quinta-feira, maio 31, 2007

CAREER FAIR - 6ª EDIÇÃO





Power point - JORNAL BOM DIA - COLUNA BECK -

*A empresária Ada Maria de Assis e Silva imprime sua inconfundível marca de coach na 6ª edição da Career Fair.


* Realizado pela revista “Você S.A.”, o evento é uma espécie de observatório para profissionais e talentos de áreas diferenciadas somarem informação e que tais. No foco de palestras ministradas por célebres nomes como Sergio Chaia, Paulo Gaudêncio, Gustavo Cerbasi e Celina Joppert, a empresária também aproveita a vibe para sondar nomes que possam, num futuro muito perto, trazer a Rio Preto novidades bacanudas.


* Isso é hype!




terça-feira, maio 22, 2007

CURSO: COMO PLANEJAR SUA REMATRÍCULA AUTOMATICA




NO ÚLTIMO DIA 18/05/2007 MINISTREI O CURSO "COMO PLANEJAR SUA REMATRÍCULA AUTOMÁTICA" NA UNIDADE I DO CCAA JUSTKIDS.COM.


TIVE O PRAZER DE RECEBER PARA O CURSO AS FRANQUEADAS PATRÍCIA (CCAA ARAÇATUBA), LÚCIA (CCAA PEREIRA BARRETO), ANDREA (CCAA BURITAMA) E MOACYR GOMES - GERENTE ADJUNTO DA GERÊNCIA DE APOIO AS FRANQUIAS DO MEU FRANQUEADOR CCAA - RIO DE JANEIRO.

quarta-feira, maio 16, 2007

É PRECISO TER SONHO

É PRECISO TER SONHO

Ada Maria de Assis e Silva

Nesta última semana finalizei um novo projeto na minha carreira de empresária e de coach. Recebi o consultor financeiro e escritor Gustavo Cerbasi para uma Tarde de Autógrafos e uma palestra das quais fui idealizadora e organizadora. Conheci o jovem escritor de “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” na última edição da Career Fair em maio/2006, onde ele foi um dos mais prestigiados palestrantes, e me encantei com suas fórmulas simples para organizar finanças pessoais e de casais. Na verdade, tudo se torna simples depois que alguém através de sua própria experiência pessoal, percebe que colocar um plano de ação em prática, com metas definidas, mudança de hábitos e acompanhamento constante sempre leva a realização de um sonho. Este é o princípio básico do coaching: definir uma meta, desfazer crenças limitantes e desenvolver novas competências para atingir objetivos.

O impulso para escrever estas linhas vem, contudo, do desejo de falar um pouco sobre o apoio que recebi de meus caríssimos amigos, parceiros, colaboradores, patrocinadores e familiares para que mantivesse acesa a chama da persistência, e não desistisse deste novo projeto a cada dificuldade encontrada sendo ela financeira, dos processos de organização envolvidos e principalmente, para que não me deixasse afetar pelos sabotadores de plantão.

Acreditem-me! Eles estão escondidos por toda parte e surgem dos mais variados nichos para convencê-lo de que você está perdendo tempo com tão trabalhoso projeto, de que não haverá publico, de que o prazo é curto, de que o evento é caro, de que você não tem experiência no assunto, portanto, deveria continuar a fazer aquilo que você sempre fez. Olhando para sua expressão corporal e seus olhos e ouvindo estas falas desencorajadoras, o que eu podia ler e traduzir de seu pensamento real era: Como você ousa?

Como você ousa tentar algo diferente? Como você ousa acreditar que vai dar certo? Como você se atreve a ter coragem, assumir riscos e se envolver em algo novo que trará tanta ansiedade e angústia para ser realizado?

Neste momento você balança. Os seus próprios medos e a sua própria crença limitante começam a gritar dentro de você: será que eu posso? Você é invadido por uma tristeza, um desânimo e “a coisa” se instala. “A coisa” é um misto de medo, dor de estomago, desconfiança, baixa auto-estima e muita insegurança.Se você, meu leitor, já conhece “a coisa”, deve saber que o melhor antídoto interno para ela é a alta auto-estima, a persistência, o exercício constante de não se deixar vencer e; o antídoto externo é o apoio daqueles que te amam, te respeitam e principalmente estão prontos para te acompanhar. Você é liderado por eles, e assim passa a liderá-los. Faz com que eles te sigam com o coração e multipliquem mil vezes a possibilidade e a credibilidade do seu projeto.

Você descobrirá que andou criando um tal de “networking”, ao longo de sua carreira e de sua vida pessoal, e que junto de uma excelente e cuidadosa organização e realização de seu projeto, algumas pessoas apóiam e comparecem não somente para ouvir um escritor de best-sellers, mas porque você está à frente de tudo. E para eles é você que importa. E são eles que ampliam e sustentam toda a sua rede de bons relacionamentos.

Pretendo imortalizar neste texto, minha sincera gratidão aos meus bons amigos e parceiros. Sei que cada um vai saber que é para si que estou escrevendo isto e quero que saibam que o evento para mim foi um sucesso, pois aprendi muito e mais, estreitei meus relacionamentos, venci mais um desafio e sinto-me agraciada com o melhor sentimento do mundo: o prazer de superar limites.

Aos sabotadores de plantão fica aqui uma reflexão: Nossas crenças determinam como vivemos e o que somos, pois aquilo em que acreditamos termina por se refletir na nossa realidade. Assim, quando alguém acredita que pode, está certo. E quando acredita que não pode, está certo também. Pessoas autoconfiantes, determinadas, que acreditam que podem conseguir o que querem terminam por descobrir como chegar lá. Já os que são derrotistas e têm crenças limitantes não atingem seus objetivos, pois nossas crenças terminam por se tornar profecias auto-realizadoras.
Com o auto-conhecimento aprendemos a administrar as próprias emoções, transformar crenças que limitam e desenvolver os recursos internos.

Para se estar no comando do próprio destino, o indivíduo deve ser agente da sua vida. Já quem apenas reage ao que lhe acontece, ao que os outros dizem, ou ao que imagina ser a expectativa que se têm sobre ele, abre mão do seu poder de fazer suas próprias escolhas. Escolher não escolher é sempre uma escolha, mas, lembrem-se, a auto-sabotagem é um desperdício e fonte de muitos fracassos.

“Mas é preciso ter MANHA, é preciso ter GRAÇA, é preciso ter SONHO, sempre. Quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter FÉ na vida.”

Milton Nascimento e Fernando Brandt

ADA MARIA DE ASSIS E SILVA - OFFICINA DO COACH
INTERNATIONAL COACH/GESTORA DE NEGÓCIOS/EDUCADORA
http://officinadocoach.blogspot.com/

terça-feira, maio 08, 2007

NA PONTA DO LÁPIS


Na ponta do lápis
Em entrevista ao BOM DIA, Gustavo Cerbasi, consultor financeiro e escritor, mostra como planejar gastos sem afetar a relação do casal

Thomaz Vita Neto/Agência BOM DIA

O consultor financeiro e escritor durante palestra em Rio Preto, na semana passada

O endividamento atingiu, em março, 62% da população do Estado de São Paulo que ganha entre três e dez salários mínimos, segundo pesquisa do Fecomércio. Gastos e dívidas sempre dominam a pauta de preocupações no cotidiano familiar, sendo muitas vezes o ponto de partida para recorrentes crises.

Para o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, autor de vários títulos na área, a população é inábil em lidar com dinheiro e falta diálogo e reconhecimento das diferenças no casal – o princípio para uma vida econômica organizada. “Você não pode convencer seu companheiro a mudar seu jeito de pensar sobre dinheiro. A conversa transparente é a melhor forma de unir forças e dividir sonhos e realizações”, destaca Cerbasi em entrevista ao BOM DIA.

Entre os desafios que impendem muitos de popuar, o consultor destaca o próprio desprezo do brasileiro por pequenos valores, tanto na hora de gastar como na hora de planejar as finanças.

Pesquisas mostram que a cada dia aumenta o número de pessoas endividadas. A que atribui isso?

Gustavo Cerbasi - Falta de conhecimento, falta de cobrança da sociedade que não vê a dívida como um problema e uma eficiência muito grande no marketing das empresas que vendem crédito e serviços de financiamentos.

Como deve ser feito o planejamento para equilibrar as contas?

Gustavo Cerbasi - Deve começar pelo exercício mais básico que é o de colocar as contas na ponta do lápis todos os meses. Criar hábito de solicitar sempre os comprovantes de compras e guardar esses comprovantes em uma pasta ou gaveta e, uma vez por mês, analisar os gastos. Se mesmo assim a família entrar no vermelho, o controle deve passar a ser quinzenal. Certamente, essa prática é suficiente para o controle do orçamento doméstico.

Quais os erros mais comuns que impedem as pessoas de poupar?

Gustavo Cerbasi - Principalmente o desprezo por valores pequenos tanto na hora de gastar como na hora de planejar as finanças e falta de planos a longo prazo. Os anos de inflação alta e descontrolada afetou a confiança do brasileiro em estabelecer projetos para o futuro. O consumidor também tem certa incapacidade ou dificuldade na hora de negociar, barganhar, pechinchar.

Como resistir às tentações de gastar?

Gustavo Cerbasi - Cerbasi: Ir às compras sabendo quanto tem para gastar, pesquisar preços em várias lojas, pechinchar, barganhar, espremer ao máximo vendedores e gerentes de lojas para chegar ao menor preço. A dica mais importante, porém, é tomar a decisão de compra fora da loja, que é um ambiente de sedução. Chegou ao melhor preço, bateu o martelo, pede cinco minutos para pensar fora da loja e só aí tome a decisão. Pesquisas indicam que quando o consumidor sai do ambiente de compras, mais da metade das compras acima de R$ 200 são abandonadas.

Como o casal deve agir para evitar que crises financeiras destruam o relacionamento?

Gustavo Cerbasi - Em primeiro lugar muita conversa. Conversa sobre dinheiro, conversa sobre sonhos. Em segundo lugar entendimento que as pessoas são diferentes. Você não pode convencer seu companheiro a mudar seu jeito de pensar sobre dinheiro. A conversa transparente é a melhor forma de unir forças e dividir sonhos e realizações.

Como os pais devem agir para que os filhos sejam prósperos financeira-mente?

Gustavo Cerbasi - Envolvendo os filhos em questões financeiras, dando a eles liberdade para falar sobre dinheiro. É preciso tirar dúvidas, deixar o filho manipular dinheiro, mesmo os mais novos podem pagar contas e solicitar descontos em balcões de lojas. A prática da mesada desde que os pais mostrem que ela não é um presente e sim uma transferência de responsabilidade. É importante romper com o tabu de que crianças não devem participar das finanças da família.

Há idade para que os pais comecem a educar os filhos para as finanças?

Gustavo Cerbasi - A melhor idade é quando os filhos querem ser iguais aos adultos, por volta dos dois, três anos. Essa projeção faz a criança ficar muito atenta às recomendações e orientações que os pais dão.

Como as escolas podem participar da educação financeira das crianças?

Gustavo Cerbasi - A educação financeira deveria entrar na escola de maneira indireta. Professores bem orientados poderiam incluir atividades financeiras nas disciplinas já existentes. Também poderiam ser feitos eventos, debates entre pais e professores, pais e alunos, para discutir dificuldades financeiras. A escola hoje já tem condições de proporcionar uma boa educação financeira, infelizmente o professor está despreparado para lidar com o assunto.


4/5/2007

domingo, maio 06, 2007

LIDERANÇA BASEADA EM VALORES

Liderança Baseada em Valores


Se você tratar as pessoas como elas são faremos elas piores. Se você tratar as pessoas como elas deveriam ser tratadas, você ajudará para que elas se tornem o que elas são capazes de se tornarem. (Goethe)


Atualmente, a palavra liderança é a mais usada e multifacetada nas empresas. Há centenas de rótulos diferentes para líderes e estilos de liderança, onde os valores se encaixam; mas, o que significa Liderança baseada em valores? Quem é um líder? Não é alguém que diz para você o que fazer. Alguém que simplesmente diz para você o que fazer é um chefe. Você faz assim porque ele disse para fazer assim. Um líder é alguém que você deseja seguir, mas não quem você é obrigado a seguir. A autoridade é necessária como parte da vida em sociedade e para se trabalhar nas empresas, mas, isso por si só, não basta para fazer um líder.

O significado original da palavra ‘liderança’ é continuar uma jornada na companhia dos outros. Assim, um líder está indo para algum lugar, ele tem uma meta e uma visão. Ele atrai os outros, então ele tem apelo, e influencia os outros. Aqueles que se unem a ele na jornada, confiam que ele conheça o caminho. Deste modo, ser um líder vem do esforço humano natural de reinventar a si próprio. Isto significa desenvolver a si próprio. Isso envolve a capacidade de ver o quadro inteiro e o sistema mais amplamente, assim como prestar atenção onde você está colocando seus pés na estrada. E isto significa inspirar os outros para se unirem a você na estrada. A autoridade é dada, mas a liderança necessita ser conquistada.

Imagine esta empresa. Em um departamento, ela tem um chefe que diz para as pessoas o que elas devem fazer e espera que elas obedeçam. Esse chefe não está interessado em seu pessoal, eles são somente um meio para atingir um propósito – obter resultados. Ele tem pouco interesse em seu pessoal, não os ajuda a relacionarem o que fazem com a visão da empresa, e não está interessado no que é importante para essas pessoas. O seu lema é ‘Ou é do meu jeito ou não é de jeito nenhum’. Ele tem autoridade, mas, por mais estranho que possa parecer, as pessoas freqüentemente parecem encontrar desculpas para não fazerem o que ele manda. As pessoas de seu departamento são infelizes e estão com seus trabalhos atrasados. Quando as coisas ficam atrasadas, ele reage fazendo mais do que já está fazendo. Ele é o arquétipo de chefe. Felizmente, este tipo está se extinguindo muito rapidamente porque seus métodos simplesmente não funcionam. Entretanto, alguns elementos desse dinossauro ainda podem ser encontrados em muitas empresas.

Contraste isso com um líder. O líder tem interesse em seu pessoal, ele conhece seu pessoal como indivíduos, e ele conhece e respeita o que é importante para eles. Ele sabe que o mesmo incentivo não funciona para todos e assim ele não tenta impor isto para todos. Ele faz o coaching de seu pessoal, não somente para aqueles que não estão tendo bom desempenho, mas também para aqueles que estão se saindo bem. As pessoas sentem que estão contribuindo para com a organização e respeitam seu erente. Ele consegue concluir seu trabalho, mas não confia somente em sua autoridade, mas no fato de que seu pessoal deseja fazer o trabalho bem feito. Ele inspira seu Pessoal para fazer tudo o que puderem. Esse é o gerente que é um líder. O que ocorreria se todos os gerentes fossem como este? Todos os gerentes podem prestar atenção à liderança baseada em valores – em seus próprios valores de respeito e justiça, e motivar e inspirar os outros através do que é importante para eles, e não através do que é importante para si próprio.

Um chefe tem poder, um líder tem influência. Um chefe depende de sua posição de autoridade; um líder conquista a autoridade ao ser respeitado pelo seu pessoal. Um chefe consegue que pessoas façam as coisas e um líder consegue que as pessoas queiram fazer as coisas. Por que eles desejam fazer as coisas? Porque eles estão motivados e inspirados pelo que é importante para eles e isso é liderança baseada em valores.

Existem dois paradoxos sobre a liderança baseada em valores. O primeiro, é que ela somente pode ser dada e não pode ser tomada. Uma pessoa pode ter poder e autoridade, mas isso não é o mesmo que liderança. As pessoas seguem um líder porque querem e não porque são obrigadas a seguir. Um líder sem seguidores ou companheiros de jornada é como o som de uma única mão batendo palmas.

O segundo paradoxo é que a primeira pessoa que um líder inspira é ele próprio. Como um líder pode inspirar outras pessoas a se unirem numa jornada se ele não consegue inspirar a si próprio? Então, como os líderes fazem com que as pessoas desejem segui-los na jornada? Eles apelam para o que é importante. Todos os líderes têm uma visão, uma visão de como o mundo poderia ser, todos nós temos nossas visões individuais, mas os líderes exploram algo mais do que apenas suas visões, eles exploram uma visão comum. Eles estão numa jornada e esta jornada é importante para eles. E quando falamos sobre como somos importantes estamos falando sobre valores, valores são simplesmente o que é importante para você. Os valores fornecem a energia para levantarmos da cama de manhã; eles fornecem o combustível para a jornada em direção à nossa meta. Sem valores, a jornada não pode começar.

Pare um momento para pensar sobre alguns líderes que você admira. Pessoas com as quais você se identifica. Eles podem estar em qualquer área: de negócios, religiosa, militar ou em qualquer área da vida. Eles podem ser pessoas famosas, ou amigos ou membros da família que você conhece bem, mas que os outros não conhecem. O que essas pessoas têm em comum? Uma coisa que elas devem ter em comum é que elas apelam para algo que é importante para você. Se não apelassem, você não poderia admirá-las. Você reconhece essas pessoas como líderes porque o quê elas fazem e o que elas significam é importante para você. Os valores destas pessoas se identificam com os seus valores. Bons gerentes lidarão com comportamentos problemáticos de ponto de vista dos valores. Em vez de simplesmente desafiar o comportamento, eles deixam claro que o comportamento é inaceitável, ao mesmo tempo que acompanham e reconhecem os
valores que estão por trás disso. O comportamento tem um propósito. Nós sempre agimos
para obter alguma coisa que seja importante para nós, algo que valorizamos. Infelizmente, as ações ou comportamentos que temos para atingir nossos propósitos podem não ser muito bons, e podem causar muitos problemas para os outros.

Por exemplo,um gerente que conhecemos,teve muitos problemas com um membro de sua
equipe.Essa pessoa desafiava constantemente as opiniões e propostas dos outros
membros.Ele bancava o advogado do Diabo,descobrindo falhas nos detalhes.Isso acabou se tornando muito desgastante.Os outros membros da equipe começaram a se ressentir dele; um deles disse, 'Não me sentiria tão mal se ele contribuísse com algo positivo, de vez em quando, mas ele é sempre tão negativo...'.O comportamento desta pessoa estava destruindo o rapport da equipe, contudo esta área de expertise era essencial e não poderia ser substituída no projeto atual.

Sugerimos ao gerente chamar esta pessoa de lado, perguntar-lhe o que ele queria conseguir através deste questionamento e porque isso era tão importante para ele. Ficou demonstrado que ele valorizava a segurança em um grau muito alto. Um projeto em seu emprego anterior tinha terminado em desastre porque os planos não foram verificados adequadamente e detalhes cruciais foram deixados de fora. A empresa perdeu muito dinheiro. Ele jurou para si mesmo que isso nunca aconteceria novamente em qualquer trabalho em que ele estivesse envolvido. 'Desejo que o plano seja absolutamente à prova de falha em todos os detalhes', foi como ele se expressou. A segurança e a precisão dos detalhes eram muito importantes para ele, e nosso amigo compartilhou estes valores e afirmou isto. Então, vem a pergunta que vale US$1 milhão. 'Seu desafio constante é obter o que você quer?' A resposta foi não. Os outros membros da equipe não estavam prestando atenção à sua contribuição, eles não estavam ouvindo, estavam concordando com ele somente na tentativa de ir adiante. Isso fazia com que ele ficasse ainda mais nervoso e desafiasse os outros ainda mais. O gerente sugeriu que ele tivesse uma função muito útil como Advogado do Diabo do grupo, mas deveria esperar até que os planos estivessem num estágio razoável de formação antes de pedir mais detalhes. Ele concordou.

Depois disso, a eficiência do grupo aumentou muito. Os outros sabiam que eles tinham o espaço de que necessitavam para desenvolver seus planos e que seria melhor que fossem planos bons. Os desafios surgiriam mais tarde e seriam mais construtivos e muito valiosos. Várias pequenas melhorias tornaram o projeto mais eficaz em termos de custos. Nosso amigo acompanhou os valores desse indivíduo e utilizou esses valores em benefício do grupo.

Um estudo extensivo de liderança em empresas de médio porte da Europa mostrou que aproximadamente dois terços das principais decisões eram tomadas alinhadas com a estratégia declarada da empresa. Entretanto, somente aproximadamente um terço das decisões de média importância estava alinhada com a estratégia declarada da empresa. Isto parece razoável visto do lado de fora, mas lembre-se de que as grandes decisões foram tomadas a portas fechadas por um pequeno grupo de pessoas da alta direção e as implicações máximas foram, muitas vezes, mantidas em segredo por boas razões comerciais. As decisões diárias menos importantes que afetavam os empregados foram tomadas ao ar livre e a maioria destas não era consistente com a estratégia da empresa. As pessoas viam, todos os dias, que as empresas não estavam fazendo o que falavam, e isso pode levar à desilusão e ao cinismo.

No extremo, existe o exemplo de uma grande organização nos Estados Unidos que tinha publicado que um de seus principais valores era colocar os funcionários em primeiro lugar. Essa mesma organização cortou os pagamentos dos benefícios de planos de saúde e aumentou os gastos em associações de clubes de campo para os executivos da alta hierarquia. Isso não é liderança baseada em valores, e essa organização não poderá nem reclamar se as pessoas perceberem isso e ficarem cínicas. Essa é uma lição importante – agarre-se aos seus valores. As pessoas com certeza perceberão. E isso é importante.

A liderança baseada em valores pode surgir de qualquer parte na organização. O que é certo é que se as pessoas da alta direção não demonstrarem isso, elas perderão o respeito. As pessoas ficarão cínicas sobre os valores e até mesmo os desprezarão. Em seguida, elas começarão a trabalhar somente pelo dinheiro, e todas as pesquisas mostram que apesar de ser importante pagar um salário justo para as pessoas, quando isso for obtido, então outros valores serão mais importantes do que o dinheiro, particularmente, desafio, progresso na carreira e respeito. A menos que um gerente lidere seu pessoal tornando o trabalho deles desafiador e recompensador, e os respeitando, eles poderão muito bem trocar de empregos, levando com eles todos aqueles altos conhecimentos e expertise, conquistados a duras penas, para os concorrentes de seus ex-patrões. Dessa maneira, é fácil ver que a liderança baseada em valores não é um ideal abstrato, mas trata-se de cuidar dos próprios interesses e do bom gerenciamento.

© Joseph O’Connor é um dos mais reconhecidos e respeitados trainers de PNL e Coaching do mundo. Ele já deu cursos na América do Sul e do Norte, em Hong Kong, Singapura, (onde foi premiado com uma medalha do National Community Leadership Institute), Nova Zelândia e muitos países europeus.Joseph é membro convidado da NLP University em Santa Cruz, Califórnia, e trainer convidado da NLP Comprehensive. É sócio proprietário da Lambent do Brasil.

quinta-feira, maio 03, 2007

PROGRAMA CIDA CARAN - 28/04/2007

Visite a página da Colunista Cida Caran e assista o programa do dia 28/04/2007 com a cobertura da Tarde de Autógrafos com o escritor e consultor Financeiro Gustavo Cerbasi .

http://www.cidacaran.com.br/canais/programa/index.html

terça-feira, maio 01, 2007

Palestra Acirp - Como organizar sua vida financeira


































Gustavo Cerbasi deu o seu recado no última quarta-feira dia 25/04, na Acirp. Depois de uma tarde de autógrafos onde ele mostrou toda o seu carisma e atenção, dando sempre uma pequena consultoria aos seus leitores, proferiu a palestra"Como Organizar sua Vida Financeira" para um grande público no Centro de Convenções da Acirp. Ao Gustavo, minha gratidão pela confiança e pela brilhante atuação no evento que organizei.

sexta-feira, abril 27, 2007

TARDE DE AUTÓGRAFOS GUSTAVO CERBASI
























Foi com imensa alegria que organizei a tarde de autógrafos de Gustavo Cerbasi na Union Crédito Fácil, um dos patrocinadores da palestra. Foi uma tarde especial para todos, e junto com os autógrafos todos tiveram seus 10 minutos de consultoria. Tudo regado com caprichos do buffet Lig Massas, venda de livros pela Livraria Espaço, Móveis da Trimach, e recepção e espaço da Union Crédito Fácil.

segunda-feira, abril 16, 2007

UM SUSTO NAS DÍVIDAS

Um ‘susto’ nas dívidas

É possível sair da crise, basta reduzir seus gastos
São José do Rio Preto, 15 de abril de 2007

Leda Nascimento

15:02 - Dinheiro e casamento. Como fazer essa relação dar certo? O consultor financeiro Gustavo Cerbasi, especialista em economia doméstica e finanças pessoais, dá dicas de como marido e mulher assalariados, podem enriquecer juntos. Mestre em administração e finanças pela FEA/USP, formado em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com especialização em finanças pela Stern School of Business - New York University e pela Fundação Instituto de Administração (FIA), Cerbasi é autor dos livros Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem; Casais Inteligentes Enriquecem Juntos e Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos, todos publicados pela Editora Gente. Considerados pela crítica literária do gênero como verdadeiros manuais para indivíduos com dificuldade de administrar o orçamento doméstico e as finanças pessoais, Cerbasi defende em sua escrita a tese de que qualquer pessoa pode vir a se tornar um milionário desde que aprenda a aplicar o próprio dinheiro.

Em uma rápida conversa com o Diário, na última sexta-feira, por telefone ele falou um pouco sobre como o brasileiro pode melhorar a sua condição de vida sabendo planejar o futuro. Colunista colaborador da revista Você S/A, do Jornal Gazeta Mercantil e da Rádio Transamérica, Cerbasi já realizou consultorias financeiras para grandes grupos de mercado como ABN Amro Real, Banco do Brasil, Natura, Serasa, SKY TV Digital e Unimed. Ele desenvolve treinamentos, palestras e consultorias para diversos públicos de todo o Brasil, e vai estar em Rio Preto, na próxima quarta-feira, para realizar uma palestra sobre economia doméstica e planejamento das finanças pessoais a convite de uma escola de inglês da cidade.

Diário da Região - Em que momento da sua vida, o senhor resolveu escrever livros para ensinar casais e famílias “desequilibrados” com dinheiro a gerenciarem de forma saudável as finanças domésticas?
Gustavo Cerbasi - Em 1999, estava no início da minha carreira, dava aula de finanças e negócios na FIA, vinculada a USP. Confesso que era uma disciplina chata, pesada de ministrar. Para aliviar e deixar mais light o tema abordado em sala de aula, comecei a levar aos meus alunos algumas discussões sobre finanças pessoais, por ser algo que interessa a todo mundo. Nesta época da minha vida, aplicar bem meu salário, era algo que passou a me inquietar. Em 2002, lancei meu primeiro livro relatando os aspectos de uma teoria onde afirmo que qualquer pessoa pode vir a se tornar um milionário. Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem (Editora Gente), fez tanto sucesso entre os leitores, que nunca mais parei de ser chamado para dar consultorias e palestras sobre finanças pessoais.

Diário - Dê um exemplo prático de como um assalariado pode vir a ter R$ 1 milhão um dia? Cerbasi - Como professor eu ganhava pouco, mas percebi que se aplicasse R$ 300 por mês, durante 30 anos, em fundos de investimento a longo prazo, juntaria R$ 1 milhão, isso fazendo um cálculo aproximado da inflação acumulada nesse período. É uma boa aposentadoria. Dá para ter uma velhice tranqüila com esta quantia em caixa, não é mesmo? A pessoa não precisa ser economista. Qualquer leigo, que ganhe R$ 1 mil por mês, pode vir a se tornar um milionário. Se a pessoa não tiver nenhuma noção de finanças e fizer investimentos displicentes em poupança ou fundo de renda fixa, ainda assim, poupando R$ 600 por mês durante 30 anos, ela vai conseguir R$ 1 milhão.

Diário - E como este trabalhador irá pagar as contas de luz, telefone, aluguel, fazer a compra no supermercado, deixar uma reserva para o lazer e ainda comprometer de 30% até 60% do seu salário, com um investimento a longo prazo?
Cerbasi - As pessoas tomam um susto quando afirmo que é palpável o sonho de ser milionário, porque têm escolhido mal o padrão de consumo. O brasileiro não tem o hábito de poupar, de planejar o futuro e escorrega na hora de optar pelo padrão de roupa, moradia, automóvel. Compra coisas por impulso, porque viu alguém usar e inveja aquilo para si. Alguns querem seguir um padrão acima do que ganham. Gastar mais do que se ganha é bem mais comum do que se imagina.

Diário - Qual o principal segredo para se empregar de forma coerente o salário e conseguir poupar?
Cerbasi - Primeiro é preciso ter tudo na ponta do lápis. A maior parte das pessoas sabe quanto ganha mas não sabe quanto gasta. Compra-se de tudo aqui e acolá, desenfreadamente, sem nenhum controle. Quando acordam estão no vermelho. O indivíduo de perfil desequilibrado com as finanças pessoais sempre fica tentado com o cheque especial e o cartão de crédito. É um círculo vicioso, o salário não dá para pagar as contas do mês, entra no especial, o passo seguinte é optar pelo rotativo do cartão de crédito; a pessoa cobre o valor mínimo e depois joga dinheiro fora pagando juros ao banco. Por fim, não dá conta de pagar mais nada e briga com o gerente por mais limite, tenta fazer empréstimos, até o nome ficar restrito ao crédito. E quando isso atinge um dos companheiros de um casal é mais complicado, porque vai comprometer o orçamento da família.

Diário - O senhor escreveu o best seller Casais Inteligentes Enriquecem Juntos. Como é isso? Cerbasi - Parece lugar comum, mas enriquecer é uma questão de planejamento. O casal tem de aprender a planejar desde os tempos de namoro. O jovem casal tem de saber que com o casamento, parte do gastos tidos com lazer enquanto solteiros, vai ter de ser administrado para pagar o supermercado, o aluguel, o plano de saúde e outras despesas de uma casa, de uma vida a dois. A renda agora é familiar, o orçamento é familiar. Muitos casamentos acabam por causa de dinheiro, ou melhor, pela falta dele, porque o homem e a mulher trabalham, mas não pensam em um plano em conjunto e administram seus rendimentos em separado. O relacionamento se desgasta porque um dos parceiros é controlado com dinheiro, e o outro é desequilibrado, e quem lida melhor com os números acaba sendo onerado pelo companheiro ‘mão aberta’. Não dá para um ficar rico e outro pobre, no casamento, os dois precisam enriquecer juntos. Quem tem mais controle tem de assumir as rédeas.

Diário - O senhor fala com tanta naturalidade, que parece ficção essa história de que qualquer casal pode ficar rico?
Cerbasi - Qualquer um. Um casal humilde. Sem precisar ganhar na loteria, sem ter heranças a receber. É possível ficar rico, quando se aprende a planejar os proventos. Se não ficar rico, pelo menos esse casal terá uma vida estável, com tranqüilidade para estudar os filhos e garantirá uma aposentadoria gorda na velhice.

Diário - Especifique, por favor, como marido e mulher podem conduzir o casamento sem sufoco financeiro?
Cerbasi - Ao contrário do que se pensa, casamento planejado não é começar com prestações altíssimas da casa própria financiada em 20 anos. Nem é financiar um carro zero quilômetro, por quatro ou sete anos. Antes de comprometer o capital a médio ou a longo prazo, esse casal, precisa ter real consciência dos seus gastos. Um casal que pretende enriquecer junto, não lida com o salário de cada cônjuge, lida com uma renda familiar única. O que é isso? Vamos supor, que o homem tenha um rendimento mensal de R$ 4 mil, e a mulher de R$ 3 mil. A renda da família nesse caso soma R$ 7 mil. O casal tem de separar o montante para pagar aluguel, telefone, luz, água, alimentação, saúde e lazer; as despesas da casa. Tem de separar uma mesada para as despesas pessoais de cada um, pode-se estipular um total de R$ 700, sendo R$ 350 cada. Com essa mesada, a mulher vai ao cabeleireiro, na depiladora, o homem vai comprar uma camisa, o que precisarem. Pelo menos 10% dessa renda tem de ser revertida todo mês em um fundo de investimento por cinco ou dez anos. Sem esquecer de deixar uma pequena verba para situações emergenciais, porque é a falta de reserva que leva ao uso inadequado do cheque especial. Aí sim, com a soma poupada no fundo de investimento, é hora de dar uma boa entrada para comprar a casa própria ou adquirir o carro à vista. Um casal que ganhe menos, vai dividir a renda familiar da mesma forma só que em menor proporção de valores.
O Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), acredita que no Brasil, um casal com dois filhos, vive sem dificuldades com uma renda de R$ 1,5 mil. Nesse caso, eles podem guardar R$ 150 durante dez anos, e garantir a faculdade dos filhos. Proponho que o casal sempre guarde 10% da renda para realizar um sonho, um projeto, que pode ser o da casa própria. Um jovem casal tem de investir em projetos a curto prazo também, determinando um valor a ser poupado durante seis meses ou um ano, pode-se custear uma viagem, investir na carreira com um MBA, um mestrado, um curso de línguas. Quando o foco for investir na carreira, sugiro que se junte um valor para a entrada e se faça um empréstimo de crédito educativo para bancar o curso, porque essa é uma modalidade de empréstimo com juros menos agressivos, e na maioria das vezes, a pessoa tem pressa no aprendizado porque prospecta um aumento salarial e se vai ter uma promoção terá condições de saldar o débito com o banco.

Diário - Essa fórmula funciona para um casal controlado e sem dívidas. E quando a renda está comprometida com dívidas e os credores batendo à porta?
Cerbasi - Se a dívida for muito alta, o casal deve contratar um advogado. Mas aí você me pergunta, já estão devendo e ainda vão gastar com um advogado? É melhor fazer isso que ser esmagado por uma bola de neve. Se os débitos forem administráveis, não só o casal, mas o devedor, que pode vir a ser um solteiro, tem de parar tudo. É hora de traçar um plano de salvamento. A pessoa tem de colocar tudo no papel e a partir deste resultado perguntará a si mesmo: De quanto tempo preciso, de seis meses, de um ano? Nesse tempo, não vai dar para comprar roupas, sair de casa para passear, gastar no cabelereiro, comprar brinquedos caros para os filhos. É apertar os cintos, mesmo. Pagar as contas essenciais para a sobrevivência e ir quitando as dívidas. Procure seu gerente, parcele o cheque especial, o cartão de crédito, refinancie as suas contas de crediário em lojas, renegocie tudo. Não faça empréstimos para pagar dívidas. Vender o carro, e andar de ônibus, é melhor que se endividar ainda mais. Devagar e com planejamento, a pessoa ou o casal vai sair do sufoco. Quando atingir a meta e quitar as dívidas, é hora de uma nova conversa entre as partes envolvidas ou de um novo autoplanejamento para traçar metas, resgatando projetos deixados para trás. Para isso será preciso começar a poupar. Ter dinheiro vivo é a melhor saída sempre.

Diário - Outro agravante, além das dívidas, é quando um dos companheiros perde o emprego. Como se virar nesta situação e não deixar a peteca cair?
Cerbasi - O conceito de renda familiar única prevalece. A família, o casal, terá de se adequar a esta nova realidade. Se tiver filhos, é hora de colocar as cartas na mesa. Os filhos têm de participar, saber que os gastos terão de ser reduzidos. Temos de incutir nas novas gerações essa cultura do planejamento financeiro, porque hoje 30% dos brasileiros endividados segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são jovens de até 30 anos. Por que isso? Porque repetem os erros dos pais, os erros aprendidos dentro de casa. Agradeço ao meu pai por sempre ter me colocado a par. Ele foi uma pessoa que começou em uma empresa com um cargo muito baixo e aposentou como diretor, ganhando muito bem. Sempre me inteirou sobre os desafios enfrentados; quando ia faltar dinheiro; quando íamos ter fôlego. Recentemente, um pastor de uma igreja de Ribeirão Pires (SP), me convidou para prestar uma consultoria financeira aos fiéis. Ele percebeu que o pessoal estava muito endividado. Acompanhei de perto alguns casos chocantes de desespero financeiro. Uma das famílias, tinha uma renda de três salários mínimos, mas devia muito além do que ganhava. Tracei um plano, em que eles teriam de arrumar cinco amigos para recebê-los durante um dia da semana, durante seis meses, para que jantassem e tomassem banho. Pais e filhos travaram uma verdadeira gincana, conseguiram no ciclo de amizade, familiar e na vizinhança as cinco famílias para ‘adotá-los’. Ao final de seis meses estavam com as finanças recuperadas, sem precisar de empréstimos. Nessas horas, se não recebem apoio, esse casal afundaria, a família já desestruturada e os filhos revoltados, a separação seria mera conseqüência.

Diário - O senhor escreve sobre o conceito de mentalidade de pobre x mentalidade de rico...
Cerbasi - O pobre com mentalidade de rico, é aquele que hoje é pobre, mas propicia situações e planos para ter muito dinheiro no futuro. Atendo diversos jovens de 18 anos, que me procuraram para administrar suas finanças. Acompanho o caso de um rapaz, que recebe R$ 1 mil de salário, e todo mês aplica R$ 500. Na cabeça dele, ele tem uma remuneração de R$ 500 e com este valor ajuda nas despesas da família e custeia seus gastos pessoais. A seguir este ritmo, com menos de 30 anos de idade, ele vai ter juntado uns R$ 100 mil. Tem tudo para se tornar um novo rico, porque no futuro ao ter terminado os estudos, o salário dele será maior, investirá na carreira e continuará aplicando suas finanças. Se souber educar os seus filhos, eles serão milionários. Não temos que dar o peixe, mas ensinar as pessoas a pescar. Um rico com mentalidade de pobre é aquele que herdou uma fortuna, mas não investiu em projetos, não se preocupou em aplicar bem o seu dinheiro para multiplicá-lo. Tem mentalidade de pobre porque inveja a Mercedez do vizinho, vai lá e compra uma, inveja o cruzeiro de um parente e faz também, adquire e faz coisas sem necessidade, não tem metas, não tem sonhos próprios. Até que um dia vai a falência e não consegue entender onde empregou, como perdeu a sua fortuna.

Diário - O senhor se considera um poupador, uma pessoa controlada com as finanças pessoais? Cerbasi - No dia-a-dia prefiro andar com um carro popular, usar uma roupa barata, fazer a compra de supermercado toda semana, aproveitar promoções, sem estocar coisas que vão estragar e me dar prejuízo. Quando viajo, meus amigos me consideram um gastador. Sou daquele que paga tudo antes, mas vou de primeira classe, reservo um hotel cinco estrelas e alugo um carrão importado. Há prazeres na vida, há sonhos que só realizamos, porque soubemos poupar para concretizá-los.

Serviço:
Palestra: Como organizar a sua vida financeira - aprendendo a fazer bom uso do seu dinheiro. Ministrada pelo consultor financeiro Gustavo Cerbasi. Dia 25/04, a partir das 20 horas no Centro de Convenções da Acirp. Convites vendidos a R$ 100.
Reservas pelo telefone (17) 3236 8705 - falar com Lidiane
Ou (17) 3234.7422 - CCAA JUST KIDS

sábado, abril 14, 2007

COACHING - O MELHOR AMIGO DO RH

Tadeu Alvarenga

Uma pesquisa recente conduzida pela consultoria Deloitte visando detectar quais os motivos do não-comprometimento dos funcionários para com as suas organizações – o que tem sido uma reclamação constante dos RHs – apontou os seguintes resultados:

- Minha empresa não oferece oportunidades de aprendizado, para que eu desenvolva novos conhecimentos.
- Os líderes não estão nem aí para o bem-estar dos funcionários.
- Faltam critérios salariais justos e consistentes.
- Não tenho autonomia para realizar o meu trabalho.
- Minha opinião não é levada em conta da hora de decidir.

Esta pesquisa – que recebeu uma menção na edição de Janeiro de 2007 da Você S.A. – chama a atenção pelo fato de que o item salário só foi mencionado uma vez – e a principal reclamação não era de que este fosse insuficiente ou baixo demais, mas sim de não existirem critérios justos e transparentes que norteassem a política salarial da Empresa. Também é interessante observar que todos os itens apontados acima se encontram dentro da área de atuação do Coaching – o que o torna, sem sombra de dúvida, o Melhor Amigo do RH.
Vamos examinar os itens acima rapidamente, sob a perspectiva do Coaching.

1. Minha empresa não oferece oportunidades de aprendizado, para que eu desenvolva novos conhecimentos.

A própria essência do Coaching é ser um facilitador do aprendizado dentro da organização. O Líder-Coach – ou o Gestor de RH que se utiliza das Ferramentas do Coaching – é aquele que apóia o processo de aprendizagem do colaborador/liderado contribuindo para o seu desenvolvimento como Profissional e também como pessoa. Note-se bem, no entanto, que o processo de Coaching não objetiva "ensinar" mas sim, motivar o outro a aprender, a partir de seus próprios recursos e experiências, colaborando, desta forma, para a construção de conhecimento dentro da organização – conhecimento este que, frequentemente, se traduz em lucro – para a Empresa e para todos os envolvidos.

2. Os líderes não estão nem aí para o bem-estar dos funcionários.

Uma vez que o Coaching passa a ser utilizado em larga escala em uma organização, sentimentos de oposição entre Líderes e liderados – do tipo "eles contra nós" – que, invariavelmente, acarretam perdas significativas para a Empresa, tendem a diminuir significativamente, uma vez que o funcionário passa a ser integrado aos processos da Empresa.

3. Faltam critérios salariais justos e consistentes.

A única menção a salário nos resultados levantados na pesquisa não se refere, de forma alguma, aos valores absolutos do salário, mas sim aos critérios utilizados no cálculo da remuneração de cada um.
Embora o Coaching não tenha o poder de intervir diretamente na política salarial da Empresa, é preciso reparar aqui que, muitas vezes, as reclamações salariais são, na realidade, manifestações de um sentimento de falta de valorização por parte dos funcionários. As reclamações sobre salário muitas das vezes servem de "símbolo" ou veículo para outras questões mais profundas – medos, insatisfações, ressentimentos, etc. – as quais permanecem a maior parte do tempo sem serem verbalizados pelos funcionários e que podem acarretar imensos prejuízos à dinâmica da organização.
Neste sentido, este item apresenta grandes semelhanças com o anterior, porquê se relaciona à percepção de Valor em relação à sua atividade pelo colaborador, a qual, caso insuficiente, poderá se traduzir em desmotivação, queda no desempenho, piora no clima organizacional, conflitos interpessoais e reclamações sem fim – não necessariamente apenas sobre salário.
O Coaching pode aqui atuar positivamente prevenindo e/ou revertendo os indicadores de insatisfação mencionados acima, principalmente ao capacitar Líderes e Gerentes com Ferramentas e Técnicas próprias.

4. Não tenho autonomia para realizar o meu trabalho.

Um dos objetivos principais do Coaching na organização é promover a educação dos colaboradores em direção a uma autonomia crescente. Isto implica em substituir o antigo modelo onde o funcionário era visto apenas como um simples "executador de tarefas" e torná-lo, de fato, um colaborador ativo da organização. O antigo modelo, o modelo do funcionário "executador de tarefas", foi firmado no início da Era Industrial e, muito embora tenha tido a sua utilidade no passado, tem se mostrado cada vez mais e mais inadequado à era da Informação que estamos vivendo.
O antigo modelo tinha, como principal característica, o desencorajamento sistemático de qualquer manifestação de iniciativa ou criatividade por parte dos funcionários, levando, como conseqüência, a um alto grau de dependência da figura do Chefe.
O Coaching como instrumento de Desenvolvimento de Lideranças, permite realizar a transição segura para as práticas gerenciais adequadas ao cenário atual.

5. Minha opinião não é levada em conta da hora de decidir.

O Líder-Coach é aquele que por definição, integra o liderado no processo de decisão, o que faz com que este se perceba como um colaborador ativo da organização, ao invés de um mero "executador de tarefas". Isto, é claro, não só aumenta a produtividade do funcionário e o seu senso de integração em relação à organização, como também diminui a oposição em relação à Liderança.
O Coaching, como ferramenta de Desenvolvimento de Lideranças e de Gestão de Pessoas, contribui, sem sombra de dúvida, para o aumento da performance organizacional, ao mesmo tempo em que facilita a atuação do RH dentro da Empresa.


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quinta-feira, abril 12, 2007

BLOCKBUSTER - JORNAL BOM DIA - COLUNA SOCIAL BECK

BLOCKBUSTER*

A empresária Ada Maria de Assis e Silva e a jornalista Malu Rodrigues trazem a Rio Preto o mestre em finanças e autor de alguns best-sellers Gustavo Cerbasi. O cara é uma espécie de guru da vida financeira, célebre por encabeçar o ranking dos livros mais vendidos de jornais e revistas bacanudos. “Casais inteligentes enriquecem juntos”, por exemplo, há dois anos é listado pela revista “Veja” como referência para as cabeceiras monetárias. A figura de Cerbasi se instala na cidade dia 25. A palestra acontece no Salão Social da Acirp.

* Não precisa ser um maleta politizado nem um nerd bitolado para entender a palestra. Cerbasi fala para todos os tipos de público, bem avonts mesmo

PALESTRA NO ROTARY SJRP


NA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA, 09/04/2207, MINISTREI UMA PALESTRA SOBRE LIDERANÇA E COACHING NO ROTARY CLUB SJRP.
NA FOTO, ESTOU COM A PRESIDENTE KÁTIA RICARDI DE ABREU E COM CÉLIA ESTRELLA QUE ME CONVIDOU PARA A PALESTRA.

segunda-feira, abril 02, 2007

SUPERVISÃO DA FRANQUIA CCAA JUSTKIDS- S J RIO PRETO

















Nos dias 21/03, 22/03 e 24/03 o CCCA Just Kids recebeu a visita da supervisora de Franquias Fabiana , da matriz do CCAA do Rio de Janeiro. A escola mais uma vez, conseguiu excelentes notas nos setores administrativo, financeiro, marketing, vendas, atendimento, pedagógico ( onde várias aulas foram assistidas e os professores analisados) e espaço físico. As secretarias receberam orientações e feedback na manhã do dia 24/03.
É sempre motivador e estimulante saber que o CCAA mantem seus padrões de qualidade e inovação em S J Rio Preto.
Parabéns a equipe do CCAA Justkids!!!!!!

sábado, março 31, 2007

O executivo e o coaching em marketing pessoal

O executivo e o coaching em marketing pessoal
Sílvio Alves Celestino


De repente surge uma nova palavra no seu dicionário que você não sabia que estava lá: "Coaching". E ainda por cima querem saber se você tem um "coach". Se é um "coachee" e como está seu "coaching"? Vida dura essa de executivo. Enquanto você trabalha, outros criam palavras para te infernizar.

Felizmente dessa vez criaram algo para ajudá-lo. Desde que você não caia nas mãos desses que se auto-declaram "coaches" sem nunca terem se preparado para isso. Vamos resumir o significado de cada uma dessas novas palavras do "seu" dicionário:
Coaching é o processo de desenvolvimento de competências. Competência é a capacidade de agir, de realizar ações em direção a um objetivo. Competência é a capacidade de agir, de realizar ações em direção a um objetivo, metas e desejos. É um processo de investigação e reflexão. Descoberta pessoal de fraqueza e qualidades. Aumento da consciêcia de si. Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida com estrutura e foco. O processo oferece feedback realista e apoio.

Coach, literalmente "técnico" em inglês, é o profissional especializado no processo de desenvolvimento. É o coach que conduz o processo, levando o cliente a refletir, chegar às conclusões, definir ações e principalmente agir em direção aos seus objetivos, às metas e aos desejos. Curiosamente "coach" significa também: veículo utilizado para transporte de pessoas de um lugar a outro. De certo modo o coach transporta seu cliente para seus objetivos. Coachee é o nome que se dá ao cliente.

Portanto, não é difícil diante de todas esses elementos que compõem o processo de coaching, entender porque grandes atletas, artistas de cinema e agora empresários e executivos possuem um coach. Simplesmente porque os ajudam a chegar lá mais rapidamente. Seja "lá" onde for.

Segundo Rhandy di Stéfano - fundador do Integrated Coaching Institute - o processo de coaching surgiu devido ao histórico das organizações empresariais. Em resumo, durante as décadas de 60 e 70 o empresário podia contar com a solução dos problemas a partir das experiências suas ou de seus empregados. A necessidade de crescimento levou-o ao mercado de ações e este demandou maiores lucros que justificassem os investimentos. Além do aprimoramento dos processos internos das empresas, a demissão dos profissionais mais antigos e de maiores salários contribuiu para o aumento dos lucros.

Entretanto, o efeito colateral foi que a experiência deixou a empresa juntamente com esses profissionais e os recém-contratados não tinham como lidar com todos os desafios que o crescimento permanente exige. A solução foi recontratar os funcionários antigos, mas como consultores externos.

Todavia, novos mercados significaram maiores mercados e o crescimento contínuo tranformou as organizações numa rede de mini-empresas espalhadas por todo o planeta. Cada uma demandando essencialmente os mesmos recursos da empresa-mãe. Entre eles o mais escasso de todos: liderança.

Entretanto, consultores trabalham com processos e a liderança exige além dos processos a capacidade de trabalhar com pessoas em todas suas dimensões. Inclusive com suas emoções. Daí a necessidade de um novo profissional, alguém que seja capaz de desenvolver líderes: é o "coach". O coach desenvolve todos os aspectos da competência para que o líder possa executar bem sua tarefa e preferencialmente atinja um desempenho conhecido como "peak performance".
Ao contrário dos workaholics - pessoas viciadas em atividades - a pessoa que trabalha em peak performance é focada em resultados. O workaholic pode atingir uma fase conhecida como "burn-out" - é o esgotamento que pode ser de caráter físico, intelectual ou emocional. Já a pessoa em peak performance é capaz de gerar resultados sem comprometer sua existência humana. O que denota, portanto, que o desenvolvimento exigido abrange todas as áreas de sua vida: profissional, financeira, física, ontológica, social, relacionamento íntimo, intelecto, emocional e lazer.

É justamente por atingir outros aspectos do ser humano que o coaching desenvolveu-se para além das competências empresariais. Hoje existem basicamente dois tipos de coaching:

- Coaching executivo (executive coaching) - direcionado para desenvolvimento de competências de liderança. Foca as habilidades para produzir resultados e a modificação de comportamentos que reduzam sua efetividade. Pode ser direcionado para coaching de habilidades, performance, desenvolvimento ou negócios.

- Coaching de desenvolvimento pessoal - direcionado para as competências em outras áreas além da profissional. Neste sentido o processo pode atingir temas como: ser mais decisivo, melhorar a administração do tempo, valorizar diversidade, desenvolver potenciais, resolver conflitos, aumentar autoconfiança, comunicar-se com mais eficiência, entre outros.

Todo coaching é de desenvolvimento, não de respostas. Entretanto, as empresas em particular e o mundo está demandando por pessoas hábeis em postos relevantes. Sendo assim, além do desenvolvimento propiciado pelo coaching é importante que as pessoas se sintam inspiradas a ocuparem esses postos de destaque. É neste contexto que foi criado o coaching em Marketing Pessoal.

Acrescentando ao processo elementos oriundos do Marketing Estratégico e trabalhos de autores como Al Ries, Jack Trout, Peter Drucker, Lester Thurrow, Joseph Campbell entre outros, forma-se um conceito mais amplo sobre como se atingir o sucesso no mundo repleto de desafios em que vivemos. O Coaching em Marketing acrescenta aos processos executivo e de desenvolvimento pessoal as competências necessárias para que o executivo seja catapultado para uma posição relevante em sua carreira. Deste modo será capaz de perceber o mundo como um lugar de grandes oportunidades e compreender como preenchê-las com responsabilidade e competência

domingo, março 25, 2007

Márcia Tiburi ministra palestra em Rio Preto

Filósofa e apresentadora do “Saia Justa” faz palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

A filósofa e uma das estrelas do programa de TV “Saia Justa”, da GNT, Márcia Tiburi, é a convidada do Conselho da Mulher Empresária e Empreendedora (CMEE), da ACIRP, para uma palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, em São José do Rio Preto.
A palestra “As Mulheres e as Transformações do Poder no Século 21” será no dia 28 de março, às 8h30, seguida de um café-da-manhã para os participantes, no Centro de Convenções da ACIRP.
Márcia é doutora em filosofia e divide espaço com outras quatro mulheres de peso num dos mais polêmicos programas femininos da TV brasileira: as jornalistas Mônica Waldvogel e Soninha Francine e as atrizes Maitê Proença e Betty Lago.
Dona de um currículo invejável, Márcia tem vários livros publicados, entre eles “As Mulheres e a Filosofia”, “O Corpo Torturado” e “Magnólia”- primeiro romance da série Trilogia Íntima – finalista do Prêmio Jabuti em 2006, ano em que lançou o segundo volume, “A Mulher de Costas”. É ainda professora do curso de escritores da Academia Internacional de Cinema, na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), colunista de revistas e conferencista.
Para a diretora do CMEE, Liliamaura Gonçalves de Lima, a palestra é imperdível. “Márcia fala sobre o universo feminino de uma forma muito especial. Quem tem a oportunidade de assistir ao programa “Saia Justa” sabe que ela possui habilidade e potencial para abordar temas que muito nos enriquecem. É um verdadeiro ícone da filosofia moderna”, diz Liliamaura.
Saiba mais sobre Márcia Tiburi na sua página pessoal na internet: www.marciatiburi.com.br.

Serviço: Café-da-manhã e palestra com Márcia TiburiTema: “As Mulheres e as Transformações do Poder no Século 21”
Data: 28/03/2007
Horário: 8h30
Local: Centro de Convenções da Acirp (Av. Bady Bassitt, 4052)

Convites e informações podem ser obtidos na secretaria da ACIRP pelo Telelefone (17) 3214-9433. Associados têm desconto especial para participar do evento.