
quarta-feira, dezembro 17, 2014
terça-feira, dezembro 02, 2014
domingo, novembro 16, 2014
quinta-feira, outubro 09, 2014
quarta-feira, setembro 03, 2014
terça-feira, setembro 02, 2014
terça-feira, agosto 19, 2014
Dar e receber feedback: uma atitude corajosa
Capítulo do Livro "Coaching para Alta Performance e Excelência na Vida Pessoal" de co autoria da Coach Ada Assis e Silva. Aproveitamos para corrigir o email abaixo alertando que para entrar em contato com a Coach o email é ada@ccaariopreto.com.br.
O site do CCAA São José do Rio Preto também sofreu uma alteração sendo agora: www.ccaa.com.br/saojosedoriopreto
sexta-feira, agosto 15, 2014
Lançamento do Livro: Coaching para Alta Performance e Excelência na Vida Pessoal!
Lançamento do livro “Coaching para Alta Performance e Excelência na Vida pessoal”
O livro reúne profissionais de destaque no país e tem como co-autora a coach rio-pretense Ada Maria de Assis e Silva
Nesta terça-feira o Salão Nobre da Acirp será palco do lançamento do livro “Coaching para Alta Performance e Excelência na vida pessoal”, da Editora Ser Mais. Para dar forma ao livro que aborda a importância da profissão nos processos decisórios, como assessorar e atingir resultados corporativos e pessoais com competência e qualidade, a editora reuniu em um só livro coaches de destaque de diferentes partes do país.
O livro conta com profissionais atuantes da categoria, de mestres da educação e da capacitação, representantes das entidades de classe e de importantes consultores, que aderiram ao objetivo de elaborar uma obra singular.
A rio-pretense Ada Maria de Assis e Silva, Coach e sócia-proprietária da Officina do Coach Orientação e Consultoria Ltda, assina a co-autoria do livro.
No capítulo “Dar e receber feedback: uma atitude corajosa!”, Ada fala sobre o coaching de relacionamento, sua real importância e aplicação.
"O coaching é um relacionamento produtivo entre duas pessoas com uma intenção verdadeira: uma quer realmente seguir adiante, a outra deseja ajudar essa pessoa a completar a jornada”, destaca a co-autora Ada Maria de Assis e Silva.
O coachimg é um dos principais tópicos abordados e apesar de sua longa jornada, apenas recentemente passou a ser conhecido por grandes públicos e ter o conteúdo divulgado em massa.
As técnicas do coaching foram testadas milhares de vezes em todo o mundo e sua metodologia inclui elementos de áreas como psicologia, programação neurolinguística, neurociência cognitiva, pensamento sistêmico, aprendizagem acelerativa e inteligência emocional, dentre outras áreas.
Mais de 40% dos executivos nos EUA já passaram pelo processo de coaching e estima-se que 50 mil executivos americanos tenham atualmente um coach.
Para o lançamento, Ada recebe somente amigos e convidados às 19h30 no Salão Nobre da Acirp em uma noite de autógrafos e coquetel.
Serviço:
Lançamento do livro “Coaching para alta performance e excelência na vida pessoal”
Local: Salão Nobre da Acirp Rio Preto
Data: 19/09/14
Horário: das 19h30 às 22h
sábado, agosto 09, 2014
Coaching: 6 verdades que você precisa saber
Coaching: 6 verdades que você precisa saber
Postado em 18 de Julho Por eadbox.
Há décadas, o Coaching tem sido empregado como educação executiva e mais recentemente tem sido implementado como
Neste contexto, há 6 segredos que você precisa conhecer caso você queira participar deste processo seja como profissional orientador ou como cliente:
1. Não se trata de terapia: terapia é tratamento para enfermidades, enquanto o Coaching é um processo que auxilia uma pessoa a cumprir metas e realizar sonhos;
2. É um processo individual: as técnicas de Coaching quando aplicadas ao mundo particular produzem mais e melhores resultados do que quando aplicadas em grupos de pessoas;
3. Deve ter uma finalidade: o coachee irá realizar objetivos apoiado pelo coach. Para facilitar, cada objetivo poderá ser destrinchado em várias metas menores, que deverão ser cumpridas em etapas bem definidas em um tempo preestabelecido;
4. O coach precisa ser experiente: além de já ter sido um coachee, um bom profissional do ramo deve contar com uma lista de experiências significativas, um repertório que ele poderá usar para apoiar seus clientes;
5. O coach deve ter ótima formação: formação superior é optativa, mas formação em Coaching é fundamental. No mercado, há várias pessoas que atuam como consultores, não têm referenciais e não são vinculadas a nenhuma organização de Coaching conhecida. Fuja delas;
6. A decisão não cabe ao coach: o coach deve expor
Enfim, o Coaching é uma das atividades mais procuradas no Brasil tanto por pessoas que querem realizar seus sonhos como coachee, quanto por indivíduos que pretendem realizar um treinamento e se tornar um coach reconhecido no mercado.
quarta-feira, agosto 06, 2014
domingo, julho 20, 2014
Perdemos Rubem Alves
Talvez você nem conheça Rubem Alves. Talvez nunca tenha lido um livro dele ou conheça seus pensamentos e filosofia. Provavelmente tenha lido alguma citação famosa dele fora do contexto em que escreveu.
Para mim ele foi um grande mestre pois seus livros e suas palestras mudaram minha vida. O homem era escritor, filósofo, professor e psicanalista! Tudo dentro do meu campo de atuação e dos interesses que me encantam.
Sua presença física se foi, mas seu legado é infinito. Difícil escolher o que mais gosto do que ele falou ou escreveu. Mas vou deixar aqui o primeiro texto brilhante que li dele enquanto educadora para que você leia também.
Minha gratidão ao grande mestre e coach pela sua generosidade em compartilhar o que descobria, sentia e pensava com todos!
Esteja em paz iluminando outras dimensões!
Sobre moluscos e homens
"O aprendido é aquilo que fica depois que tudo foi esquecido... Vestibulares: tanto sofrimento, tanta violência à inteligência."
Piaget, antes de se dedicar aos estudos da psicologia da aprendizagem, fazia pesquisas sobre os moluscos dos lagos da Suíça.
Os moluscos são animais fascinantes. Dotados de corpos moles, seriam petiscos deliciosos para os seres vorazes que habitam as profundezas das águas, e há muito teriam desaparecido se não fossem dotados de uma inteligência extraordinária. Sua inteligência se revela no artifício que inventaram para não se tornarem comida dos gulosos: constroem conchas duras e lindas (que os protegem da fome dos predadores)!
Ignoro detalhes da biografia de Piaget e não sei o que o levou a abandonar seu interesse pelos moluscos e a se voltar para a psicologia da aprendizagem dos humanos. Não sabendo, tive de imaginar. E foi imaginando que pensei que Piaget não mudou o seu foco de interesse. Continuou interessado nos moluscos. Só que passou a concentrar sua atenção num tipo específico de molusco, chamado "homem".
Muito nos parecemos com eles: nós, homens, somos animais de corpo mole, indefesos, soltos numa natureza cheia de predadores. Comparados com os outros animais, nossos corpos são totalmente inadequados à luta pela vida. Vejam os animais: eles dispõem apenas do seu corpo para viver. E o seu corpo lhes basta. Seus corpos são ferramentas maravilhosas: cavam, voam, correm, orientam-se, disfarçam-se, comem, reproduzem-se. Nós, se abandonados apenas com o nosso corpo, teríamos vida muito curta.
A natureza nos pregou uma peça: deixou-nos, como herança, um corpo molengão e inadequado, que, sozinho, não é capaz de resolver os problemas vitais que temos de enfrentar. Mas, como diz o ditado, "é a necessidade que faz o sapo pular". E digo: é a necessidade que faz o homem pensar. Da nossa fraqueza surgiu a nossa força, o pensamento. Parece-me, então, que Piaget, provocado pelos moluscos, concluiu que o conhecimento é a concha que construímos a fim de sobreviver.
O pensamento, mais que um simples processo lógico, desenvolve-se em resposta a desafios vitais. Sem o desafio da vida o pensamento fica a dormir... O pensamento se desenvolve como ferramenta para construirmos as conchas que a natureza não nos deu.
O corpo aprende para viver. É isso que dá sentido ao conhecimento. O que se aprende são ferramentas, possibilidades de poder. O corpo não aprende por aprender. Aprender por aprender é estupidez. Somente os idiotas aprendem coisas para as quais eles não têm uso. É o desafio vital que excita o pensamento. E nisso o pensamento se parece com o pênis. Não é por acidente que os escritos bíblicos dão ao ato sexual o nome de "conhecimento"...
Sem excitação, a inteligência permanece pendente, flácida, inútil, boba, impotente. Alguns há que, diante dessa inteligência flácida, rotulam o aluno de "burrinho"... Não, ele não é burrinho. Ele é inteligente. E sua inteligência se revela precisamente no ato de recusar-se a ficar excitada por algo que não é vital. Ao contrário, quando o objeto a excita, a inteligência se ergue, desejosa de penetrar no objeto que ela deseja possuir.
Os ditos "programas" escolares se baseiam no pressuposto de que os conhecimentos podem ser aprendidos numa ordem lógica predeterminada. Ou seja: ignoram que a aprendizagem só acontece em resposta aos desafios vitais no momento (insisto na expressão "no momento"; a vida só acontece "no momento") da vida do estudante. Isso explicaria o fracasso das nossas escolas. Explicaria também o sofrimento dos alunos, a sua justa recusa em aprender, a sua alegria ao saber que a professora ficou doente e vai faltar...
Não há pedagogia ou didática que seja capaz de dar vida a um conhecimento morto. Acontece, então, o esquecimento: o supostamente aprendido é esquecido. Não por memória fraca; é esquecido porque a memória é inteligente. A memória não carrega conhecimentos que não fazem sentido e não podem ser usados. Ela funciona como um escorredor de macarrão. Um escorredor de macarrão tem a função de deixar passar o inútil e guardar o útil e prazeroso. Se foi esquecido, não fazia sentido.
Por isso acho inúteis os exames oficiais (inclusive os vestibulares) feitos para avaliar a qualidade do ensino. Eles produzem resultados mentirosos por serem realizados no momento em que a água ainda não escorreu. Eles só diriam a verdade se fossem feitos muito tempo depois, depois do esquecimento haver feito o seu trabalho.
O aprendido é aquilo que fica depois que tudo foi esquecido... Vestibulares: tanto esforço, tanto sofrimento, tanto dinheiro, tanta violência à inteligência... O que sobra no escorredor de macarrão, depois de transcorridos dois meses? O que restou no seu escorredor de macarrão de tudo o que você teve de aprender? Duvido que os professores de cursinhos passem nos vestibulares. Duvido que um professor especialista em português se saia bem em matemática, física, química e biologia... Eles também esqueceram. Duvido que os professores universitários passem nos vestibulares. Eu não passaria. Então, por que essa violência sobre os estudantes?
Ah! Piaget! Que fizeram com a sua sabedoria? É preciso que os educadores voltem a aprender com os moluscos...
Rubem Alves
terça-feira, junho 24, 2014
Para ser feliz é preciso acreditar na felicidade, e querer!
Oito características de um gestor de sucesso
Oito características de um gestor de sucesso
Autor: Samara Teixeira
Por: Ricardo M. Barbosa
A maioria dos colaboradores anseia em um dia alcançar o papel de gestor, e quando conquistado é motivo de grande alegria. Mas não podemos deixar de lado os aspectos negativos que surgem: há uma grande distância entre um bom profissional e um bom gestor.
Não existe uma fórmula pronta para se tornar um bom gestor, cada situação pede características diferentes e próprias do negócio que dificilmente poderão ser utilizadas em outros ramos. Mas, existem dois pontos imprescindíveis para uma gestão adequada: paixão por aquilo que se faz e capacidade de resiliência.
Ter paixão pelo negócio é imprescindível para vencer as barreiras diárias e principalmente para motivar a equipe. Uma pessoa que não acredita e não defende o projeto no qual faz parte não consegue enfrentar todas as barreiras, o que reflete diretamente na produtividade.
Outro ponto importante, a resiliência, é a capacidade de se adaptar a diversas situações mesmo que adversas. Em cada situação e até mesmo nas mudanças de equipe, deverá ocorrer adaptação na postura do profissional, de forma que não haja prejuízo nos processos de trabalho.
Outras características que devem ser priorizadas pelos bons gestores são:
Capacidade de mediar e resolver conflitos - é saber ouvir e mediar os conflitos logo que surgem, mas não se deve tomar partido e buscar que as respostas para os conflitos ocorram naturalmente, trazendo ganhos para corporação. Tenha uma postura racional evitando reações que prejudiquem o clima. Discussões ríspidas e muito emocionais devem ser controladas.
Iniciativa e pró-atividade - Em qualquer empresa, ter iniciativa e pró-atividade proporciona destaque, mostra o quanto você é engajado e quer crescer. O gestor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação. Agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem.
Autoconfiança - O profissional que quer tomar a frente de uma equipe precisa confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar novas formas de solucionar um problema que envolve vários setores.
Capacidade de reter talentos – Mais do que se esforçar para manter talentos na sua empresa, é imprescindível cativá-los e dar aos mesmos ambições e segurança para que eles queiram continuar no projeto e, principalmente, almejem crescer, para isso incentive a aprender e estar perto do núcleo de decisões do negócio.
É importante delegar o operacional – Um gestor tem como função gerenciar as ações, e se ficar se dedicando às questões operacionais perderá tempo e principalmente não estará preparado para sua real função. Delegue tarefas operacionais.
Conexões e criatividade - O gestor deve estar atento às inovações e mudanças do mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação levando a um retorno imediato.
Controle – O gestor não pode esquecer que ele está no comando, e que é possível e aceitável delegar as funções, mas não é adequado entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto, esteja na frente, crie métodos que possibilite a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório.
Aprendizagem Contínua – O bom profissional busca se capacitar, mas se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.
Não existe uma fórmula pronta para se tornar um bom gestor, cada situação pede características diferentes e próprias do negócio que dificilmente poderão ser utilizadas em outros ramos. Mas, existem dois pontos imprescindíveis para uma gestão adequada: paixão por aquilo que se faz e capacidade de resiliência.
Ter paixão pelo negócio é imprescindível para vencer as barreiras diárias e principalmente para motivar a equipe. Uma pessoa que não acredita e não defende o projeto no qual faz parte não consegue enfrentar todas as barreiras, o que reflete diretamente na produtividade.
Outro ponto importante, a resiliência, é a capacidade de se adaptar a diversas situações mesmo que adversas. Em cada situação e até mesmo nas mudanças de equipe, deverá ocorrer adaptação na postura do profissional, de forma que não haja prejuízo nos processos de trabalho.
Outras características que devem ser priorizadas pelos bons gestores são:
Capacidade de mediar e resolver conflitos - é saber ouvir e mediar os conflitos logo que surgem, mas não se deve tomar partido e buscar que as respostas para os conflitos ocorram naturalmente, trazendo ganhos para corporação. Tenha uma postura racional evitando reações que prejudiquem o clima. Discussões ríspidas e muito emocionais devem ser controladas.
Iniciativa e pró-atividade - Em qualquer empresa, ter iniciativa e pró-atividade proporciona destaque, mostra o quanto você é engajado e quer crescer. O gestor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação. Agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem.
Autoconfiança - O profissional que quer tomar a frente de uma equipe precisa confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar novas formas de solucionar um problema que envolve vários setores.
Capacidade de reter talentos – Mais do que se esforçar para manter talentos na sua empresa, é imprescindível cativá-los e dar aos mesmos ambições e segurança para que eles queiram continuar no projeto e, principalmente, almejem crescer, para isso incentive a aprender e estar perto do núcleo de decisões do negócio.
É importante delegar o operacional – Um gestor tem como função gerenciar as ações, e se ficar se dedicando às questões operacionais perderá tempo e principalmente não estará preparado para sua real função. Delegue tarefas operacionais.
Conexões e criatividade - O gestor deve estar atento às inovações e mudanças do mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação levando a um retorno imediato.
Controle – O gestor não pode esquecer que ele está no comando, e que é possível e aceitável delegar as funções, mas não é adequado entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto, esteja na frente, crie métodos que possibilite a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório.
Aprendizagem Contínua – O bom profissional busca se capacitar, mas se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.
Fonte: MSN Empregos
sexta-feira, junho 20, 2014
VOCÊ CONSEGUE OUVIR UM INSULTO SÉRIO SEM EXPLODIR?
Você consegue ouvir um insulto sério sem explodir?
*Por Sílvio Celestino
Quando um profissional decide passar da carreira técnica para a de liderança, deve ser capaz de identificar os elementos do cenário no qual irá exercer sua função.
Toda vez que ignorar esses elementos, vai se comportar como o indivíduo que tenta sair de uma sala pela janela, ignorando que está no décimo segundo andar de um prédio. Como resultado, vai gastar muita energia, muitos recursos e correr sério risco de acidentar-se.
Entretanto, o cenário no qual a liderança é exercida somente é visível com a reflexão do líder sobre algumas perguntas-chave. E a primeira delas é: “Você consegue lidar com um insulto sério sem explodir?”
Se, em algum momento em sua carreira de líder, você se sentir insultado, seja bem-vindo à liderança! Líderes são insultados! É só você observar quem são as pessoas mais insultadas do planeta: juiz de futebol, gerentes, donos de empresas e, é claro, presidentes.
Por que isso acontece?
Ao liderar, você poderá, eventualmente, provocar emoções indesejáveis nas outras pessoas, como: ansiedade, frustração e raiva.
Se isso ocorrer, o indivíduo, ou grupo de indivíduos, poderá querer expressar essa emoção de muitas formas, até mesmo com um insulto. Portanto, o primeiro elemento do cenário no qual a liderança é exercida é: a emoção das outras pessoas.
Sua capacidade de lidar com esse contexto depende de como você lida com sua própria emoção. Ela é o segundo elemento desse cenário.
Ser capaz de lidar com esses dois fatores requer preparo e experiência. Por essa razão que não é muito aconselhável a ascensão de pessoas imaturas a cargos de liderança. Elas irão se perder em meio a essas questões.
Por outro lado, pessoas experientes e preparadas podem oferecer grandes exemplos:
Conta-se que, certa vez, ao visitar a UNE no Rio de Janeiro, o presidente Juscelino Kubitschek foi vaiado por estudantes descontentes com o aumento da passagem de bonde, entre outras questões. Do instante em que chegou ao momento em que ingressou no auditório, as vaias foram intensas.
Ocupou seu lugar no palco, esperou pacientemente pelo cessar das vaias, olhando, de tempos em tempos para o relógio. Quando elas finalmente terminaram, ele iniciou seu discurso dizendo: “Bendito o país em que seus estudantes podem vaiar o seu presidente durante quatro minutos, com a certeza de que nada lhes acontecerá.”
Seguiram-se aplausos calorosos.
Claro que ser capaz de encarar uma plateia hostil requer muita integridade, pois, de outro modo, você não terá a consciência tranquila o bastante para organizar as ideias e as palavras.
Muitos desejam ser líderes somente pelo poder e dinheiro que o cargo proporciona. Mas, se você quiser fazer diferença no mundo, seja líder para cumprir um propósito maior. Um propósito de construção, que permita a coexistência e o crescimento de todos. Ao defender sua causa, prepare-se para os percalços e as agruras que todos aqueles que lideram têm de aguentar.
E mantenha-se firme em sua jornada!
Vamos em frente!
*Autor do livro Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira, Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching. No Twitter: @silviocelestino. Visite: www.alliancecoaching.com.br.
*Por Sílvio Celestino
Quando um profissional decide passar da carreira técnica para a de liderança, deve ser capaz de identificar os elementos do cenário no qual irá exercer sua função.
Toda vez que ignorar esses elementos, vai se comportar como o indivíduo que tenta sair de uma sala pela janela, ignorando que está no décimo segundo andar de um prédio. Como resultado, vai gastar muita energia, muitos recursos e correr sério risco de acidentar-se.
Entretanto, o cenário no qual a liderança é exercida somente é visível com a reflexão do líder sobre algumas perguntas-chave. E a primeira delas é: “Você consegue lidar com um insulto sério sem explodir?”
Se, em algum momento em sua carreira de líder, você se sentir insultado, seja bem-vindo à liderança! Líderes são insultados! É só você observar quem são as pessoas mais insultadas do planeta: juiz de futebol, gerentes, donos de empresas e, é claro, presidentes.
Por que isso acontece?
Ao liderar, você poderá, eventualmente, provocar emoções indesejáveis nas outras pessoas, como: ansiedade, frustração e raiva.
Se isso ocorrer, o indivíduo, ou grupo de indivíduos, poderá querer expressar essa emoção de muitas formas, até mesmo com um insulto. Portanto, o primeiro elemento do cenário no qual a liderança é exercida é: a emoção das outras pessoas.
Sua capacidade de lidar com esse contexto depende de como você lida com sua própria emoção. Ela é o segundo elemento desse cenário.
Ser capaz de lidar com esses dois fatores requer preparo e experiência. Por essa razão que não é muito aconselhável a ascensão de pessoas imaturas a cargos de liderança. Elas irão se perder em meio a essas questões.
Por outro lado, pessoas experientes e preparadas podem oferecer grandes exemplos:
Conta-se que, certa vez, ao visitar a UNE no Rio de Janeiro, o presidente Juscelino Kubitschek foi vaiado por estudantes descontentes com o aumento da passagem de bonde, entre outras questões. Do instante em que chegou ao momento em que ingressou no auditório, as vaias foram intensas.
Ocupou seu lugar no palco, esperou pacientemente pelo cessar das vaias, olhando, de tempos em tempos para o relógio. Quando elas finalmente terminaram, ele iniciou seu discurso dizendo: “Bendito o país em que seus estudantes podem vaiar o seu presidente durante quatro minutos, com a certeza de que nada lhes acontecerá.”
Seguiram-se aplausos calorosos.
Claro que ser capaz de encarar uma plateia hostil requer muita integridade, pois, de outro modo, você não terá a consciência tranquila o bastante para organizar as ideias e as palavras.
Muitos desejam ser líderes somente pelo poder e dinheiro que o cargo proporciona. Mas, se você quiser fazer diferença no mundo, seja líder para cumprir um propósito maior. Um propósito de construção, que permita a coexistência e o crescimento de todos. Ao defender sua causa, prepare-se para os percalços e as agruras que todos aqueles que lideram têm de aguentar.
E mantenha-se firme em sua jornada!
Vamos em frente!
*Autor do livro Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira, Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching. No Twitter: @silviocelestino. Visite: www.alliancecoaching.com.br.
quarta-feira, junho 18, 2014
Pontos Fortes x Pontos Fracos
Pontos Fortes X Pontos Fracos
Todas as pessoas, sem exceção, têm pontos fortes e fracos. Os pontos fortes convencionam os recursos - a habilidade de alguém para desempenhar com maestria determinadas atividades. A abordagem dos pontos fortes tornou-se um clichê. Seja em entrevistas de emprego ou em eventos sociais, temos como objetivo tentar ilustrar nossas melhores facetas no intuito de sermos legitimados pelas pessoas ao nosso entorno. Afinal é o que nos torna mais atraentes e interessantes. Nem sempre a pergunta é direta - quais são seus pontos fortes? Mas, de um jeito ou de outro, todos procuram saber o que em nós nos diferencia das demais pessoas. Isso é fato.
Os pontos fracos caracterizam as dificuldades, pois fala da fragilidade que limita o desempenho no "melhor de si". Culturalmente, desde que nascemos, somos levados a esconder nossos pontos fracos para nos tornarmos dignos das melhores avaliações. Tudo aquilo que compromete nossa "boa imagem", acaba virando insumo de recalque. Furtamo-nos de reconhecer nossos pontos fracos e quanto mais investimos energia nesse processo, mais nos tornamos reféns desse padrão vicioso. É importante compreender que nossos pontos fracos, a despeito de não refletirem nossa melhor performance, podem indicar oportunidade de grande aprendizado e crescimento.
É preciso reconhecer que todos nós temos limitações. A perfeição não faz parte da condição humana. Somos por natureza seres imperfeitos em busca da excelência. Muitas vezes, quanto mais tentamos encobrir nossos pontos fracos, mais os tornamos visíveis e algumas pessoas, percebendo esse movimento, utilizam-se desse artifício como poder de manipulação e nos fazem reféns. Reconhecer e aceitar que temos pontos a serem melhorados ajuda a nos posicionar melhor diante das situações.
A ideia é aprender a tirar o máximo de proveito dos pontos fortes e administrar as limitações. Ter a percepção clara dos nossos talentos - aquilo que executamos com maestria e nos distancia de um lugar comum. Nosso diferencial. Como também, saber reconhecer nossos pontos fracos - aquilo que requer de nós maior esforço e dedicação no plano de execução. Usar com maturidade o registro das nossas vivências aliado ao conhecimento de si mesmo e a partir daí construir estrategicamente as diretrizes que nos conduzirão ao pódio da realização pessoal.
Como fazer para potencializar os nossos "pontos fortes"?
Nossos pontos fortes demonstram nossa fortaleza - o fator único pelo qual somos diferenciados. Potencializá-los depende somente da determinação em aprimorá-los através de treino e sofisticação de técnicas relativas à habilidade ou à atividade em questão. Como tudo é diretamente proporcional, quanto maior o esforço, melhor será o resultado. No processo de autodesenvolvimento vale dizer que o investimento maior deve ser feito no sentido de implementar melhorias no que tange aos nossos pontos fortes, uma vez que desenvolver as aptidões para as quais já somos propensos é bem mais fácil e prazeroso. Procure desenvolver hábitos os quais possam mobilizar consistentemente seus talentos.
Como identificar nossos "pontos fracos" uma vez que é tão difícil reconhecer e aceitar nossas próprias limitações?
O processo de identificação requer uma percepção das nossas fragilidades e nos remete diretamente ao conceito do autoconhecimento. Essa é a premissa básica do reconhecimento legítimo de quem somos e de como devemos nos posicionar. A identificação dos pontos fracos não foge à regra. É essencial que cada um assuma a responsabilidade pessoal de fazer uma investigação honesta de si mesmo. Registrar seus melhores recursos, como também suas limitações e resistências. Somente ao nos dedicarmos à descoberta das nossas características é que conseguimos perceber e compreender como somo, de fato. Uma vez identificados os pontos fracos é possível equilibrá-los e tirar proveito dos mesmos, utilizando-os estrategicamente a nosso favor.
Somente o alinhamento das facetas fortes e fracas nos permite construir uma direção.
No processo de adequação dos pontos fortes e fracos é essencial ter consciência de que o modo como julgamos os acontecimentos ao nosso entorno influencia nosso humor e interfere na nossa qualidade de vida. Sem limitar-se à discriminação do que é "bom" ou "ruim" é crucial manter uma postura positiva e enfrentar as situações com leveza. O que às vezes nos parece um grande obstáculo pode, de fato, ser uma excelente oportunidade de aprendizado. Respirar e refletir sem ansiedade permite que o improvável nos brinde com boas soluções.
Se você é muito bom em determinada situação, usufrua dessa condição e procure, também, usar esse recurso em benefício de outras pessoas. Seus valores e qualidades expressam sua missão. Dessa forma, quando seus pontos fracos forem um impeditivo, você certamente poderá contar com apoio das pessoas a quem ajudou. A vida é uma via de mão dupla, seus pontos fortes, quando bem utilizados, valerão de crédito quando seus pontos fracos ameaçarem suas conquistas. O sucesso da sua trajetória profissional é proporcional ao comprometimento das pessoas em fazerem coro aos seus propósitos.
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