quinta-feira, agosto 07, 2008

O CÓDIGO DO CONSUMIDOR DE COACHING


O código do consumidor de coaching
Foi selecionado para um treinamento? Entenda o que seu instrutor pode, ou não, fazer por você


Por Luciane Crippa Revista Você S.A.


O coaching está na moda. E se você é, ou pretende ser, um executivo, certamente participará de um treinamento que aplica essa técnica de aprimoramento de desempenho. O coaching ganhou força nos últimos anos porque as empresas entenderam que investir nos melhores profissionais dá mais resultado do que promover treinamento em massa. Como existe alta demanda por coaching, a oferta também aumentou muito nos últimos anos. E aí está o problema. Muita gente se aventura a oferecer coaching, mesmo sem compreender os conceitos da técnica. Para ter uma idéia, é possível sair com um certificado de coach após cursos que duram a partir de 40 horas — mesmo que a pessoa não reúna competências básicas para o serviço, como experiência no assunto. As próprias empresas falham na compreensão do tema e, muitas vezes, contratam profissionais desqualificados para ensinar seus executivos. Por isso, listamos algumas atividades que o coach pode — ou não — entregar para você durante um treinamento. A proposta é orientá-lo sobre o que exigir e cobrar do seu coach. E ainda mostrar o que você pode ganhar com o processo. Confira.

REFLEXÃO DE CARREIRA

“O bom coach é aquele que sabe fazer as perguntas certas, que instiga o profissional a pensar”, explica Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens & Minarelli, empresa de recolocação de executivos de São Paulo. O instrutor precisa estar disposto a ouvir o seu caso antes de começar a lhe dar feedback. Se o profissional vier com idéias prontas, solicitando que você decore uma lista de procedimentos, tome cuidado. Essa atitude não está levando em conta o seu caso específico.

Não espere do seu coach

Terapia. O coach pode tocar em questões familiares, desde que para descobrir o que está atrapalhando a sua atuação profissional. O que o coaching visa a melhorar é o seu desempenho. Se o processo trouxer algo bom para a sua vida pessoal, é um efeito colateral positivo.

Respostas prontas. O coaching é mais um processo de reflexão, de apontar os caminhos do autoconhecimento ao profissional. Não espere que o instrutor tome as decisões por você.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Como método, o coach é baseado na simulação de situações do cotidiano. A idéia é aprender pelo exemplo e pela repetição. “Atendi um profissional que tinha dificuldade de se colocar em público. Nos encontros, simulávamos reuniões. Ele treinava e íamos apurando a técnica”, diz Marisabel de Souza Prado Ribeiro, diretora de desenvolvimento da Right Management, consultoria de São Paulo. Verifique se o profissional que conduzirá seu coach tem experiência naquela sua competência que ele se propõe a melhorar. Sem vivência, ele será incapaz de ensinar pelo exemplo.

TRATAMENTO JUSTO

Para a relação entre instrutor e executivo funcionar, é preciso haver isenção. Quando uma empresa aponta um outro funcionário como coach, fica mais complicado isso acontecer. Embora não exista regra definida, um coach externo tem mais capacidade de manter o distanciamento crítico e emocional. Roberto Martins, de 33 anos, é diretor de operações da Arcon, empresa de TI que presta serviços a clientes como Embratel, Petrobras e TIM. Há cerca de dois meses ele está em um processo de coaching, aplicado por um coach externo, e já vê resultados. “Consegui verificar, por exemplo, qual é o meu perfil de líder, o que falta para que eu seja um gestor completo”, conta Roberto Martins.

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS

A fim de melhorar o trabalho, o coach pode ainda pedir para ver as avaliações de desempenho do profissional. E, a partir daí, dar orientações para você desenvolver capacidades comportamentais que não estão previstas no contrato de treinamento, mas que são importantes para você evoluir na carreira. De modo geral, o coach diminui a distância entre o problema e a solução.

ATENÇÃO PERSONALIZADA

Diferentemente de um treinamento de RH, o coaching é um processo individual. Por isso consegue focar no ponto fraco do executivo. Por ser uma reunião entre duas pessoas, o profissional fica à vontade para se abrir e conversar sobre suas dificuldades. Entre as confusões conceituais existentes no mercado, está a de que é possível fazer coach em grupo, o que não é recomendado por reduzir a atenção dada ao profissional.

Será dinheiro jogado fora se...

... uma relação de confiança não se estabelecer entre você e o coach. “Já soube de um caso em que o coach fazia um relatório do que era tratado na reunião com o executivo para o RH da empresa”, revela Mariá. Isso vai contra a ética da profissão. O que o executivo e o coach tratam é confidencial.

...você ficar fechado como uma ostra. Nem sempre o coach deve ser responsabilizado pelo fracasso do processo. “A pessoa tem de estar aberta para falar e receber opiniões”, diz Marisabel, da Right. Se o executivo não se sente pronto, é melhor jogar limpo do que fazer a empresa perder tempo e dinheiro.

FOCO NO RESULTADO, MAS CUIDADO COM O MÉTODO

Tome cuidado com quem oferece resultados muito rapidamente. Algumas empresas realizam processos intensivos com várias sessões concentradas em semanas, o que não é recomendado. Também fique atento a processos que estendam por períodos muito longos. “Em cerca de três a quatro meses, ou 12 sessões, o coaching tem que apresentar resultado”, adverte Villela Da Matta, presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, entidade que treina e certifica profissionais da área. Por resultado, entenda-se: o profissional supera a dificuldade e começa a gerar a receita que a empresa quer.

quarta-feira, agosto 06, 2008

MAD ABOUT ENGLISH

Este vídeo mostra como os Chineses estãos se esforçando para aprender o inglês em tempos de crescimento econômico e Olimpíadas.
Mesmo utilizando formas um tanto estranhas e sem comprovação acadêmica, eles sabem que devem falar inglês o quanto antes para fazer parte do século XXI.

CCAA - O INGLÊS QUE VOCÊ APRENDE E NUNCA MAIS ESQUECE
GOT IT, CABEÇÃO?!!

terça-feira, agosto 05, 2008

CONTROLE OS PONTEIROS

Cumprir prazos é uma tarefa difícil para você?
Pois saiba que profissionais de empresas como Lojas Renner, Pirelli, Citibank, Natura e Nestlé também sofrem com esse problema.
No início deste ano, o Project Management Institute, entidade internacional que desenvolve padrões para a prática de gerenciamento de projetos, ouviu 184 companhias que atuam no Brasil e constatou que 78% delas atrasam na hora de entregar projetos. Para 66% dessas empresas, controlar o tempo é a etapa mais árdua de um projeto. O universo conspira contra o prazo. É importante saber quando delegar parte do projeto para dar conta do cronograma, diz o engenheiro químico Luiz Antonio Mello, de 34 anos, gerente sênior da Chemtech, empresa de serviços de engenharia e tecnologia que tem sede no Rio de Janeiro.
Atualmente, Luiz desenvolve projetos em clientes como Petrobras, CSN e Procter & Gamble, e utiliza metodologias de gerenciamento de prazos para manter suas entregas em dia. Segundo os especialistas em gestão de projetos, qualquer tarefa pode ser gerenciada como um processo cujas etapas têm data de entrega defi nida. Por isso, é possível aplicar técnicas de cumprimento de prazos, planejando a execução de cada fase. Veja algumas orientações, com base na cartilha dos gerentes de projeto, para quem quer ficar de bem com o relógio e com o chefe, quando o assunto é administrar o tempo de uma tarefa.
Por que atrasa?

Fraca definição do escopo. Há falhas no detalhamento do conteúdo do projeto. E também baixo comprometimento. Os gestores não estão totalmente envolvidos com os objetivos do trabalho.

1° PASSO

POR QUE CONTROLAR O TEMPO?

Duas razões fazem do atraso o pior inimigo do gestor. Em primeiro lugar, prazo é custo. A empresa pensa assim: enquanto você está envolvido com uma tarefa, não pode assumir outra. Se o tempo de uma atividade se estende, a empresa tem de alocar outras pessoas para cumprir outros trabalhos. Além disso, clientes não gostam de atrasos. Se você trata diretamente com os clientes, saiba que cumprir prazos é fundamental para desenvolver uma relação duradoura com eles. Luiz, da Chemtech, gerencia o andamento de oito projetos atualmente. Se um projeto que exige uma equipe de 20 pessoas atrasa dois meses, são dois meses que pagamos salários e encargos sem que aquelas pessoas assumam um novo trabalho, diz Luiz.

2° PASSO
REMEDIANDO O ATRASO

Especialistas em cumprimento de prazos dão quatro dicas para você:

1 - Faça um fluxo de trabalho

Coloque no calendário as atividades na seqüência em que serão executadas. Paulo Ferreira, conselheiro do PMI de São Paulo, diz que os gestores de projetos costumam organizar suas tarefas a partir de cinco parâmetros.
Veja como fazer:

Divida a atividade em etapas.
Calcule o tempo necessário para cumprir cada etapa.
Cumpra as etapas em ordem de prioridade.
Avalie os recursos necessários para desenvolver a atividade (pessoas e dinheiro). Calcule os custos envolvidos.

2 - Encare os imprevistos

Experiência é fundamental para controlar o tempo. Com 21 anos de engenharia, Cristina Sibinelli, de 43 anos, diretora de projetos da Promon, em São Paulo, já consegue identificar rapidamente alguns gargalos clássicos. Ainda assim, ao fim de cada atividade, ela e a equipe procuram tirar lições aprendidas e registrá-las para usar na próxima iniciativa.
Um novo projeto é sempre inédito, mas, com uma documentação e boa base de dados, o gestor pode enxergar onde os imprevistos podem ocorrer, diz Marly Monteiro de Carvalho, coordenadora do curso de especialização em gestão de projetos da Fundação Vanzolini, entidade ligada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
3 - A tecnologia contra o atraso


Muitos softwares podem ajudar na hora de montar o seu cronograma de trabalho e, depois, no acompanhamento dos prazos do projeto. Há ferramentas corporativas como o Project, da Microsoft, o OS, da SAP, ou o RPM, da IBM. Para uso pessoal, o Excel cumpre bem a tarefa. Softwares próprios para gestão de projetos têm vantagens como o acesso rápido pela web e a possibilidade de monitoramento para um portfólio de projeto.
4 - Uma coisa de cada vez

Imagine a tarefa como uma pirâmide, cujo objetivo maior está no topo. Crie objetivos intermediários. Assim, você saberá quanto tempo tem disponível para atingir cada meta. Isso ajuda no gerenciamento do prazo final.

3° PASSO
FAÇA O ACOMPANHAMENTO

Depois que o projeto começa, o profissional tem de fazer uma comparação entre o que foi planejado e o trabalho em andamento, para detectar possíveis causas de atrasos. Se um obstáculo é identificado rapidamente, sua correção é mais simples. Emílio Clemente Fugazza, de 33 anos, diretor de planejamento da construtora EZTec, que administra 30 canteiros de obras simultaneamente, diz que faz duas reuniões semanais com a equipe para ajustar metas e trocar informações. Um projeto pode durar até um ano e meio, mas só é possível cumprir os prazos gerenciando o cronograma o tempo todo, diz Emílio. Na etapa de execução, os profissionais precisam ter outros cuidados:

1 - Fazer a gestão dos riscos

Quanto mais imprevistos surgirem, mais risco de atraso tem o projeto.
Fique atento a tudo o que aparecer, por menor que seja, e que não estava previsto no cronograma.
2 - Delegar tarefas

Um gerente tem de contar com seus colaboradores, delegar. Escolha as pessoas que vão ajudá-lo a monitorar e cumprir os prazos. Luiz, da Chemtech, aprendeu essa lição quando se viu envolvido com dois grandes projetos ao mesmo tempo. Sem conseguir dar conta de todas as atividades, resolveu transferir parte do trabalho para um integrante de sua equipe. Ele não era tão experiente quanto eu na gestão de projetos, mas foi uma opção melhor do que deixar o trabalho parado, diz Luiz. No final, o projeto foi entregue dentro do prazo e Luiz foi parabenizado pelos chefes. É isso o que cada vez mais acontece nas empresas: quem é capaz de domar o tempo se destaca.
Por LUCIANE CRIPPA
Fonte: Revista VOCÊ S.A

segunda-feira, junho 30, 2008

The old man and the sea

Foi maravilhosa a apresentação da peça "The old man and the sea" realizado por meus colaboradores e alunos do CCAA JUST KIDS.
O espetáculo estava perfeito desde o cenário todo produzido com materiais recicláveis, as roupas, o som, as legendas, a iluminação e a performance do grupo. Fiquei realmente emocionada! Com planejamento, persistência, dedicação e estudo não há o que não se possa realizar!
Congratulations!











sábado, junho 14, 2008

"O VELHO E O MAR" - PEÇA DE TEATRO DO CCAA JUSTKIDS


Promover atividades educacionais de maneira que o aluno aprenda uma língua estrangeira de forma lúdica e divertida é um dos pontos-chave da filosofia educacional de minha escola de idiomas CCAA Just Kids. Baseada nesta idéia, promovemos um projeto teatral em que alunos, professores e funcionários se preparam para encenar a peça “O Velho e o Mar” (The Old Man and the Sea). Com apresentação em inglês e adaptação para o público em geral, a peça conta a história de um pescador que depois de uma vida inteira sem pescar um peixe sequer, se distancia da costa para ter um verdadeiro encontro com o mar. A exibição é gratuita, no teatro do Seta, no dia 20 de junho. Conto com a prsença de todos. Haverá um telão com legenda das falas em português.

Após a peça, teremos nossa Festa leilão, onde o alunos do CCAA JUST KIDS usarão seus dólares CCAA para arrematar superbrindes!

segunda-feira, junho 09, 2008

CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING - 06 E 07/06/2008

FOTOS DO CURSO DE INTRODUÇÃO AO COACHING COM CERTIFICAÇÃO PELA LAMBENT DO BRASIL MINISTRADO NOS DIAS 06 E 07/2008.
DESEJO A ESTA TURMA MARAVILHOSA MUITO SUCESSO PESSOAL E PROFISSIONAL E QUE AS METAS TRAÇADAS NO PLANO DE AÇÃO SEJAM PLENAMENTE ATINGIDAS!
VAMOS AGIR E COMEMORAR!!!




















































































































































FOTOS DO CURSO APRIMORANDO RESULTADOS - CCAA JOSÉ BONIFÁCIO 23/05/2008

CURSO IN COMPANY APRIMORANDO RESULTADOS PARA 2008 MINISTRADO POR MIM NO CCAA JOSÉ BONIFÁCIO.
SUCESSO A EQUIPE DO CCAA JOSÉ BONIFÁCIO E PARABÉNS PELA INICIATIVA EM DESENVOLVER OS RECURSOS HUMANOS DA EMPRESA E BUSCAR QUALIDADE E NOVASCOMPETÊNCIAS!











quinta-feira, maio 29, 2008

Existir, Resistir e Compreender


Existir, Resistir e Compreender

Ada Maria de Assis e Silva

“No passado nada está irremediavelmente perdido, mas está tudo irrevogavelmente guardado.” Victor Frankl

Já que comecei citando uma frase de Victor Frankl cabe escrever algo a respeito deste conceituado e respeitado neurologista e psiquiatra que morreu em 1997. Frankl foi prisioneiro durante longo tempo em campos de concentração nazistas onde seres humanos eram tratados de forma cruel, sendo na maioria exterminados em câmaras de gás, e cuja experiência levou-o aos limites entre o ser e o não-ser.


A partir de suas observações do comportamento dos prisioneiros, dos guardas da SS, dos capo (prisioneiros com privilégios), e de si próprio, Frankl desenvolveu o conceito de Logoterapia, que é conhecida como a Terceira Escola Vienense de Psicologia. Ao ser libertado, escreveu o livro “Em Busca de Sentido – Um prisioneiro no campo de concentração”, onde conta a experiência que o levou a descoberta da logoterapia. Como o termo "logos" é uma palavra grega, e significa "sentido" , esta teoria concentra-se no sentido da existência humana, bem como na busca da pessoa por este sentido. Assim, esta escola psicoterapeuta parte do princípio que a busca de sentido na vida é a principal força motivadora no ser humano.


Voltemos então a citação inicial sobre o passado. Ao desenvolver planos de ação com meus clientes e/ou participantes dos meus cursos de coaching, noto que há sempre um receio de pensar em metas futuras, pela sombra da dúvida em ser capaz de se manter focado, persistente e atingir o objetivo. O passado exerce aí uma de suas duas forças paradoxais: aparecem as crenças limitantes que nos desestimulam a tentar novamente.
Como coach cabe a mim neste momento mostrar a outra força que reside no passado: que todas as suas conquistas, todas as suas superações, todas as experiências vividas, nada, nem ninguém lhe podem tirar. Suas realizações, suas idéias, o crescimento interior que conquistou e até seu sofrimento estão para sempre assegurados e salvos na realidade do passado.


Assim, por mais difícil que nos pareça o desafio a nossa frente, devemos buscar forças nas realizações passadas, e principalmente, alcançar nossas enquanto vivenciamos a busca de valores mais profundos como: a alegria, honestidade, a tranqüilidade, o reconhecimento e o amor. O sucesso chega como conseqüência da vivencia destes valores, e não como geralmente se apregoa que, só após o sucesso encontraremos a felicidade.


Em um mundo onde o prazer imediato pode ser comprado pelo dinheiro em lojas, farmácias, cinemas e “altas baladas”, o ser humano perde cada vez mais o entendimento de qual é o sentido de sua vida. E de acordo com Frankl, este entendimento deve ser único e individual, sendo geralmente descoberto fora de nós mesmos, através de três possibilidades:


1. Do caminho da realização, quando nos aplicamos a um projeto ou ao trabalho;
2. De vivenciar a experiência da bondade, da verdade, da cultura e da natureza, ou dedicar-se as pessoas a quem amamos ou temos afeto;
3. Ou pela forma que encaramos e reagimos aos sofrimentos inevitáveis.


Podemos nesta terceira possibilidade, lembrar o atual conceito de resiliencia, um termo que vêm da física e que aqui significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades. O resiliente é aquele que se recupera e molda-se a cada "deformação" (obstáculo) situacional, e a cada desafio. Podemos observar que, quanto mais resiliente é o indivíduo, há menos doenças e perdas e mais desenvolvimento pessoal é alcançado.
Temos que ter senso de “pertencimento” (pertencermos a um lugar, a uma família, a uma comunidade); iniciativa e perseverança, confrontando o que é possível, e aceitando o que não pode ser mudado; e nos transformarmos através do aprendizado adquirido das adversidades.


Fica aqui um convite: na próxima adversidade (e ela virá), busque a resiliencia, ouça com mais atenção a sua sábia voz interna e, certamente lá você encontrará o seu sentido. Então viva intensamente!!


“Pois o passado também é uma dimensão do ser, quem sabe, a mais segura”.
. Victor Frankl



quarta-feira, maio 28, 2008

RIO PRETO RECEBE EM JUNHO CURSO DE COACHING

Rio Preto recebe em junho curso de Coaching

Aulas serão ministradas nos dias 6 e 7 pela educadora e personal coach Ada Maria de Assis e Silva

Para ensinar uma equipe a tomar decisões e fazer um bom trabalho, é fundamental saber atuar como um verdadeiro técnico. Para desenvolver esta capacidade, a educadora Ada Maria de Assis e Silva vai ministrar em Rio Preto, um curso de coaching, - treinamento para o aumento da produtividade -, nos dias 6 e 7 de junho, no Shopping Lake Center - 1º andar.
Para entender melhor o que é o coaching, basta observar um atleta ou um time sendo treinado pelo técnico. O que o técnico faz para que aquele atleta ou time conquiste a vitória? Ele conversa, aponta o que deve ser modificado, mostra quais os exercícios e atividades que devem ser feitos para melhorar o desenvolvimento do trabalho e, antes da partida, planeja a estratégia e fala das táticas mais indicadas para vencer.
O coach, dentro de uma empresa, tem essa mesma função. Ele é o técnico que dá o suporte aos funcionários para que estes melhorem seus pontos fortes e tracem um projeto de trabalho. “O líder coach deve ser treinado para ouvir atentamente sem julgamentos, permitindo-se descobrir e compreender o que está por trás de cada fala, fazendo as perguntas corretas e levando o liderado a criar estratégias que o guiem para o sucesso”, afirma Ada Maria, que também é gestora de negócios, personal coach, coach internacional e proprietária da Officina do Coach.
Para fazer este curso não é exigida nenhuma formação específica. Existem vários profissionais exercendo a função de coach, entre eles engenheiros, advogados, administradores e psicólogos, por exemplo.
Segundo Ada Maria, o líder coach pode atuar em diversas situações, especialmente as profissionais, onde possa orientar equipes a enfrentar transições como mudanças de cargo, desenvolver novas competências, rever propósitos de vida, encontrar metas profissionais que estejam alinhadas com a da empresa e saber dar feedback de forma produtiva.
Público alvo:
Empresários, líderes, gerentes e profissionais de RH e pessoas que queiram conhecer mais sobre esta ferramenta eficaz no desenvolvimento de metas, sejam pessoais ou profissionais

Facilitadora:
Ada Maria de Assis e Silva – credenciada pela Lambent do Brasil, uma das instituições mais sérias no mundo nesta área

Benefícios para a empresa:
- Promover inovação e acelerar resultados
- Desenvolver e reter recursos humanos estratégicos
- Melhorar a comunicação e eficácia das equipes na organização
- Criar comprometimento na equipe através da implantação de metas pessoais, profissionais e organizacionais
- Aumentar a conscientização dos líderes sobre o coaching e seus benefícios

Programação do curso:
- Entendimento do que é coaching
- Desenvolver habilidades básicas
- Apresentar uma estrutura clara e prática de como é o processo desenvolvido pelo líder coach
- Criar uma situação onde o participante ora é coach, ora é cliente, aprendendo de maneira eficaz como funciona este processo

Mais informações com a assessoria de imprensa:Comunic Comunicação Corporativa
Elaine Madalhano(17) 3214-3465 cel: (17) 9745-2797http://www.comunicrp.com.br/

sábado, maio 24, 2008

DAR E RECEBER FEEDBACK: UMA ATITUDE CORAJOSA


DAR E RECEBER FEEDBACK: UMA ATITUDE CORAJOSA

Ada Maria de Assis e Silva

Uma observação ácida encerrou a reunião da qual eu participava. Quando o líder da reunião perguntou a um participante que não havia se manifestado até então, se tinha algo a comentar, ele ironicamente disparou: "Eu penso que já desperdiçamos bastante tempo por hoje.” O clima na sala ficou tenso, e foi como se toda a energia positiva tivesse sido sugada por um aspirador gigante. Enquanto se dirigia a porta, ainda teve tempo para mais tiro, dizendo que o café tinha sido a melhor parte da reunião. Tive vontade de chamá-lo de lado e pedir que pensasse sobre como poderia tornar seus comentários mais construtivos, mas comecei a listar todas as razões pelas quais não deveria fazer isso:
“Não foi assim tão sério. Você não o conhece muito bem. Não conhece os motivos que o levaram a isso”.
Tudo mentira. Na verdade, faltou-me coragem para levantar e dizer o que precisava ser dito, apesar deste comportamento impróprio ser tão óbvio que aparentemente nem precisaria ser comentado.

Para mim, esta pessoa sofre da síndrome “Ninguém se importa comigo”. Ou seja, será que ninguém o ama o suficiente para dizer que seu comportamento é rude e cruel? Se seus pais, sua esposa, seus amigos e seu líder não se importam com ele o suficiente para alertá-lo, como é que eu posso ajudar?
A aversão ao feedback pode ter um efeito paralisante nas pessoas e nas organizações. Esta atitude defensiva impede o crescimento profissional, apesar da maioria das pessoas estarem ávidas para dar e receber feedback. Nenhum feedback não significa que seu desempenho seja bom; receber um feedback aparentemente negativo é melhor do que não receber nenhum. Por exemplo, se você conta uma piada há três reações possíveis – reação positiva, reação negativa ou nenhuma reação. O silêncio inoperante é geralmente o pior. Você não sabe se ofendeu seus ouvintes, se você não soube contar, ou se eles simplesmente não entenderam. Um comentário negativo é infinitamente melhor do que nenhum, porque pelo menos você sabe o que está fazendo de forma incorreta.

“Como estou me saindo?” é uma das perguntas mais importantes que você pode se fazer. Conseguir uma devolutiva de todos os ângulos deve ser uma constante, deixando que as pessoas saibam que você deseja um feedback honesto porque ele é essencial para seu crescimento. Mesmo quando você ouve um comentário inapropriado, é importante comunicar sua apreciação e evitar ficar na defensiva.. Quando as pessoas se sentem confortáveis questionando suas idéias, significa que você se mostra acessível e aberto a críticas.
Assim, como dizer uma verdade dura? "Eu tenho uma dica que pôde te ajudar a ser um líder mais eficaz. Você gostaria de ouvi-la?” pode ser um bom começo. Dá ao ouvinte a possibilidade de ser receptivo a novas possibilidades. Uma outra maneira de abrir as artérias obstruídas do feedback em sua organização, família ou círculo de amizades é deixar claro que você está aberto a ouvir sobre seu desempenho, e que estará sempre disposto a dar um retorno sobre o desempenho deles. Mas às vezes nós ficamos relutantes em falar porque “ele não é meu liderado” ou” ele vai pensar que eu me considero melhor que ele”.
Dizer a verdade dura não vai ser fácil no início, mas seu próprio crescimento pessoal decola quando você pisa fora de sua zona do conforto.
Nunca esqueça que o feedback é um presente. Entretanto, são poucos os que realmente sabem dourar a pílula. Para começar, você deve deixar claro que acredita no futuro de seu ouvinte.
O feedback deve ser pontual e oportuno. O pior que você pode fazer é deixar seus comentários para a análise de desempenho anual, ou para a ceia de Natal. Ninguém tira proveito desta “festa surpresa”. Ao invés disso, diga à pessoa o que pensa imediatamente, lembrando-se sempre de elogiar em público e criticar em particular. Dizer às pessoas o que está errado, mas não orienta-las a pensar em um comportamento mais assertivo raramente será produtivo. Assim, seja continente e esteja disposto a orientar.
Evite reconhecer somente as pessoas que tem altíssima performance. Procure elogiar cada melhora de desempenho que merecem o reconhecimento.
Certifique-se de dizer exatamente o que está melhorando e o que você pensa que possa ser melhorado, ao invés de apenas dizer: "Bom Trabalho” ou "Você pode melhorar”.
Seja generoso em seus feedbacks. Deixe que as pessoas saibam com freqüência o que você aprecia nelas, pois o encorajamento faz com que as pessoas se sintam seguras para dar um novo passo de ação.
Se você deseja me dar o seu feedback sobre este artigo, mande um e-mail para ada@ccaajustkids.com. Podemos conversar sobre novas oportunidades de crescimento e aprendizagem.

domingo, maio 11, 2008

Homenagem recebida no X Encontro de Mulheres Empreendedoras

Homenagem recebida no X Encontro de Mulheres Empreendedoras, do grupo de Maria Amelia Mussi, que aconteceu no Buffet Marisa Abud no dia 06/05/2008. Agradeço a Maria Amélia pelo carinho, e parabeniz0-a também por ser uma mulher empreendedora e dinâmica.
























segunda-feira, abril 14, 2008

ORIENTAÇÃO SOB MEDIDA



Matéria publicada na Revista Você S.A - abril/2008



Orientação sob medida


Foi indicado para um coaching e não sabe o que vem pela frente?
Entenda o conceito e tire melhor proveito dessa oportunidade
Por FRANÇOISE TERZIAN


Hoje é quase inevitável que um executivo não passe por um processo de coaching. A prática tornou-se comum, porém as pessoas e também as empresas têm visões variadas sobre o assunto. Por isso, antes de embarcar num processo desse, saiba se a orientação que você está recebendo é, de fato, um coaching. Uma forma simples de descobrir isso é avaliar se melhora sua performance. Sueli Milaré, diretora da Korum Transição de Carreira, conduziu uma pesquisa qualitativa, em uma tese de doutorado na PUC de Campinas, no interior de São Paulo, com dez executivos que passaram por um coaching. Entre os benefícios que marcam essa prática, ela revela que:
80% dos entrevistados melhoraram a fl exibilidade;

100% deles aprimoraram a capacidade de ouvir;

70% dos executivos evoluíram a capacidade de se relacionar;

80% dos entrevistados aprenderam a aceitar melhor as mudanças.


Foi o que ocorreu com Maurício Cerruti, de 42 anos, diretor da central de negócios do Pão de Açúcar. Há três anos, quando era responsável por um grupo de lojas da rede Extra, a companhia recomendou que ele passasse por um coaching para se adaptar rapidamente à cultura organizacional. Maurício vinha de um concorrente no qual o estilo de trabalho era bem diferente. Esse descompasso impedia que ele fosse aproveitado em cargos mais importantes, embora a empresa reconhecesse seu talento. Concluído o processo, Maurício pediu para continuar sendo orientado pelo coach externo. Para ele, o principal benefício foi ter se libertado de vícios profi ssionais, como falta de foco. Entendi o que era preciso fazer para evoluir na carreira , diz Maurício.


Como hoje há muitos coaches no mercado, antes de iniciar uma orientação vale a pena checar o que cada profissional oferece. Muitas vezes, o coaching é confundido com outras atividades de desenvolvimento, como mentoring e counselling. A diferença entre os três é sutil e mesmo especialistas têm dificuldades para estabelecer limites entre as definições. Basicamente, as diferenças são:


O coaching pretende apoiar e desenvolver a performance e o crescimento profissional do indivíduo. Visa fortalecer uma habilidade específica e tem data para começar e terminar. Normalmente, utiliza-se uma metodologia estruturada no processo. A empresa precisa acompanhar o trabalho do orientador, para que ele seja completo.


O counselling ajuda a tomar decisões de acordo com a trajetória profissional no longo prazo. O conselheiro pode sugerir outras formas de desenvolvimento profissional e pessoal, como coaching ou psicoterapia.


O mentoring passa pela aquisição de conhecimento com um profissional de destaque em sua área, capaz de dar conselhos e passar sua experiência. Ao contrário do coaching e do counselling, é gratuito e nasce de um relacionamento pessoal com o mentor.


Feita essa separação entre os programas, você e sua empresa devem ter o cuidado para não contratar um coach despreparado ou com pouca experiência. Está começando a acontecer um tipo de distorção de conceitos que já ocorreu com o outplacement, afirma a consultora de carreira Vicky Bloch, presidente da Vicky Bloch Associados, que recomenda pesquisar a formação, a experiência e a metodologia do profissional e buscar referências. Abaixo, outras questões que costumam aparecer numa discussão sobre o tema.


1 A quem se destina o coaching?


A princípio, todo mundo pode fazer. No entanto, devido ao custo e à longa duração, de seis a oito meses, com seções semanais ou quinzenais, as empresas restringem o número de participantes. Normalmente, a oferta é destinada somente aos primeiros níveis, líderes e média gerência com potencial de crescimento. Para o alto escalão, o coaching se tornou obrigatório. Quanto mais a pessoa sobe na hierarquia, mais solitária ela fica e precisa de alguém para ajudá-la a refletir sobre sua atuação. Maria Ester Pires da Cruz, gerente de desenvolvimento de carreira do Ibmec-SP, lembra que em certos momentos da carreira um coach é mais do que necessário. Exemplos? Quando o profissional apresenta dificuldade para gerir a equipe, tem dificuldade para aceitar mudanças ou passou por um momento pessoal difícil.

2 Coaching é reciclagem?


Outro problema é que algumas empresas confundem o conceito com reciclagem ou conserto. Essa má idéia está relacionada à aplicação do coaching na década de 1980, voltada para colocar funcionários na rota, em uma tentativa de evitar a demissão. Faz tempo que essa visão mudou. O coaching hoje é destinado às estrelas, aos profi ssionais que dão resultado e representam o futuro da empresa, garante Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching.
3 O funcionário pode solicitar o coaching?


No passado, o coaching era uma iniciativa unilateral da empresa. Hoje, funcionários interessados em evoluir têm se candidatado ao processo por conta própria. Para alguns coaches, a vontade de evoluir deve ser vista como algo positivo. Álvaro Luiz Soares Trilho, gerente de seguros da Votorantim Investimentos Industriais, solicitou à empresa um coach e foi atendido. Álvaro queria saber se o conhecimento que havia adquirido em um MBA daria apoio às suas aspirações. No final do processo, descobri que estava preparado para desafios maiores, diz Álvaro.

4 O chefe pode ser o coach?


Existe uma discussão em torno da figura do coach. Ele deve ser chefe ou um consultor externo? Querendo ou não, o chefe é um líder que, naturalmente, faz o papel de coach do seu subordinado. Sua função, neste caso, é dar feedback, ser claro nas instruções e acompanhar o desenvolvimento. Um coach externo é recomendado em casos como a necessidade de melhoria de performance, adaptação do profissional a uma nova realidade ou problemas de relacionamento. Com um orientador externo, Jacqueline Lopes, de 42 anos, diretora de marketing da rede Spoleto, melhorou um ponto fraco a capacidade de gestão ingressando em um MBA. Também maximizou pontos fortes, como a oratória. A isenção é fundamental. O coach externo nos vê como um produto e dá valor agregado, diz Jacqueline. Esse é um dos maiores diferenciais do processo.

sexta-feira, abril 04, 2008

Palestra sobre LIDERANÇA no evento os Mais Infuentes de 2007

No dia 28/03/2008, proferi palestra sobre Liderança no evento "Os mais influentes de 2007", promovido pela AG Assessoria.
Entre as empresas homenageadas estavam: Colégio Anglo, Fabiano Hayasaki Arquitetura, Cosenza Fisioterapia, Rio Preto Shopping Center, Clínica Derm, Edén Gráfica, Mazzon Veículos, Contep Contabilidade, Revista Villa, entre outros.
Confira os flashs do evento feitos pela amiga Eloísa Mattos