo Celestino, o advento de sites de relacionamento como Facebook
e Twitter provoca a migração de propagandas de TV, rádio e jornais para dentro dessas redes sociais. “Elas se tornarão assim decisivas para a estratégia de marketing das empresas e quem souber como fazer terá grande oportunidade de carreira no futuro.”
De acordo com a empresária e executive coach Ada Maria de Assis e Silva, os avanços
tecnológicos são os principais causadores do surgimento de profissões no mercado. “É importante ressaltar que, quandouma profissão passa a ser consideradade futuro, um grande número de escolas passa a oferecê-la e, quatro ou cinco anos depois, vai haver um grande número de profissionais para essa área.”
No entanto, de acordo com Celestino, a estrutura educacionale as famílias não têm produzido
profissionais qualificados em quantidade suficiente, o que tem gerado mais uma fonte
de renda no mercado de trabalho: instrutores para a formação de profissionais operacionais
e coaches para a formação de líderes empresariais. “Também destaco a carreira de especialista em segurança do trabalho. O crescimento continuado nas áreas de petróleo,construção civil e mineraçãoirão demandar engenheiros de segurança e demais profissionais relacionados ao tema
em todos estes setores”, diz.
Já Ada reforça que, independente da carreira escolhida, é importante que o profissional apresente competências profissionais além do diploma, principalmente as comportamentais,
para conquistar uma vaga.
Contrapartida
O avanço tecnológico também será o responsável pelo desaparecimento de algumas profissões que, com o tempo,serão desnecessárias. Como exemplo, Ada cita os corretores de imóveis, ascensoristas, frentistas de posto de combustíveis, cobradores de ônibus, telefonistas, caixa de
banco, arquivistas, carteiros, despachantes, vendedor de automóveis, agente de seguros,
impressores e estenógrafos. “Os profissionais remanescentes da estenografia funcionam em tribunais e em muitos escritórios ainda. Mas os softwares sofisticados de reconhecimento de voz devem tomar o lugar deles em breve. No caso dos frentistas, nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, essa profissão já não existe.”
AS PROFISSÕES MAIS QUENTES
GASTRONOMIA
O que faz?
O profissional domina os métodos de segurança alimentar e de planejamento e produção de cardápios de restaurantes de cozinha internacional e nacional, hotéis, redes de lanchonetes,
bufês, empresas de serviços alimentícios, companhias aéreas e até hospitais.
Salário inicial: R$ 1.600.
ENGENHARIA DE PETRÓLEO
O que faz?
É responsável pelo apoio e gerenciamento das empresas ligadas ao setor do petróleo. Entre as
principais funções estão: aplicar e avaliar a qualidade dos produtos, aplicar a legislação do
setor e atuar no controle de acidentes de trabalho e ambientais.
Salário médio: R$ 1.061
TURISMO
O que faz?
Organiza roteiros turísticos e ecoturísticos,
atua em restaurantes, casas noturnas e hotéis na coordenação, gestão e operacionalização da área, administra hotéis e supervisiona os serviços oferecidos aos hóspedes, identifica o potencial
turístico e elabora estratégias de exploração nesse segmento num município, estado ou região.
Salário inicial R$ 1.079.
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
O que faz?
Planeja ações dos governos federal, estadual ou municipal nos setores político, econômico,
comercial, social e cultural, coleta dados e elabora relatórios sobre a conjuntura internacional para órgãos governamentais, empresas privadas e ONGs, identifica oportunidades de comércio com outros países e intermedia a importação e a exportação de produtos.
Salário inicial: R$ 1.942
(analista júnior de comércio exterior)
BIOMEDICINA
O que faz?
Um das carreiras mais promissoras do setor de saúde, o profissional desta áreapesquisa as doenças, o desenvolvimento e a possível cura. O biomédico também pode realizar exames clínicos em laboratórios e hospitais, assinando os respectivos laudos para identificar agentes causadores de doenças, além de estudar a estrutura e a forma dos organismos.
Salário inicial: R$
2.236 (analista clínico)
ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES
O que faz?
Cria, projeta, constrói, implanta, opera e gerencia sistemas e redes de telecomunicações, inclusive comunicações de dados, como internet, planeja sistemas de transmissão de dados digitais por meio de cabos ópticos e satélites, além de gerenciar a implantação, a tarifação, a configuração e a operação de redes de telecomunicações.
Salário inicial: R$ 1.489
(engenheiro júnior)
EMPREGOS VERDES
A executive coach Ada Silva destaca que os empregos “verdes” serão os mais promissores no futuro. O termo se refere às profissões que, ao mesmo tempo em que promovem o progresso econômico, contribuem com a restauração da qualidade do meio ambiente. Ele também abrange as ocupações que ajudam a proteger a flora, a fauna, e reduzem o consumo de energia, de recursos naturais e de água.
AGRÔNOMO
O que faz?
É responsável pela manutenção de recursos naturais renováveis e ambientais. Como encarregado da elaboração de documentos, também presta serviços em consultoria na área agrícola e na criação de animais.
Salário médio: R$ 2.954.
PAISAGISTA
O que faz?
Profissionais com formação em cursos de tecnólogo de design de interiores podem atuar nessa área. O profissional é o responsável por lidar com as plantas quedecoram o ambiente. Atua em propriedades privadas e públicas. Seu desafio é trabalhar com a vegetação sem causar danos
ambientais.
Salário médio: de R$ 4 mil a R$ 5 mil.
GERENTE DE OBRAS
O que faz?
Atua como um tipo de gestor ambiental na organização das obras. Ele se encarrega do material que será usado, do cuidado com o desperdício, com as sobras do material do empreendimento e dos processos de reciclagem. Cabe a ele garantir que a construção polua o menos possível.
Salário médio: de R$ 5 mil a R$ 10 mil.
BIOTECNÓLOGO
O que faz?
Desenvolve produtos para a indústria médica, de bebidas e de alimentação com preocupação voltada para a ecologia. Na biomedicina, pode atuar no desenvolvimento de vacinas. Já
na agroindústria, cuida da
produção pecuária e desenvolve
bioinseticidas e sementes.
Salário médio: de R$ 2,5 mil a R$ 4 mil.
BIÓLOGO
O que faz?
Pode atuar como pesquisador, consultor, supervisor de ações nas áreas da saúde humana e coletiva, saneamento e preservação do meio ambiente. Há também a opção de seguir carreira acadêmica,assumindo a posição de professor.
Salário médio: R$ 1.778.
ENGENHEIRO AMBIENTAL
O que faz?
Promove o desenvolvimento econômico sustentável, ou seja, respeita os limites de recursos naturais. Seu foco é preservar a qualidade da água, do ar e do solo fazendo estudos de impacto ambiental, além de propor soluções ecologicamente corretas. Também trabalha no planejamento e gestão ambiental de grandes indústrias e empresas.
Salário médio: R$ 4.528.
ADVOGADO DE DIREITO AMBIENTAL
O que faz?
Lida com todas as questões legais do meio ambiente, de processos contra empresas que desmatam a ações preventivas para a implantação de projetos que afetam o uso de recursos
naturais, entre outros. É preciso ter graduação em direito.
Salário médio: R$ 3.714.
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
NAS SUAS MÃOS

REPORTAGEM SOBRE FELICIDADE INDIVIDUAL OU NO CASAMENTO PUBLICADA HOJE NO JORNAL DIÁRIO DA REGIÃO - NO CADERNO VIDA E ARTE.
Muitas pessoas acham que só podem ser completas e felizes se tiverem um parceiro. Mas considerar que um relacionamento será fonte segura de felicidade é um erro. A felicidade
nunca é propriedade da outra pessoa, ou seja, cada um tem força suficiente de ser feliz
independente do outro. Aquele que acredita que colocar uma aliança no dedo anelar da mão
esquerda é garantia de um final feliz, é justamente quem mais tem chance de se decepcionar e
sofrer.
É muito perigoso, de acordo com o psicólogo e psicoterapeuta Renato Dias Martino, depositar todas as expectativas. “O casamento pode ser uma fonte de felicidade quando fizer parte de uma construção desse estado de espírito. Nada que é real pode trazer certa fonte inesgotável de felicidade. Uma união feliz só se dá entre pessoas que criam situações felizes.”
A felicidade é da pessoa que a experimenta e nunca está depositada numa outra. A felicidade
está relacionada ao bem-estar individual, que se prova em maior ou menor grau e em diversas situações e decorrente de inúmeras situações desencadeadoras. “A felicidade plena é praticamente inafiançável, mas sua ideia é tão envolvente que nos impulsiona a crescer e querer nos relacionar com a finalidade de provar, mesmo que em parte, suas delícias e prazeres”, afirma
Ana Monachesi, psicóloga e especialista em sexualidade.
Para Ada Maria de Assis e Silva, educadora, gestora de negócios e personal coach, o melhor caminho para ter momentos de felicidade é o autoconhecimento, o diálogo interno, a autoestima, a opinião e o sentimento que temos de nós mesmos, de como somos capazes de respeitar, confiar e gostar de nós mesmos. “Somente quando temos uma elevada autoestima podemos fazer boas escolhas nos nossos relacionamentos e manter nossas relações saudáveis.”
De acordo com Ada Maria, a felicidade plena e absoluta não existe. Também não existe
receita, manual que possa dar garantia plena de viver 100% feliz. A busca é por mais momentos
de sensação de felicidade. “Descobrindo nossas necessidades, nossas metas, como e quando
alcançá-las, saber reconhecer limites, respeitando e se fazendo respeitar, sabendo nos
diferenciar do outro, é um começo. E nessa busca, cabe a cada um criar sua receita e escrever
seu manual do que é sua própria sensação de felicidade”
Segundo Martino, podemos melhorar nossas uniões responsabilizando-nos por nossa própria tristeza e retirando da mão do outro a tarefa de nos fazer feliz. “É preciso tentar tolerar as tristezas ou intemperanças do outro em prol da união, respeitando a necessidade de cada um em
ficar algum tempo sozinho.”
Martino diz que para aumentar a felicidade e estimular o mesmo sentimento no parceiro
é preciso propor a si mesmo um modo feliz de viver, ou seja, uma vida onde exista espaço
para momentos felizes, que serão assim valorizados e cultivados.
“Para compartilhar isso com o outro, é necessário que ele também espere isso para si,
do contrário, será difícil viver a felicidade ao lado de alguém que não é capaz.”
A base para um bom casamento, de acordo com Ada Maria, é ter os mesmos valores e
propósitos. Senão, cada um vai para seu canto, porque as expectativas individuais são diferentes.
“Manter um casamento não é fácil, exige tempo, disposição e concessões. Busque sempre
conversas francas, saiba ouvir com atenção e sem julgamentos, respeite opiniões divergentes
e invista no relacionamento diariamente. Mantenha o afeto e tenham sempre um propósito comum.”
Dê atenção aos ‘processos internos’
Neste cenário, a psicóloga e terapeuta sexual Claudia Longhi Ercolin diz que ação gera
reação. “Se sinto coisas ruins, atraio coisas ruins. Se estou bem e sinto coisas boas, é como
se o cosmos conspirasse a seu favor, irá atrair coisas boas.”
Casamento não é sinônimo imediato de felicidade; cada pessoa é responsável por descobrir dentro de si este sentimento, através de escolhas que vão desencadear ou não o sucesso da relação Quem depende do outro para ser feliz, em geral, tem autoimagem distorcida e tende a se desvalorizar constantemente, como se precisasse provar a si mesmo e ao outro seu pouco valor. O que está fazendo, sem saber, é se programando para que a vida não dê certo, pois se acostumou ao sentimento de menos valia dentro de si. Ao voltar-se para dentro e conhecer quem é, você começa a compreender que pode fazer tudo o que decide fazer. Ter atenção com seus processos internos é fundamental, pois lhe permitirá dar conta de como interpreta o que acontece na vida. “É preciso mudar as crenças. E essa mudança começa de dentro para fora”, diz a psicóloga e especialista em sexualidade, Ana Monachesi.
Mudança
Depois de aceitar o fato de que não existe unanimidade, parar de se preocupar com o que as
outras pessoas irão pensar, descartar as perguntas que levam às respostas inúteis e usar a imaginação criativa a favor, é necessário aproveitar o melhor das relações. Para isso, são necessárias ações como manter o diálogo aberto e estar atento às mudanças no relacionamento.
“É preciso buscar soluções que envolvam as duas partes”, diz Ana.
Para quem quer ser o proprietário da sua felicidade e não deixar que o casamento naufrague, o
correto é não depositar o sucesso do relacionamento nas mãos do outro, mas envolver-se nesta busca todos os dias de forma intensa, aprendendo com os acertos e erros, o que favorece a união e estabilidade do relacionamento e convencer- se que nos relacionamentos ninguém é o único responsável pelas dificuldades.
De acordo com a especialista, não é porque casamos ou nos unimosa alguém que nossos desejos
passam a ser apenas aqueles que combinam com a outra pessoa.
“Os dois devem ter a possibilidade de demonstrarem e usufruírem de suas próprias preferências
(desde uma preferência culinária, estilo de música, amigos, lugares para se divertir) sem que isso seja visto como traição pelo companheiro. Ter algumas atividades individuais serve, muitas vezes,para unir ainda mais o casal.”
Ajuda
Para Ana Monachesi, a infelicidade é uma condição humana, mas quando ela é tão forte e perceptível em alguém a ponto de chamar a atenção, deve-se incentivar esta pessoa a procurar ajuda profissional, pois pode ser indicativo de complicações psíquicas maiores do que uma simples tristeza ou pessimismo. (FM)
Felicidade é uma experiência individual
Uma pesquisa publicada no Journal of Personality and Social Psychology reforça a tese
de que casamento não é prova de felicidade. Segundo o estudo, a maioria dos recém-casados
vive uma ligeira euforia após o casamento, mas seu nível de satisfação com a vida tende
a retornar ao que era antes do casamento.
Durante mais de 10 anos, pesquisadores avaliaram 24 mil pessoas, a cada ano, por meio
de entrevistas e questionários, aos quais foram atribuídos notas de zero a 10. O resultado mostrou que a média de ontentamento originado do casamento foi muito pequena, ou seja, 0,1 na escala.
Os cientistas afirmaram que os resultados basearam-se na média e que a felicidade é uma experiência individual, refletindo o fato de que o casamento pode ser muito agradável e gratificante, mas tem potencial para ser muito estressante.
De acordo com Dorian Solot, cofundador da “Alternatives to Marriage Project”, da Universidade Rutgers, o casamento não é a cura para todos os males. “Não há bilhetes mágicos para a felicidade. Os sinos do matrimônio podem trazer felicidade para algumas pessoas, mas a verdadeira felicidade está dentro de cada um e na sua própria vida, não no estado civil.” (FM)
sábado, fevereiro 13, 2010
HAPPY VALENTINE´S DAY - FEB 14th

História de S.Valentim
As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações possíveis, umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, em Roma, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou, foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.
Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Geração Y: profissional tem plano de carreira diferenciado
Geração Y: profissional tem plano de carreira diferenciado
11 de fevereiro de 2010 às 00:06
Por Karla Santana Mamona -
Você já ouviu falar da Geração Y? Faz parte deste grupo o jovem que nasceu entre os anos de 1978 e 1990 e tem como principal característica a facilidade de lidar com mecanismos tecnológicos, além do imediatismo. Para desenvolver o plano de carreira desses profissionais, as empresas se adaptaram e criaram a chamada carreira Y.
“A carreira Y é específica para esta geração imediatista. Estas pessoas cresceram com fartura e estão acostumadas a ter tudo que desejarem. Buscam satisfação pessoal e isso reflete diretamente no emprego. Por isso, é comum que fiquem três meses em cada empresa”, explicou o gerente consultivo do Grupo Soma, Paulo Ishimaru.
Ishimaru afirma ainda que esses profissionais podem ser bem aproveitados pelas empresas, na medida em que conseguem fazer mais de uma atividade ao mesmo tempo, além de ter muita facilidade para lidar com a tecnologia.
Carreira Y
O plano de carreira para estes profissionais deve proporcionar desafios e ganhos financeiros. “As empresas têm de oferecer planos de carreira mais atrativos e agressivos. Não adianta oferecer um cargo que a pessoa almeja daqui a seis anos. Essa geração não vai querer esperar. Mas os profissionais também têm de fazer a sua parte, com cursos e especializações. A carreira funciona como uma via de mão dupla”, declarou Ishimaru.
Outra característica profissional da geração Y é que a hierarquia dentro da organização é vista de maneira vertical, em que os líderes são tratados mais como um colega com atribuições diferentes do que como um chefe. “Não é falta de respeito, mas não existe mais a hierarquia horizontal como nas gerações anteriores”, disse Ishimaru.
Liderança
Para evitar problemas internos nas equipes e conter a rotatividade de colaboradores, por conta do ingresso da geração Y no mercado de trabalho, muitas empresas investem na capacitação da liderança.
“O líder tem de estar bem preparado para desenvolver e trabalhar com esta geração. Mas o profissional também tem de entender como funciona o organograma da empresa”, orientou Ishimaru.
11 de fevereiro de 2010 às 00:06
Por Karla Santana Mamona -
Você já ouviu falar da Geração Y? Faz parte deste grupo o jovem que nasceu entre os anos de 1978 e 1990 e tem como principal característica a facilidade de lidar com mecanismos tecnológicos, além do imediatismo. Para desenvolver o plano de carreira desses profissionais, as empresas se adaptaram e criaram a chamada carreira Y.
“A carreira Y é específica para esta geração imediatista. Estas pessoas cresceram com fartura e estão acostumadas a ter tudo que desejarem. Buscam satisfação pessoal e isso reflete diretamente no emprego. Por isso, é comum que fiquem três meses em cada empresa”, explicou o gerente consultivo do Grupo Soma, Paulo Ishimaru.
Ishimaru afirma ainda que esses profissionais podem ser bem aproveitados pelas empresas, na medida em que conseguem fazer mais de uma atividade ao mesmo tempo, além de ter muita facilidade para lidar com a tecnologia.
Carreira Y
O plano de carreira para estes profissionais deve proporcionar desafios e ganhos financeiros. “As empresas têm de oferecer planos de carreira mais atrativos e agressivos. Não adianta oferecer um cargo que a pessoa almeja daqui a seis anos. Essa geração não vai querer esperar. Mas os profissionais também têm de fazer a sua parte, com cursos e especializações. A carreira funciona como uma via de mão dupla”, declarou Ishimaru.
Outra característica profissional da geração Y é que a hierarquia dentro da organização é vista de maneira vertical, em que os líderes são tratados mais como um colega com atribuições diferentes do que como um chefe. “Não é falta de respeito, mas não existe mais a hierarquia horizontal como nas gerações anteriores”, disse Ishimaru.
Liderança
Para evitar problemas internos nas equipes e conter a rotatividade de colaboradores, por conta do ingresso da geração Y no mercado de trabalho, muitas empresas investem na capacitação da liderança.
“O líder tem de estar bem preparado para desenvolver e trabalhar com esta geração. Mas o profissional também tem de entender como funciona o organograma da empresa”, orientou Ishimaru.
terça-feira, fevereiro 09, 2010
quinta-feira, janeiro 21, 2010
terça-feira, janeiro 19, 2010
CURSO DE INICIAÇÃO AO COACHING - 05 E 06/03/2010
Conheça e aprenda a aplicar a ferramenta mais poderosa para desenvolver pessoas e organizações, e prepara-se para aproveitar todas as oportunidades trazidas pelo boom econômico de crescimento que o Brasil viverá a partir de 2010.
Certificado pela Lambent do Brasil http://www.lambentdobrasil.com/ e reconhecido pelo ICC – Comunidade Internacional de Coaching. http://www.internationalcoachingcommunity.com/
OBJETIVOS:
Introdução aos conceitos e uso de técnicas da ferramenta mais poderosa para desenvolver pessoas e organizações, utilizar o coaching como instrumento para seu desenvolvimento pessoal e profissional, propiciando:
· O entendimento do que é coaching;
· Desenvolver habilidades básicas de um coach;
· Apresentar uma estrutura clara e prática do processo de coaching;
· Aplicar as ferramentas aprendidas no desenvolvimento pessoal e de liderados.
· Tornar-se um Líder Coach
PÚBLICO ALVO: Presidentes, Diretores, Gerentes, RHs, Chefes, Psícologos, consultores, Coaches, Empreendedores e Líderes
DATA: 05 e 06/03/2010 VAGAS: máximo de 20 participantes.
CARGA HORÁRIA: 16 horas HORÁRIO: das 8h30 às 18h30 com 2 horas de almoço
LOCAL: CCAA Unidade II – Shopping Lake Center – próximo ao Damha I
INVESTIMENTO: R$ 700,00 (Setecentos reais) por participante.
FORMA DE PAGAMENTO: à vista 10% de desconto, ou em 5 parcelas de R$ 140,00, sendo a primeira no ato da inscrição.
Incluído: apostila, 4 coffee breaks deliciosos, certificado emitido pela Lambent do Brasil
Consulte-nos para preços para mais de 2 pessoas da mesma empresa.
FACILITADORA: Ada Maria de Assis e Silva (Trainer licenciada pela Lambent do Brasil)
§ Graduada em Bacharelado em Letras – Tradução pela Unesp;
§ MBA em Gestão de Negócios pelo Cegente – Uniceres;
§ Certificada em Coaching pela Lambent do Brasil § Membro do ICC – International Coaching Community;
§ Executive Coach há mais de cinco anos atendendo profissionais de diferentes áreas
§ Empresária do Setor Educacional há 30 anos/ Palestrante;
§ Articulista do site http://www.rh.com.br/ ; § Diretora da Officina do Coach – Orientação e Consultoria
§ Trainer Licenciada da Lambent do Brasil. § Fluente em Inglês e Espanhol
FAÇA SUA INSCRIÇÃO: 17 3225.1830, 17 3234.6190, 17 8115.9082 ou ada@ccaajustkids.com
Certificado pela Lambent do Brasil http://www.lambentdobrasil.com/ e reconhecido pelo ICC – Comunidade Internacional de Coaching. http://www.internationalcoachingcommunity.com/
OBJETIVOS:
Introdução aos conceitos e uso de técnicas da ferramenta mais poderosa para desenvolver pessoas e organizações, utilizar o coaching como instrumento para seu desenvolvimento pessoal e profissional, propiciando:
· O entendimento do que é coaching;
· Desenvolver habilidades básicas de um coach;
· Apresentar uma estrutura clara e prática do processo de coaching;
· Aplicar as ferramentas aprendidas no desenvolvimento pessoal e de liderados.
· Tornar-se um Líder Coach
PÚBLICO ALVO: Presidentes, Diretores, Gerentes, RHs, Chefes, Psícologos, consultores, Coaches, Empreendedores e Líderes
DATA: 05 e 06/03/2010 VAGAS: máximo de 20 participantes.
CARGA HORÁRIA: 16 horas HORÁRIO: das 8h30 às 18h30 com 2 horas de almoço
LOCAL: CCAA Unidade II – Shopping Lake Center – próximo ao Damha I
INVESTIMENTO: R$ 700,00 (Setecentos reais) por participante.
FORMA DE PAGAMENTO: à vista 10% de desconto, ou em 5 parcelas de R$ 140,00, sendo a primeira no ato da inscrição.
Incluído: apostila, 4 coffee breaks deliciosos, certificado emitido pela Lambent do Brasil
Consulte-nos para preços para mais de 2 pessoas da mesma empresa.
FACILITADORA: Ada Maria de Assis e Silva (Trainer licenciada pela Lambent do Brasil)
§ Graduada em Bacharelado em Letras – Tradução pela Unesp;
§ MBA em Gestão de Negócios pelo Cegente – Uniceres;
§ Certificada em Coaching pela Lambent do Brasil § Membro do ICC – International Coaching Community;
§ Executive Coach há mais de cinco anos atendendo profissionais de diferentes áreas
§ Empresária do Setor Educacional há 30 anos/ Palestrante;
§ Articulista do site http://www.rh.com.br/ ; § Diretora da Officina do Coach – Orientação e Consultoria
§ Trainer Licenciada da Lambent do Brasil. § Fluente em Inglês e Espanhol
FAÇA SUA INSCRIÇÃO: 17 3225.1830, 17 3234.6190, 17 8115.9082 ou ada@ccaajustkids.com
terça-feira, janeiro 12, 2010
Orientação desde cedo
Passar por processos de coaching desde o primeiro emprego ajuda os jovens profissionais a ter mais autoconhecimento e tranquilidade para crescer na carreira
WriteAutor('Elisa Tozzi');
05/01/2010
Meu coach me ajuda a entender quais são os objetivos que quero atingir
” Gabriela Massan, 22 anos, trainee da Johnson & Johnson "
Ao terminar o curso de relações internacionais na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais em 2008, Bernardo Vilhena, de 23 anos, tinha uma certeza inabalável: atuaria na área assim que ingressasse numa grande empresa. Mas no ano passado, quando se tornou trainee do Grupo Pão de Açúcar, ele começou a questionar sua convicção. As dúvidas surgiram graças aos conselhos que recebeu de um coach contratado pela empresa para acompanhar os trainees ao longo de um ano. “Depois de ter passado por diferentes departamentos, eu consegui perceber que, apesar da minha formação, tenho mais afinidades com a área imobiliária do que com a de relações internacionais”, diz Bernardo.
“Essa mudança drástica nunca teria acontecido se eu não tivesse um coach para ajudar a traçar o meu perfil.” Antes restrito a profissionais de alto nível hierárquico, os programas de coaching — em que um orientador com experiência corporativa ajuda um profissional a desenvolver novas habilidades, solucionar problemas comportamentais e até a reavaliar o plano de carreira — começam a ser direcionados para jovens que estão ingressando no mercado.
Empresas como a rede varejista Pão de Açúcar, a fabricante de produtos de higiene Johnson & Johnson e a produtora de papéis Klabin já incorporaram a prática em seus programas de trainee. “Havia a necessidade de a companhia ajudar os jovens a amadurecer emocionalmente para que estivessem bem preparados no momento de assumir um cargo gerencial”, diz Maíra Habimorad, consultora do Grupo DMRH, responsável pelo coaching da Johnson & Johnson. Estimular o autoconhecimento e barrar a ansiedade são os principais objetivos dos programas de orientação voltados a jovens talentos.
Com pouca idade e baixa vivência corporativa, essa turma se desenvolve mais rápido quando é acompanhada de perto por um mentor que entende de mercado e tem sensibilidade para radiografar as angústias que apavoram quem está começando. “Na maioria das vezes, o jovem que entra numa empresa não sabe como lidar com a hierarquia e fica muito ansioso diante das escolhas a fazer. O coaching auxilia nesse processo de crescimento profissional”, diz Rudney Pereira Júnior, gerente da Foco Talentos, consultoria de RH, de São Paulo. Ter o acompanhamento de um coach logo no início da jornada profissional também diminui as chances de errar na hora de fazer o planejamento de carreira (e de vida).
A consultora Vicky Bloch, pioneira do coaching no Brasil, explica: “Esse tipo de orientação ajuda o jovem a entender quais são as metas pessoais e profissionais e a ver o que o motiva em um ambiente novo”. Exatamente por causa dessa avaliação de objetivos, a publicitária paulistana Gabriela Massan, de 22 anos, trainee da Johnson & Johnson, conseguiu se sentir segura sobre suas decisões. “Fiquei mais tranquila ao escolher minha alocação em marketing depois de ter feito sessões com meu coach, que conhece os caminhos de mercado e me ajuda a entender exatamente quais são, neste momento, os objetivos que quero atingir”, diz ela.
Além de benefícios para os profissionais, os programas de coaching também trazem ganhos altos para as empresas. “As companhias que se dedicam a treinar seus talentos desde cedo formam lideranças que, no futuro, vão fazer a diferença”, diz Vicky Bloch.
Você paga
Se você trabalha numa empresa que não tem programa de coaching para jovens, há a opção de contratar um orientador particular. Custa caro, principalmente para quem está no início de carreira. A consultoria DMRH tem um programa com duração de 10 sessões que custa entre 2 800 reais e 4 000 reais.
MITOS DO COACHING
É preciso estar alerta na hora de escolher um coach. “Há muitos profissionais mal preparados no mercado” diz a consultora Vicky Bloch, que lista abaixo, com o consultor João Mendes de Almeida, alguns dos principais mitos do coaching.
1 Qualquer um pode ser coach
Para ser coach, o profissional deve possuir experiência em gestão de pessoas, vivência em empresas e senioridade (pessoas muito jovens ainda não têm maturidade e experiência para orientar o desenvolvimento de outras).
2 Método pra quê?
O processo de coaching é diferente do feedback do dia a dia: não pode ser conduzido informalmente. É necessário método, foco, prazo e base conceitual para atingir o objetivo.
3 Só para problemáticos
Não é preciso estar com um problema para contratar um coach. Em casos de promoção, por exemplo, o processo de coaching é essencial para que o funcionário reveja suas competências e seu papel na empresa.
4 É milagroso!
O coach sozinho não resolve os problemas de um profissional. Sem o comprometimento da empresa e de quem recebe a orientação, não há desenvolvimento de carreira.
5 Coaching é terapêutico
O foco do coaching são as atividades profissionais, e não pessoais. O coach leva em conta a história pessoal, a personalidade, o conhecimento e as perspectivas de futuro para que, no final do processo, o profissional desenvolva sua carreira.
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/orientacao-cedo-523677.shtml#
WriteAutor('Elisa Tozzi');
05/01/2010
Meu coach me ajuda a entender quais são os objetivos que quero atingir
” Gabriela Massan, 22 anos, trainee da Johnson & Johnson "
Ao terminar o curso de relações internacionais na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais em 2008, Bernardo Vilhena, de 23 anos, tinha uma certeza inabalável: atuaria na área assim que ingressasse numa grande empresa. Mas no ano passado, quando se tornou trainee do Grupo Pão de Açúcar, ele começou a questionar sua convicção. As dúvidas surgiram graças aos conselhos que recebeu de um coach contratado pela empresa para acompanhar os trainees ao longo de um ano. “Depois de ter passado por diferentes departamentos, eu consegui perceber que, apesar da minha formação, tenho mais afinidades com a área imobiliária do que com a de relações internacionais”, diz Bernardo.
“Essa mudança drástica nunca teria acontecido se eu não tivesse um coach para ajudar a traçar o meu perfil.” Antes restrito a profissionais de alto nível hierárquico, os programas de coaching — em que um orientador com experiência corporativa ajuda um profissional a desenvolver novas habilidades, solucionar problemas comportamentais e até a reavaliar o plano de carreira — começam a ser direcionados para jovens que estão ingressando no mercado.
Empresas como a rede varejista Pão de Açúcar, a fabricante de produtos de higiene Johnson & Johnson e a produtora de papéis Klabin já incorporaram a prática em seus programas de trainee. “Havia a necessidade de a companhia ajudar os jovens a amadurecer emocionalmente para que estivessem bem preparados no momento de assumir um cargo gerencial”, diz Maíra Habimorad, consultora do Grupo DMRH, responsável pelo coaching da Johnson & Johnson. Estimular o autoconhecimento e barrar a ansiedade são os principais objetivos dos programas de orientação voltados a jovens talentos.
Com pouca idade e baixa vivência corporativa, essa turma se desenvolve mais rápido quando é acompanhada de perto por um mentor que entende de mercado e tem sensibilidade para radiografar as angústias que apavoram quem está começando. “Na maioria das vezes, o jovem que entra numa empresa não sabe como lidar com a hierarquia e fica muito ansioso diante das escolhas a fazer. O coaching auxilia nesse processo de crescimento profissional”, diz Rudney Pereira Júnior, gerente da Foco Talentos, consultoria de RH, de São Paulo. Ter o acompanhamento de um coach logo no início da jornada profissional também diminui as chances de errar na hora de fazer o planejamento de carreira (e de vida).
A consultora Vicky Bloch, pioneira do coaching no Brasil, explica: “Esse tipo de orientação ajuda o jovem a entender quais são as metas pessoais e profissionais e a ver o que o motiva em um ambiente novo”. Exatamente por causa dessa avaliação de objetivos, a publicitária paulistana Gabriela Massan, de 22 anos, trainee da Johnson & Johnson, conseguiu se sentir segura sobre suas decisões. “Fiquei mais tranquila ao escolher minha alocação em marketing depois de ter feito sessões com meu coach, que conhece os caminhos de mercado e me ajuda a entender exatamente quais são, neste momento, os objetivos que quero atingir”, diz ela.
Além de benefícios para os profissionais, os programas de coaching também trazem ganhos altos para as empresas. “As companhias que se dedicam a treinar seus talentos desde cedo formam lideranças que, no futuro, vão fazer a diferença”, diz Vicky Bloch.
Você paga
Se você trabalha numa empresa que não tem programa de coaching para jovens, há a opção de contratar um orientador particular. Custa caro, principalmente para quem está no início de carreira. A consultoria DMRH tem um programa com duração de 10 sessões que custa entre 2 800 reais e 4 000 reais.
MITOS DO COACHING
É preciso estar alerta na hora de escolher um coach. “Há muitos profissionais mal preparados no mercado” diz a consultora Vicky Bloch, que lista abaixo, com o consultor João Mendes de Almeida, alguns dos principais mitos do coaching.
1 Qualquer um pode ser coach
Para ser coach, o profissional deve possuir experiência em gestão de pessoas, vivência em empresas e senioridade (pessoas muito jovens ainda não têm maturidade e experiência para orientar o desenvolvimento de outras).
2 Método pra quê?
O processo de coaching é diferente do feedback do dia a dia: não pode ser conduzido informalmente. É necessário método, foco, prazo e base conceitual para atingir o objetivo.
3 Só para problemáticos
Não é preciso estar com um problema para contratar um coach. Em casos de promoção, por exemplo, o processo de coaching é essencial para que o funcionário reveja suas competências e seu papel na empresa.
4 É milagroso!
O coach sozinho não resolve os problemas de um profissional. Sem o comprometimento da empresa e de quem recebe a orientação, não há desenvolvimento de carreira.
5 Coaching é terapêutico
O foco do coaching são as atividades profissionais, e não pessoais. O coach leva em conta a história pessoal, a personalidade, o conhecimento e as perspectivas de futuro para que, no final do processo, o profissional desenvolva sua carreira.
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/orientacao-cedo-523677.shtml#
segunda-feira, janeiro 11, 2010
PACIÊNCIA - ORAÇÃO DE IGNÁCIO LARRAÑAGA

Filho se empreende, com serenidade, o caminho de DEUS, prepara tua alma para as provações que virão; senta-te pacientemente diante do umbral de sua porta, aceitando com paz os silêncios, ausências e tardanças as quais ELE queira submeter-te, porque é no crisol do fogo onde se purifica o ouro.
Senhor JESUS, desde que passaste por este mundo tendo a paciência como vestimentas e distintivo, ela é a rainha das virtudes e a pérola mais preciosa de tua coroa.
Dá-me a graça de aceitar com paz a essencial gratuidade de DEUS, o caminho desconcertante da Graça e as emergências imprevisiveis da natureza.
Aceito com paz a marcha lenta e ziguezagueada da oração e o fato de que o caminho para a santidade seja tão longo e difícil.
Aceito com paz as contrariedades da vida e as incompreenções de meus irmãos, as enfermidades, a própria morte e a lei da insignificancia humana, quer dizer: que, após a minha morte, tudo seguirá igual como se nada houvesse acontecido.
Aceito com paz o fato de querer tanto e poder tão pouco, e que com grandes esforços, hei de conseguir pequenos resultados.
Aceito com paz a lei do pecado, isto, faço o que não quero e deixo de fazer o que eu gostaria de fazer. Deixo com paz em tuas mãos o que deveria ter sido e não fui, o que deveria ter feito e não fiz.
Aceito com paz toda impotência humana que me envolve e me limita.
Aceito com paz as leis da precariedade e da transitoriedade, a lei da mediocridade e do fracasso, a lei da solidão e da morte.
Em troca de toda esta entrega, dá-me a Paz, Senhor.
domingo, janeiro 10, 2010
PAUSA NO COTIDIANO - Reportagem do Diário da Região com Coach Ada
Pausa no cotidiano
É essencial ter clareza de quais são as prioridades diárias para definir uma agenda equilibrada, que reserve tempo a atividades de lazer e físicas, além de momentos compartilhados com família e amigos
Francine Moreno - francine.moreno@diarioweb.com.br
Você controla seu tempo ou é ele que controla você? O seu dia deveria ter pelo menos mais três horas para você conseguir realizar todas as atividades? Você almoça em menos de trinta minutos? Cuidado, suas respostas podem desvendar agora se você sabe lidar com o moderno ritmo de vida ou é escravo de seu dinamismo frenético. O fato é que gestão de tempo é uma nova competência a ser desenvolvida no mundo atual e nas grandes cidades para melhorar a convivência social, exercer a criatividade e o lazer.
Movimentos mundiais e especialistas propõem calma contra a correria do tempo. É o caso do escritor e jornalista canadense Carl Honoré, um ex-viciado em velocidade. Em seu livro “Devagar”, pela Editora Record, ele explora a revolução silenciosa conhecida como ‘slow movement’, que procura integrar os avanços da era da informática a um estilo de vida marcado por um ritmo mais lento, que aprofunde os relacionamentos. “Os computadores
são incrivelmente rápidos, precisos e burros. Os seres humanos são incrivelmente lentos, imprecisos e brilhantes. Juntos têm um poder que supera qualquer imaginação”, afirma o
escritor que incentiva a reflexão sobre o uso do tempo.
Adquirir controle sobre seu tempo é evitar atrasos, aborrecimentos e estresse. Para tirar a urgência como marca de sua agenda e evitar a compulsão pelo trabalho, a psicóloga Beth Valentim, autora do livro “Essa tal felicidade”, pedenegociação no trabalho e checagem da
real relevância de suas tarefas. “Planejar e priorizar as tarefas é o método adequado
para desacelerar o estresse. Se o profissional chega no trabalho sem saber o que fazer, sem criar rotinas especiais, sem o preparo adequado, vai perder-se e se ver em confusão com tantos
itens a serem resolvidos”. Priorizar é saber criar metodologia favorável ao bom andamento do trabalho. “Se alguém imagina que pode responder a tudo e todos ao mesmo tempo, vai terminar por tropeçar na própria vaidade em pensar que é infalível.”
Quem não dribla o trabalho repetitivo e vive em situações de pressão nunca tem tempo para participar das atividades dos filhos e os prejuízos podem ser grandes. “Ter tempo para o lazer
é fundamental e partilhar amor com os que o cercam é vital. O dinheiro é um fator importante, mas o amor jamais será comprado. Portanto, mesmo rico, com muitas atividades e cargo importante na empresa não vai ter felicidade. Quando olhar para trás, os filhos cresceram, os dias passaram e quem esteve sempre ocupado perdeu os melhores instantes da vida de seus
entes queridos”, afirma Beth.
O tempo é um recurso precioso e administrá-lo ajuda a atingir objetivos e a concretizar projetos. Quem se organiza cria prazos e avalia-os com a margem de segurança necessária. Na opinião de Beth, parar e repensar a vida faz bem à saúde emocional e respinga no talento de desenvolver tarefas. “Uma pessoa bem preparada e com conhecimento adequado não faz bem feito se suas emoções estiverem esgarçadas. Quem estiver passando por momentos críticos de estresse, é melhor parar e reorganizar sua vida. Se deixar que a vida impulsione suas atitudes, pode acabar com déficits em sua saúde. Parar pode ser uma estratégia necessária para reabastecer a força de
continuar.”
A psicoterapeuta comportamental neurolinguista Marcelle Vecchi faz um alerta aos que invejam e lamentam viver correndo. Modificar os hábitos da vida requer calma, além de readaptar à rotina sem pressa. “Toda mudança de hábito requer vontade, persistência e comprometimento, mas é perfeitamente possível deixar essa correria no passado e levar uma vida mais calma
e com mais qualidade”. Na opinião da especialista, devagar e sempre é um lema de pessoas sábias. “Essas pessoas já passaram por experiências na vida onde comprovaram que a pressa
realmente é inimiga da perfeição e da saúde física e emocional.”
Para Marcelle Vecchi, é necessário depois do expediente permitir algum esporte ou lazer. Voltar a ter seus hobbies tradicionais. “Não só é necessário como obrigatório, para quem quer levar
uma vida com menos desgaste e mais saúde. Esporte e hobbies em geral aliviam tensões do dia, geram serotonina no organismo, que é o hormônio do prazer, evitam depressão, ansiedade e estresse.”
Da mesma opinião segue a empresária, educadora e executive coach Ada Maria de Assis e Silva. “Para conseguir reorganizar nosso cotidiano é imprescindível conhecer a nós mesmos
e para isso precisamos de tempo livre para descansar, compartilhar ideias, nos relacionarmos com nossos filhos e pais e conseguirmos ouvir nossa voz interna geralmente abafada pela
ansiedade e correria do dia a dia.”
E ser desacelerado não significa deixar de trabalhar. A mudança é tão positiva que empresas já notaram que a margem de erro de quem faz tudo ao mesmo tempo é muito maior. “Ter equilíbrio, bom senso, conhecimentos técnicos e características de liderança saudável sabendo administrar bem o seu tempo são competências buscadas hoje pelas empresas tanto na hora da
contratação quanto na promoção de cargos”, afirma Ada Maria.
Pessoas devem aprender a delegar tarefas
Falta de atenção aos detalhes,ansiedade e dificuldade de concentração são alguns dos prejuízos
causados por pessoas com agenda lotada de compromissos o tempo todo. Na lista ainda estão
congestionamento de pensamentos, que gera tensão ao seu redor, sono que não repõe energias
gastas no dia e como já acorda cansado o resultado é produtividade baixa.
A empresária, educadora e executive coach Ada Maria de Assis e Silva afirma que com a maturidade começamos a perceber quais os ganhos e perdas adquiridos em anos de trabalho excessivo, falta de planejamento de vida, falta de convivência com a família e descaso com nossas necessidades pessoais como alimentação correta, prática de exercícios físicos e tempo para investir emaprendizagem e formação profissional e espiritual. “O saldo é geralmente
negativo, com a certeza de que corremos muito e continuamos com a estranha sensação de ter esquecido de fazer algo.”
Para levar a vida com mais calma e combater a mania moderna de velocidade, a psicoterapeuta
comportamental neurolinguista Marcelle Vecchi sugere um planejamento diário das tarefas. “Há
coisas urgentes, importantes e necessárias. As urgentes precisam ser feitas agora. As importantes precisam ser feitas, mas podem esperar um dia ou dois. As necessárias não exigem pressa, mas devem ser feitas. Quando se pensa dessa forma, fica fácil priorizar e seguir um planejamento com eficiência.” Na opinião da Marcelle é preciso se desvincular da sobrecarga
e achar que é insubstituível. “Ninguém é. De insubstituível o cemitério está cheio”.
Segundo a empresária, educadora e executive coach Ada Maria de Assis e Silva, nem sempre o profissional mais competente é aquele que tem muitas horas de trabalho e que acumula inúmeras funções dando a impressão de estar sempre em movimento. “Costumo
classificar essa pessoa de profissional enceradeira, gira, gira, gira, mas não sai do lugar.”
classificar essa pessoa de profissional enceradeira, gira, gira, gira, mas não sai do lugar.”
De acordo com Ada é importante saber delegar. “Dividir nossas tarefas com pessoas próximas,
saber dizer não, buscar atividades que tragam relaxamento e reflexão, e termos calma e equilíbrio para lidar com as situações e desafios que a vida fatalmente nos trará, e com as quais não nos é permitido negociar.” (FM)
SAIBA MAIS
A pessoa que já possui internamente uma organização própria, já conhece a importância de se planejar para alcançar o que quer, sem tanto desgaste físico e emocional. Ela consegue realizar coisas que para a maioria seriam impossíveis
Quem consegue se planejar e manter esse planejamento priorizando suas tarefas, a integração pais e filhos acontece no cotidiano, sem necessariamente precisar esperar as férias para isso. Já quem vive na correria vê impedimentos que na verdade não existem para essa integração
A negociação é um processo que requer paciência e uma dose de criatividade. Além disso, saber inovar, ter raciocínio ligeiro e as emoções equilibradas. Para que um profissional possa fazer uso desse processo é necessário estar de bem consigo próprio, senão demonstra ansiedade e evidentemente vai perder o jogo
A correria diária é evitada pela negociação se o indivíduo estiver com suas emoções estruturadas e bem posicionado com seus sentimentos. Se essa questão estiver trabalhada, pode estar certo de que negociar vai fazer muito bem ao estresse diário de trabalho
Fonte - Da Reportagem DIÁRIO DA REGIÃO Vida&Arte Sábado, 2 de janeiro de 2010
quarta-feira, janeiro 06, 2010
segunda-feira, janeiro 04, 2010
SE BEM ADMINISTRADA, A RAIVA PODE SER BENÉFICA ÀS EMPRESAS E AOS COLABORADORES
14/12/2009Patrícia Bispo
Quem em algum momento da sua vida não se deparou com uma situação que levasse o sentimento da raiva a aflorar? Isso pode ser constatado em várias etapas do ser humano, desde quando é criança até chegar à fase adulta. Um fato relevante é que a raiva não está apenas presente nos momentos pessoais, mas também nos vividos no ambiente organizacional.
"Apesar da raiva ser uma emoção natural no ser humano, ainda é um tabu no mundo corporativo. Muitas pessoas ainda vêem a raiva como um sintoma de imaturidade", comenta Vera Martins, diretora da Assertiva Consultores, mestra em comunicação e mercado e especialista em medicina comportamental, que recentemente lançou o livro "Tenha Calma! Como lidar com a raiva no trabalho e transformá-la em resultados positivos", pela Editora Elsevier.
Em entrevista concedida ao RH.com.br, ela afirma que quando a pessoa consegue administrar bem o sentimento da raiva, isso pode ser benéfico tanto para o profissional quanto para a própria organização. Logo abaixo, você vai conferir porque a especialista faz essa afirmação e quais os recursos que as pessoas podem utilizar no dia-a-dia para que possam conviver com esse sentimento inerente a qualquer um. "Um modelo mental positivo, moldado por crenças racionais, realistas e otimistas é condição para o sucesso profissional e para uma boa administração das emoções, estimulando bons pensamentos, bons sentimentos e, consequentemente, bons comportamentos no ambiente de trabalho", enfatiza Vera Martins ao ser indagada sobre a importância dos modelos mentais, na administração das emoções.
Em entrevista concedida ao RH.com.br, ela afirma que quando a pessoa consegue administrar bem o sentimento da raiva, isso pode ser benéfico tanto para o profissional quanto para a própria organização. Logo abaixo, você vai conferir porque a especialista faz essa afirmação e quais os recursos que as pessoas podem utilizar no dia-a-dia para que possam conviver com esse sentimento inerente a qualquer um. "Um modelo mental positivo, moldado por crenças racionais, realistas e otimistas é condição para o sucesso profissional e para uma boa administração das emoções, estimulando bons pensamentos, bons sentimentos e, consequentemente, bons comportamentos no ambiente de trabalho", enfatiza Vera Martins ao ser indagada sobre a importância dos modelos mentais, na administração das emoções.
Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!
RH.COM.BR - Recentemente, a Sra. lançou o livro "Tenha Calma! Como lidar com a raiva no trabalho e transformá-la em resultados positivos". O que a motivou a passar dois anos, dedicando-se a pesquisar sobre a emoção da "raiva"?
Vera Martins - Fiquei motivada a escrever este livro depois de muito ouvir líderes e não líderes queixarem-se da sensação de serem lesados, e não saber a atitude correta para lidar com a raiva quando esta assume o controle da situação. Apesar da raiva ser uma emoção natural no ser humano, ainda é um tabu no mundo corporativo, ou seja, muitos ainda vêem a raiva como um sintoma de imaturidade. Esta é outra razão porque me dediquei a encontrar estratégias sadias para lidar com os processos de controle emocional das pessoas, habilidade primordial nas relações de influências. Ao mostrar que a raiva bem administrada é positiva para os resultados da empresa, quero colaborar para a quebra de um paradigma que atrapalha e obriga, muitas vezes, as pessoas a reprimirem suas emoções na empresa para não demonstrar fragilidade no seu comportamento profissional.
RH - Quais os principais objetivos da sua obra e o que a diferencia de trabalhos já publicados?Vera Martins - O objetivo principal, do livro "Tenha Calma!", é oferecer ao leitor as ferramentas para construir um software mental rico de crenças racionais, realistas e otimistas, um modelo fortalecido o suficiente para adquirir uma maturidade emocional sólida. E assim, poder administrar tão bem a raiva a tal ponto de transformá-la em uma energia de mudança, alavancadora de resultados na carreira. Bem, posso dizer que um diferencial deste livro é tratar o tema raiva com foco totalmente direcionado ao profissional e à empresa. Outro diferencial é a proposta de estratégias cognitivas e comportamentais que cuidam da saúde física e emocional do profissional. As técnicas apresentadas são eficazes para frear o ciclo vicioso da raiva negativa, em cada uma das cinco fases, e convertê-lo em um ciclo virtuoso da emoção positiva. Se a raiva for inevitável, vamos ajudar o leitor a expressá-la adequadamente, e sempre focando o cotidiano profissional.
RH - O que realmente significa a raiva para o ser humano?
RH - Quais os principais objetivos da sua obra e o que a diferencia de trabalhos já publicados?Vera Martins - O objetivo principal, do livro "Tenha Calma!", é oferecer ao leitor as ferramentas para construir um software mental rico de crenças racionais, realistas e otimistas, um modelo fortalecido o suficiente para adquirir uma maturidade emocional sólida. E assim, poder administrar tão bem a raiva a tal ponto de transformá-la em uma energia de mudança, alavancadora de resultados na carreira. Bem, posso dizer que um diferencial deste livro é tratar o tema raiva com foco totalmente direcionado ao profissional e à empresa. Outro diferencial é a proposta de estratégias cognitivas e comportamentais que cuidam da saúde física e emocional do profissional. As técnicas apresentadas são eficazes para frear o ciclo vicioso da raiva negativa, em cada uma das cinco fases, e convertê-lo em um ciclo virtuoso da emoção positiva. Se a raiva for inevitável, vamos ajudar o leitor a expressá-la adequadamente, e sempre focando o cotidiano profissional.
RH - O que realmente significa a raiva para o ser humano?
Vera Martins - Do ponto de vista fisiológico, como emoção, a raiva é um impulso neural que move o organismo para a ação. O sentimento, por outro lado, é a emoção filtrada através dos centros cognitivos do cérebro - córtex cerebral - especificamente, o lobo frontal. Por isso, a raiva pode ser vista nas três áreas do cérebro, da seguinte forma: no cérebro reptiliano, como uma emoção de defesa; no sistema límbico, como um afeto e no córtex cerebral, como um sentimento quando permanece no consciente da pessoa em formato de mágoa dominado pelo pensamento raivoso.
RH - Que impactos a emoção da raiva proporciona ao ser humano, seja na saúde física ou emocional?
Vera Martins - A raiva mal-administrada pode ocasionar doenças, atingindo diretamente o cérebro, que comanda a saúde física, mental e emocional, e também seu jeito de se comportar e de se relacionar com as pessoas. Causa efeitos estressantes ao físico, o aumento da glicose, do ritmo cardíaco e da pressão sanguínea, assim como perturba o sono com maus pensamentos. Mais ainda, a raiva mal-resolvida provoca perda de foco e dificuldade de concentração no trabalho. Como se sabe, uma mente estressada pode causar alguns males ao estado emocional, desde irritabilidade, mau humor até depressão.
RH - Apesar de ser constatado que a raiva é negativa, a Sra. afirma, em seu livro, que essa emoção quando encarada com maturidade pode se tornar benéfica tanto para o profissional quanto para a organização. Isso não é contraditório?
Vera Martins - Não é contraditório se olharmos a raiva como uma emoção protetora de nossa individualidade, avisando-nos de alguma insatisfação interna e nos mobilizando para uma mudança. A raiva bem conduzida pode ser boa para energizar, libertar tensões, alertar contra ameaças, dar novos pensamentos e movimentar a pessoa a ser melhor sempre.
RH - A Sra. pode dar um exemplo em que a raiva torna-se benéfica?
Vera Martins - Claro. Vamos ver um exemplo? Quando um profissional comete um erro ou não atinge as metas, normalmente ele fica com raiva de si mesmo, e certamente, se mobilizará para uma melhoria contínua. O profissional com liberdade emocional fundamenta-se em um raciocínio sadio e correto, sem interferências de irracionalidades, para avaliar cognitivamente sua própria percepção do evento provocativo, concluindo se a raiva é justa, útil e necessária. Assim poderá escolher o sentimento e comportamento mais adequado à situação. Profissionais que não têm maturidade emocional, normalmente protegem-se detrás de comportamentos defensivos, são presas mais fáceis da raiva e a expressam para dentro, engolindo-a, ou para fora, liberando-a com agressividade. Na empresa, esses profissionais criam estratégias de ataque e defesa para competir, influenciar, justificar seus erros, que são comportamentos atravancadores dos processos de trabalho e da carreira profissional.
RH - É viável ou possível tentar reprimir a raiva no ambiente organizacional?
Vera Martins - Possível é, mas viável, não. Aliás, muitos profissionais confundem o processo do controle da raiva. O bom é administrar a raiva e não reprimi-la. Lembre-se que a raiva é energia e força que estimula à ação, e ao reprimi-la, essa energia fica retida dentro do organismo causando transtornos à saúde. Raiva que se perpetua, pode transformar-se em mágoa, rancor e ser resolvida através da vingança. É uma boa estratégia para disseminar o vírus da raiva no ambiente de trabalho e estimular o boicote nas relações interpessoais e nos processos de trabalho.
RH - Em sua obra, a Sra. enfatiza muito a presença dos modelos mentais. Qual a importância desses em relação à disseminação e ao controle da raiva?
Vera Martins - Ter um modelo mental positivo, moldado por crenças racionais, realistas e otimistas é condição para o sucesso profissional e para uma boa administração das emoções, estimulando bons pensamentos, bons sentimentos e, consequentemente, bons comportamentos no ambiente de trabalho. Porém, além das crenças e dos valores úteis para nossa vida, aprendemos algumas crenças disfuncionais e valores carregados de mitos controladores de nosso comportamento que, sem revisão constante, podem atrapalhar nosso emocional e impulsionar os gatilhos da raiva. Quer um exemplo? "É feio sentir raiva e quem a manifesta é fraco e descontrolado." O profissional que possui essa crença irracional em seu modelo mental certamente tentará, de todas as formas, reprimir sua raiva todo o tempo. E já sabemos o resultado, em algum momento essa energia sairá sem controle, expondo a vulnerabilidade do profissional descontrolado.
RH - Que estratégias defensivas podem ser usadas no dia-a-dia, para que a raiva não comprometa o clima organizacional?
Vera Martins - Você pode cuidar do cérebro e estimular o bom funcionamento do organismo fazendo ações responsáveis que ativa o sistema cardiovascular, aumentam a frequência cardíaca, irrigam os órgãos internos e oxigenam o sangue. Podemos tomar como exemplos: relaxamento, meditação, alongamento, caminhada, respiração diafragmática, diversão, boas companhias e boa alimentação. Se desejarmos mudar as emoções que nos trazem sofrimento, devemos mudar a forma de pensar, as crenças e as pressuposições disfuncionais ou ainda promover a ressignificação dos acontecimentos passados, usando técnicas como: exercício do perdão, de gratificação, distanciamento emocional, reestruturação cognitiva, visualização positiva, reforço emocional positivo, autoafirmação e assertividade.
RH - Como e por quem essas defensivas devem ser conduzidas na prática?
Vera Martins - O condutor da administração da raiva deve ser o nosso córtex cerebral, área do cérebro que é a morada do pensamento e contém os centros que reúnem e compreendem o que os sentidos audição, visão, fala, olfato e tato percebem. É através do córtex cerebral que: criamos estratégias e planejamos em longo prazo; analisamos os custos e os benefícios de situações que vivemos e escolhemos o que queremos; analisamos nossos próprios sentimentos, nossas crenças e comportamentos e, finalmente, modificamos nossas ações indesejáveis. Assim a recomendação é: ponha o cérebro a seu serviço, use-o em sintonia com o sistema límbico, responsável pelas emoções e reptiliano, responsável pela defesa.
RH - No último capítulo do seu livro, a Sra. cita a importância de se elaborar um plano de ação para que a maturidade emocional seja desenvolvida e estimulada. Qual a relação da maturidade emocional entre a raiva no meio corporativo?
RH - No último capítulo do seu livro, a Sra. cita a importância de se elaborar um plano de ação para que a maturidade emocional seja desenvolvida e estimulada. Qual a relação da maturidade emocional entre a raiva no meio corporativo?
Vera Martins - Como já abordamos, a raiva mal-resolvida atrofia o emocional e impede o autodesenvolvimento emocional e isso não é nada bom para o meio corporativo. O profissional maduro adquire domínio de suas emoções, se torna bem resolvido, sente-se livre para expressar seus sentimentos, corre riscos e assume responsabilidade por suas escolhas e atos. Tem tendência a sentir raiva de forma construtiva, indignando-se com as injustiças, crueldades e mentiras, tendo o seguinte pensamento: "O que eu posso fazer para mudar a situação?". Possui autoconhecimento e por isso, conhece e aceita suas fortalezas e suas fragilidades. Este perfil de profissional maduro contribui positivamente no meio corporativo, não deixa pendências emocionais mal-resolvidas, possui uma comunicação direta, objetiva, respeitosa e focada em resultados, atua eficazmente nos conflitos e estabelece parcerias exemplares. Provavelmente este é o perfil que toda empresa quer ter.
RH - Qual o papel do profissional de RH diante do contexto raiva versus clima organizacional?Vera Martins - A empresa pode e deve criar um ambiente de trabalho propício à liberdade de expressão responsável tanto da emoção negativa quanto da positiva. Assim, ajudará seu profissional a não reprimir a raiva e sim a resolvê-la, deixando-o livre emocionalmente para criar e dar resultados. O papel do RH é criar mecanismos de identificação dos gatilhos da raiva e promover ações de prevenção e correção quando os gatilhos são acionados. O RH deve semear no ambiente de trabalho, crenças e valores que estimulem a maturidade emocional dos colaboradores e principalmente, treinar a liderança no seu importante papel na gestão emocional da equipe, utilizando uma estratégia motivacional baseada na educação e na responsabilidade pela mudança e não na punição e recompensa.
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